God of War: A Última Esperança.
9 Triatilos- Desafio 3.
Notas iniciais
A Zona de Guerra estava cheia de Deuses, criaturas e pessoas. Kratos seria o primeiro à entrar em combate contra Broze, logo após iria Phêmeder. O espartano estava nervoso, já que o destino previra o que aconteceria; Broze ganharia, e o legado de Kratos tornariam-se cinzas. Phêmeder, por outro lado, esbanjava felicidade, acreditava na capacidade tanto dela mesma quanto à de Kratos:
—Senhoras e Senhores -o apresentador chamou atenção do público-, finalmente teremos um vencedor. Apresentamos à vocês, nosso querido Broze.
O mortal não vestia armaduras, apenas uma saia que se mantinha presa à cintura. O ser carregava duas katanas nas mãos, e um escudo nas costas. Ele olhou para o pai que sorriu paternamente para ele:
—E do outro lado, ele, O Deus da Guerra.
Kratos estava com ombreiras das faces de onças, o peitoral marcado nitidamente por um collant, as correntes das mãos não estava tão a amostra quanto antes e as pernas cobertas por camadas de ferro. Do outro lado, perto dos deuses maiores, Phêmeder jogava toda a energia positiva que conseguia, porém a voz do locutor atrapalhou sua chama otimista:
—O primeiro que levar o golpe e ficar no chão, perde.
O primeiro golpe foi de Broze, que tentou acertar Kratos com a espada, porém o espartano segurou a mesma com a mão direita e passou uma lâmina do exílio perto do estômago do mais novo, fazendo uma marca que não desapareceria facilmente. Kratos consegue desamar Broze de uma espada, então puxa o braço do mortal e joga-o do outro lado. Broze se levanta, enquanto o Deus arranca-lhe a última espada e o escudo. Broze, sem proteção, chama o raio de Zeus e contra-ataca Kratos, que cai no chão:
—ELE PERDEU.- grita Broze. Porém é acertado pelas costas por Phêmeder.
Ela entra em campo com o antigo uniforme. Ajudando Kratos a se levantar, ela pega uma das correntes e faz um movimento circular, tirando boa parte do sangue de Broze. Kratos, por fim, realiza o desejo de desmembrar o braço de Broze e o joga longe. Foi quando eles ouvem o gongo:
—Só há um trono, e ele não pode ser ocupado por dois deuses.
—Phêmeder -Kratos a chama-, sabemos quem merece o trono.
—É uma luta justa.
Ela avança em Kratos, jogando todo o seu peso para cima do deus. Por cima, ela acerta soco atrás de soco no rosto carregado de ódio. Kratos revira, ficando por cima e cortando parte da pele do rosto da divindade, deixando uma marca entre seu olho esquerdo. O rastro de sangue desce, e então Phêmeder olha para os olhos de Kratos e abre a boca, deixando a névoa cinza trazer a vida dele para ela. Quando ela vê que ele vai desmaiar, olha para Broze que se aproxima para matá-lo, porém a névoa preenche o redor de Broze, que grita desesperado. Phêmeder devolve a alma de Kratos, que sai de cima dela e corre para perto de Broze, com um movimento de mão de Phêmeder, a névoa vai embora e o mortal cai no chão, vomitando sangue.
Kratos e Phêmeder se aproximava cada vez mais, enquanto Broze tentava sustentar o olhar raivoso dos dois. Kratos ergueu o mortal pelo pescoço, fazendo a platéia gritar de felicidade, os deuses olhavam incrédulos para o trio. Kratos apertava cada vez mais o pescoço de Broze, quando Phêmeder se aproximou, tirando a cabeça do inútil do lugar:
—ISSO É OLIMPO.- os dois gritaram juntos, cada um levantando um pedaço do corpo do falecido.
Por anos o Olimpo não tinha visto uma guerra tão vívida, batalhando até mesmo criaturas que deveriam estar presas. As famílias tiveram heróis para lembrar-se, o submundo voltou à lugar junto com Perséfone.
As lendas comandaram o Olimpo, pela primeira vez, em dupla, fazendo um trabalho melhor que o de Zeus. Com o fim da guerra, alguns fiéis começaram a duvidar da piedade da moça e deixaram de seguir a mitologia grega, porém ainda havia quem era devotos aos deuses.
Os outros deuses voltaram para suas respectivas "casas", porém Zeus fora mandado para o submundo, a fim de comandar as almas.
Na noite em que os dois fizeram sexo, Hera abençoou Phêmeder com uma filha, que se chamava Adartic. E logo depois ela engravidou novamente, agora dando a luz à um menino que foi batizado por Defith, um menino moreno que lembrava o irmão de Kratos. A filha era dona de um corpo um tanto quanto esquelético, longos cabelos cinzas, olhos castanhos e uma boca incrivelmente igual com a da mãe. Defith era quem comandava as espécies de animais selvagens, enquanto Adartic comandava a Sanha do Tártaro (que Phêmeder tinha lhe dado). Kratos comandava as tropas contra os minotauros que insistiam em ter vingança contra sua família. Phêmeder cuidava dos desejos das mulheres e dava atenção para os filhos. Todos viviam harmonicamente, até que o destino decidi trazer o verdadeiro Kratos de volta.
Um velho coveiro me disse que uma coisa nunca pode acabar, que tudo tem um retorno, porém eu acho que isso não pode acontecer com meus pais. Como aquela velha frase "Nem tudo o que morre está realmente morto", eu digo que nem tudo o que acaba está realmente no fim.
Era Moderna virá em breve.
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