Notas iniciais
Mais um cap! Tem lemon! eeeeeeeeeee foi mal a perversão, mas adoro lemon! Já disse neh? Betado pela Azumi-chan

Aquilo não estava bom, o time adversário tinha uma defesa muito boa, jogava quase todo recolhido e por vezes tentavam um contra ataque que fora difícil desarmar. Uruha não conseguia chegar ao campo adversário sem marcação,Aoi também, ninguém conseguia. As únicas 3 chances em todo o primeiro tempo e metade do segundo tinham sido justamente com as jogadas conjuntas de Aoi e Uruha com ajuda de Reita e Hitoru, mas a finalização foi impedida 2 vezes pela zaga e uma vez pelo goleiro, que fez uma defesa esplêndida! Yokohama F. Marinos,um time difícil de vencer.

O desespero foi grande quando um contra ataque adversário passou por Hozu, o primeiro zagueiro, quase todo Kashima recuou para a defesa, até mesmo Uruha que era do ataque, voltou, e ajudou ao segundo zagueiro a tomar a bola do atacante, guiando-a em toques em direção ao outro lado do campo, tocou para Aoi no meio de campo e seguiu ir para sua posição inicial, frustrado mais uma vez pela marcação intensa dos Marinos já recuados para seu campo.

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-0x0, isso não é resultado! – o técnico bradou para os jogadores silenciosos no vestiário. – 0x0, Kashima Antlers, 0x0, pensem bem se é esse o jogo que querem mostrar, se é esse o resultado que querem obter e se esforcem mais da próxima vez, um empate é quase uma derrota para um time que vinha ganhando até agora, houveram falhas, chances desperdiçadas, os adversários eram bons, mas nós podemos ser melhores! – praticamente gritou, orgulhoso por ver o time erguer a cabeça, a decisão de perseguirem com mais garra o título se mostrando presente – isso! Vamos mostrar para o Japão que esse ano é nosso novamente, vamos mostrar para o Yokohama que da próxima vez a muralha deles vai cair!

Os jogadores se ergueram em gritos de aprovação, Medeiros contente por ver que a confiança e auto-estima estavam recuperadas.

-Amanhã o dia está livre, mas depois o treino vai ser mais puxado, vamos nos esforçar mais e vencer qualquer ataque ou defesa que nos enfrentar! – encerrou, mais gritos de aprovação sendo ouvidos pelo local.

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-Empate não é resultado, eu devia ter chutado melhor aquela bola! – Uruha comentou revoltado, virando o que já seria sua 8ª latinha, o tom embriagado dificultando no entendimento, mas Aoi não estava em melhor situação, e bêbado com bêbado se entendem.

Quando foram liberados,depois devidamente limpos e arrumados com roupas normais combinaram de ir para a casa de alguém beber, acabou por ser escolhida a casa do moreno, mas os demais tinham ido embora cedo, ainda não era nem meia-noite e só tinha restado Kouyou e Yuu no apartamento do mais velho, bebendo e reclamando do jogo.

-Aqueles caras sempre deram trabalho, tiraram o título da gente três vezes, a gente pega eles na próxima! – Aoi rebateu soltando mais uma latinha e abrindo a próxima, os dedos errando o anel da lata duas vezes, antes de acertar e finalmente abrir o recipiente, levando logo aos lábios.Num lapso de tontura se deixou cair ao lado do mais novo, no sofá maior da sala, e ambos estavam ali, jogados no estofado, enchendo suas correntes sanguíneas com álcool.

-Eu devia ter jogado melhor não devia Yuu? Eu, como o mais novo tenho que mostrar mais físico, não tenho? Eu devia ter jogado melhor! – Uruha falava num tom estranhamente choroso.

-Shii,que isso garoto? Você fez mais do que podia, você é atacante e defendeu a bola na zaga, jogou dois tempos inteiros correndo mais do que qualquer um ali, mas não se ganha sozinho, nosso time não estava preparado para a defesa deles! – o mais velho respondeu puxando a cabeça do mais novo para se apoiar em seu peito, Uruha quase que deitando de lado, se deixando consolar pelo amigo.

-Será que se eu tivesse sido guitarrista eu seria melhor? Será que teria sido melhor eu deixar meu sonho do futebol de lado e ter aceitado participar de uma banda? – perguntou em voz alta, a mente nublando, a casa girando, talvez já tivesse bebido muito mesmo.

-Você é ótimo na guitarra! Quem sabe? Mas agora já era Kou, você é ótimo no futebol também, não foi culpa sua, sem dizer que é lindo e gostoso e deixa metade do Japão doidinho por você, por isso, nada dessa deprê! – o Mais velho sentenciou bebendo mais um gole da cerveja, repetindo outro antes mesmo de engolir o primeiro, tudo estava tremendo, mas ele não queria parar de beber.

-Eu sou gostoso, sou lindo, e talentoso... mas... e se eu fosse de banda? O público! Ahhh! As garotas gritando! – uma risada acometeu ao mais novo bêbado, o corpo se deixando cair, a nuca pousando no braço do sofá e as pernas indo desrespeitosas para o colo do mais velho – ao menos minha imagem ia ter mais a ver!

-Oh! Visual Kei? – o moreno também sorriu, bebendo o que seria o último gole da lata de cerveja – Ia fazer fanservice e tudo?

-Sei lá! Sabe de uma coisa... – o garoto continuou entre risos – na escola eu era assediado por garotos também... eu realmente devo ser muito gostoso!

-Oh! Com quem você aprendeu tanta modéstia assim? – Aoi perguntou ainda sorrindo, jogando latinha para o lado, a noção e racionalidade fugindo de si, nem sabia mais do que estavam falando – vamos ver se é gostoso mesmo! – falou entre risos, retirando uma das pernas do mais novo de seu colo, se movendo até ficar de frente para ele, entre suas pernas, o corpo caindo por cima do de Uruha, mais uma crise de riso acometendo os dois, que sorriam de sabe-se lá o quê.

-Vai me pedir em casamento agora, Yuu? – Kouyou perguntou,os sorrisos sem parar, o que eles estavam fazendo mesmo? – Hummm! – não conteve o gemido prazeroso ao sentir algo pressionando seu membro.Não tinha noção de que era o próprio baixo ventre do moreno que estava em contato com o seu, e nem ouviu o gemido que o mais velho também soltou, a vontade de mais não sendo refreada, e os movimentos começando por instinto e desejo de sentir mais.

-Hummmm! Ah! Meu....hum.... – não conseguia falar direito, estava entregue aos instintos primitivos que clamavam por prazer e todo aquele pano estava atrapalhando. Kouyou levou as mãos ao seu zíper e botão, desabotoando do jeito que pode entre os movimentos que o moreno fazia sobre si, se apressando em tocar sua ereção por debaixo da cueca, retirando-o para fora desta, necessitada de ar e carinho.

Aoi inconscientemente levou sua mão ao membro do amigo, masturbando-o como se fosse a si mesmo, gemendo quando sentiu os dedos do mais novo lhe desabotoar a calça e descer o zíper, retirando sua ereção da roupa íntima, fazendo consigo o mesmo que fazia com ele.

Não eram capazes de pensar no que estavam fazendo, só conseguiam sentir e quererem mais. O álcool atrapalhando em qualquer reflexão que pudessem ter, mesmo se eles quisessem tê-la.

Quase como costume, Aoi abaixou o rosto, tomando a boca do loiro em um beijo molhado, adentrando-a com a língua e sendo bem recebido pela do amigo.

Aquele beijo parece ter terminado de explodir toda a excitação e tesão dentro de ambos. Pois começaram a se agarrar com fome e ânsia, as mãos rápidas nos falos, as livres tocando e apalpando qualquer pedaço de pele e carne que encontrassem.

Aoi parou tudo bruscamente, não dando tempo para qualquer coisa, se erguendo, ficando de joelhos e puxando a camiseta do loiro com rapidez, quase rasgando-a. Uruha fez o mesmo com o mais velho, arrancou a camiseta deste com fúria, nada importava e nada fazia sentido, apenas o prazer que sentiam e o prazer que queriam sentir.

Livre de suas camisas os dois voltaram a se beijar e se tocarem, as unhas curtas arranhando alguns pontos na euforia, mas agora eram os jeans, ainda presentes, que atrapalhavam. Com um resmungo incômodo Aoi se levantou, ficando de pé ao lado do sofá, retirando o jeans e a roupa íntima de uma vez. E foi quando tentou erguer uma das pernas, para terminar de puxar as peças, que quase caiu pela falta de equilíbrio, indo se apoiar na mesa de centro para não desabar no chão, gargalhando com o quase acidente.

Uruha acompanhou os sorrisos, se levantando depressa demais e cambaleando até o barzinho no canto da sala, a calça aberta e a boxer sendo retirada com ajuda do apoio do móvel, a mão indo de encontro ao falo rígido, aliviando a dor da ereção, virando com calma e entre gemidos lânguidos, quase sentando-se no tampo de mármore.

Aoi pareceu hipnotizado pela cena. Kouyou estava lindo! Estava com uma face tão rosada! Linda! O prazer estava tão explícito ali! Ele queria sentir prazer também, queria aquele prazer que o outro parecia estar sentindo.

Andou, guiado por desejo, em direção ao mais novo, conseguindo se livrar totalmente das roupas no processo, chocando-se contra ele, gemendo alto com o contado de seus corpos nus. Retirou a mão do garoto de seu membro, envolvendo-o com a sua, pressionando-o contra o seu próprio, e logo conseguiu semi-enlaçar as duas ereções, masturbando-as juntas.

Ambos jogaram as cabeças pra trás, gemendo prazerosamente com a sensação, os olhos fechados e o prazer mais do que estampado ali.

Não souberam quando começaram a se beijar e se agarrarem novamente, não tinham consciência de nada que faziam!

-Eu quero sexo! Ah!... quero transar... transa comigo! – Uruha vocalizou suas vontades, sem compreender direito suas próprias palavras.

-Transo... gostoso.... tinha razão... muito gostoso! ... ah!...- respondia sem noção de nada que estava fazendo, apertando com vontade as nádegas do mais novo, caminhando com ele, enquanto atacava seu pescoço e sentia as mãos dele em suas costas. Guiando-o por reflexo ao seu quarto, encontrando a porta escancarada, e não parando até sentirem o baque das pernas do loiro contra o pé da cama, ambos caindo em cima do colchão, os corpos se roçando no processo.

Os lábios não se desgrudaram enquanto se tocava e se esfregavam mais. Uruha inconscientemente indo para cima, em direção a cabeceira, sendo seguido pelo corpo moreno em cima de si que se recusava a sair dali. A cabeça encontrou travesseiros, repousando neles por reflexo. As pernas se abriram mais, os joelhos se dobraram, facilitando o roçar de seus baixos ventres, era loucura, tanto prazer assim! Era loucura!

Continuaram com as carícias fortes e eufóricas por mais alguns minutos.Uruha já sentia que poderia gozar com aquilo, mas Aoi precisava de mais, precisava de mais, não sabia direito o quê, mas seu instinto animal sabia.E foi por isso que parou tudo, se ergueu um pouco e virou com brusquidão o corpo abaixo de si, colocando-o de bruços.

O mundo de Kouyou girou, tudo estava em movimento e nada fazia sentido, sentia prazer, isso era certo, o resto não sabia. Mas o estímulo cessara, e ele não sabia o porquê. Tinha consciência de seu falo contra o colchão, e começou a se movimentar contra ele, queria gozar, precisava gozar. Não deu importância as mãos que lhe abriam mais as pernas, não deu importância ao contato atrás de si, e nem ligou para os dedos espremendo suas nádegas, abrindo-as. Pode precisar um toque em seu ânus, mas não se importou até sentir aquela dor excruciante de algo tentando entrar ali de forma brusca.

Gritou, tentando se apoiar nos braços para sair dali, mas estes sem força, falhando miseravelmente. Aoi não conseguia se dar conta do loiro agonizante abaixo de si, só sentia-se ser comprimido gostosamente pelas paredes anais do outro, e não conseguia parar de continuar a penetrar ali. Quando se sentiu completamente dentro, soltou algo parecido com um urro baixo de prazer, liberou a respiração presa anteriormente e sorriu para si mesmo por estar se sentindo tão bem ali dentro.

Kouyou finalmente conseguiu respirar, a cabeça doendo, tudo ainda girando, a dor suavizada, a sensação estranha e incômoda de algo o preenchendo ali atrás... que merda estava fazendo? Não teve tempo de pensar em nada, a dor voltou, era consciente de algo arrastando pela sua entrada, num movimento para trás, e gritou mais uma vez de dor quando esse mesmo algo voltou rápido a lhe estocar, o corpo indo para frente, as mãos apertando os lençóis, sentiu um líquido lhe escorrer dali, machucava, doía. Onde estava o prazer de minutos atrás?

Para Yuu tudo estava maravilhoso, como podia ser tão apertado e quente?

Agarrou o quadril alheio,ergueu-o um pouco, fazendo Kouyou quase ficar de joelhos, e deu mais uma estocada, lenta, mas forte e brusca, sentindo o corpo abaixo de si ser arremetido para frente e choques lhe percorrer o corpo, em êxtase.

Estranhamente Kouyou já estava se acostumando àquilo, a dor sendo algo já não mais ruim, na verdade, estava até lhe dando um pouco de prazer. E foi se agarrando aquilo que levou sua mão ao membro negligenciado, felando-o com rapidez, sentindo o mesmo prazer retornar a si, e finalmente depois de alguns minutos seus gemidos de dor se transformaram em gemidos de aprovação. Que se ferrasse o que o moreno estava fazendo consigo, ele queria gozar, explodir em tesão, e não importava como.

As estocadas já estavam rápidas, e o moreno deixou uma de suas mãos passearem pelas costas alva e macia, se emaranhando nos fios de cabelo da nuca, puxando-os com força e rapidez, Kou gemeu gostosamente, seu quadril se arremetendo para trás quase voluntariamente.

Um gemido de puro prazer ecoou pelo quarto, Kouyou sentiu o êxtase se espalhar em intensidade pelo corpo, explodindo bem em sua ereção, quando numa estocada Aoi atingiu algum ponto sensível interno seu. A vontade de sentir aquilo o fazendo arquear o corpo em uma quase parábola invertida, os joelhos procurando mais apoio e o quadril se arremetendo ainda com mais força, sendo agraciado com mais vezes de acerto naquela região mágica.

Os corpos se chocavam com força, rapidez, vontade, os gemidos e gritos eram de prazer, tudo que ambos podiam enxergar era tesão, excitação, êxtase puro. Kouyou se deixou derramar nos lençóis e em seus dedos, a letargia do momento o fazendo se contorcer, movimento sentido por Aoi, que foi mais pressionado pelo entrada do loiro, não demorando mais duas estocadas para gozar, completamente dentro do mais novo. Os movimentos foram reduzindo a intensidade até se tornarem nulos, ambos totalmente extasiados pela sensação prazerosa.

O corpo mais jovem se deixou cair no colchão, apagando logo em seguida, estava exausto. O mais velho rolou para o lado, se retirando de dentro do outro, respirando irregularmente, deitado com as costas na cama macia, não percebeu quando pegou no sono, nada fazia sentido, ele tinha conseguido o que queria, queria prazer, queria gozar... e assim o fez,então...agora só estava cansado e com sono.

Notas finais
huhuhuhuhuh!O que será que esse negócio vai dar hein?beijo!!!!Obrigada pelos review