Glory and Love

1 Capítulo 1 - All Too Bad


Notas iniciais
Olá, gente! Tudo bem? Enfim, eis que um dia eu estava escutando Lady Gaga no meu celular, deitada na minha cama, usando meu notebook e comendo chocolate e decido criar uma conta para mim no Nyah! Fanfiction, e rapidamente já penso em um nick e mais ou menos na história (na verdade, primeiramente eu tinha pensado em fazer uma fic Harry x Tom Riddle, onde o Harry volta para o passado para impedir todas as tragédias do presente conhecendo Tom e o impedindo de se tornar o "monstro" que se tornou. Mas por um motivo aparente eu desisti. Fica para uma próxima fic, né?). Então eu começo a escrever. Minha primeira fic yaoi Drarry, espero que gostem e comentem, isso ajuda muito. Acompanhem, favoritem, enfim, deem sinal de vida pra eu saber que não estou escrevendo para o vento XD Beijão, boa leitura.

Observo pela janela os flocos de neve que caem lentamente, enquanto minha cabeça encontra-se em caos, fazendo-me um cego, confuso, que evita dar o próximo passo, com medo do que ocorrerá após isso. Sentado em frente à janela, com os pensamentos focados nos problemas, o que eu desejo mesmo é fechar os olhos, dormir, para depois acordar e descobrir que tudo isso não passa de um pesadelo. Olho para a lareira da sala comunal, vejo seu fogo, que antes queimava fortemente, iluminando toda a sala, nos aquecendo, mas que agora encontra-se pequeno, derrotado, fraco, incapaz de trazer um mínimo de iluminação para o cômodo, e é... Talvez esse fogo esteja exatamente como meus sentimentos... Adormeço então aos poucos, porque pelo menos nos sonhos os problemas não estarão lá para artormentar-me.

...

— Professor, o senhor tem certeza disso? — pergunto, um tanto quanto muito nervoso.

— É claro que tenho, Harry. — responde o homem. — Esse é o jeito mais fácil, e rápido também.

— Mas por que não usamos outro jeito, senhor? — digo com a voz trêmula. — Esse jeito me assusta, e eu sei que tem outra maneira, mas o senhor insiste em usar essa... Eu não quero fazer isso!

Ao dizer o que penso o professor Tom, de Defesa Contra as Artes das Trevas, aproxima seu rosto do meu, e só então posso notar bem de perto seus olhos verdes, idênticos aos de uma serpente, e sinto-me como se a qualquer momento ele fosse me picar e então observar minha morte lentamente. Não entendo como Dumbledore confiara em alguém como ele.

— Harry, você realmente não entende. — diz, fixando seus olhos nos meus. — Essa maneira é a mais fácil e rápida entre todas, e a com menos mortes também. — e então o professor dá um sorriso melancólico, o que me faz arrepiar.

— Mas do mesmo jeito haverá mortes! — protesto. — E o assassino será eu, apenas eu! — grito. — Não estou preparado para esse tipo de coisa, eu jamais conseguiria matar alguém! Eu travaria com certeza...

O professor apenas ignora minhas falas e vai até o armário, rindo.

— Harry, Harry, Hary.. — ele diz. — O que você acha que eu irei te ensinar em suas aulas extras comigo?

E então eu congelo ao finalmente pereceber... Meu professor de defesa contr as artes das trevas me ensinaria a matar.

...

— Harry! Acorda, Harry! Harry!

Então desperto, esfrego meus olhos e percebo que dormi na janela da sala principal do salão comunal. Sorrio ao pensar na cena de me ver domindo ali, escorado na janela. Mas então minha atenção é dirigida até Ron e Mione, que encontram-se sentados em duas poltronas, de frente à lareira, abrindo seus presentes de natal.

— Anda, Harry! — grita Ron de novo, com um presente na mão. — Venha ver logo o que você ganhou, Harry!

— Depois eu vejo, Ron. — respondo, levantando-me e colocando meus óculos.

— É engraçado.

— O que é engraçado, Hermione? — diz Ron, abrindo seu presente.

— Você. — responde, rindo e acariciando seu gato. — Com 16 anos e ainda agindo como uma criança de 11 quando chega o natal.

— Não enche!

Apenas rio ao ver a cena.

— Quer um sapo de chocolate, Harry? — oferece Mione após eu sentar ao seu lado.

Pego e agradeço, ainda esfregando meus olhos. Meu sonho realmente não foi um dos melhores, e lembrar daquele dia com o Professor Tom definitivamente não me agradava, apenas congela meus estomago e deixa-me mais nervoso e assustado. Talvez um pouco de chocolate ajude.

— A próposito, por que você dormiu na janela? — pergunta Mione, rindo.

— É verdade, levamos um susto quando acordamos e te vimos ali.

Sorrio timidamente enquanto penso até que parte da história irei contar, não posso dizer tudo a eles, mesmo que sejam meus melhores amigos, certas coisas precisam ser guardadas apenas para mim.

— Ah, é que eu fiquei até tarde tendo aula extra com o Professor Tom ontem a noite, e quando volte para o salão comunal decidi observar a neve caindo lá fora, enquanto pensava em algumas coisas, e então acabei adormecendo. — respondo, mordendo meu sapo de chocolate.

— Algumas coisas? — repete Mione, com um sorriso ironico no rosto. Talvez ela ache que tenha ficado pensando em mulher pelada ou realmente sabe que meus pensamentos estavam focados apenas em problemas.

— É, sim...

E ambos se calam. Percebo um olhar estranho vindo deles, como se as palavras estivessem presas em suas gargantas, prontas para sair, mas que evitam por algum motivo aparentemente. Com certeza é algo relacionado a mim.

— Vocês querem me dizer alguma coisa?

— Não Harry, é que.... É que eu e Ron achamos que você está escondendo alguma coisa grave de nós, e também achamos que essas aulas.... Essas aulas não estejam fazendo bem para você...

— Acharam certo... — cochicho para mim mesmo.

— Harry, eu vi você chegando no salão comunal ontem a noite após sua aula extra. — conta Mione. — E você parecia tenso, e você tremia Harry. Era como se algo o assombrasse, o incomodasse... O que aconteceu ontem na aula, Harry? O professor te disse alguma coisa?

E apenas fico calado, pensando no que dizer. A verdade é que o professor me contara detalhadamente seu plano para mim ontem, e bem... Com certeza era o que temia, mas não há outra escolha a não ser fazer...

“Draco Malfoy, Harry. Draco Malfoy é um comensal da morte, uma grande peça no time de Voldemort. Você precisa matá-lo, Harry. Mas não agora.” As palavras de Tom ecoam em meus penamentos, e mais uma vez travo, porém agora minhas mãos tremem e minha barriga congela.

— Desculpe Hermione mas acho que isso não é da conta de vocês. — respondo, me levantando da poltrona. — Tenham um feliz natal. — disse e logo após saindo do salão comunal.

Talvez fosse a hora certa para procurar Malfoy e pôr o plano do professor Tom em prática. Tudo o que preciso fazer e me tornar amigo do aluno mais abominável do colégio, ganhar sua confiança, fazê-lo trair seu mestre e então, no fim, matá-lo. Tão simples, tão prático....

Desço até o salão principal, que agora encontra-se praticamente vazio. As quatro mesas foram substituídas por apenas uma, afinal boa parte dos alunos de Hogwarts voltara para casa no feríado de natal, e poucos continuavam no colégio, e por isso os professores deixavam apenas uma mesa, para todos comerem juntos. O café da manhã parecia realmente estar delicioso, mas acordar já sabendo que futuramente você terá de ser um assassino fazia você perder qualquer apetite, e além do mais não avistei Malfoy no banquete, pretendo encontrar ele agora e não posso perder tempo, por isso vou direto para o térreo.

— Onde esse garoto se meteu... — falo para mim mesmo.

E a primeira pessoa que avisto logo após sair do salão principal é justamente Malfoy, andando lentamente nas masmorras. Agarro minha varinha com força e me direciono devagarmente até as masmorras. Escondido, começo a espiar Draco. O garoto no momento apenas caminha, mas não está prestes a fazer algo bom. Olha para todo canto, para certificar-se de que não está sendo seguido.

Aperto minha varinha com força e fecho os olhos para decidir o que fazer.

“Você precisa matá-lo, Harry”

As falas do professor Tom ecoam pela mnha cabeça. Começo a tremer novamente, pensar nesse assunto me faz ficar com medo. Meu coração palpita, a chance de matar Malfoy está perto, é só usar o feitiço. Aponto a varinha para as costas do garoto, mas fico parado, como uma estátua. O nome do feitiço para matá-lo é incapaz de sair de minha boca, tudo está confuso, e a coragem para seguir o plano não aparece. Suspiro rapidamente e sem parar, e minha testa começa a suar. Não sou capaz disso, nunca serei. Não posso matar Draco, ele é uma pessoa como eu, como todos nós, e eu não sou um assassino. Mas e se... E se...

— Não te ensinaram que é covardia atacar pelas costas, Potter? — diz o garoto ironicamente, agora finalmente percebendo minha presença.

— Expelliarmus! — digo rapidamente antes que Malfoy faça o primeiro movimento.

A varinha então escapa de sua mão e o garoto salta para trás. Sem pensar duas vezes uso o primeiro feitiço que me vem a mente.

— Estupefaça! — falo ligeiramente, e Malfoy é jogado contra a parede fria das masmorras. — Não se preocupe, Malfoy. — digo com um sorriso ironico no rosto. — Não preciso atacar por trás para te derrotar.

Malfoy então bufa, sinto o ódio. Seus olhos encaram os meus, percebo que se ele estivesse com sua varinha não pensaria duas vezes antes de me atacar. Draco não mudara nada desde que o conheci, ele ainda não aprendeu a aceitar a derrota, ele quer sempre ser o melhor.

— Acho que eu ganhei mais uma vez, Draco.

DROGA! O que eu estou fazendo? Isso está indo completamente contra o plano. Preciso me aproximar de Malfoy, ser seu amigo, e isso com certeza não ajuda, apenas aumenta o ódio dele por mim. Preciso pensar em uma solução de uma vez, mas nada me vem à cabeça. Acho que falar “HAHA! Pegadinha do malandro! Pegue sua varinha de volta, Draco.” não seria legal. Pense, Harry Potter, você não é tão inútil assim.

— Vai ficar me encarando com essa sua cara de peixe pisado, Potter?

— Calado!

E sem nem mesmo pensar, faço a primeira coisa que passa em minha cabeça; eu beijo Malfoy.

Notas finais
Pois é, após esse capítulo esquisito com um roteiro meio "zzzzz" eu não sei a opinião de vocês. Por isso, se gostaram do capítulo, deixem um comentário falando a sua opinião e responde se quer que eu continue ou não. Se você não gostou do capítulo, deixe um comentário falando a sua opinião e responde se quer que eu continue ou não também! HAHAHA :D E enfim, pessoal, caso tenham gostado do capítulo, do enredo da fic, da história, etc. gostaria de pedir para favoritarem a fic. Desde já agradeço (= Kisses para vocês!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.