Glee - Nova York Nova York
3 A Divisão
Notas iniciais
–Não importa se eu assinei um contrato! Não aguento mais ouvir seus gemidos com esses seus namoradinhos de uma noite! — Rachel estava começando a ficar irritada
–Quer ir embora? Pode ir! Mas saiba que eu não irei te receber de volta, e você vai ter que pagar pelo resto do mês! — dizia Hyde, a colega de quarto de Rachel.
–Ok! Eu pago, qualquer coisa pra conseguir dormir por pelo menos 5 horas.
Sunshine olhava para as duas com seus pequeninos olhos de coruja. Decidiu não falar nada, para não apanhar de Hyde. Hyde era a típica "assanhada". 1,75 de altura, cabelos até um pouco depois dos ombros, loira. Naquela noite ela estava com a roupa mais comportada que Rachel já a vira usar. Uma saia, e uma regata, apenas, nada mais, nada menos. Rachel estava arrumando sua mala no quarto, o que significava que Sunshine e Hyde estavam na sala, em um silêncio constrangedor.
–Então, você canta bem? — Sunshine queria acabar com o silêncio.
–Escuta aqui seu projetinho de anão com japonesa safada, existem certas leis nesta casa, e uma delas foi decretada agora, na minha mente. Todas as meninas Sunshine que entrarem na minha casa, e tentarem puxar assunto, levarão uma surra tão forte, mas tão forte, que vão precisar de paramédicos para sair daqui. Entendeu?
Os olhos de Sunshine se arregalaram ainda mais, ela engoliu em seco, e fez que sim com a cabeça. Rachel chegara na sala com sua mala cor de rosa. Parecia mais calma, até que disse:
–Vamos Sunshine?
–Uhum — Sunshine estava com medo até de dizer sim.
–Vão logo embora daqui, e ahm, Rachel, desinfeta o cheiro dessa virgem que você diz ser sua amiga.
Rachel revirou os olhos, fez um gesto de cabeça para Sunshine, e juntas elas saíram para o apartamento de Sunshine. Ela ganhara um apartamento exclusivo do Vocal Adrenaline, e escolheu em Ny, pensando no futuro. O apartamento era cerca de 6 quadras da NYADA. Era no 3 andar de um prédio totalmente de vidro. Parece que o Vocal Adrenaline tinha patrocinadores até de mais. Sunshine colocou Rachel em um quarto que era provavelmente do mesmo tamanho do antigo apartamento. Parecia ser tarde, e as duas estavam exaustas, então logo foram dormir.
Finn apareceu na sala de aula nr4 do 3 andar. Pegou Rachel pelas mãos, sentou-se em uma cadeira, colocou Rachel em seu colo, e começou a beijá-la. A Anta chega na sala, com sua bengala, vê aquilo, e sai correndo em direção aos dois. A bengala doía nas costelas de Rachel e Finn enquanto a Anta batia neles. O que a Sue estava fazendo ali, pendurada de ponta cabeça?
– SEUS PERDEDORES! SAÍRAM DE LIMA, MAS AINDA SÃO PERDEDORES UUUUUUH!
A sala começou a girar, a girar, e a girar. Artie estava caminhando em sua direção, e tocou sua mão.
–NÃO!
Rachel acordou ofegante, engolindo em seco. Tudo havia sido um sonho. Ainda bem. Olhou para o relógio, não acreditava no que via, eram 11:00 da manhã, o que significava que a aula da Cassie Anta, já tinha começado há 5 minutos. Ainda tinha chance de correr, e se atrasar por mais 20 minutos. Colocou suas sapatilhas, saia, camiseta, escovou os dentes, lavou a cara, e saiu correndo porta a fora.
Quarteirão um, três, seis. Elevador, Terceiro andar, sala quatro. Portas trancadas. Bateu na porta, ouviu a música ser parada, passos ecoando pela sala, vindo em direção a porta. Era Cassandra. Rachel olhou para o chão, desviando o olhar. Anta chegu bem perto de seu ouvido e disse:
–Se prepare.
Rachel a olhou, com seus olhos novamente, do tamanho de pneus. Todos a olhavam
–Esta jovenzinha, acha que é melhor que todo mundo, para se atrasar- Cassandra parecia bem certa do que fazia- Pois ela não é, ela não é importante, para ela estar aqui, ela não é nada. ela tem muito o que aprender, e garanto a vocês que se atrasar 25 minutos para a aula não se aprende nada.
–Mas...
–Calada, ainda não terminei. Hoje você não entra mais na minha aula. E da próxima vez que se atrasar terá que lavar as roupas de todos aqui. São quarenta pessoas, cada um usa cerca de 4 itens. São 160 roupas que você terá de lavar. Você está avisada. Adeus. -E assim, deu seu sorrisinho irônico, e fechou as portas- Cinco, seis , sete, oito.
E a música começou a tocar novamente. Com Rachel parada na frente das portas que foram cúmplices da humilhação sofrida.
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