Glee Impossible Couples - Just Sex
8 Capítulo 8 - Brinn
Notas iniciais
Brody havia levado Finn a um quarto sado-masoquista, Finn não entendeu e Brody disse:
– Me sinto culpado pelo que fiz com Rachel e agora que sofrer para a culpa passar.
Finn imediatamente aprovou a ideia, odiava Brody e foi logo tirando a roupa enquanto Brody tirava a dele.
Finn imediatamente sabia qual primeiro brinquedo usaria, prendeu Brody num ârnes de cordas.
Achou um brinquedinho de choque e, com prazer, começou a eletrocutá-lo, Olhando nos olhos chorosos de Brody e vendo-o gritar, Finn ficava excitado.
Eletrocutou todo o corpo de Brody, até o interior do ânus, só não eletrocutou o pau... O PAU!
Finn teve uma ideia pro pau de Brody.
– Vou destruir sua rola agora, sua prostituta!
Finn amarrou uma corda na corda em que o pau e as bolas de Brody estavam, e começou a dar puxões.
O sangue não fluía por conta das cordas e o pau e os bolas de Brody estavam inchados, o que doía muito. A cada puxão Finn sentia um alívio psicológico tão grande que gemia, mesmo sem estar se masturbando, estava guardando o tesão pra outra coisa....
Brody chorava e gritava, estava completamente vermelho, mas sabia que precisava sofrer, merecia aquilo e se entregava a Finn.
– Seu desgraçado, inútil! — Gritava Finn pra Brody enquanto dava tapas na cara dele e apertava e girava seus mamilos.
Finn dava socos no abdômen super-definido de Brody que vomitava em no chão.
Finn não gostou do cheiro e antes de limpar o vômito enfiou um aparelho no brioco de Brody que dava choques a cada 10 segundos, Finn terminou de limpar e sentou na frente de Brody, que gritava.
Finn sentou em uma poltrona grande, numa pose sensual e de relaxamento, pôs um dos braços atrás da poltrona por cima e o outro ficava alisando seu tanquinho, mascava um chiclete e abriu bem as pernas, deixando aquela rola de 20 cm durinha e pra cima à mostra, enquanto mascava e sorria relaxadamente olhando nos olhos de Brody que gritava e chorava.
Finn ficou assim por alguns minutos, dando risadinhas por pura pirraça.
Finn cansou e levantou. Tirou o aparelho do cu de Brody, não sem antes aumentar a intensidade e dar um ultimo choque no ânus e depois nas bolas e no pau.
Finn desamarrou Brody, que estava tonto, dolorido e mal conseguia by Text-Enhance\">andar.
Jogou Brody na cama e começou a série de tapas e socos.
Brody tinha autocontrole, queria pedir pra parar, queria misericórdia, mas sabia que tinha que sofrer.
Finn não aguentava de tesão, levantou as pernas doloridas de Brody com ignorância e começou a meter, percebeu que Brody não sentia tanta dor no ânus, devia ser folgado, então não queria permitir que Brody relaxasse...
Brody mexeu um braço e gemeu, o que deu uma ideia a Finn.
Finn apertou a boca de Brody e falou no seu ouvido com um tom másculo e de ódio ao mesmo tempo:
– Seu corpo doí quando mexe, né?
– Si..... — Brody tentou responder "sim", mas estava com muita dor pra falar.
– Vou te forçar a se mexer completamente agora!
Finn deitou, pôs os braços atrás da cabeça, engoliu o chiclete para não se engasgar depois e abriu bem as pernas.
Brody entendeu.
Brody se mexia lentamente indo até o pau de Finn.
– Mais rápido, vadia! e se fizer errado vai apanhar!
Brody tentou esquecer a dor de se mexer e começou a chupar o pau de 20 cm de Finn, nunca havia feito aquilo, mas teve que aprender rápido pra não apanhar.
– Isso, minha putinha! chupa essa pica assim! Bem gostoso, vai! — Falava Finn em tom orgásmico.
Finn puxou Brody pelo cabelo e o jogou no chão.
Puxou Brody de volta e o jogou na cama.
Saiu para procurar um brinquedo, mas não queria deixar Brody relaxar.
prendeu os braços de Brody pro alto com cordas e suspendeu, deixando os braços aguentarem todo o peso de Brody.
Finn achou uma guilhotina (sem lâmina claro) e adorou aquilo, voltou, arrastando a guilhotina devagar por pirraça, aprontou as coisas como se não tivesse mais nada pra fazer e assoviava, pirraçando Brody.
Finn abriu o aparelho que prendia Brody deixando ele cair no chão.
– Ai!
– Não reclame, vagabunda!
Finn prendeu a cabeça e as mãos de Brody com a guilhotina e abaixou a altura da guilhotina, deixando Brody ajeitar as pernas de uma forma com que ele consiga fica com a bunda empinada e aberta (o que doía na coluna).
Finn metia em Brody, enfiou de vez e viu o sangue de Brody sair pelo cu, continuava em um ritmo frenético e ignorante.
Finn continuou por minutos e Brody ainda chorava.
Depois saiu e tirou Brody da guilhotina, prendeu ele em um brinquedo que imobiliza o corpo deixando ele para baixo.
Pendurado pelos pés e imóvel, Brody era forçado a engolira a anaconda de Finn, quando a cabeça de Brody se enchia de sangue, Finn retirou ele e continuou o boquete.
A anaconda de Finn estava com a cabeça no meio da garganta de Brody, onde gozou.
Brody nem precisou engolir.
– Pronto, Brody, já sofreu o que tinha que sofrer, agora vou visitar Rachel.
– Espera, Finn, já me sinto absolvido do meu erro, mas agora quero gozar!
– Não vou bater boquete pra você, muito menos dar meu cu!
– Então só bata uma pra mim.
Brody deitou, ainda dolorido e abriu as pernas. Finn começou a bater uma punheta pra Brody, que gemia.
Quando Brody gozou, a gala não voou, escorreu pelo pênis dele, como quando você aperta um churros!
Finn lambeu tudo, tomou banho, se vestiu e foi embora!
– Não vai tomar banho? — Perguntou, Finn.
– Aluguei o quarto pro dia todo, vou dormir e deixar a dor aliviar, depois vou embora.
Finn foi embora com um sorriso no rosto, mas não antes de perguntar:
– Posso contar pra Rachel e pro Kurt? Ela vai adorar e ele vai querer bater uma depois!
–Pode sim, e se quiser repetir isso, é só falar!
Notas finais
Sado-maso me excita muito, no próximo... ainda não sei, vou deixar vocês no mistério, tchau.
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