Notas iniciais
Personagens: Finn Hudson (heterossexual) e Blaine Devon Anderson (homossexual)

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Já se passara um mês desde que Blaine havia experimentado um pouco da fruta Evans, e eles não tiveram nenhuma oportunidade de transar novamente. Blaine queria um homem másculo na sua cama, e pensou em alguem que havia acabado de terminar um namoro e estaria carente, Blaine sabia que sexo gay era a maior curiosidade hétero...

Blaine ligou pra Finn e disse que precisava de ajuda com um rock clássico que não conseguia cantar, Finn estava livre e adorava rock clássico, não tinha motivos para dizer não.

30 minutos depois Finn batia na porta de Blaine.

– Oi, Finnster! — Finn estranhou, a unica pessoa que o chamava assim era seu amigo Sean.

– Oi, Blaine, qual é a música?

– Jukebox Hero, minha voz sai muito anasalada... — mentiu Blaine, ele sabia cantar aquilo muito bem.

Finn subiu e treinou com Blaine, que fingiu que aprendeu em menos de 10 minutos!

– Certo, Blaine, você conseguiu. Você joga by Text-Enhance\">League of Legends? estou afim de jogar.

– Não, Finn, estou afim de outra coisa... — disse Blaine quando deu um selinho em Finn. Sua teoria sobre curiosidade hétero funcionava, Finn correspondeu, para alegria de Blaine.

– Você é ativo ou passivo, Finn?

– Ativo... — Disse Finn, entre um chupão e outro no pescoço de Blaine.

– Como você gosta de fuder?

– Gosto de dominar a pessoa, bater e xingar, mas não muito hardcore, coisa que não pudia fazer com Rachel, ela era muito delicada...

– Pode fazer comigo o que você quiser, garoto!

Finn já havia visto pornô gay por curiosidade, então sabia o que fazer. Tirou a camisa de Blaine, a calça e a cueca, depois jogou ele na cama.

– Me maltrata, Finn!

– Pode deixar!

Finn tirou a camisa, tinha perdido aquela barriga e substituído por 6 gomos e um peitoral super sexy, não vencia Sam, mas compensava no quesito "jeito de macho alfa" que Blaine adorava...

– Me cause arrepios, seu viado! — disse Finn.

Blaine começou a lamber o tanquinho recém-formado de Finn, manipulava aqueles mamilos que a Santana tanto zuava e agora eram invejáveis. apertava aquele peitoral e chupava o pescoço, Finn se arrepiava, mas ficava by Text-Enhance\">imóvel, gostava de sentir o prazer viajar pelo seu sistema nervoso...-

– Me arranhe, vadia!

Blaine passava as unha delicadamente em Finn, quando Finn levantou e lhe deu um tapa na cara.

– Me arranhe pra valer, seu verme insignificante!

Blaine fincava a unha no peitoral de Finn e descia, passando pelos gomos. Começou a arranhar a lateral do tronco de Finn, fazendo--o gemer e tremer o corpo, Finn virou de costas.

– Me faça sangrar, quero arranhões.

– Você não está exagerando?-

Finn virou e olhou pra Blaine com um olhar de fúria, Blaine se sentiu submisso, e adorava aquilo.

– Começou a arranhar Finn, deixando finas linhas vermelhas e inchadas nas costas de Finn, usou todos os dedos, Finn teria dez inchaços nas costas por um bom tempo...

Finn virou e jogou Blaine pro lado como se ele fosse um objeto qualquer.

– tire meus sapatos, escravo!!!

– Sim, mestre. — Blaine tirou os sapatos de Finn.

Finn puxou a cabeça de Blaine e enfiou o pé com a meia em sua boca

– Gosta do sabor? — disse Finn, com uma voz sexy e autoritária.

– Tire os resto da minhas roupas, menos a cueca, sua vagabunda. — Depois de dizer isso, Finn deu um tapa na cabeça de Blaine, bem forte.

– Au! — gritou Blaine.

– NÃO RECLAME!!! — gritou Finn.

Blaine tirou a calça de Finn, que fazia questão de olhar nos olhos de Blaine com desprezo, Finn gostava de maltratar no sexo, bem diferente do cara simpático que trouxe Sam, Rory e Ryder para o Glee Club.

Finn deitou na cama puxando Blaine com ignorância pelo pescoço.

– Faça o que você fez com meu abdômens nas minhas pernas, mas com a boca!

Finn não depilava tudo como Sam, mas seus pêlos não eram grandes, então Blaine não ligou.

Blaine mordia e raspava as pernas e os pés de Finn com a boca, depois de ter passado os dentes por toda a extensão, até em baixo, mordeu bem forte o interior da coxa direita de Finn, fazendo-o gemer de dor e prazer.

– Continue!

Blaine viu sua mordida inchar e se preencher com um pouco de sangue. Mordeu com a mesma intensidade a outra coxa de Finn.

– Agora, lamba as feridas, quero sentir o ardor...

Blaine lamber e ouvia várias chiadas de Finn seguidas de tremedeiras.

De repente, Finn levantou e jogou Blaine no chão, como se ele não pesasse mais que um travesseiro.

– Chupa minha pica, seu inútil!

Finn tirou a cueca box preta e mostrou a sua rola pra Blaine, eram 20 centímetros, não doeria tanto quanto a giromba de Sam, mas era duas vezes mais grosso, Blaine com certeza ia sangrar e não pode deixar de imaginar Rachel deixando aquilo penetrar sua buceta da Broadway.

Blaine já ia chupar o pau de Finn quando Finn segurou sua cabeça com força, olhou nos olhos de Blaine e disse com uma voz sussurrada que um torturador usaria:

Prenda a respiração, seu bicha de merda!

– Blaine respirou fundo e Finn começou a meter a boca de Blaine em sua pica grossa, devagar, centímetro por centímetro, três centímetros por segundo e em torno de 6 segundo Blaine tinha uma anaconda viva dentro de sua garganta, Finn fazia um movimento de vai e volta e Blaine engasgava, quando Blaine deu o sinal de que precisava de ar, Finn o empurrou com ignorância, continuava olhando para Blaine como se ele fosse só um objeto desprezível, e merecia ser punido pela sua inutilidade.

Finn era cruel no sexo, mas não era um maníaco, percebeu que Blaine ainda engasgava então deu-lhe um copo d'água. Finn ficou alisando seu abdômen sarado para não perder a ereção enquanto Blaine bebia água, três minutos depois Blaine, volta, totalmente recuperado.

Num passe de mágica, o lado cruel e torturador de Finn desperta, ele joga Blaine na cama e abre sua pernas, quando pensava em enfiar um dedo no cu de Blaine, para e pensa que doeria mais enfiar sua estaca de vez naquela bundinha branca e redondinha.

Finn simplesmente adquire um olhar de tédio proposital, seu rosto não transmite mais nenhuma emoção, como se aquilo não lhe desse nenhum prazer. Olha para Blaine sem nenhum olhar significativo e de repente... enfia de vez aquela maquinha de matar no brioco de Blaine, que grita muito alto, um grito apenas de dor, não de prazer. O grito dourou uns sete segundos e se seguiu de lágrimas, Finn torturava Blaine com sua inexpressividade.

Apático por fora e selvagem por dentro, uma Santana Lopez reprimida dentro de uma Marley Rose. Finn começava o movimento de tira e bota, Blaine chorava de dor e gemia de prazer ao mesmo tempo, adorava aquilo.

De repente, Finn olha pra Blaine, sorri maleficamente e se curva para dexar seu olhar penetrarem os olhos de Blaine de perto, continua seu movimento de vai e vem enquanto Blaine chora.

Finn acelera e esquece Blaine, deixa a expressão de prazer tomar conta do seu rosto, e começa da meter fundo, rápido e forte no cu de Blaine, esquecendo que ele estava ali, Finn tira pau do cu de Blaine e goza, Finn tinha ovos enormes, então eram muitos espermas. 7 jatos, cada um maior do que o outro, caem sobre Blaine, que raspa com a mão antes que seque e bebe tudo.

– Meu cu está latejando, Finnster!

Finn ainda queria mandar:

– Problema seu, sua prostitutazinha! — Finn olhou seu pau latejante viu sangue, isso o fez sorrir e ele disse:

– Tire a virgindade do meu cu, seu merda!

Finn ficou de quatro e Blaine começou a passar a lingua no seu pescoço, e foi descendo em linha pela coluna até a língua entrar no brioco virgem de Finn, quando sua língua alcançou o miolo daquela bundinha rechonchuda, Finn tremeu por inteiro.

– Agora você vai me fuder, sua vaca, mas não pense que está no comando.

Finn jogou Blaine na cama e lhe deu vários tapas e mordidas, chupou o pau de Blaine com maestria, tinha aprendido com o pornô e Finn tinha fôlego.

Finn se deixou cair no pau de 18 centímetro de Blaine, e gritou muito. Mais alto do que Sam quando deu espaço à isso um mês atrás.

Finn virou-se deitou as costas na cama, abriu as pernas e deixou Blaine tomar espaço, Blaine começou a se vingar...

– Quem é a putinha agora, hein?

– Isso, B!, fode gostoso esse cu apertado, me faça sangrar, me arromba!

Blaine continuou fudendo Finn, que chorava e fazia um barulho de prazer com gemidos de dor. Blaine gozou dentro de Finn e depois sugou a gala que descia.

– Pronto, Finn, terminamos o que achou?

– Achei que Quinn ,Santana e Rachel não chegam aos seus pés, eu ainda sou hétero e gosto de garotas, mas elas foram as únicas com quem transei antes de você e nenhuma delas sabia fazer do jeito que gosto, com ferocidade...

– Nem a Sant?

– Nem ela, aquela pose dela é fachada, ela é tão sem graça...

Blaine riu e Finn disse:

– Enquanto estiver solteiro, estarei aberto a experiências...

– Eu espero poder ser sua putinha novamente, tchau, Finnster!

Finn deu um beijo de língua bem intimo em Blaine e depois foi embora.

Blaine pensou alto novamente:

– Já tenho dois homenzarrões dispostos a me dar o cu de novo, nunca estive tão bem na minha vida...

Notas finais
Próximo capítulo, à pedido de SantanaDiwa, Fuck, Finn e Puck, será que a masculinidade de Finn supera o puckzilla?