Glee Impossible Couples - Just Sex
11 Capítulo 11 - Furt - Parte 1/3
Notas iniciais
Obs: Sexo sado-masoquista, foca no prazer de um necessitando da dor do outro e vice-versa, é pra quem gosta!
Finn havia acabado de comunicar à Rachel, Kurt e Santana sobre o que tinha acontecido naquele quarto sadomasoquista com Brody.
– Agora que ele pagou posso perdoá-lo. – Disse Rachel, remexendo o gelo de um copo.
– Queria estar lá pra vê-lo chorar! – Afirmou Santana.
– Deve ter sido muito excitante! – Afirmou Kurt, imerso em pensamentos de como aquilo deveria ter sido.
Rachel e Santana foram às compras e deixaram Kurt com Finn. Era NY, era praticamente comprovado pela ciência que elas voltariam muito tarde!
Finn foi desarrumar as malas e pediu a ajuda de Kurt.
– Finn, você realmente precisava ter trazido seu pornô? Por que não vê na internet como todo mundo?
– Pra não me preocupar em melar a tela toda.
– Finn, o que você fez com Brody... Foi muito bom?
– Maravilhoso, deveria tentar com o Blaine, sei que estão separados, mas sexo é sexo.
Kurt parou e fixou os olhos em Finn. Despindo o irmão na sua imaginação, Finn percebeu e depois de transar com Puck, Will e, de certa forma, Brody, sabia como era quando um homem o queria!
Sem explicações, Finn parou de arrumar as malas, e disse:
– Vamos, Kurt!
– Pra onde?
– Quero te mostrar onde eu torturei Brody.
Chegando ao motel sadomasoquista, Finn pediu as chaves do melhor quarto, que era caro, mas valeria a pena!
– Quero um quarto com tudo! Exatamente tudo, e quero para dois dias!
– Finn, nós não vamos ficar aqui por dois dias, Pezberry... Lembra?
– Elas podem voltar hoje, eu aviso pra Santana o que estamos fazendo e ela inventa uma desculpa pra Rachel.
– Ela transou com a Quinn, então ela entende meu lado, gostei da ideia, avisa pra Santana e vamos pro quarto.
Finn e Kurt estavam quase entrando no quarto quando Finn o parou:
– Kurt, quando eu transei com Brody, toda a minha bondade se esvaiu, e eu só queria ver dor, quando eu entrar nesse quarto, vou me transformar naquilo de novo!
– Não ligo...
A primeira coisa que Finn fez quando girou a maçaneta foi pegar Kurt pelo pescoço de surpresa e amarrá-lo na cama, puxando bem os membros para deixa-lo by Text-Enhance\">imóvel.
Finn não dizia uma palavra e fazia um inventário na sua cabeça de tudo o que havia no quarto, de vez em quando olhava pra Kurt com olhar e o imaginava sendo a vítima dos brinquedos.
Finn terminou o inventário, olhou pra Kurt e disse:
– Pedi dois dias pra poder te torturar todo esse tempo, meu objetivo é gozar pelo menos três vezes em você, duas delas hoje, só pra você ter uma ideia de quanto isso vai durar..., E só pra você se sentir aliviado... A minha primeira e única bondade desses dois dias é esse aviso: Não dá pra morrer fazendo sadomasoquismo, mesmo que sejam horas de dor, andei pesquisando... Vou cansar rápido, então vou te torturar por 6 horas hoje e gozar duas vezes, uma a cada três, amanhã entrego você pro gangbang e te assisto por 6 horas, gozo de novo...
Finn escolheu a primeira arma: uma luva de couro feita pra dar tapas, era dura e cheia de relevos pra arder na pele, subiu em Kurt e olhou pra luva, analisando-a, depois vestiu e rapidamente chocou sua mão aberta no peitoral de Kurt, que logo ficou vermelho, Finn continuava batendo nos dois peitos de Kurt, enquanto ele gritava.
– Vermelho vivo, gosto dessa cor – Disse Finn, olhando a cor do peitoral de Kurt, antes de começar a a bater na cara dele.
– Viado! (tapa) Desgraçado! (tapa) Lixo! (tapa).
Kurt gritava enquanto Finn tirava as luvas e procurava os brinquedos para mamilos.
Pegou um aparelho que apertava os mamilos e girava, pegou dois exemplares e usou com Kurt, pareciam alicates, Finn apertava e sorria, realmente mudava muito no sadomasoquismo.
Finn puxou os alicates fazendo os mamilos de Kurt sangrarem um pouco e depois pegou o aparelho de choque, pondo-o sem pensar em contato com a pele do abdômen liso e nada sarado de Kurt.
– Tá sentindo sua barriga subir e descer, irmãozinho? Chama-se dor!
Finn desceu o aparelho até as pernas de Kurt, passando por toda a extensão.
Finn desamarrou Kurt e o levou arrastado pelo cabelo até o outro lado do quarto, para um aparelho que deixava a pessoa esticada como na cama, mas na vertical, obviamente para chicoteamento. Finn prendeu Kurt e ficou atrás dele, chicoteando suas costas, que se avermelhavam por trás daquela pele branquinha.
O que mais excitava naquela situação era que Finn era um cara grande e másculo, e Kurt era delicado, criando aquele clima delicioso de sexo selvagem onde um obrigatoriamente seria a presa em agonia, Kurt adorava, e Finn também.
Finn contava e estava em 45 de 50, as ultimas 5 teriam que ser especiais, então Finn caprichou, chicoteou com mais força, girando o corpo e gritando:
– Toma!
Kurt ainda não estava chorando, e isso incomodava Finn, queria ver a dor, mas teria que enrolar, eram dois dias, tinha que haver paciência.
Finn desamarrou as pernas de Kurt, fazendo seus braços aguentar todo seu corpo.
Finn foi pra cozinha e fritou um ovo, comeu o ovo na frente de Kurt, e teve uma ideia, pegou limão e esfregou em Kurt, nos lugares vermelhos. Ele gemia de dor, mas ainda não chorava.
– Qual é o seu problema? – Disse Finn, irritado.
Finn soltou os braços de Kurt e o deixou cair no chão, puxou-o pelo pé e suspendeu, pondo-o num arnês de cordas que o deixava com as pernas para trás, corpo sem contato com chão, paredes ou teto, com os braços amarrados e o pênis e os ovos amarrados fortemente, ficando inchados e doloridos.
Finn se lembrou da corda com pregadores e prendeu vários na barriga de Kurt, puxou a corda, que arrancava pedacinhos da pele dele, Kurt ainda não chorava, só gritava.
Finn partiu pro mais selvagem e mordeu bem forte a perna de Kurt, deixando uma marca de mordida bem dolorida.
Kurt gritou, mas não chorou.
Finn desceu Kurt e jogou ele no chão, pisou em seus braços finos imobilizando e urinou no rosto dele.
– Meu mijo é quente, né, Kurt?
Finn olhou pro relógio, tudo isso em apenas uma hora, teria que esperar duas horas pra gozar, e manter o tempo certo, até por que cansaria rápido. Lembrou-se de Brody e começou a pirraçar.
Enfiou o dildo de choques no cu de Kurt, imobilizou o corpo dele com cordas em posição de múmia, vedou a boca dele, sentou no sofá apoiando a cabeça de Kurt em seu colo e ligou a televisão, pôs no canal de esportes e ficou assistindo futebol durante uma hora, enquanto Kurt sentia agonia ao seu lado, e finalmente chorava, Finn olhava pra Kurt de vez em quando e sorria.
Já haviam se passado duas horas, Finn desamarrou Kurt e tirou a pica de choque do cu dele.
Arrastou Kurt pelo braço até um canto do quarto e pensou: “Brody adorou essa!”.
– Kurt, te apresento a senhora guilhotina, é divertido, vem ver!
Finn puxou Kurt pela orelha e prendeu a cabeça e os braços de Kurt pela guilhotina, tirou a camisa, a calça e a cueca, metendo aqueles 20 cm mais grossos do país na boca de Kurt, que engasgava, Finn gemia de prazer.
– Delícia, nossa! Isso é muito bom, Kurt, tá sentindo como é bom, irmãozinho?
Kurt suava, engasgava e só conseguia ar quando Finn resolvia tirar tudo e botar tudo de novo, quando percebeu que ia gozar e ainda faltava meia hora, Finn tirou o pênis da boca de Kurt e perdeu a ereção de propósito pra durar mais, Finn deitou no chão, embaixo de Kurt, olhando para ele e sorrindo, ficou lá 30 minutos relaxando enquanto Kurt sentia dores na coluna e nas pernas por conta da posição.
Finn levantou e começou a meter no cu de Kurt, que gritava alto e chorava, Finn continuava metendo e tirando, metendo e tirando, metendo e tirando.
– Kurt, que bunda apertada! Tá gostando de senti-la rasgar, legal, né? Irmãozinho amado.
Kurt já babava de dor, estava extasiado, só sentia dor e submissão há três horas, enquanto Finn sentia puro prazer e gozava em seu cu.
–Fecha o cu, Kurt!
Kurt fechou e reteu o líquido.
Finn pegou uma vasilha e mandou Kurt abrir o cu.
Caiu tudo na vasilha e Finn fez Kurt beber.
– Gostou, irmão? Ainda faltam três horas hoje...
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