Glee Impossible Couples - Just Sex
9 Capítulo 9 - Blill
Notas iniciais
Blaine era voraz, não se contentou em arriscar sua amizade com Sam e com Finn transando com eles, tinha arriscar mais, queria sentir mais emoção, e foi por isso que usou a desculpa da chuva pra ter que dormir na casa de Will.
– Estava indo pra casa da Brittany, mas a chuva me pegou de surpresa!
– Pode dormir no meu quarto, Blaine! — Will disse isso, tendo um instinto de que algo iria rolar.
Will não era desses héteros idiotas com medo de gays, como Finn era com Kurt há 4 anos atrás, então tirou a roupa ali mesmo na frente de Blaine, que ficou com o pau duro na hora e deitou de cueca ao lado dele.
– Soube que transou com Finn e Puck. — Disse Blaine!
– Sim, eu estava curioso e queria experimentar, eles me tentaram e eu estava carente pela Emma!, soube que você também transou com Finn e Sam!
– Sim... Mas voltando pra você: Você fez isso errado!
– Porquê?
– Se for pra experimentar sexo com homens, que experimente com homens que REALMENTE curtam isso!
Will não era idiota, e já que estava pensando nisso, e sabia que Blaine jamais recusaria aquele corpo, simplesmente virou e beijou Blaine.
Os dois ficaram lá, se beijando e se agarrando na cama por um bom tempo.
– Você beija muito melhor que Finn e Puck, Blaine!
– É por que ao contrários deles, eu gosto de pica e você tem uma, que de acordo com eles, mede 30 cm, é verdade?
– Sim, tá com medo?
– Na verdade... ansioso!
Blaine ainda deitado ao lado de Will, que o agarrava e beijava de um jeito másculo, agarrou o pênis dele ainda por cima da cueca e apertou bem forte, não conseguia pegar tudo com a mão, eram 30 cm!, e Blaine sabia que, duro daquele jeito, numa cueca box branca e apertada, Will estava sentindo dor a cada segundo em que Blaine segurava.
– Isso doí!, mas continue!
Will tirou o lenços, se posicionou no centro da cama e abriu as pernas, Blaine olhava todo aquele corpo super-definido e delicioso, não era tão sexy quanto Sam, mas Will tinha alguns pêlos, e o fato de ser adulto o tornava másculo pra Blaine, que continuava apertando a pica de Will.
– Vai, Blaine, continua apertando, aperta, vai! Delícia!
– Tá gostoso?
– Tá uma delícia, agora chupa Blaine!
Blaine tirou a cueca de Will e antes e chupar bateu uma pra ele, sentia tanto prazer em tocar, aperta e passar a mão naquela rola enorme que podia ficar ali, batendo uma pra ele por horas!
– Eu disse pra chupar, Blaine!
Blaine era daqueles gays que veneravam o sexo, achava que sexo sem um pouco de dor não era sexo, e estava afim de engasgar.
Enfiou tudo na garganta aos poucos pra ver Will revirar o olhos e morder os lábios, depois que enfiou tudo, o cabeçote do pau de Will estava no fundo de sua garganta, fazendo o pescoço de Blaine inchar.
Blaine continuava subindo e descendo, Will pirava de prazer e segurava o colchão com força, enquanto seus pés dançavam freneticamente.
– Vai, Blaine! Chupa minha giromba!, enfia essa pica na sua boca, engole tudo! me come, Blaine!, me come!
Will falava sacanagem entre uma mordida de lábios e outras, arfava e tensionava todos os músculos, ficando ainda mais gostoso de se olhar, falava com uma voz grossa e rouca, deixando Blaine enlouquecido.
– Vou te chupar todo, meu macho! — Disse Blaine, no ouvido de Will, antes de chupar as bolas de Will e fazer malabarismos maravilhoso com a língua na cabeça do pau de Will.
Blaine não aguentava mais, queria sentir aquilo que havia sentido com Sam, mas sabia que seria melhor, não é todo dia que achava uma pica de 30 cm, e ainda descobrir que essa mesma pica te ensinava a cantar toda semana no Glee Club.
Blaine tirou a roupa, se alisava e se masturbava olhando nos olhos de Will, tinha um prazer enorme em sentir prazer e olhar nos olhos de outra pessoa, o fazia se sentir vulnerável.
Blaine queria muito dar o cu!
– Você vai me arrombar agora, seu macho gostoso! — Disse Blaine, antes de simplesmente se posicionar e se deixar cair na pica de Will.
Nem preciso narrar que ele gritou como se tivesse acabado de levar um tiro e continuou gritando como se estivesse sido atacado por um monte de cachorros e continuasse levando intermináveis mordidas.
As lágrimas de Blaine escorriam e pingavam em Will. E ele adorava...
Blaine continuou pulando e se torturando até sentir um único jato rápido, líquido e quente sair da pica de Will e se infiltrar no seu corpo.
Blaine manjava das putaria e fechou o cu ainda com a pica de Will lá dentro, começou a subir, o que rasgava seu ânus e fazia sangrar, mas impedia do sêmen de sair.
Depois folgou o cu e deixou o sêmen cair em cima do abdômen de Will, que subia e descia freneticamente com a respiração, Blaine chupou tudo rapidamente, o gosto era bom.
Will virou e abriu as pernas.
– Enfia, Blaine, enfia! Mete logo essa pica no meu cu e me torture!
Blaine tinha um corpo delicado e por mais que gostasse de dor, não conseguiria suportar se mexer mais.
Blaine deitou.
– Vai! Bate pra mim! Agora bate rápido!
Will esperou Blaine abriu bem as pernas e se acomodar na cabeceira da cama, ficando com a coluna reta.
Will mexia no pau e no ovo de Blaine, pirraçava pra deixar pulsando e bem vermelho, depois começou a bater bem rápido enquanto olhava nos olhos de Blaine, ambos mordendo os lábios e falando:
– Tá gostoso?
– Tá, bate mais! bate mais!
– Você é lindo pra caralho, Blaine, dá vontade de te ter pra mim!
– Sua pica é maravilhosa, Will, e eu quero seus músculos roçando em mim e me fudendo todo dia! Quero seus braços me apertado, quero sua pernas me forçando a galar dentro de você, quero seu tanquinho dançando na minha frente enquanto gozo dentro do seu cu apertadinho! quero bater no seu peitoral e ver você gritar, quero sua mãos pegando na minha pica e apertando meu ovo.
Will pirou com aquilo!
Puxou levemente as bolas de Blaine na direção contrária da pica do GayBoy, fazendo ele sentir todo o percurso do sêmen, quentinho.
Jorraram três jatos na cara de Will, que fez questão de lamber, tudo, os dois simplesmente deitaram e foram dormir, do jeito que estavam um por cima do outro.
Mas antes e dormir, Will disse o que Blaine já esperava:
– Enquanto eu estiver solteiro, você pode fuder comigo sempre que quiser.
Blaine pensou: "Já são três, e contando..."
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