Gladiators
1 Capítulo 1: De guerreira à escrava
Notas iniciais
Hey, seus lindos! Eu sou a Dinha(É nada). Eu sou a beta da fic da Mary, camp half-blood. Eu resolvi escrever a minha primeira história, então peguem leve comigo, okay? Sintam pena de mim. Quem quiser participar é só falar comigo. O beta dessa fanfiction é o Higor Sales, meu irmão lindo e hot.
beijos e boa leitura.
beijos e boa leitura.
Eu estava correndo o mais rápido que podia, precisava chegar ao nosso refúgio, nossa fortaleza. De longe eu podia escutar o barulho dos cascos de seus cavalos batendo no chão, cada vez mais perto. Malditos romanos! Passei pelas árvores da floresta como um raio, continuando a fugir.
Chego em frente de um árvore, alta e com galhos fortes o suficiente, vi ali a minha esperança. Comecei a escalá-la. Me apoiei em um galho, esperando que eles passassem e fossem despistados. Eu estava ofegante, passei a mão na testa para limpar o suor, mas havia um corte aberto, feito por romano nojento. –Estúpidos! Perderam ela de vista! Podíamos ter encontrado as outras as amazonas! Olhei para baixo e vi os soldados parados embaixo de onde eu estava, o líder deles gritava. Então eu era só uma isca, eles achavam que eu ia levá-los ao esconderijo das minhas irmãs. –Aquela... Grega- falou um deles e depois cuspiu no chão- Amazona dos infernos! Ao ouvir aquilo meu sangue ferveu e a minha raiva percorreu meu corpo. As nuvens cinzentas cobriram o céu, nuvens de trovão. Eu tinha que levá-los para longe dali. Se continuassem nessa direção, iriam encontrá-las. Não havia chance de batalha, eles eram muitos. Segurei minha lança com força e saltei do galho. Comecei a correr na direção oposta e os soldados me seguiram. Eu estava em desvantagem, número e em força, logo me cercaram. –Achou mesmo que conseguiria fugir de nós? -falou um deles, dando uma gargalhada escandalosa, os outros logo o acompanharam. Girei minha lança com a mão direita-Ainda acha que pode lutar? Os gregos além de sujos, são burros? Cuspo em sua direção como resposta. O primeiro deles avança em minha direção, tenta me golpear pela direita, mas rebato seu ataque e giro meu corpo perfurando suas costas com a minha lança. O segundo me atinge na retaguarda, me derrubando. Aproveito para me levantar e atacar simultaneamente, corto sua garganta. Minha raiva aumenta e uma corrente elétrica passa do meu corpo para a lança e com uma estocada cravo a lança no terceiro, descarregando a carga nele. Encaro o homem que julgo ser o líder e vejo fúria em seus olhos, mas ele também está assustado. Olho para o céu e invoco um raio que cai na direção deles, atingindo alguns. –Que droga foi essa? Como você fez isso? — Ele me encara durante alguns instantes-Pelos deuses! Você é filha de um deus? O legatus ficará feliz com ela! –Talvez devêssemos deixá-la em paz, senhor... –Não! Ela é uma grega e uma amazona. Se deixarmos ela escapar, somos nós que vamos ser crucificados. E ser filha de Júpter a torna mais perigosa – Zeus.- Corrijo-o entre dentes Eles se aproximam e pegam minha lança. Uma rede é jogada para me prender, resisto, tento fugir mas é inútil. – É feita de ouro imperial. -O romano ri e saca a espada. Ele bate em minha têmpora com cabo, imediatamente tudo fica escuro. Abro os olhos lentamente, minha cabeça latejava, minhas mãos estavam presos no alto. Tinha vários nobres romanos me encarando. Era um mercado de escravos. De repente os portões se abrem e vários cavaleiros entram, trazendo uma leva de escravos. mas uma em especial me chamou a atenção: uma morena, alta, que entre suas vestes, escondia um machado de guerra. e em sua lâmina refletia a luz do sol. seus movimentos foram rápidos e precisos: ela se libertou, puxou o machado e decapitou o primeiro soldado que apareceu. mais três avançaram e ela, numa velocidade incrível, deu um rodopio com o machado, e chamas apareceram em suas mãos. Tudo acontecia rápido demais, parte da guarda romana estava queimada. Ela girou o machado com uma imensa precisão e atirou no peito de um comerciante de escravos. – Cuidado! — Gritei o mais rápido possível, mas ela havia sido atacada por trás. Eles a aprenderam com correntes e a colocaram de joelhos em frente a homem, que pela sua armadura parecia ser um nobre. –Legatus Romulo Glaber, o que faremos com ela? -perguntou um dos soldados com a espada apontada para a garganta da garota. Vi que seus olhos buscavam alguém entre a fileira de escravos, uma menina de pele branca e cabelos escuros. Seriam amigas? irmãs, talvez. O romano a encarou e analisou. – Ela é diferente, uma filha dos deuses, de Vulcano. Ela era como eu, uma semideusa. Sua habilidade com o machado, o poder de fogo. Hefesto era seu pai.- Apesar de ser uma espartana imunda.- Ele ri e olha pra mim-Vejo que terá companhia, filha de Júpter. -Pela primeira vez nossos olhares se cruzam. A garota é presa ao meu lado. – Meu senhor, há outra delas aqui. Uma ladra, filha de Mercúrio, irmã da espartana.- Um homem quebra o silêncio. – Elas são contra Roma, são perigosas... – Se me permite, legatus, eu tenho o destino perfeito para elas. Como sabe possuo um ludus de gladiadores, gostaria tê-las na minha coleção. Elas sofrerão bem mais do que uma simples uma morte. Aprenderão a serem romanas com honra ou morrerão na arena tentando. os dois nos encaram com fúria e ódio. Viro a cabeça e olho para a menina de esparta e depois para a outra. –Dou duzentas moedas de ouro por elas e por todos prisioneiros espartanos.
Foi aí que minha consciência pesou. ESPARTA?! Roma cresce cada vez mais... Esparta havia caído. Estamos sendo transportadas, todos acorrentados, em uma espécie de caixão de ferro. –Meu nome é Ana -diz a ladra- Ana de Esparta, sou filha de Hermes. -sorri com simpatia. – Meu nome é Mary. Sou de Esparta. Eu e Ana somos irmãs por parte de mãe. E quem é você?- me olha curiosidade. – Sou Ingrid. -Respondo e sorrio de volta para Ana. – De onde veio? – Sou uma guerreira amazona – é verdade que você é filha de um deus imortal? -um dos prisioneiros me perguntam, não consigo vê-lo direito, pela falta de luz. – Sou filha de Zeus. E você deve ser filha de Hefesto.- Ela balança a cabeça afirmando. A carroça para, as portas se abrem e a luz do sol invade. Esse é meu novo destino. Eu sabia que não tinha chance quando decidi pular daquela árvore.
Notas finais
E aí? Como tá? Antes que alguém venha dar uma lição de História Geral, eu sei que a Macedônia invadiu a Grécia primeiro e blábláblá. Mas ela manteve a política das cidades, sua autonomia e sua cultura. A história é minha e nela Esparta cai com o Império Romano, tá? Sim, eu estuprei a cronologia e a história.
Beijos, até o próximo cap.
Beijos, até o próximo cap.
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