Notas iniciais
Bem, digitando o poema a seguir, eu tentei lembrar-me da situação ou fonte de inspiração em que eu a escrevi. Mas curioso, que não me lembro. Sei que é uma dessas opções: 1. Caminhando pela cidade, vi uma menina muito linda, muito mesmo! E tive a senssação de que ela já havia sido minha numa outra vida, e por isso, escrevi o poema. 2. Escrevi pensando em Ana Paula. 3. A mesma coisa que a opção 1, mas não como um fato, e sim uma visualização da minha mente. Creio mais na primeira.

Tão vago, rápido, de repente...

Tão exuberante, grandioso! E tão singelo...

Enfim nos vemos novamente, mas nuncan os encontramos;

Tão divino e tão silente,

Tão lento... E o próprio tempo perde seu sentido,

E nos amamos

Apenas numa troca de olhar;

Enfatizamos, então, o destino, pois é dele a façanha de nos reencontrar...

Não preciso perguntar então:

“Já nos vimos em algum lugar?”

Quem sabe... No alto de uma montanha nevada?

Na beira do mar... Gamando o horizonte?

Perdidos na selva... Com a lua cheia iluminando nossos sonhos?

De mãos dadas ou nos beijando,

Cruzando o azul do oceano?

Em outras vidas tão juntos, e agora tão distantes...

Agradeço a graça do instante, que me fez nessa jornada estafante!

Rever esses olhos de anjo...

Podia ter durado mais, mais que o súbito momento;

Essa boca que já provei em alguma vida, me deixado beija-la uma vez mais...

E esse sorriso carinhoso

por Deus! Como é linda! — Ter me aconhegado mais...

Será que não voltará?

E os pobres amantes que se cruzam – Partem! — Sem nunca amarem,

Jamais... Não mais... Ou até numa vida mais bonita;

Sem o pouco valor de um mero momento,

Sem a vaga e pobre senssação de um amor a primeira vista.

Notas finais
ta acabando o primeiro caderno! AEEEEEEEE!