Give love a chance

19 Decimo Nono - Guerra de comida e grandes perdas


Notas iniciais
;3

Avisos:

Capítulo dedicado a todas as pessoas que já perderam alguém importante.

PRIMEIRO P.D.V DO JUSTIN, UHU!

CAPÍTULO ENOOOOOOOORME, ;3

Espero que gostem, boa leitura, :D

Hosana — Hillsong

2 semanas depois

-Obrigado pessoal, espero vocês no próximo show! – disse acenando para a multidão de meninos e meninas – Brasil, eu amo você! – tentei dizer em português no microfone, fazendo com que a enorme plateia gritasse.

— Kris, Kris, acorda! – disse Joe me balançando de uma lado para o outro, cocei os meus olhos sentindo os mesmo marejarem com a claridade que vinha da janela do quarto.

-Oque foi pai? –perguntei pronto para esganar Joe.

-Vamos fazer uma música! – disse Joe com um sorriso enorme me fazendo arregalar os olhos, nesses dias que eu estava aqui, meu pai está tendo muitas inspirações, eu também, essa casa me traz coisas boas, mas me acordar no meio da madrugada, mesmo sendo quase hora do almoço, só para fazer uma música é demais.

-Vamos lá pai! – disse levantando e indo em direção a grande sala do piano e dos violões, eu conversei com o meu pai durante essas duas semanas, ele me contou sobre a minha mãe, sobre o trabalho dele, sobre o seu dom de fazer música...

Comecei a tocar um ritmo qualquer bem lento olhando no violão brilhante para o meu pai, o mesmo deu um sorriso enorme tocando o seu violão preto e branco.

-You tucked me in, turn out the light, kept me safe and sound, at night, little girls depend on things like that... – comecei a cantar no ritmo fazendo o meu pai pagar um bloco de papel e anotar tudo.

-Brushed my teeth and combed my hair, had to drive me everywhere, you were always there, when I looked back, you had to do it all alone, make a living, and make a home, must of been as hard as it could be, and when I couldn't sleep at night, scared things wouldn't turn out right, you would hold my hand, and sing to me – cantei sorrindo e olhando para o meu pai – Essa parte você sabe pai, canta comigo! – disse sorrindo fazendo o meu pai pegar o seu violão e cantar comigo em uma só voz.

-Caterpillar in the tree, how you wonder who you'll be, Can't go far, but you can always dream, wish you may and wish, you might, don't you worry, hold on tight, I promise you there, will come a day, butterfly fly away – sorri quando ouvi a minha voz e a do meu pai juntas.

-Butterfly fly away, butterfly fly away, got you're wings, now you can't stay, take those dreams, and make them all come true, butterfly fly away, butterfly fly away, butterfly fly away, butterfly fly away – sorri acabando de cantar a música.

-Ela ficou...

-Perfeita! – completei a frase do meu pai dando um sorriso – E eu quero gravar ela com você! – disse fazendo meu pai arregalar os olhos – Vou ligar agora mesmo para o Rob – disse saindo da sala abrindo a porta da entrada e sentando nos degraus da varanda, digitando rapidamente e nervosamente o número do Rob, era a primeira vez que eu ligava para alguém, sem ser a Wendy.

-Oi Robzito! – disse assim que ele aceitou a chamada.

-Sua louca, lesada, onde você está? – ele perguntou.

-Não tenho muito tempo, tá? Então, eu faço as perguntas... A MAD ESTÁ GRAVIDA DO MEU AFILHADO? –gritei falando a última frase.

-Não! – ele disse me fazendo soltar um palavrão qualquer – Ele não está gravida do seu afilhado, ela está gravida dos seus afilhados- ele disse frisando os afilhados me fazendo dar risada.

— Isso prova que eu realmente sou uma vidente... Como está ai em Nova Iorque?

-Péssimo sem você, a Demi está louca atrás de você, a Wendy nem se fala, faz mais de uma semana que ela não sai de casa, só esperando a sua ligação, o Alan está louco atrás de você até procurou o FBI, a mídia está louca te procurando, e falando em mídia, eu olhei o seu instagram, que água você anda bebendo pra ficar gata desse jeito? – ele disse fazendo uma voz de gay.

-Você é um pai de gêmeas e é gay, óh Ceus! – disse dando risada – Mas eu preciso de você viado! – disse grossa.

-Por quê? – ele perguntou com uma voz confusa.

-Não conta pra ninguém, tá? – perguntei e ele fez o seu juramento que é enorme com um monte de palavras que só o Rob sabe dizer – Eu vim atrás do meu pai – disse suspirando ouvindo do outro lado do telefone gritos vindo do Rob, foi preciso eu tirar o meu celular do meu ouvido- CALA A BOCA, e eu escrevi uma música com ele e eu posso dizer que ela é perfeita! – disse dando de ombros.

— Olha, eu não vou contar pra ninguém, mas nós precisamos achar uma gravadora!

-Acha a mais perto da Califórnia pra você que eu vou, e levo o meu pai, eu estou com umas três músicas para o novo álbum e estou com uma ideia muito boa na minha cabeça – disse levantando e entrado na sala com o piano.

— O.k, tenho que desligar, a Mad está vindo, beijos, te amo e estou morrendo de saudades! – ele disse, apenas desliguei na sua cara.

— O Andrew está me ligando – disse olhando no iPhone entrando dentro da casa, recebendo um olhar malicioso do meu pai – para pai – disse bufando e dando um tapa no braço do meu pai.

- Oi gata da balada! – disse Andrew no outro lado da linha.

— Oi gatinho da maionese! – disse dando risada.

— E o nosso encontro, topa? –ele perguntou.

— Jantar de amigos! – disse revirando os olhos e bufando, fazendo o mesmo dar risada.

— Tá, tá, o meu irmão mais velho vai se casar, é hoje o casamento, eu estou sem acompanhante e só me sobra você nessa pequena cidade... – ele disse prolongando a cidade.

— Eu vou, mas tem que ir de vestido, salto, formalmente?

-Não, é um casamento, pode ir de calcinha e sutien – ele disse em tom irônico.

— Idiota! – disse bufando – Que horas vai ser? – perguntei bocejando olhando no relógio, marcavam quase uma hora da tarde.

— Sei lá, duas horas? – ele disse em tom de dúvida.

-Nem você sabe, viado! – disse dando uma pequena risada – Duas horas você me encontra aqui em casa – disse já desligando na sua cara.

-Tenho que achar um vestido! – disse correndo em direção a escada sujando toda a casa, mas do que estava, abri a minha mala e achei um vestido bonito, eu já tinha usado, mas quem ligava, dei de ombros com esse pensamento, peguei um salto agulha preto e fui em direção ao banheiro, tomei uma banho, escovei meus dentes e me troquei de roupa olhei no relógio, estava dez minutos atrasada. Desci rapidamente a escada e vi que meu pai estava conversando animadamente com Andrew.

-HEEEEEEEEY! – gritei já do lado dos dois, nenhum dos dois me escutaram, tive que apelar para o grito com o palavrão – PUTA QUE PARIU VAMOS EMBORA, PORRA! – gritei bufando e batendo o pé, fazendo um biquinho e cruzando os meus braços.

— Você está...

— Linda, e mais respeito com a minha filha – disse meu pai me fazendo dar risada, eu estava bonitinha para um casamento, eu estava com um vestido branco e azul claro, com uma maquiagem leve, já que seria de manhã e com meus cabelos loiros quase castanhos, longos e soltos sobre as minhas costas.

-Vamos! – disse dando um empurrão no Drew, que estava distraído, quase cair no chão – Beijos pai te amo e pelo amor de Deus, para de assistir F.R.I.E.N.D.S e vai tomar um banho! – disse enquanto abraçava ele, sentindo o cheiro de maresia com flores do campo do perfume do meu pai – Te amo, seu cuida, tá? – disse olhando dentro do seus olhos, vendo as suas íris verdes caramelado, me fazendo lembrar quem? Justin...

— Eu sei me cuidar Kris, te amo! – ele disse dando um beijo na minha testa me fazendo fechar os olhos.

Drew esticou a sua mão e eu peguei a mesma andando em direção a porta, ele abriu a porta do carro para mim e eu me sentei no banco do carona, ficando com raiva por não dirigir, olhei para a casa do meu pai e vi o mesmo acenando da janela, me fazendo dar um sorriso e esticar as minhas mãos, Drew deu a volta e sentou do meu lado no banco do motorista, ligou o carro e começou a dirigir para o Norte.

-Você está linda! – ele disse depois de um tempo me olhando, apenas dei um sorriso como resposta, depois de um tempo entramos em um condomínio enorme, enorme mesmo.

-Quem mora aqui? Ah, deve ser o parque do Michael, NeverLand – disse bufando enquanto olhava as enormes árvores do condomínio, fazendo Drew dar risada.

-Meu pai é prefeito dessa cidade – ele disse me olhando com um meio sorriso me fazendo bufar.

-Filhinho de papai... –cantarolei fazendo o mesmo me olhar bravo.

(...)

-Dança comigo?- ele perguntou enquanto eu bocejava, apenas assenti e levantei da mesa em que estava, estava tocando uma música lenta, fui obrigada a pousar as minhas mãos no seu pescoço, senti Drew colocar delicadamente suas mãos na minha cintura, puxando a mesma para mas perto de si mesmo. Senti que ele estava se aproximando casa vez mais, eu já conseguia sentir o seu hálito com cheirinho de cravo e canela, dei um sorrisinho tímido e me afastei mais um pouco, pedi licença e fui em direção a mesa das bebidas peguei um pouco de champanhe. “Será que eu ainda gosto do Justin?” pensei, “é obvio, sua idiota, você não beijou o Drew, por causa desse idiota que partiu o seu coração!”, balancei a minha cabeça com esses pensamentos.

Voltei para a pista, encontrei Drew pulando igual a um louco no meio da pista, dançando uma música eletrônica qualquer.

-Vou voltar pra casa, tá? – falei para Drew.

-Quer que eu te leve? – ele perguntou parando de dançar colocando as suas duas mãos na minha cintura, apenas balancei a cabeça negativamente e dei um beijo na sua bochecha, era o casamento do irmão dele, ele tinha que aproveitar, andei em direção ao ponto de taxi e estiquei as mãos vendo que eu taxi passava, disse o endereço da casa do meu pai e encostei a minha cabeça no vidro do carro, observando tudo lá fora, tinha começado a garoar agora, algumas gotas de água caiam no vidro, me fazendo fazer todo o percurso da gota com o meu dedo indicador.

— Moça, chegamos! – disse o senhor, dei um sorriso de lado e dei o seu dinheiro, andei lentamente em direção a casa do Joe, abri a porta da varanda e olhei para os lados, estava tudo silencioso, parecia que não tinha ninguém em casa.

— Pai? – perguntei entrando dentro de casa e deixando a minha bolsa em cima da mesinha da sala de estar — Pai? – perguntei novamente — Pai? – gritei andando em direção ao fundo da casa que dava para o mar, vi meu pai sentado em uma cadeira na varanda com a cabeça para o lado – Pai me responde! – disse com as lágrimas quase caindo pelo o meu rosto.

-Filha – ele disse com a voz falhando e logo após fechando os olhos me fazendo olhar assustada para ele.

-Pai! –gritei – Pai! – gritei abraçando o corpo do meu pai que começava a ficar gelado.

(...)

-Senhorita, Winchester? – disse uma moça negra e jovem que parecia ser a enfermeira.

-Eu! – disse levantando da cadeira gelada e dura do hospital – Como ele está? – disse depois de acompanhar a mesma moça até um corredor vazio com a luz fraca.

-É difícil dar noticias como essa para pessoas tão jovens como você minha querida, mas isso tem que ser dito, seu pai, ele vem com muita frequência nesse hospital, eu sou até amiga dele devido a frequência, ele sabia que você iria vir, mês passado antes da sua chegada ele não parava de falar para os médicos, ele mandou os médicos pararem de dar medicamentos para ele durante essas semanas, ele queria ficar com você, ele sabe que estado dele é terminal, seu pai tem câncer Kristen e ele vem se espalhando pelos órgãos cada vez mais rápido, seu pai tem poucos dias... – ela disse colocando uma das suas mãos no meu ombro e logo após andando pelo longo e frio corredor, encostei o meu corpo na parede do corredor fria e desci até o chão de mármore branco, as lagrimas caiam em grande quantidade pelo meu rosto, que deveria estar sem cor, coloquei as mãos no meu cabelo.

-Isso não pode estar acontecendo! – murmurei secando algumas lágrimas com a palma da minha mão – Não comigo! – disse colocando a minha cabeça entre as minhas pernas deixando as lágrimas caírem livremente sobre o meu rosto molhando os mesmos com as minha lágrimas salgadas.

(...)

-Senhorita Kristen Williams Winchester, pode entrar! – disse uma senhora me levando até o quarto do meu pai.

Eu deveria estar péssima, com certeza eu deveria estar branca, sem cor alguma, com os meus lábios mais grossos do que nunca, vermelhos, e os meus fios de cabelo quase dourados, em um loiro escuro, feio. A senhora abriu a porta com um sorriso de piedade, pena, apenas dei um olhar pra ela triste, eu odiava quando sentiam pena de mim.

Quando a senhora abriu a porta, eu dei de cara com o meu pai, ele estava com vários tubos de soro dando no seu pulso, ele tinha dois fios em seu nariz e estava com os olhos quase fechados, se eu estava me sentindo mal, com certeza ele estava bem pior do que eu. Quando o mesmo me viu tentou dar um sorriso, ele não conseguiu e fez uma careta, me fazendo dar um pequeno sorriso de lado, dava muita dó ver meu pai naquele estado, sem estar sorrindo ou brincando, meu pai estava irreconhecível. Senti a porta fechar, deveria ser a enfermeira que foi embora, deixando apenas eu e meu pai naquela sala do hospital.

Meu pai foi um pouco para o lado na cama e bateu sua mão no estofado, querendo que eu me deitasse com ele, fui a sua direção, e me deitei do seu lado.

— Pensei que ia me livrar de você! – ele disse me fazendo virar a cabeça para olhar os seus olhos.

— Pode esperar sentado por isso! – disse virando a minha cabeça e afundando a mesma no seu peito, ouvi ele soltar algum palavrão me fazendo dar uma pequena risada, enquanto uma lágrima caia sobre o meu rosto.

(...)

P.O.V Narrador

Para os médicos e enfermeiras, Joe é um milagre da medicina, para quem não durava com essa doença nem mais uma semana ele consegui aguentar mais de um mês.

De manhã, tarde, noite, Kristen e seu pai cantavam e escreviam músicas, como seu pai não pode ir até a gravadora mais próxima da Califórnia, Kristen resolveu gravar um vídeo, e depois se possível as vozes seriam acertadas pelos programas.

Drew e Kristen nunca mais se encontraram, Kristen se desligou de todas as redes sociais e os programas de TV, familiares, amigos e suas fãs estavam cada vez mais eufóricos com o seu sumiço, sem as suas fotos no twitter, eles não sabiam oque estavam acontecendo com ela.

Kristen aprendeu com seu pai uma das coisas mais lindas do mundo, o amor verdadeiro, sentindo um pelo outro, sem nada em troca, sem favores, sem mentiras. Aquela menina que tinha um coração de gelo foi derretido.

E o pai de Kristen, nunca se sentiu tão feliz em toda a sua vida, ele só estava esperando o seu dia chegar, ele queria morrer feliz, queria morrer em paz.

P.O.V Kristen

Olhei em direção a cozinha e vi meu pai cozinhando algumas panquecas jogando para cima e manejando a frigideira perfeitamente bem, pegando a panqueca de volta.

-Além de saber compor, cantar, ser meu pai, sabe cozinhar? –perguntei fazendo uma cara de surpresa.

— Ser pai de uma cantora famosa é difícil, sabia? – ele disse dando um sorriso lindo.

— Posso tentar? – disse ficando triste, o sorriso do meu pai fazia me lembrar o do Justin, “eu tenho 32 dentes perfeitos!”.

— Claro! – ele disse me passando a frigideira — Hum, é, ahn, oque você tem com esse tal Justin? – ele perguntou depois de um tempo me fazendo derrubar um saco de farinha na pia.

— Nós não temos mais nada – disse começando a ficar com um misto de raiva com tristeza.

— Desculpa, mas eu olhei algumas mensagens naquele seu aparelho celular e, bem, ele parecia bem... apaixonado – ele disse fazendo uma cara de piedade, como assim? MEU PAI USANDO O MEU CELULAR? OLHANDO AS MINHAS MENSAGENS!

— V.o.c.ê e.s.t.a.v.a o.l.h.a.n.d.o a.s m.i.n.h.a.s m.e.n.s.a.g.e.n.s? – perguntei calmamente com a mandíbula presa.

-Não me contentei – ele disse dando uma risada nervosa, eu não conseguia ficar triste com o meu pai.

-Oque dizia? – disse em um fio de voz.

— Ele pedia desculpa, e pedia pra que você voltasse, dizia que te ama, dizia que não tinha nada com uma tal Catilinha, Catinha... – ele disse fazendo umas caretas engraçadas tentando adivinhar o nome me fazendo dar muita risada.

— Caitlin pai! – disse morrendo de dar risada, tentei virar a panqueca fazer a mesma cair na cabeça do meu pai me fazendo dar mais risada, fazendo o meu pai fazer uma cara tipo “ criança você acabou de quebrar o vaso que a minha sogra deu para a sua mãe!”.

Ele mexeu na farinha na pia e pegou um punhado e jogou no meu rosto, me fazendo virar para ele e abrir a boca em perfeito “O”.

— Pai! – disse desligando o fogão, pegando o saco de farinha inteiro e jogando o mesmo na cabeça do meu pai, fazendo o mesmo abrir os braços e sair correndo em direção ao suco de laranja jogando em mim, metade do suco caiu na geladeira, me fazendo dar risada, peguei o mel e pulei em cima da bancada jogando todo na cabeça do meu pai.

-Kristen, respeite o seu pai agora! – ele disse tentando ficar sério, mas ele não conseguiu, pois eu peguei o chantilly e fiz uma barba no meu rosto, fazendo o mesmo dar muita risada.

-Deixa eu fazer em você, papai! – disse puxando o meu pai e juntando as suas sobrancelhas com o chantilly e fazendo um cavanhaque nele – Agora, eu vou tirar uma foto– disse pegando o meu iPhone, tentando, não sujar o mesmo, uma coisa que foi mais do que impossível – Faz careta e fala eu amo bubble gum! – disse virando a lente do iPhone para nós e fazendo uma careta.

— Espera – disse meu pai me interrompendo – porque bubble gum? – ele disse com um semblante confuso.

— Para de reclamar – disse bufando – eu gosto de chiclete, 3, 2, 1 – disse dando um sorriso enorme para a câmera – EU AMO BUBBLE GUM! – disse e apertei o botão do iPhone tirando uma foto.

-Você ficou parecendo uma louca, eu estou bonito como sempre – disse o meu pai olhando a foto, realmente a foto tinha ficado muito legal.

(...)

1 semana depois

-Pai –disse indo em direção ao quarto do meu pai vendo o mesmo deitado tomando uma pílula – eu vou ver um pouco o mar e já volto, quer vir comigo? – perguntei, ele se virou para mim e pediu ajuda para levantar, de acordo com os médicos, o meu pai poderia morrer a qualquer hora, ele precisava de ajuda para fazer tudo, levantar, comer, ir ao banheiro. Os médicos e o Rob pediram para eu voltar para casa e deixar o meu pai morrer sozinho, deu vontade de matar cada um deles, como eles podem dizer isso? Eu nunca iria sair de perto do meu pai, até ele ir embora, eu não iria.

— Vem pai! – disse pegando uma manta e cobrindo o meu pai fazendo o mesmo dar um sorriso.

Andamos em direção à praia, hoje estava um nublado, o vento batia forte e frio nos nossos rostos, o mar estava agitado, as ondas se quebravam com força na areia e as gaivotas voavam pelo céu.

-Eu quero sentar, filha! – meu pai disse quando nós já estávamos na metade da areia, sentei meu pai com cuidado na areia fofa e logo após sentei junto a ele e nos cobrindo com a manta.

— Eu te amo filha! — ele disse dando um sorrisinho.

-Eu também pai! — disse olhando para ele e logo após olhando para o mar.

— Filha, eu te amo! – ele disse novamente me fazendo dar uma risadinha, eu já sabia oque ele queria.

-Eu te amo muito pai! – disse olhando nos seus olhos que era de um verde impressionante, que te envolvia de uma forma estranha.

-Você sabe que eu não tenho muito tempo Kristen, eu sinto isso balancei a cabeça negativamente sentindo os meus olhos dando pontadas, meu pai estava desistindo? – Eu não queria ter te deixado nem você nem o Alan, aquele garotão bonito, puxou ao pai, claro – ele disse dando um sorriso me fazendo dar risada, até doente meu pai é convencido – eu nunca queria ter deixado vocês dois, eu acho que se eu pudesse voltar ao tempo, eu teria desejaria ter feito isso, mas eu sinto que essa foi uma das minhas melhores escolhas, se eu não tivesse conhecido sua mãe, eu não teria você nem o Alan, sua mãe era maravilhosa, uma joia rara de se encontrar – ele disse olhando para o mar.

-Como você conheceu a mamãe? – perguntei dando um sorriso.

-Foi uma historia engraçada – ele disse dando uma risadinha – sua mãe estava fazendo um espetáculo na Broadway, eu era o novo pianista, o antigo tinha caído do penhasco, trágico, não? – ele perguntou dando risada- Tudo naquele dia foi feito pelas mãos de Deus, eu estava indo para o meu primeiro dia de trabalho, de noite, e sua mãe estava lá, linda como sempre, com seu vestido branco abaixo do joelho, andando pela calçada fumando um cigarro com seus saltos na mão.

— Eu sempre desejei ser como ela – disse suspirando.

— Você é a cara dela Kristen – ele disse revirando os olhos – continuando, ela sem querer enganchou o seu vestido em uma grade, eu ofereci ajuda, mas ela como sempre dona do próprio mundo, arrogante, com o nariz arrebitado, disse que sabia se virar e me deu um fora, dei de ombros e dei alguns passos em direção a entrada da Broadway, então eu a ouvi gritando vários palavrões pedindo minha ajuda, eu a ajudei, então nós acabamos nos apaixonando – ele disse olhando para o mar com um olhar apaixonado.

-Você ficou com alguma outra mulher depois da minha mãe? – perguntei.

— Sua mãe foi à única que eu fiquei durante todos esses anos depois do nosso casamento, claro, eu tive outras mulheres, antes de conhecer ela, eu sentia um amor imenso por aquela mulher e a morte dela foi a pior coisa que poderia acontecer comigo.

-Eu quero tanto viver uma historia como essa – disse colocando minha cabeça em cima dos seus ombros.

-Sua historia vai ser mais bonita quanto a minha Kristen, você já achou seu amor verdadeiro, só não percebe, ele está em baixo do seu nariz!

-Onde? – disse passando as minhas mãos embaixo do meu nariz – Não encontrei ninguém! – disse com um biquinho fazendo meu pai dar risada.

-Sua idiota – ele disse me dando um tapa fraco no meu ombro – Nunca se esqueça, eu te amo! – ele disse olhando as ondas do mar e logo após deitando na areia.

Fiquei observando o mar, estava um dia realmente bonito, o céu estava azul sem nenhuma nuvem sequer, percebi depois de um tempo que meu pai estava quieto demais.

-Pai, olha aquilo! – disse apontando olhando para o mar observando um surfista que tinha quebrado a prancha – Pai! – disse ainda olhando o mar — Pai? – perguntei olhando para o meu pai que estava com os olhos fechados, olhei o seu pulso, nada, olhei os seus batimentos, coloquei o meu ouvido no seu peito, nenhum batimento cardíaco.

-PAAAAAAI! – gritei já sentindo as lágrimas caindo pelo o meu rosto – PAI NÃO ME DEIXA, NÃO! – gritei com lágrimas caindo dos meus olhos sacudindo o corpo já gelado do meu pai.

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13/09/2012

Sabe quando você encontra umas das coisas mais importantes da sua vida, que faz você sorrir sem querer, chorar de tanto rir e te alegrar todo dia?

Eu conhecia uma pessoa assim, e essa pessoa era o meu pai, eu posso não ter convivido tanto tempo assim com ele, mas os poucos que eu tive foram os melhores da minha vida.

Ele era o único que me fazia acordar de manhã e me fazer dar um sorriso, o único que me derrubou da escada só para escutar Elvis Presley, o único que me deu o disco dos Beatles assinado por todos os componentes do grupo, o único que se apaixonou pelo sorriso da menina que tinha um coração revestido por pedras, que foi quebrada por esse mesmo homem.

Pai, eu te amo e sempre vou te amar, espero que o paraíso seja bom, pois eu tenho certeza que é pra lá que o senhor vai ir, te amo, e tenha uma longa caminhada.

Te amo,

Kristen.

JonathanWinchester Parker, 27/02/1972

Eu nasci sozinha no mundo e agora me encontro na mesmo situação, sozinha. Perdi minha mãe, meu avô e agora meu pai. Realmente, a sorte passou bem longe de mim, agora eu estava sozinha, sentada na velha varanda do meu pai, onde eu fiquei pensando várias vezes, realmente, era um sofrimento ficar aqui.

-Kristen! – disse Drew me chamando atenção – Nós temos que ir! – ele disse me puxando em direção ao carro, dei uma última olhada para a casa e entrei no carro.

Hoje é a cerimonia de enterro do meu pai, Rob, Alan, , Wendy, algumas pessoas que eu conheço vinheram para Califórnia só para me apoiarem.

Justin, bem pelas minhas conclusões deveria estar em alguma praia do Caribe apertando a bunda murcha da tal Caitlin.

Meu pai acabou morrendo de parada cardíaca, os médicos disseram que foi uma morte rápida e sem dor, eles dizem como se morrer não tem dor...

Eu vou sentir falta do meu pai, muita falta, tanta falta que eu vou levar algumas coisas suas para o meu apartamento como o seu enorme e lindo piano de cauda para o meu apartamento em Nova Iorque ou então no meu quase novo apartamento aqui da Califórnia, sei lá!

-Chegamos! – disse Drew me despertando dos meus pensamentos – Você não vai ir? – perguntou Drew abrindo a porta do carro, balancei a cabeça negativamente.

— Pode ir indo, eu já vou indo! – disse dando um sorrisinho fraco.

Perto da igreja em que iria acontecer a cerimonia do meu pai, ficava um forte, meu pai disse umas coisas sobre ele que me fez dar muita risada.

FLASHBACK ON

- Querida! – gritou papai em cima de um monte que dava para um pequeno forte feito de pedra e madeira – Eu ainda não te contei porque eu vim morar em Tybee Island, né? – ele perguntou enquanto eu subia já ofegante o morro, apenas balancei a cabeça negativamente – Eu e sua mãe estávamos casados, era a nossa lua de mel, nós não tínhamos nenhum lugar para ir, sua mãe com aquele enorme vestido cheio de panos oque dificultava tudo – ele disse e eu fiz uma careta, não queria saber as relações sexuais selvagens que o meu pai teve com a minha mãe – então, nós falamos, estamos na Califórnia, vamos ir de carro para uma cidade calma, pegamos a minha velha picape vermelha e fomos andando sem direção, depois de um longo dia chegamos a uma pequena cidade, com lindas praias, Tybee Island, passamos nossa lua de mel inteira aqui, na casa em que eu moro hoje, quando sua mãe descobriu depois de um tempo a gravidez com o Alan, nós vinhemos para cá e ela me contou bem aqui onde fica esse forte, eu estava tão eufórico que queria fazer uma coisa grandiosa, em homenagem a todos os filhos que nós iriamos ter, eu construí um grande forte – ele disse abrindo os braços olhando para o horizonte.

— Grande? – perguntei com uma cara confusa- Cadê ele? – perguntei colocando uma das mãos sobre o meu rosto.

— Médio e não acabe com o meu ego – ele disse olhando para mim bravo – eu estava construindo enquanto ela estava sentada com uma cadeira tomando sol e lendo um livro, o concreto ainda estava mole a puxei e coloquei as suas mãos no lugar onde ficou essa marca, na hora ela deu o maior chilique, me xingou me bateu, mas depois se lembrou da calçada da fama – ele disse dando de ombros me fazendo dar risada – eu fiz a mesma coisa com as minhas mãos...

— Isso é tão... Romântico, em certa parte! – disse abaixando os meus óculos de sol vendo o pequeno e delicado forte com as duas mãos uma do lado da outra.

FLASHBACK OFF

-Meu pai e minha mãe eram realmente perfeitos um para o outro! – disse suspirando colocando uma das mãos no lugar onde ficava a mão da minha mãe e outra no lugar do meu pai – Eu fiquei muito tempo sem vocês, e eu vou sobreviver a isso, eu sei que os corações de vocês estão comigo! Eu amo vocês! – sussurrei enquanto uma lágrima caia sobre o meu rosto.

Andei lentamente até a igreja, eu conseguia ouvir a voz do pastor começando a falar algumas coisas, sobre como o meu pai era bom, abri a grande porta da igreja fazendo com que toda a atenção se voltasse para mim, abracei o meu corpo, me sentindo sozinha, olhei para o lado e vi Alan agarrado com aquela loira nojenta, eles estavam se beijando, e do seu lado estava Wendy que olhava para a cena do casal com nojo, Rob estava me olhando com um olhar confortador, ele parecia querer me abraçar. Continuei andando e pedi licença para o padre que falava.

— Eu posso falar algumas palavras?- sussurrei para o padre longe do microfone ainda me abraçando, ele apenas assentiu indo se sentar no banco de madeira.

— Olá – murmurei com a minha voz fraca – eu fiquei poucos dias com Joe, eu fiquei poucos dias sem as suas piadas sem graças, eu fiquei poucos dias sem as suas longas cantorias no banheiro enquanto o mesmo tomava banho, eu fiquei pouco tempo com o meu pai, mas nesse curto espaço de tempo, eu percebi que heróis realmente existem, eu percebi que era verdade tudo oque aquelas criancinhas diziam quando ainda tinham inocência, o meu pai é o meu herói, ele é o meu melhor amigo, o meu irmão, ele é o meu pai. E nesse pouco tempo que eu fiquei com ele, eu compus muitas músicas e, hum, bem, essa é pra você pai! – disse enquanto dava um sorrisinho fraco indo em direção ao piano, eu fiz um solo de piano para o meu pai, antes da sua morte, eu não sabia tocar piano igual a ele, e acho que nunca vou aprender a tocar igual, mas ele me ensinou oque podia, sentei no banquinho e comecei a tocar nas teclas suavemente, me lembrando de todas as nossas brincadeiras, de todas as risadas, das pequenas discussões, dos abraços, de todos os “eu te amo”, aquele homem era realmente o meu herói, ele me salvou da solidão, da destruição e o pior é que eu o perdi, novamente. Eu acho que perder, já é uma coisa que faz parte da minha vida, primeiro minha mãe, depois meu avô e agora, meu pai.

Terminei de tocar, olhando para o vitror cheio de anjos, a luz do sol atravessava o vitror me fazendo sorrir, de alguma maneira aquilo me reconfortou, era a mesma sensação de ver o sorriso do meu pai, ou então de sentir os seus abraços quentes e que te fazia te sentir segura, sem medo do mundo ou das pessoas tão cruéis que existe.

-Eu te amo pai e sempre vou te amar! – sussurrei olhando para o vitror.

Levantei- me do banquinho quando o padre levantou, querendo dizer outras palavras de despedida para o meu pai, enquanto eu me desligava do mundo me perguntando oque eu iria fazer agora.

— Diga amém! – disse o padre fazendo todos dizerem amém – E se quiserem participar do dizimo é só conversar comigo depois da cerimônia- disse o padre me fazendo revirar os olhos e olhar todas as pessoas irem em direção à porta.

— Precisamos conversar – disse Alan que estava usando um paletó que parecia ser italiano, ele estava com uma cara realmente abatida, apenas dei de ombros — Kristen, oque você fez foi uma burrada! – ele disse vindo à minha direção.

— Alan, nosso pai acabou de morrer e você vem querer falar sobre isso? – perguntei olhando para o mesmo.

— O nosso pai? – ele perguntou confuso – O nosso pai Kristen, eles nos deixou – ele gritou bravo.

— VOCÊ NÃO SABE O MOTIVO, CARALHO! – gritei sentindo as lágrimas descendo pelo meu rosto.

— E ELE TE CONTOU TODOS OS MOTIVOS ENQUANTO TE DAVA CHOCOLATE QUENTE COM PEDAÇOS DE CHOCOLATE E MASHMALLOW COM COBERTURA DE CHANTILLY? POUPE-ME KRISTEN– ele gritou com o rosto vermelho.

— POUPE-ME! ? – perguntei sarcástica – ME POUPE VOCÊ ALAN, VEM FALAR MAL DO NOSSO PAI NO ENTERRO DELE, VOCÊ NÃO SABE OQUE ELE PASSOU! – gritei com raiva sentindo as lágrimas caírem pelo meu rosto, eu estava chorando de raiva, muita raiva.

— AQUELE FILHO DE UMA PUTA VEM NOS DEIXAR E VOCÊ FICA DEFENDENDO ELE? NÓS TIVEMOS QUE NOS SUSTENTAR SOZINHOS, SEM AJUDA DE NINGUEM– Alan perguntou gritando — EU ESPERO QUE VOCÊ E ELE VÃO PARA O INFERNO JUNTO! – ele gritou me dando um tapa na cara, coloquei a mão no meu rosto sentindo o mesmo formigar com o tapa que Alan me deu.

— Alan – disse sem gritar, mas no meu tom mais irônico – não julgue uma pessoa sem saber, você não tem o mínimo direito de falar desse jeito com o meu pai, o mínimo, sim, ele errou, mas quem não erra, eu nunca iria imaginar em toda a minha vida você fazendo uma coisa dessas, xingando o próprio pai, e na questão financeira, eu sempre banquei você, eu sempre trabalhava, enquanto você era encarregado de aproveitar a sua faculdade com algumas meninas peitudas que ficam se esfregando em todos, e quando eu sofria bullying por ser a órfã e deixada, você nunca me defendeu, Alan, a única coisa que eu sinto por você neste momento é nojo! – disse cuspindo as palavras sobre Alan, o mesmo me olhou com raiva e deu mais um tapa no meu rosto, dessa vez mais forte ainda me fazendo virar o rosto e sentir alguma coisa quente saindo da minha boca, eu senti alguma coisa descendo sobre o meu queixo, passei a mão pela minha boca e olhei para a mesmo, minha mão estava vermelha, aquilo era sangue.

— Isso aqui é pra você me respeitar, vadia- disse Alan apontando o seu dedo no meu rosto e indo em direção á porta.

Arrastei-me até o caixão do meu pai e desabei sobre o mesmo, sentindo as lágrimas caindo pelo meu rosto junto com o sangue.

-Não me deixa, agora eu estou sozinha – murmurei.

P.D.V Justin Drew Bieber

— Dude, tira a cara desse travesseiro, você vai acabar morrendo desse jeito — disse Chaz dando uns tapinhas nas minhas costas.

— Tudo oque eu mais quero agora é morrer — sussurrei ainda com a cara no travesseiro, eu estava fazendo uma das coisas que eu nunca imaginei fazer, eu estava chorando por uma garota, mas não é uma garota qualquer, é a minha garota.

Dude, acha um jeito de fazer alguma coisa, de falar com ela — disse uma voz que parecia a de Chris e de algum de videogame ligado pelos barulhos que faziam.

-Olha oque está passando na TV — gritou Ryan, eu levantei a cabeça do travesseiro limpei o meu rosto, não queria o meu ego ferido por causa dos meus amigos falando sobre eu chorando, e corri até a sala de estar.

Temos uma noticia quente da nossa artista favorita, parece que Kristen Williams desapareceu da mídia, pois achou o seu pai, que agora, na verdade, morreu de câncer, parece que o enterro foi nessa tarde, fontes próximas disse que ela estava arrasada e já tinha passado algum tempo com seu pai antes da sua morte. Todos nós desejamos tudo de bom para você nessa época Kris. Noticia mais quente do que batata quente, parece que Beyoncé está novamente grávida...

Você sabia disso? – perguntou Ryan confuso com o controle na sua mão, eu apenas balancei a cabeça negativamente.

— Você sabe oque fazer? –perguntou Chris comendo um biscoito e sujando toda a minha cama, apenas dei de ombros.

— Você não sabe oque fazer? – perguntou Chaz pulando em cima de Chris tentando pegar o biscoito fazendo com que todas as bolachas caíssem em cima da minha cama, fazendo o Chaz dar um tapa na cara do Chris.

— Pensando bem, eu acho que a Kris não iria querer falar comigo, eu conheço bem ela, ela iria jogar um piano em cima de mim, mas eu conheço quatro pessoas que podem fazer alguma coisa, eu só preciso falar a verdade... – disse levantando da cama sorrindo.

-Esse seu sorriso está me assuntando, dude! – disse Ryan desligando a televisão e me olhando estranho, enquanto eu esfregava uma mão na outra, eu tenho um plano, mas primeiro, preciso mandar alguma coisa para Kristen ligada ao seu pai, como os meus pêsames.

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PERGUNTAS, RESPONDAM, POIS ISSO PODE MUDAR O RUMO DA HISTÓRIA, VOCÊS QUE ESCOLHEM, OK?

Vocês querem que o Justin e a Kristen voltem logo ou querem mais um pouco de drama? ( ) Sim ( ) Não ou resposta pessoal.

Vocês acham que a Kristen deve perdoar o seu irmão? E oque você acha que aconteceu com Alan para ele agir desse jeito?

Onde vocês querem que a Kristen more a partir de agora? ( ) Nova Iorque ( ) Califórnia ou resposta própria (n/a CASA DO JUSTIN, u.u ).

Oque você acha que deve acontecer com o Andrew?

GodsGirl

Obrigado pela review amor! Você vai ter que responder essa linda ;3

Gabrielli Moura:

Obrigado pela review amor! E eu não sei porque eu mudei a capa, o nome da fic nem a sinopse, sei lá, deu vontade de mudar, ;P

Rebecca e Becca:

Obrigado pela review amor! Bem que podia falar isso pro Justin, LOL

Eu fiz uma fic nova, que não é tão nova, mas se vocês quiserem ler... É SOBRE O JUSTIN...

Garota Da Máscara

SÓ ISSO MINHAS GATAS, MALIKISSES E BEIJUSTIN.

Notas finais
BEEIJOS, UMA BOA SEMANA!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.