Give Me Love

10 It's in your nature. To destroy everything you touch.


Notas iniciais
OLÁA, queria no minimo pedir desculpas porque eu demorei, na vdd, eu fiz esse cap muito tempo atrás, me desculpem mesmo.

P.O.V Katie

Eu estava tão cansada para tudo aquilo. Acordei e estava uma escuridão terrível, percebi que ainda estava naquela floresta, ótimo, doía tudo. Me levantei rapidamente pegando minha jaqueta e a colocando de volta, comecei a andar pela floresta, vagando sem rumo, era engraçado porque minha vida foi totalmente baseada naquilo “vagar sem rumo”, e eu pensei que isso havia mudado, ou sei lá o quê eu pensei ao certo, mas não... Não, é tudo a mesma coisa, sempre vai ser apenas eu... Vagando sem rumo.

As coisas estavam complicadas, como sempre, mas agora era diferente, eu estava os interrompendo ... Era pra ser apenas eu mesmo nessa vida, eu entendi, eu finalmente entendi.

Eu de repente, escutei um barulho, olhei para trás e vi a figura de um lobo, droga, quem dera eu tivesse bêbada para fingir que aquilo não era verdade.

Ele olhava para mim, não era maldade, ou ao menos não parecia ser e de repente, ele rugiu, foi um rugido tão alto que eu pensei que todos poderiam ouvir de longe, eu queria que eles ouvissem, que encrencas eu me coloco.

Olhei para trás num movimento involuntário e vi aquele fantasma de novo, o tal do Wraith, ele olhava para mim tão ávido por minha alma, meu Deus. Aquilo nunca teria uma droga de fim? Tudo estava tão... Diferente.

O lobo rugia, e eu percebi que já estava mais próxima do lobo e o Wraith olhava para mim, fixo. O logo rugia, alto, muito alto.

O Wraith partiu para cima de mim mas eu me joguei para o outro lado, ele sugava a alma do lobo, eu senti dor e pena por ele, mas eu não podia fazer nada. Depois quando eu ia fugindo, eu olhei para trás, e isso é algo que eu nunca faço, olhar para trás... Mas, ele estava em dor. Eu fechei os olhos e murmurei um “droga”, comecei a gritar para chamar atenção do monstro que seguiu minha voz com atenção deixando o lobo, ele iria ficar bem.

Comecei a correr loucamente na floresta, não sabia para onde estava indo e o Wraith sabia exatamente onde andava, mas eu não conhecia nem um terço daquele lugar. De repente, eu parei, cansada de correr e tudo mais então eu parei numa arvore me escorando e eu estava machucada de alguns arranhões de arvores que eu vinha correndo e batia.

Olhei para trás e não vi de modo algum o Wraith, senti um alivio enorme e pensei novamente no que eu fiz, quais foram minhas escolhas que me levaram até aqui! DROGA! DROGA, apenas droga!

Eu não sabia o quê fazer na realidade, tudo estava tão confuso, o Wraith não estava mais me perseguindo, então, eu estava em tempo, olhei para o meu braço, tinha um grande arranhão, era engraçado pois não estava doendo ainda... Mas agora, doía. Não era um eufemismo, de modo algum. Eu falava aquilo de verdade, o arranhão me parecia tão profundo.

– Droga! – Murmurei irritada e logo olhei para os lados, escutei o rugido da fera, me irritei. Eu não tinha nenhuma ideia de onde eu estava naquele momento, era uma situação complicada. Eu de repente, parei de pensar e apenas me permiti ouvir os sons que se reproduziam, era ondas... Ondas calmas, era o mar... Claro, a praia. Tentei me manter mais calada possível, tentei também manter minha respiração o mais calma possível para me concentrar no som, me guiei até a praia e pude ver, ela estava longe mas eu sabia já onde eu estava, eu tinha me encontrado, senti uma droga de um sorriso brotar no meu rosto, mas logo tratei de o tirar e encontrar logo um jeito de sair daquela floresta maluca.

Assim que eu ia descer da floresta para ir pra praia, algo me jogou no chão, era impossível eu não cair no chão. Olhei para cima e vi o Wraith, ele me jogou ao chão e queria me ver para baixo, ele queria minha alma, era o desejo dele. Ele nunca iria parar, mas eu precisava ser mais forte, eu precisava ser mais inteligente, pelo o Henry, por tudo o que batalhei na vida, não foi fácil chegar até aqui, não vai ser um tal de monstro que vai me abaixar.

– É sua natureza – Escutei uma voz, não vi de onde vinha e não parecia ser do Wraith. – Você destrói tudo o quê toca – Ele falou, a voz era grave, era diferente. Eu estava machucada,eu precisava conseguir passar por aquilo. As vozes me perseguiam, elas não paravam.

– PARE! Faça isso parar! – Eu gritava, a voz se cessou de uma forma tranquila mas o Wraith começou a se mover para pegar a minha alma, eu sai correndo até a praia e o Wraith rugia até mim e me jogou no chão, eu bati minha cabeça na areia, senti o sangue da minha testa escorrendo, meu corpo doía, eu estava cansada demais para lutar, ele conseguiu finalmente começar a sugar de leve minha alma.

– AH! – Eu gritava. – PARE AGORA! – Eu gritei e de repente, depois de um longo tempo de dor, ele sumiu, eu abri os olhos e não vi mais ele, me levantei com o resto da força que me restava e fui andando até chegar na casa de Mary Margaret, bati e Emma atendeu me olhando preocupada, é, claro eu estava cheia de sangue escorrendo pela minha testa e meus cabelos estavam bagunçados, minhas roupas rasgadas e mostrava claramente meus cortes. Eu entrei rapidamente, sem pedir, ela me olhou surpresa e fez: Pode entrar, sarcástica como sempre. – Nós não temos tempo para isso – Falei entrando e trancando as portas e janelas, percebi que Hook estava também na aérea. Mary Margaret e David me olhavam conturbados, Emma e Henry trocavam olhares enquanto eu fechava.

– Querida, você está... – Começou Mary Margaret.

– Sim, estou bem! – Eu parei a interrompendo e a encarando. – O quê vocês acham? Que eu passei por um inferno para vim aqui apenas dizer que eu estava bem? DROGA! – Eu gritei e muitos se assustaram.

– Você quer parar? – Perguntou Hook, eu olhei para ele sínica e depois olhei para todo mundo.

– Não, nós temos um problema – Falei e eles me encaravam confusos.

Notas finais
amo todos vocês!