Notas iniciais
Olá leitoras/es
Eu sou a outra escritora desta historia. Bom, eu andei aqui a ver e temos só 8 comentários no prologo...e no 1 capitulo, ahn??
Vá, para um começo de fim-de-semana perfeito, temos aqui uma capitulo :D

–Eu mãe, nao sou dessas!-repeti pela enézima vez ao sair do carro, já perto da porta do apartamento da Lay. Assim que toquei a campainha, ouvi a porta fazer aquele barulho irritante, aquele dinal de que já estava aberto.

Abri-a, subi até ao terceiro andar e fui surpreendida á saida do elevador com um enorme conjunto de músculos especados á frente dos meus olhos castanhos.

–Menina, posso?- o homem perguntou fazendo-me voltar a vida, muito mais regalada com aquela vista de um anjo barroco bem cuidado

–Hum, claro – olhei para o rosto e, tchi, morri. Saí devagar do elevador e eseprei que este fecha-se e desce-se para não parecer mal educada, só isso.

Andei até a porta da casa da Lay, toquei a campainha e vi a mãe da Laila sair.

–Olá Ella. Está á vontade, vou ter co umas amigas e não sei a que horas volto. Lay- gritou o nome da filha- As pipocas estão já quase prontas- sorriu e deixou-me entrar primeiro antes de sair.

–Ella, Ella, Ella! Tens de ver o rapaz do 3º D!

–Já vi aquilo, já- suspirei e caimos numa risada contagiosa! A Lay tinha esse dom. Mesmo que a gracinha nao tivesse piafa, só com o riso dela era capaz de rir meia-hora seguida, sem parar.

Fomos para a sala, onde ligamos o DVD e colocamos um clássico. A lareira estava acessa, fazendo aquecer a casa toda. Dei um olhadela á sala e vi uma jarra estalada.

–Lay, aquilo esta estalado – alertei-a sem tirar os olhos da jarra desenhada pela minha mãe.

–Eu po-la...venho já – Lay levantou-se do sofa rapidamente e numa corrida pegou na jarra e levou-a para a cozinha, onde ouvi a peça a cair dentro do caixo-te do lixo.

Suspirei, e voltei a atenção para o ecrã que pedia o «play«» para o filme iniciar.

–Lay, onde está o comando?- “berrei” para a cozinha, quando não vi o comando em lado nenhum

–Aqui- ela respondeu, entrando na sala com uma taça gigante de pipocas e tirando o comando do bolso de trás das calças.

–Porque é que andas com o comando no bolso?

–Ora, para não o perder, claro! – ela respondeu como se fosse a coisa mais obvia do mundo.

–Não era mais simples...- comecei mas logo desisti da ideia, era a Laila, não valia a pena dar soluções simples o que é complicado é com ela – Esquece vamos ver o filme, ou não?

A Lay pousou as pipocas e atirou-me uns quantos cobertores, com que eu fiz um “ninho” para nós e, quando estavamos prontas, ela pôs o play e a introdução do “Diário da nossa paixão” começou a tocar.
As pipocas acabaram nos primeiros quinze minutos de filme e, no seu lugar, a Lay pôs duas caixas de lenços. Quando o filme acabou tinhamos as duas os olhos vermelhos, a cara molhada e quase tantos lenços usados quanto as pipocas que comemos. Aquele filme foi feito para fazer chorar, possa!

–Vem- a Laila começou mas interrompeu-se para assoar o nariz- Uffa! Bem, e agora?

–Não sei, diz-me tu.

–Vamos...conspirar?!- ela sugeriu, com um sorriso enorme no rosto

–Mas eu alguma vez respondi que não a isso?

E, até adormecermos, partilhamos as nossas teorias em tudo, desde quem gosta de quem, a quem odia quem.
Na manha seguinte, acordamos com a mae da Lay a chamar-nos para o pequeno almoço. Quando entramos na cozinha, de cara lavada e já mais despertas, atacamos logo a comida – panquecas e leite quente, com chocolate ou cafe.

Depois do pequeno-almoço, os meus pais ligaram a avisar que me vinham buscar para irmos almoçar frae, à hora marcada, eles estavam a porta do prédio da Laila. Fomos os três almoçar juntos a um restaurante chinês (a minha comida preferida) e, quando chegamos a casa, já eram 3 da tarde. Passei o resto da tarde a ôr trabalhos de casa que não tinha feito no sábado em dia e, depois do jantar, cai estafada na cama.

Passava pouco das sete da manhã quando acordei com o despertador do meu telemóvel. Depois do desligar, saí até a casa de banho para fazer o que já é habitual. Pronta, fui para o quarto novamente onde vesti umas calças de ganga justas, uma camisola quente vermelha e uma casaca de ganga. Para manter os pés quentes e decentemente confortáveis, optei por umas botas baixinhas pretas revestidas interiormente por lã.

–Ella, queres boleia para a escola?- o meu pai perguntou-me do outro lado da porta quando me preparava para pegar na mochila, que hoje estava pesada.

–Sim, claro! –respondi, saindo do andar de cima com ele- De tarde não contes comigo, porque vou ensair com a banda!

–E eu a pensar que iamos passear

–Amanhã- corrigi-o ao entrar no carro

–Ok, ok

Fomos até a escola em silêncio e, quando o carro parou, despedi-me dele e saí do carro. O Gabe estava á minha espera no meu cacifoe, quando me viu, acenou-me.

–Bom dia- ele cumprimentou-me e eu respondi do mesmo modo- Logo á tarde é ensaio, certo?

–Oui, a Taylor hoje vai?

–Ela disse que sim, que queria falar connosco de alguma cena- ele explicou, enquanto me ajudava a tirar as coisas do cacifo.

Agradeci-lhe e logo tocou, por isso fomos juntos para a primeira aula, que temos juntos, Filosofia.

Na sala, tudo estava confuso. Alunos a falar, a rir e até a gritar na ausência do professor.

–Gabe, nunca percebi porque é que há tanta euforia antes da aula- comentei enquanto me sentava ao seu lado

–Nem me perguntes, ainda não compreendo a mente dos adolescentes .

Ri com a resposta e rapidamente parei, pois o professor entrou como um relâmpago, pela sala dentro decidido a dar a sua aula sem se importar com quem está atento.

«A Taylor tem andado muito estranha, não achas?» assim escrevi no papel que coloquei em cima da mesa do Gabe

«Yah, também acho. Espero q ela esteja bem e ñ seja nada de grave» respondei com o mesmo papel, agora amachucado.

[...]

Apenas eu e o Derek nos encontrávamos na sua garagem, á espera dos restantes elementos. Ele estava no seu baixo a tocar alguma coisa, que até era bastante agradável.
Ao levantar-me para ir buscar a minha guitarra, a Lay, a Taylor e o Gabe entraram a correr ofegantes.

–Desculpem-nos o atraso, a Lay nunca mais se despachava- a Taylor tentou se desculpar com um sorriso no rosto- O Gabe, claro que ficou lá a sua espera!

Notas finais
Hey again :3
Se obtivermos 4 comentarios neste capitulo hoje e amanha até as 3 da tarde coloco aqui o terceiro capitulo que vai prometer!!
Beijinhoss :*