Give Me Back My Life
5 Capítulo 4
Notas iniciais
Lucia sabia muito bem o que acontecerá na biblioteca seria reportado para seu Senhor, mesmo que ela não tenha sido descoberta, seu descuido havia colocado sua missão em risco. Se ao menos ela tivesse visto que a Mcgarden estava naquele cômodo antes de chamar Corey para reportar seu progresso.
“Justo no momento em que ia avisar que estaria entrando na segunda fase... Aquela rata de biblioteca apareceu!”. Ela só podia aguardar até as coisas normalizarem na Guilda e manipular suas mentes novamente e desta vez não poderia cometer o mesmo erro que teve com o Natsu, teria que apagar cada memória que ligasse a azulada e a loira. Não poderia ser descuidada novamente, sua vida estava em jogo desta vez.
A loira estava em seu quarto com todas as janelas e portas trancadas, ela não queria ser interrompida por certo rosado que por alguma razão sempre esta invadindo seu apartamento. Ela estava sentada sob sua cama com os olhos fechados se concentrando, mexer com as memórias não era lá grande coisa, no entanto Lucia teria que manipular muitas memórias ao mesmo tempo e manter suas mentiras por um tempo, ate que as novas se fixem na mente de todos os membros. Para isso teria que gastar muita da sua magia.
Já estava amanhecendo havia demorado mais do que esperado, seu corpo estava coberto de suor, sua respiração era ofegante e dolorosa, seus músculos doíam até ao respirar. Estava exausta, a loira sabia que iria gastar bastante magia, mas não esperava chegar a esse ponto, ela mal conseguia manter se consciente naquele momento, precisava finalizar o feitiço antes de sucumbir pela exaustão.
“Está feito...”. A loira deixou se ceder ao cansaço.
Lucia tinha noção de que teria que recuperar sua magia, de forma alguma poderia aparecer na Fairy Tail no seu estado atual isso só faria com que eles ficassem desconfiados e além de tudo ela não iria conseguir manter as novas memórias com tantas distrações. Ela ia pensar em uma boa desculpa, mas não agora precisava descansar.
Lucy estava no salão de festas, sentada ao balcão do bar da mesma forma como costumava a fazer na Fairy Tail, isso a trouxe varias lembranças e o pior de tudo a saudade. Lhe doía ao recordar que eles a esqueceram, que agora é somente um rosto do meio da multidão, aqueles que supostamente deveriam ser sua família... A loira realmente os amou, ou melhor, realmente os ama, por isso que lhe dói tanto, ainda tem uma ferida aberta em seu peito que pode nunca se fechar.
A Heartphillia suspirou triste e se levantou do assento deixando o balcão e atravessando o grande salão até a enorme porta de madeira, que abria caminho a um corredor. A loira caminhava cabisbaixa, sempre que se lembrava deles, ela ficava triste ou se isolava, sofria sozinha, não queria que ninguém a visse daquela forma vulnerável.
—Lucy... – uma luz dourada surgiu ao lado da Maga Celestial, logo revelando um rapaz de cabelos laranja e terno, era Leo o espírito do Leão. – Você não quer conversar? Estamos preocupados com você...
—Desculpe preocupar vocês, Loki, mas eu estou muito bem. – Lucy levantou a cabeça com um sorriso estampado em seu rosto, o que ela menos era aborrecer seus amigos com o seu drama, eles tinham mais coisas com o que se preocupar. – Eu só estou um pouco cansada, sabe, não devo ter dormido muito bem essa noite.
O ruivo a encarou e suspirou derrotado, sabia muito bem que aquilo era uma mentira, mas sabia também que não iria conseguir fazer com que Lucy falasse, mesmo que ele tivesse uma noção do que incomodava a loira. Ele já havia tentado outras vezes fazer com que ela conversasse e não guardar tudo pra si, mas isso só a fez ficar aborrecida com ele.
—Sabe que sempre pode falar comigo e com os outros espíritos, todos nós a amamos Lucy, por isso nos preocupamos com você... Não queremos ver você chorando pelos cantos, queremos ver seu sorriso e ouvir sua risada.
Aquilo foi demais para a Heartphillia que parou de caminhar e abaixou novamente a cabeça, as lagrimas tomaram seu rosto, o soluço era difícil de controlar naquele momento. Ela tremia, seu peito doía e parecia pesar quilos, tudo aquilo estava a sufocando, por mais que ela quisesse parecer fortes para os outros e não aguentava mais essa dor. Loki que também havia parado ao ouvir Lucy soluçar voltou para perto da loira, triste por ver ela daquela forma tão vulnerável e frágil.
—P-por que eles me esqueceram?! Como s-se nunca seq-quer tivessem me conhecido!! Por quê?!- a loira se agarrou ao terno do ruivo com raiva, estava com raiva, porém não do Loki ou dos membros da Fairy Tail, mas sim de si mesma por continuar se importando com eles. Isso que mais lhe doía, ainda se importar, quando eles a esqueceram. A única coisa que Loki pode fazer naquele momento foi envolver a loira em um abraço e deixar que ela chorasse, nem ele sabia o que havia acontecido para todos terem a esquecido, mas não podia negar que era muito esquisito...
Os dois ficaram abraçados até que o choro de Lucy foi parando aos poucos e os soluços foram substituídos por fungadas, devagar a loira se afastou do ruivo, seu rosto estava vermelho e levemente inchado por causa do choro. A Heartphillia encarou por um instante o terno encharcado e levantou o rosto com leve sorriso:
— Desculpe pelo seu terno Loki, eu o encharquei. –ela ficou um pouco sem jeito por ter chorado daquela forma na frente dele.
—Hã? Como se eu me importasse com isso, o importante é que minha princesa esta bem.
— Obrigado Loki, eu me sinto ótima agora. – a Maga Celestial não estava mentindo, mesmo que eles não tenham trocado um palavra durante todo aquele tempo, Lucy estava realmente se sentindo bem, diria até que o peso em seu peito havia reduzido.
—Seu príncipe esta aqui para isso. Agora que está se sentindo melhor, que tal você sair comigo, princesa?
No momento em que Lucy iria responder o som de uma explosão a interrompeu. Logo em seguida outra explosão fora ouvida, mas desta vez a estrutura tremeu fortemente. Loki se encontrava confuso:
— Mas que raios esta acontecendo?!- aquilo sem sombra de duvidas era estranho, eles já estavam a ali há semanas e isso nunca acontecerá. Será que tem alguém os atacando? E se realmente tiver... Por quê?
Ambos estavam parados tensos, mas ao ouvirem outra explosão e a estrutura começar a tremer novamente eles se viram correndo, precisavam chegar do lado de fora o mais rápido possível, entender o que estava acontecendo.
Ao atravessar a porta da frente assim tendo visão a clareira, Lucy pode avistar Gray a alguns metros, ele parecia concentrado. Então tinha realmente alguém os atacando?
—Gray, o que esta acontecendo?- Lucy correu até o moreno, o mesmo não respondeu.
—Oe blondie, Onde está o Natsu-san?-a loira virou a cabeça para origem da voz. E se deparou com o arrogante Dragon Slayer Branco, sentado no telhado com seu sorriso assinatura. – Eu perguntei para o homem de gelo, mas ele parece está congelado, irônico não?
Antes que Lucy pudesse dizer algo, Rogue, o parceiro de Sting surgiu de dentro do bosque, sendo seguido por dois exceeds.
—Sting! O que pensa que está fazendo, nós temos uma missão para completar!
No entanto o loiro pareceu não ouvir o que o seu amigo acabará de dizer, ele está mais interessado em saber onde estava o Dragon Slayer de Fogo, assim poderia lutar com ele e dar o troco dos Grandes Jogos Magicos. Porém percebeu que a maga estava demorando demais para responder, aquilo estava dando nos nervos.
—Ei, você admirar minha beleza outro momento blondie, agora me diga onde esta o Natsu-san.
—O que te faz pensar que o Natsu está aqui?- sua voz saiu sem emoção alguma, de forma alguma iria começar a chorar ali, na frente daquele idiota.
Sting pulou do telhado aterrissando a poucos metros de distancia da Heartphillia. Ele tinha um sorriso debochado no rosto:
—Não é obvio? Eu senti seu cheiro, onde você está sem sombra de duvida o Natsu-san está por perto. Então onde el...
—Sinto muito lhe decepcionar mas você está enganado, o Natsu não está por perto, ele está em Magnolia ou em qualquer outro lugar, menos aqui.
O loiro ficou alguns segundos olhando para Lucy, como se estivesse absorvendo a informação, para então simplesmente dar as costas a ela e se dirigir ao seu parceiro.
—Vamos acabar logo com essa missão idiota Rogue. – ele colocou as mãos atrás da sua nuca, despreocupado.
—E-Ei, onde você pensa que vai?! Você vai pagar pelo estrago que fez na estrutura. – “quem ele pensa que é para simplesmente sair atacando os outros e depois sair como se nada tivesse acontecido?“.
— Oe blondie, do que você esta... falando? – ao se virar para a loira a vista paralisada da mesma forma que seu amigo de gelo. – Mas que merda?
Naquele momento, Rogue havia percebido que o espírito celestial da loira estava igualmente congelado próximo á porta, isso o fez lembrar-se da missão que estavam fazendo antes do Sting sair correndo igual a um idiota. No Senhor que solicitou a missão tinha lhe dito que era pra ser cauteloso, pois algo simplesmente congela as pessoas e não tinha magia que fosse capaz de retornar a pessoas aos sentidos. A filha do mesmo Senhor havia sido uma vitima, desse ser.
— Sting, cuidado! Aquilo que está congelando as pessoas está por aqui.
Uma risada atrevida soou junto ao vento, para logo revelar uma garota loira, de olhos carmesins, ela usava um top vermelho com faixas pretas, o short era da mesma forma e usava um par de botas negras. Ela flutuava próxima do corpo de Gray.
—Aquilo que congela as pessoas, é serio isso? – questionou debochada. – Eu tenho tanto trabalho para roubar as almas das pessoas e elas me chamam de “aquilo”. Bem, não sou de guarda magoa, então se não se importarem eu vou ver como é a alma de um desses gatinhos...
Ele sabia.
Sabia que estava faltando alguém, só não conseguia lembrar quem era. Mas em momento algum compartilhou isso com alguém, todos estavam agindo normalmente, talvez ele estivesse enlouquecendo... Não, realmente faltava algo, faz semanas desde que sentirá aquele cheiro, Aquele aroma era o seu favorito, era adocicado, mas tinha um cheiro marcante de livro velho. Gajeel riu sem humor. Era estranho achar aquele cheiro agradável sendo que ele sequer gostava de ler ou de ficar na biblioteca. Mas por algum motivo a falta desse aroma estava o deixando com um desconforto no peito. O moreno sentia que estava esquecendo-se de algo muito importante pra si.
O mesmo se encontrava sentado á mesa isolada no canto do salão de festa da Fairy Tail, apenas observando os outros membros, seus olhos percorreram todo o salão, sentia sua cabeça começar a doer. Por fim seu olhar caiu da Loira que estava sentada junto da Scarlet no bar. Gajeel começou a encarar a maga dos sonhos, ela estava mais pálida que o normal, se bem que sua magia também estava mais baixa quase não dava pra notar, alguma coisa esta errada...
— O que houve Gajeel, por que está encarando a Lucia-san? – a voz do seu Exceed o tirou se deu transe, o moreno sequer havia visto Pantherlily chegar.
—Tche! Como se eu estivesse encarando a BunnyGirl... – sentiu sua cabeça latejar, aquilo era estranho. Dificilmente sentia dores de cabeças que não fossem frutos de batalhas.
—Está bem Gajeel?
O moreno apenas acenou com a cabeça, fechou os olhos e abaixou a cabeça.
— ... não entendo porque você fica lendo esses romances, Luce. – aquela voz era do “cabeça de fósforo”.
‘ Hey, Lu- chan, eu serei a primeira a ler o seu romance, não é?”.
—Mas que diabos?! – aquela voz meiga era muito familiar, mas não conseguia lembrar a quem pertencia. – Algum problema Gajeel?
—O que? Não, nenhum problema apenas ouviu algo que não deveria.
A dor em sua cabeça começou a lhe incomodar, será que estava alucinando? Toda vez que algo parecia familiar sua cabeça começava a reclamar, era como levar um soco na cabeça. O que exatamente estava acontecendo com ele, por que estava tão confuso naquele jeito tudo por causa de um cheiro que sentia falta? Talvez seja fome. Gajeel se levantou iria pedir a Take Over uma porção de pregos, ao chegar perto:
— Hey, Mirajane eu vou querer o de sempre. – encostando-se ao balcão, próximo a Lucia e a Scarlet, o “fósforo ambulante” estava junto dela junto do Happy.
—Só um segundo Gajeel-kun.- o mesmo só acenou com a cabeça vendo a albina entrar na cozinha.
De repente o silencio reinou na guilda, coisa muita rara de acontecer, o Dragon Slayer de Ferro, virou a cabeça afim de saber o que acontecendo. Então ele viu um pedaço de bolo no chão aos pés da Titânia, Agora ela sabia o motivo do silencio.
—Gehehe, se deu mal cabeça de fósforo. – riu da desgraça do rosado que fora pego pela ruiva.
— Você será castigado Natsu, por ter sido um brutamonte...
Naquele momento, o moreno sentiu como se tivesse sido atingido por um dos raios do Laxus bem na cabeça.
“Para de me chamar de rata de livros seu brutamontes!”. – novamente aquela voz, mas desta vez pode ver alguém como se estivesse falando com ele, sua mente só poderia estar brincando com ele. Da onde tudo isso estava saindo. Ele começou a suar frio, aquilo estava começando a ficar muito estranho... – Está tudo bem Gajeel?
—Hm? – a voz que o trouxe de volta a realidade, o Dragon Slayer piscou algumas vezes e engoliu a seco, está zonzo. – Eu perguntei se você esta bem Gajeel...
Quando finalmente percebeu quem falava consigo não passava de loira, que estava com uma cara desconfiada.
— S-sim estou bem, só estou com um pouco de fome... – por algum motivo não gostou da forma em que a maga dos sonhos lhe olhava, era desconfortável. Sua visão ficou turva enquanto olhava para a maga, o mesmo passou as mãos no rosto. No entanto quando abriu os olhos novamente viu uma garota de cabelos azulados o encarando. – N-não me olhe desse jeito baixinha!
Sua mente havia lhe pregado uma peça, no mesmo instante em que terminou de falar viu a azulada sumir sendo substituída pela loira que o olhava espantada. Não só ela mas várias pessoas ao redor dele o olhavam como se ele estivesse surtando, bom talvez ele estivesse.
— Gajeel quem é “baixinha”?
Ao invés de responder Gajeel apenas sairá correndo para fora da guilda, sua cabeça parecia que iria explodir, talvez devesse visitar a filha de Grandine.
Estava tudo feito, depois de horas insistindo, enfim havia conseguido com que os membros do conselho aceitassem seu pedido para oficializar sua guilda, Caelestia a mais nova Guilda de Fiore, Harley já tinha sua marca em seu pulso, duas chaves cruzadas na cor vermelha. Mal podia esperar para chegar a Nanami para mostrar a Lucy e pro “nudista”, que agora é oficial eles fazem parte de um guilda novamente.
O percurso do Conselho Magico ate Nanami não era tão grande assim, levava mais ou menos um dia, o que demorou mesmo foi conseguir convencer o conselho a aceitar seu pedido fazendo com que ela ficasse cinco dias longes. A morena já podia ver do trem a sua cidade, se aproximando. Um enorme sorriso tomou conta de seu rosto.
“Estou chegando em casa”.
Assim que o Trem parou na estação Harley desceu ás pressas, queria chegar logo e contar sua mini aventura a Heartphillia, queria também comemorar, ver novos membros, novos rostos e novas histórias... Bom ela estava quase explodindo de ansiedade, claro que sabia que não seria fácil no começo que iria demorar a conseguir um numero considerável de membros na guilda, que também demoraria a obter trabalhos importantes...
—Quem disse que seria fácil, não é? – murmurou pra ninguém especifico. Mas teria que começar de algum lugar, já que estava ali na cidade por que não divulgar a sua guilda?
Então a morena passou o resto da tarde oferecendo os serviços da sua guilda as pessoas e aproveitou para ver se conseguia achar magos interessados em entrar na guilda.Uma pena não ter conseguido encontrar nenhum descarrago, pois todos os magos que encontrou pela cidade já vaziam parte de alguma guilda e não tinham interesse em mudar. No entanto na parte de serviço muitos locais gostaram de saber que agora teriam uma guilda e disposição.
Já no caminho para o castelo, a morena deixou um longo suspiro escapar, ela estava exausta, com fome e precisava urgente de um banho, O trajeto ate a sede era um pouco cansativo já que tinha que pegar a maior rota por ser mais segura naquele momento. Porém em dado momento percebeu que estava um silencio desumano por todo o bosque, era quase se ele estivesse morto... Era assustador andar a noite no bosque neste silencio.
Já conseguia ver a estrutura no castelo mas notou que ele estava totalmente tomado pela escuridão não tinha uma luz sequer acesa.
“Estranho... Lucy detesta ficar no escuro.”
Não era tão tarde assim para eles estarem dormindo, o sol tinha acabado de dar à vez a lua de brilhar no céu. Alguma coisa não estava fazendo muito sentindo. Largou a mala e saiu correndo até o castelo, mas parou em choque assim que viu Lucy jogada de bruços na grama, seu corpo tinha vários hematomas.
— Não! – A morena correu até a loira e a virou, dando de cara com os olhos vazios que antes eram cheios de vida. – Não!!! Mas que porra aconteceu aqui?!
As lagrimas tomaram conta na visão de Harley, mas a frente ela viu o corpo de Gray, ele estava sentado encostado na parede da estrutura, mas tinha o corpo igualmente coberto de hematomas e seus olhos sem vida estava fixos na direção da morena, Aquilo não podia estar acontecendo, não podia, agora era pra supostamente eles estarem comemorando, não mortos. Ela deixou o corpo da Maga no chão e se aproximou do corpo do Ice Maker quando percebeu mais dois corpos largados pela clareira
Um grito de terror escapou da sua garganta, sua boca tinha um gosto amargo e seu estomago começou a reclamar. “Isso é um sonho, não! Isso é um pesadelo, é só um pesadelo.” Ela se recusava em acreditar que aquilo estava realmente acontecendo, seu corpo a trouxe de volta quando vomitou a bile, agora podia sentir o cheiro de sangue. Harley deixou se cair já não confiava em suas pernas mas para isso, ela havia perdido os sentidos.
Uma risada debochada soou junto com a brisa, alguém zombava dela, mas ela não se importava.
—Parece que você não mudou nada... – essa voz era tão familiar, que lhe dava calafrios, sua mente deve ter entrado em choque. – Continua o mesmo bebê choram... Priminha.
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