Girls in Black
14 We have to leave him.
Notas iniciais
desculpem a demora... bem, aí está ^^
Quando a viu, a loira revirou os olhos.— Meu pai, que susto. — ela disse. — O quê estava fazendo em baixo da mesa? Mari levantou e respirou fundo, se sentindo aliviada.— Desculpe, pensei que fossem outras pessoas. — ela respondeu. — O quê a Millan está fazendo aqui? — Ah, ela quis vir. — Ashley respondeu. — Não sei como Thomas deixou.Millan parecia estar com muito medo. Sua pupila estava dilatada, ela estava se abraçando e tinha o olhar desconfiado. Mas apesar disso, ela tinha vindo, por escolha dela.— Agora vamos sair. — ela disse — Rafael está ficando sem ideias para o discurso. Denise assentiu com a cabeça e as três saíram.— Por que estão aqui? — Denise perguntou de repente. — Achei que fosse apenas trabalho meu e de Rafael.Quando Ashley viu que já não tinha ninguém por perto ela chegou perto de Denise.— Queria ter certeza que vocês não fossem estragar tudo. — ela respondeu. Elas continuaram a andar até que avistaram uma porta. Ashley abriu, e descobriram que aquela era a saída. Antes que entrassem naquela porta e sumissem daquele local, Denise se lembrou:— E o Rafael?Ashley revirou os olhos, como se já esperasse essa pergunta.— Eles decobriram que viemos aqui. — ela murmurou. Denise franziu o cenho, não compreendendo.— Provavelmente pegaram ele. É muito arriscado irmos até lá buscar ele.Denise olhou espantada para ela. — Eu sinto muito. Agora vamos. — ela disse, sem paciência. — Não sente, não. — Ela respondeu, se afastando da porta.Ashley revirou os olhos pela décima vez naquele dia e bufou.— Ah, por favor. Você mal conhece esse garoto. — Talvez não. Mas não deixaria ele para trás. — ela respondeu, andando em direção oposta da porta.— Você que sabe então. — Ashley deu de ombros. — Sabia que você era idiota.♤Mari abriu os olhos, esperando ver Ashley, mas um homem branco, já com uns cinquenta anos estava parado a encarando.— Por que vocês fazem a vítima desmaiar toda hora? Qual é a necessidade? — ela perguntou, sentindo-se cansada.Ele abriu um sorriso e disse:— É uma boa pergunta, Mari. Mas agora, quem fará as perguntas sou eu. Tudo bem? — ele perguntou, colocando um óculos.— Me diga o seu nome completo. — ele pediu.— Mari Evans Miller. — ela respondeu. — E o seu? Apesar de não ter sido apropriado, o homem sorriu e respondeu:— Sou o Doutor David. Agora me fale sua idade. — Tenho 15 anos. — ela respondeu, evitando fazer outra pergunta.— Você tem ideia do motivo de estar aqui, senhorita Evans? — ele perguntou, pegando um vidrinho ao lado dele.Mari negou com a cabeça, o olhando, desconfiada.— Por que você me faz perguntas que já sabe a resposta? — ela perguntou, agoniada.Doutor David tinha pegado uma seringa, ao lado dele também. Ele riu e colocou o líquido do vidrinho na seringa.— Sua idade e seu nome não são as únicas coisas que sabemos sobre a senhorita. Também sabemos que seu sistema imunológico é forte. — ele respondeu, se aproximando dela que teve o impulso de recuar.— Vão me usar como cobaia? — ela perguntou. — Para quê? — ela murmurou baixinho, pois ele já havia enfiado a seringa no seu pescoço. David não respondeu sua pergunta, ele apenas ficou parado em frente à ela, observando suas reações.♤Lucas estava sentado na sua cama, bebendo um chocolate quente que agora, já estava frio. Ele estava pensando há horas o que fazer. Agora, Mari estava correndo perigo por sua causa. Pensando nisso, ele suspirou, tomando mais um gole daquele chocolate quente.Colocou a caneca na mesa, e pegou um porta retrato na mesma. Passou o dedo levemente naquela foto antiga. Sentiu como se tivessem esmagando o seu coração. Ele sempre sentia isso. Era uma foto de sua mãe sorrindo. "Ela não estaria orgulhosa de você", ele pensou. "Ao contrário, estaria horrorizada." Ele conteve as lágrimas, mas a raiva corria em suas veias. Colocou o porta retratos na mesa e foi até o seu armário. Decidido, colocou um casaco e um tênis. Iria salvar Mari e Denise, nem que isso fosse a última coisa que ele fizesse.
Notas finais
obg por ler!
Fale com o autor