Notas iniciais
Aviso: Cenas meia hots u.u

A morena batia a sua caneta na mesa repetidamente, estava cansada de ficar sem fazer nada e ver todos se dando bem, vamos dizer assim.

Suspirou pesado e fechou seus olhos, ficou imaginando as mãos dele em sua cintura, seus lábios roçando em seu pescoço, sua respiração a arrepiando... Espera, ela estava se arrepiando e estava sentido aquilo tudo. Rapidamente pulou da cadeira olhando Gabriel que sorria malicioso.

— Estava pensando em mim? – ele chegou mais perto a pegando novamente pela cintura, puxando com força. Ele estava precisando sentir o calor daquela morena que invadia seus sonhos à noite.

— Quem disse? – ela rolou seus olhos e começou a mexer em seus óculos impaciente. Ele sorriu divertido.

— Eu! – ele fitou aqueles olhos castanhos que estavam mais brilhantes naquela noite. Ele a imprensou contra a mesa que balançou derrubando as canetas. — Eu sei que pensa em mim a cada hora que esta neste escritório, eu sei que sonha comigo, eu sei que você me deseja, eu sei que você me ama – ele sussurrava em seu ouvido. A morena não raciocinava, ela não conseguia falar. Sua respiração estava descompassada com tanta pouca distância daquele corpo tão quente. Ela suspirou fundo.

— Eu não Gabriel, você fumou o que? A Izza te deu o que? – ela falou da forma mais gélida que havia conseguido, nem ela soube de onde arranjou aquele tom. Ele fechou seus olhos e riu abafado em sua orelha, fazendo com que todos seus pelos se erriçassem,

— Suas palavras tão duras, mas parece que seu corpo não quer aceita-las, Hoehene – ele sussurrou sensualmente passando seus dedos sobre os pelos arrepiados. — Tão linda, tão minha. Por mais que você fugisse de mim, não vai conseguir reprimir suas reações Flávia, você sempre tentou dizer que não simplesmente com o cérebro. Sempre negou esse nosso amor por que sempre achou errado, você só esqueceu-se de avisar seu coração que ele não me pertencia mais, Hoehene. – ele a olhou docemente e ela corou com aquele olhar. Seu corpo todo tentava reagir, até que conseguiu empurrar ele um pouco mais longe e viu seu olhar ficar triste.

— Desculpe Gabriel, desculpe mesmo. Mas eu não posso gostar de você, a gente é só meu colega, já tive tantas experiências com isso e não deu certo. Não quero eu machucada e nem você – ela suspirou negando com a cabeça olhando para o chão.

Um silêncio tortuoso se instalou naquela sala, aquele silêncio que você grita e ninguém ouve. Naquele aonde você quer ficar refugiado e não deixar ninguém ver as lágrimas, a tristeza, o sangue pingando no carpete de seu coração ferido. O silêncio tenta gritar o que sentimos ou o que queremos dizer, só que ficamos tão orgulhosos por si que esquecemos que aquilo se torna uma tortura insuportável. E Gabriel quebrou aquele silêncio com um suspiro pesado e lento.

— Lá vem você aquele papo novamente. Estou cansado disso Flávia, essa é a última vez que tento – ele a olhou novamente e ela ainda olhava para o chão tentando raciocinar, virou de costas e começou a andar lentamente para porta. O coração de Flávia começou a bater mais forte, começou a sentir uma dor imensa em seu coração, lágrimas começavam a descer pelo seu rosto alvo, correu até ele e o abraçou por trás.

— Não vá não me deixe. Eu preciso de você – ele se virou e ela pode ver as lágrimas que desciam por aquele rosto perfeito, ela começou a chorar mais ao ver o quanto estava o magoando, o quanto estava magoando até si mesma. Sua mão tremula foi até ao rosto dele e as limpou, ela deu um sorriso triste e ele ainda estava parado.

— Me diga por que não tenho que ir embora, me diga. – ele a fitou e ela o soltou, olhando para o chão.

— Por que você é meu Gabriel – ela sussurrou. Ele se aproximou erguendo o rosto dela até poder ver aqueles olhos que o tanto fascinava.

— Só isso? Tem certeza? – seus olhos brilhavam de expectativa e ela havia percebido isso. Era o mais adorava nele, aquele brilho que só ela percebia.

— Você é meu Gabriel, de mais ninguém. Eu... – ela fez uma pausa quando viu o sorriso dele e ficou estática, ele mexia tanto com ela. Ela odiava isso, mas não era hora de dizer aquilo.

— Eu? – ele a incentivou e limpou as últimas lágrimas de seus olhos.

— Eu te amo Gabriel. – ele alargou seu sorriso. Ele esperou muitos anos para ouvir aquelas palavras sair dos doces lábios daquela morena. Ele sabia o gosto de seus lábios e era um vicio para ele, depois de tanto tempo ele ainda sente o gosto daqueles lábios carnudos.

— Eu também me amo – ele brincou e ela bateu em seu peitoral rindo. Ele era um idiota, mas era dela e de mais ninguém.

— Idiota – ela resmungou e ele lhe deu um selinho.

— Sei que me ama – ele bagunçou seus cabelos se exibindo e Flávia rolou seus olhos.

— Agora vai ficar convencido – ela disse entre os dentes e ele riu dando de ombros.

— Vou mesmo, vai ter que aturar – ele sussurrou a prensando novamente na mesa e ela deu um gemido abafado ao o sentir apertar sua nadega.

— Gabriel – ela suspirou. Era um suspiro de prazer, um suspiro de alegria.

— Hm – ele resmungou entre os beijos molhados que depositava em seu pescoço. Ela mordeu seus lábios e apertou a mesa. Ele a enlouquecia.

— P-para – ela gemeu de novo, agora ele roçava sua parte intima em suas coxas próxima á sua intimidade.

— Acho que não – ele riu e mordeu seu pescoço, as mãos de Flávia foram para ao cabelo dele e dava leves puxões.

— Minha vez – ela sussurrou e puxou seu rosto, beijaram-lhe ferozmente, suas línguas travavam uma batalha, ele apertava sua cintura e ela puxava mais seus cabelos. Suas mãos desceram até a barra da camisa dele, até ela a colocar por dentro da camisa dele, suas unhas grandes arranhavam seu abdômen e os gemidos que ele soltava era abafado pelo lábio urgente de Flávia. Até se separarem, por que o maldito ar lhes faltava.

— Safada – ele riu e desceu sua mão até a intimidade de Flávia que suspirou fundo tentando recuperar o ar perdido. Ele começou a acariciar e ela cravou suas unhas em seu abdômen e ele a beijou, entre o beijo ele aumentava o ritmo e ela acariciava sua intimo por cima da calça, ambos não aguentavam mais as provocações. Ele parou o beijo a jogando em cima da mesa, tudo voava da mesa, ele tirou sua saia e arrancou sua calcinha com a boca, começou a lamber sua intimidade, Flávia agarrava em seus cabelos o fazendo aumentar o ritmo. Até que a porta se abriu, a morena de cabelos curtos arregalou seus olhos e logo após sorriu maliciosa.

— Desculpe atrapalhar – e ela saiu dali deixando Flávia e Gabriel morrendo de vergonha. Mas isso não impediu que o clima voltasse.

“Não se impeça de ser feliz, isso pode fazer você sofrer e perder o prazer da vida”.

Notas finais
Sim, podem matar a Espagueti -n