Gin e Rangiku, um amor sem escalas.

5 Capítulo 5 - O aniversário de Rangiku


Faz cinco meses que eu e Rangiku nos tornamos fukutaichous. Hoje é aniversário de Rangiku. Irei encontra-la em um bar nos arredores de Rukongai.

Saio de meu dormitório. Uso shunpo para chegar mais rápido no bar. Ao adentrar nele vejo Rangiku e Kira acenando para mim. Hitsugaya, Abarai, Hisagi e Hinamori estavam lá também. Ando calmamente até eles e me sento do lado de Rangiku.

–Olá. -Disse eu.

–Olá. -Disse Kira, Hisagi e Hinamori.

–Então, o que pediram? -Perguntei.

–Dangos, cebola frita, onigiri três garrafas de sakê. -Respondeu Abarai.

–Três garrafas? Quem terminou o relacionamento? -Perguntei sorrindo sarcasticamente.

–Ninguém, a Rangiku-san que teve a ideia de fazer uma competição de quem bebe mais rápido e insistiu para eu, Abarai-kun e Hisagi-kun participarmos. -Disse Kira.

–Deveria ter chamado o Kyouraku Taichou. -Disse eu.

–Seria uma boa ideia, mas agora não dá mais para chamar. -Disse Kira.

–Uma pena. -Disse Rangiku.

A comida chega e o sakê chegam.

–Itadakimasu! -Disseram todos juntos começando a pegar a comida.

–Tanto tempo que não saio para ir comer fora. -Disse Rangiku.

–Idem. -Disse eu.

–Deveríamos fazer isso mais vezes. -Disse Kira.

–Verdade Kira-kun. -Concordou Hinamori.

–Coma mais Hitsugaya-kun, você tem que comer bastante para crescer e ficar da minha altura, hihihi. -Disse eu ao ver que o Hitsugaya mal tocava na comida.

–Verdade Toushiro-kun, coma mais. -Disse Hinamori.

–Você também ainda tem que crescer bastante Hinamori! -Disse Hitsugaya com raiva.

–Vamos fazer a competição? -Pergunto a todos ao ver que todos acabaram de comer.

–Vamos! -Concordou Rangiku animada.

–Quando eu disser já vocês começam. -Disse eu entregando as garrafas de sakê na mão de Rangiku, Kira, Abarai e Hisagi. -Já!

Todos começam a beber o mais rápido possível. Em meia hora aproximadamente Rangiku acaba, enquanto Kira, Hisagi e Abarai desmaiaram por beber muito. Rangiku estava falando nada com nada.

–Bem, eu irei indo. -Disse eu me levantando e levantando Rangiku a apoiando em meus ombros. -Até mais.

Que paguem os bêbados, hihihi. Uso meu shunpo para chegar em meu dormitório. Ao entrar nele eu fecho as portas e corro com Rangiku para o banheiro e começo a despi-la.

–Gin seu danadinho. -Disse Rangiku.

–Ora ora. -Suspiro enquanto levo para dentro do box da banheira e começo a encher com água morna.

Não fique excitado! Lembre-se ela está bêbada. Pego o sabonete e começo a ensaboa-la tentando não toca-la muito.

–Iup. -Rangiku pega no haori de meu kimono e me puxa para dentro da banheira. Caio em cima dela, quase afundando a cabeça dela de baixo d'água.

–Arf, arf. Agora estou todo molhado. -Disse eu.

–Awn. -Geme Rangiku.

Ao perceber, vejo que eu estava com o joelho no meio das pernas dela, tocando em sua vagina, e então retiro rapidamente o joelho de lá, e começo a me levantar.

Rangiku segura em meu haori.

–Gin... -Rangiku começa a corar. -me beije.

–Não posso. -Disse eu sério, soltando a mão dela de meu haori.

Se ela continuar eu não sei se vou aguentar.

–Por favor. -Insiste Rangiku pegando em minhas mãos.

Não estou conseguindo controlar meu instinto. Levo meu rosto para mais próximo do dela e a beijo. Sua língua está dançando com a minha, em uma sintonia diferente de todas as danças que já dancei com ela.

Ao terminar de beija-la, me levanto.

–Gin, não me deixe. -Disse ela começando a chorar.

–Não irei Rangiku. -Disse eu começando a me despir. Jogo meu kimono em cima da pia.

–Vamos. -A ajudo a se levantar da banheira.

–Para onde vamos? -Pergunto Rangiku.

–Vamos nos deitar. -Respondo a ela.

–Me leva no colo Gin. -Disse Rangiku.

Ela está infantil, será que o efeito do álcool irá passar logo? Bem... já faz praticamente 45 minutos que ela bebeu.

–Está bem -Viro-me de costas para ela e me agacho. -sobe.

Rangiku sobe em minhas costas. Seguro bem em suas coxas e saio da banheira, caminhando até o quarto. A deito no futon. Preciso sair de perto dela logo.

Ando até o armário e pego um roupão e visto ele.

–Fique aqui. -Disse eu, caminhando até a entrada do dormitório e pegando na mesinha uma jarra com chá verde e coloco em um copo limpo que estava na mesinha. Volto para o quarto com o chá.

–Beba. -Sento-me no futon e dou o chá para ela.

–Obrigado. -Disse Rangiku bebendo de gole em gole o chá. -Gin, seu chá é muito bom.

–Que bom que acha isso. -Disse eu.

Pelo menos alguém gosta da quantidade de açúcar que eu coloco nele.

–Terminei. -Disse Rangiku colocando o copo no chão, fora do futon.

–Vou te fazer uma massagem, deite de costas. -Disse eu.

Rangiku se deita de costas e fecha os olhos. Subo em cima dela e começo a fazer pressão nas costas dela, assim estalando as costas dela. Logo depois eu começo a fazer massagem.

–Gin... -Disse Rangiku, não mais falando como uma bêbada.

–Oi? -Pergunto eu.

–Me beija. -Disse Rangiku séria.

–Hm, antes deixe-me fazer algo. -Disse eu sorrindo.

–O que? -Perguntou Rangiku.

–Uma coisa. -Respondi.

–Mas o que é? -Pergunto Rangiku.

–Você não confia em mim? -Pergunto eu.

Rangiku se cala e logo depois responde.

–Confio.

–Então pronto, não diga mais nada. -Disse eu começando a dar lambidas em sua costa até chegar no pescoço. Rangiku se arrepia. -Isso é bom?

–Cala a boca. -Disse Rangiku, corada.

Viro o rosto dela para mim e dou uma lambida em seus lábios, e logo depois a beijo.

A pele dela tem um gosto tão doce, seus lábios, a maciez da pele é tão relaxante.

–Gin seu idiota. -Disse Rangiku com vergonha.

Levanto-me um pouco de cima dela e a viro de frente e logo volto a ficar em cima dela.

–Não Gin. -Disse Rangiku.

–Se doer eu tiro. -Disse eu. Realmente não estou aguentando mais.

–Não Gin! -Insistiu Rangiku.

–Está bem, está bem. -Disse eu saindo de cima dela e me deito do lado dela. Tenho que aguentar, se eu fizer ela nunca irá me perdoar. -Durma um pouco, você deve estar cansada.

–Não vá fazer nada. -Disse Rangiku.

–Está bem, ficarei apenas aqui do seu lado. -Disse eu começando a fazer carinho na cabeça dela. -Bom sonhos.

–Obrigado. -Rangiku fecha os olhos.

Levanto da cama e ando até o armário da cômoda, abro ele e pego uma caixinha e a abro. Retiro o colar de dentro dela e volto para o futon. Coloco delicadamente para não acorda-la em seu pescoço.