Gin e Rangiku, um amor sem escalas.
6 Capítulo 6 - O dia em que Gin se torna Taichou
Cinco meses depois, quando todos os shinigamis que foram fazer teste para taichou do segundo esquadrão não passaram Aizen me indicou e eu passei no teste.
Hoje é meu aniversário. Um dia depois de que me torno taichou. Como não tinha muita coisa em meu dormitório do quinto esquadrão consegui mudar tudo para o novo ainda ontem. Talvez seja coincidência, ou não. Torno Kira-kun meu fukutaichou, e Aizen me substitui pela Hinamori.
Enquanto me arrumo para sair ouço alguém bater na porta. Coloco meu roupão e ando até ela e a abro.
–Rangiku! -Disse eu surpreso.
–Gin. -Disse Rangiku pulando para me abraçar. -Parabéns!
–Aaah, obrigada Rangiku. -Disse eu sorrindo.
–O que você quer de presente? Eu ainda não comprei... não sei o que você gostaria de ganhar. -Disse Rangiku envergonhada.
–Não precisa comprar nada. -Disse eu.
–Então o que você quer? -Perguntou Rangiku.
–Fique comigo por um dia inteiro. -Disse eu sério.
–Mas e o trabalho como taichou? -Pergunto Rangiku preocupada.
–Depois eu dou um jeito. -Disse eu fechando o sorriso.
–Gin, eu não acho uma boa ideia. -Disse Rangiku.
–Não me importo se você acha ou não uma boa ideia, só quero que você passe um dia comigo. -Disse eu.
–Não tenho outra alternativa, né? -Pergunto Rangiku.
–Não. -Respondi.
–Está bem. -Disse Rangiku fechando a porta.
–Vamos comer, comer muito e tomar sakê. -Disse eu apontando para a mesinha cheia de chocolates, caquis secos, e sakês que ganhei de aniversário e de parabenização por ter me tornado taichou.
Andamos até a mesa e nos sentamos no tatami. Pego um bombom e abro.
–Abre a boca, Rangiku. -Disse eu.
–Abre você também, Gin. -Disse Rangiku pegando um bombom e o abrindo. -Vamos juntos.
Abro a minha boca e Rangiku abre a dela. Levo o bombom que está na minha mão até a boca dela e ela faz o mesmo. Mordemos o bombom.
–Hm. -Suspira Rangiku.
Termino de comer o bombom. Abro meus olhos.
–Rangiku, o lado esquerdo de sua boca está suja. -Disse eu.
–Aah. -Rangiku passa o dedo indicador na parte esquerda da boca, limpando o recheio. Ergo minha cabeça o mais próximo de seu dedo e o lambo.
–Ei. -Disse Rangiku.
–Você está usando o colar que eu te dei. -Disse eu sorrindo. Que bom que ela gostou.
–S-S-Sim! Claro que sim... -Disse Rangiku envergonhada.
–Que bom. -Disse eu.
Pego o sakê e o abro.
–Um brinde. -Dou o primeiro gole e entrego para Rangiku.
–Um brinde. -Rangiku dá um gole.
Ficamos quietos por um momento. Rangiku se joga para cima de mim e abre o meu roupão.
–Rangiku, você parece uma gata pedindo carinho. -Disse eu fazendo carinho em sua cabeça.
–Shh. -Rangiku me beija. Sinto o doce do bombom misturado com sakê em sua boca. Faço movimentos giratórios com minha língua na dela.
–Se continuar não irei me segurar, principalmente por quê você não está bêbada. -Disse eu a ela.
–Não precisa. -Disse Rangiku corada.
–Está bem então. -Me sento no tatami, a sentando em cima de mim. -Serei o mais gentil possível.
Rangiku olha para baixo e começa a segurar em meu roupão. Entendo que ela está com vergonha, eu também estou, um pouco.
Desamarro o laço da calça do kimono dela e a deito, começo a retirar a calça e a jogo para um pouco longe de nós.
–Farei você ficar feliz. -Disse eu pegando o sakê e jogando um pouco sobre o corpo todo dela.
Começo a beijar e lamber a perna dela, dou leve mordidinhas. Rangiku segura forte no tatami.
–G-Gin. -Rangiku geme baixinho.
–Está gostando? -Pergunto sorrindo sarcasticamente.
Rangiku não responde, ela apenas cora mais ainda.
–Considerarei como um sim. -Disse eu descendo minha cabeça das pernas dela e indo para a barriga. Abro o haori dela e começo a lamber a barriga dela enquanto acaricio os seus seios, os massageando.
–Awn, Gin, f-faz cócegas, m-mas é tão b-bom. -Disse Rangiku em um gemido misturado com risada.
–Rangiku, que gemido é esse? -Pergunto começando a rir.
–Culpa sua. -Disse Rangiku.
–Dessa vez eu admito. -Disse eu.
Seu corpo é tão belo, macio, e delicioso. Estou ficando cada vez mais exitado.
Levo meu rosto aos seios dela e começo a dar leves mordidas e lambidas em seu bico.
–Gin! -Rangiku geme colocando as mãos em meus cabelos e o segurando.
Pego a garrafa e sakê e bebo um pouco. Levo meu rosto até o dela e a beijo. Despejo o sakê em sua boca. Rangiku engole o sakê.
–Rangiku, feche os olhos e relaxe. -Disse eu segurando nas mãos de Rangiku.
–Vá devagar. -Disse Rangiku fechando os olhos.
–Se doer me avise -Disse eu colocando a cabecinha de meu pênis na entrada da vagina. Rangiku geme. -está doendo?
–Não. -Respondeu Rangiku.
–Agora vai. -Disse eu a beijando. Coloco meu pênis lentamente dentro de sua vagina. Rangiku aperta minha mão com força, cravando suas unhas nela.
É tão quente, tão apertada, tão macia.
–Calma Rangiku. -Disse eu começando a beijar seu pescoço.
–G-G-Gin. -Geme Rangiku.
Seus gemidos são tão doces e suaves.
–Já vai passar. -Disse eu começando a fazer movimentos "vai e vem". Rangiku cruza as pernas em meu quadril. -Está passando?
–N-Não m-m-muito. -Disse Rangiku em gemidos.
–Compartilhe então comigo. -Solto as mãos delas e agacho minhas costas um pouco mais. -Segure minhas costas e arranhe o quanto quiser, me morda, faça o que quiser enquanto não passar a dor totalmente.
–Gin... -Murmurou Rangiku segurando com força em minhas costas. Ela me beija, morde meus lábios com força.
–Oh -Suspiro começando a fazer carinho na cabeça de Rangiku. -Calma.
–Como posso estar calma? -Pergunto Rangiku.
–Eu te acalmarei. -Coloco minhas mãos no seios dela e começo a aperta-los de fraco. Rangiku se arrepia. -Então você gosta disso?
Rangiku arranha minhas costas.
–G-Gin, n-não pare. -Disse Rangiku em gemidos.
–Está bem, lhe darei o máximo de prazer. -Disse eu começando a fazer os movimentos "vai e vem" mais rápido. Rangiku começa a querer gemer mais alto, a calo com um beijo.
Não estou conseguindo aguentar mais tanto.
–Rangiku, dentro ou fora? -Pergunto ofegante.
–Fora. -Disse Rangiku.
–Antes, você primeiro. -Disse eu começando a acelerar ainda mais o movimento "vai e vem", fazendo Rangiku apertar minhas costas com força.
–E-E-Está saindo. -Disse Rangiku ofegante e em gemidos.
Rangiku tem um orgasmo. Sinto o quente dele em meu pênis e então meu pênis de dentro da vagina dela. Sem conseguir aguentar ejaculo no tatami. Deito-me do lado dela, perto da mesinha.
Pego uma barra de chocolate amargo com castanhas e o abro, que era o que estava mais perto de mim. A abro, quebrando-a ao meio e dou a Rangiku.
–Descanse um pouco. -Disse eu colocando a barra do lado dela e me levantando. Ando até o armário e pego um pano da terceira gaveta dele. Passo sobre a parte que eu sujei, do tatami.
–Vamos tomar um banho. -Disse eu colocando o pano na mesa e me agachando a pegando no colo e a levando para o banheiro.
Entro junto com ela na banheira, e a sento entre minhas penas. Ligo o chuveiro com água morna, que começa a encher a banheira. Deito as costas de Rangiku em meu peitoral.
–Vou te ajudar a terminar de comer esse chocolate. -Disse eu dando uma mordida no ultimo gomo que estava na mão dela.
–Gin! -Disse ela fazendo cara feia.
Começo a rir, logo depois ela também começa.
Eu a abraço.
–Vamos aproveitar o momento. -Disse eu.
–Sim, vamos. -Rangiku fecha os olhos e começA a cochilar.
–Eu te amo. -Sussurro bem baixinho.
–Eu também. -Sussurra Rangiku.
Por um momento me espanto, meu coração acelera, e então respiro fundo e relaxo. Levanto-me da banheira e a pego no colo a levando do banheiro para o futon.
Pego uma toalha e começo a enxuga-la delicadamente enquanto faço massagem em seu corpo. Ao terminar caminho até o banheiro, me seco, e estendo a toalha em cima da cortina da banheira. Volto para o quarto e me deito no futon, do lado dela. Nos cubro. A abraço. Dou leve mordiscadas em seus ombros. Beijo-a e acaricio-a até cair no sono.
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