Ghosts Also Love
4 Aviso da Morte
Notas iniciais
Zemt, aqui é a Baah, depois de 4585283965 anos .-.
o capitulo ficou pequeno denovo ;-;
mil perdoes >:
o capitulo ficou pequeno denovo ;-;
mil perdoes >:
Eu pedalava pelas ruas de Coventry com um pouco de indignação, se a morte fez uma “brincadeirinha” em uma noite de halloween, quem garante que não tenha feito outras?
Pobre das mulheres que foram mortas sobre a acusação de bruxaria, quem garante que ainda não estavam vagando por ai procurando uma explicação para tudo isso? Cheguei à minha casa um pouco eufórico, deixei a bicicleta cor-de-rosa jogada mesmo, amanhã de manhã eu a arrumava. O meu grande plano era apenas atravessar a sala correndo e me jogar na minha cama, mas infelizmente eu me deparei com a minha mãe sentada na poltrona me encarando com um olhar feio. – Se divertindo altas horas da madrugada?– Eu apenas sai para tomar um ar fresco. – menti– Então por que quando eu fui lá fora não te vi?– Porque eu tava perto da arvore e provavelmente não alcançava a sua visão.– Certo, agora vai dormir – ela disse colocando a mão no rosto. Talvez estivesse decepcionada? Provavelmente sim. Comigo? Parecia que não. Fui para meu quarto sem olhar para trás e notei como a minha casa era pequena comparada à mansão dos Montgomery, era apenas eu, minha irmã e minha mãe. Não sei o que aconteceu com meu pai, nunca tive curiosidade para isso (o que é uma coisa estranha). Me joguei na cama e fiquei por ai mesmo. Nem troquei de roupa nem nada, apenas apaguei e não sonhei com absolutamente nada.~ Acordei com um raio de sol tocando meu rosto, esfreguei os olhos de sentei na cama, então me lembrei que hoje era uma plena segunda-feira e eu tinha que ir para escola. Eram 7h e eu tinha que estar na escola as oito, então eu apenas trocou de roupa e fui escovar os dentes. Na geladeira havia um bilhete da minha mãe:“Levei Maya para o Balé, cuide da casa enquanto estivermos fora. beijinhos, mamãe” Bom, está bem... Ao me virar para voltar ao meu quarto, quase tive um infarto do coração. Seus grandes olhos âmbar estavam olhando para mim, apesar de que ela não tinha escolha, eu era a única coisa em seu campo de visão. Alison estava a menos de cinco cm de mim, então seu rosto pálido espantosamente começou a ficar vermelho idêntico a um tomate. Ela regrediu e automaticamente começou a falar:–O-o que eu estou fazendo aqui? – ela falou gaguejando um pouco.–Eu vou saber? Quase me matou do coração!–Perdão, não era a minha intenção. Para falar a verdade eu nem sei como vim parar aqui.–Talvez magia?– Mesmo sendo um fantasma não tenho contato com magia. – ela falou fazendo um bico.– Então uma obra do destino? – eu falei brincando– provavelmente – ela respondeu com um sorrisinho.–Ouvi dizer que fantasmas têm a aura elevada e por isso às vezes fazem coisas sem querer.– Tipo teletransporte? – Exato – falei com um ar de serio. Continuaríamos conversando a manhã todinha se a minha mãe não abrisse a porta da cozinha e se deparasse comigo e com Alison, o que ela iria fazer? Gritar? Dar-me uma bronca por ter uma garota em casa? –Oh, você já acordou? Que raridade. Só voltei porque esqueci minha bolsa – ela falou pegando a bolsa preta em cima da mesa – bem, até mais querido. – disse enquanto fechava a porta novamente. Eu esperei não escutar mais o barulho do seu salto alto andando pelo azulejo. Até que disse:– Ou ela simplesmente te ignorou ou não te...–... Viu. Ela não me viu.– Mas por quê? Antes que ela pudesse responder, um pequeno pedaço de papel caiu do meu teto. Foi muito estranho. Peguei-o e li o que estava escrito:“Querida Alison, e agora também Nicolas! Fico feliz que os dois tenham se conhecido e tal... Mas agora, a historia tem outro rumo.Infelizmente como há dois de vocês agora, terei de diminuir seu tempo. O limite agora é 2 anos. Isso mesmo! Se vocês não acharem um culpado logo, terei que matar Nicolas e Mandar Alison para o inferno. Essa historia já está indo longe demais.Com carinho, Morte.PS: Com o tempo, Alison vai desaparecendo. Então recomendo começarem logo!”– Agora eu estou envolvido nisso também? – falei um pouco bravo – E ela não pode nem nos dar uma dica? – outro papel caiu do teto: “ NÃO! ”–Só pode ser brincadeira. – Coloquei a mão no rosto.– Desculpe ter que te envolver nisso. – Alison falou enquanto sentava no chão e quase chorava.– Coventry não é uma cidade muito grande, em dois anos é o suficiente para achar o culpado. – falei enquanto a abraçava, ainda conseguia tocá-la – Não se preocupe.
Notas finais
O Nicolas não é fofo? :3
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