Get It Right

26 Glory Days


Notas iniciais
Então pessoas, esse é o último cap.
Acho que ninguém tá lendo, mas enfim, vou postar o último cap. só pra terminar a fic mesmo...

Chegamos à casa de Finn Hudson em poucos minutos. Nós entramos e ele nem precisou acender as luzes. Fazer sexo no escuro deveria ser bem melhor.
Finn me beijava intensamente, enquanto eu passava minhas mãos por dentro da sua blusa, só para sentir seu peitoral definido.
Ele jogou as chaves do carro em cima de alguma mesinha. Finn foi andando junto comigo e me deitou no sofá. Finn colou seu corpo no meu e senti seu membro ganhar vida.
Puxei-o pra perto do meu corpo e Finn começou a beijar meu pescoço. Eu já estava ficando excitada, então comecei a tirar a blusa dele. Sentei-me e tirei meu vestido e minhas roupas íntimas, me colocando bem perto de seu corpo. Ele tirou a calça e a cueca, e eu vi o seu membro, extremamente grande e grosso.
Ele me deitou no sofá e abriu as minhas pernas, colocando a língua de leve em meu órgão sexual e que me fazia delirar. Ele ia rápido com a língua e penetrava dois dedos em mim. Eu estava gemendo muito alto e isso o deixava louquinho. Levantei-me e comecei a pagar um boquete pra ele, fazendo-o gemer abafado, mas o suficiente pra eu saber que estava o satisfazendo.

Ele pegou e colocou uma camisinha que estava na minha bolsa – sim, sou uma garota moderna e ando sempre com camisinhas em minha bolsa – então ele me colocou de quatro e começou a penetrar em mim apenas com a cabecinha de seu membro, depois foi colocando tudo devagar. Ele começou a intensificar os movimentos, depois de uns minutos e isso me fazia gemer e ele também.
Gozamos juntos. Deitamos nos sofá já que estávamos suados e cansados.
Eu fechei meus olhos enquanto Finn acariciava meu rosto.
— Se não for pedir muito: fica comigo para sempre? — Finn perguntou depois de me dar um beijo na testa.
— Isso não é o pedir muito, é pedir o suficiente para me fazer feliz o resto da minha vida — eu disse sorrindo e abri os olhos.
Ele sorriu e eu dei um beijo calmo e apaixonado naqueles lábios suaves e macios que ele tinha.
— Faz carinho em mim, até eu pegar no sono? — Perguntei fazendo beicinho.
— É claro meu dengo — ele disse ainda sorrindo.
Eu fechei meus olhos e Finn ficou acariciando meus cabelos e meu rosto.

Acordei com o sol quente entrando pela janela da casa de Finn. Antes de abrir os olhos, me espreguicei. Abri os meus olhos e Finn não estava ao meu lado. Eu estava em uma cama. Provavelmente Finn tinha me carregado até o quarto dele.
Ouvi o barulho de alguém subindo as escadas, com certeza era Finn.

Alguém abriu a porta. Era o meu namorado com um sorriso enorme no rosto.
— Bom dia minha pequena — ele disse carinhosamente e me deu um selinho demorado.
— Bom dia meu amor — falei após o beijo.
— Dormiu bem? — Ele perguntou se sentando na cama.
— Muito bem — falei sorrindo. — Mas como eu cheguei até aqui?
— Eu te trouxe no colo — Finn disse envergonhado.
— Que romântico — eu disse com os olhos brilhando.
Finn só ficou ainda mais vermelho. Soltei uma risadinha.
— O que foi? — Ele questionou olhando para mim.
— Você fica tão fofo com vergonha — eu disse sorrindo.
Finn deu um sorriso de canto de boca.
— Eu já venho amor — ele disse dando mais um selinho e saindo rapidamente do quarto, sem me deixar o perguntar o que ele iria fazer.
Ok, eu fiquei extremamente curiosa agora. O que será que Finn iria fazer? Eu hein.
Depois de alguns minutos ouvi mais barulhos de alguém subindo as escadas. Tentei não mostrar meu nervosismo e por isso parei de roer as unhas.
Ele entrou no quarto com uma bandeja recheada de comidas. Finn sentou-se ao meu lado e apoiou a bandeja na cama.
— Nosso café da manhã — ele disse sorrindo.

— Não precisava amor, eu tenho duas pernas e posso muito bem descer e ir até a cozinha tomar meu café da manhã — eu disse olhando-o.
— Então vai fazer a desfeita de não comer junto comigo esse café da manhã que eu fiz com tanto carinho? — Finn disse fazendo biquinho.
— É claro que eu vou meu amor — eu falei sorrindo.
Nós ficamos ali na cama comendo, brincando e conversando. Depois que terminamos de tomar nosso café da manhã, Finn se levantou, colocou a bandeja em cima da mesinha de cabeceira. Ele foi até seu próprio armário, o revirou todinho e fez eu sei lá o que, pois não dava para ver direito por causa das roupas.
Eu me levantei e fui para o banheiro, pois precisa urgentemente urinar.
Quando saí do banheiro, encontrei Finn sentado na cama, sorrindo de orelha a orelha.
Será que essa felicidade toda era porque eu estava ali junto com ele? Espero que sim.
— Vem cá — Finn disse me chamando com a mão.
Eu obedeci e fui me sentar ao lado dele. Finn deitou e eu aproveitei a situação para poder deitar em seu peitoral.
— Quer ouvir uma piada? — Ele perguntou sério.
— Quero — eu ri de olhos fechados.
— Toc-Toc — Finn disse rindo também.
— Quem é?
— Casa — ele respondeu.
— Casa quem? — Perguntei abrindo os olhos e vi que Finn estava me fitando.
— Casa comigo?

Fiquei de boca aberta, eu não tinha reação nenhuma, pois não sabia se aquele pedido era de brincadeira, ou se era real.
— Sabe, eu te quero — Finn disse me surpreendendo. — Eu te quero só pra mim, eu te quero pra sempre — ele fez uma pausa e me olhou nos olhos. — Por isso eu quero que você seja minha esposa. Rachel, você aceita se casar comigo? — Ele perguntou novamente e tirou uma caixinha de dentro do bolso da calça. Dentro dessa caixinha havia um anel lindo.
— Vo-vo-c-c-ê — não gagueja Rachel, que saco. — Você está me pedindo em casamento? — Eu perguntei arregalando os olhos de surpresa.
— Sim.
— Eu aceito — falei sem pensar duas vezes.
Finn ficou boquiaberto. Acho que ele estava mais surpreso que eu.
A minha ficha ainda não tinha caído... Eu iria me casar com Finn Hudson, o grande amor da minha vida! Ô céus, isso é mesmo realidade? Belisquem-me, por favor.
Finn veio de mancinho até mim e me deu um beijo apaixonado. Ficamos nos beijando até que todo o ar de nossos pulmões tivesse acabando.
— Mas e o que nossos pais vão achar de tudo isso? — Perguntei me deitando novamente em seu peitoral.

— Dane-se o que eles vão pensar, pois a felicidade vai ser nossa Rach — ele disse me dando um beijo na testa. — Para nós ficarmos juntos para sempre, eu enfrento qualquer barreira ao seu lado.

Segunda-feira.
Acordei com uma alegria sem fim. Eu estava noiva! E o melhor de tudo: meus pais tinham aceitado o casamento, mas tudo bem que os pais de Finn implicaram bastante com a notícia, mas ao final, acabaram cedendo e aceitando que nós nos amávamos e iríamos nos casar com ou sem a permissão de nossos pais.
Senti meu estômago revirar. Acho que eu estava com fome.
Fui para a cozinha e peguei uma fruta. Dei a primeira mordida e engoli normalmente. Quando eu ia dar a segunda mordida, senti o primeiro pedaço da fruta subir por minha garganta.
Eu iria vomitar.
Fui correndo para o banheiro e coloquei tudo o que eu tinha comido e o que eu não tinha comido para fora. Meus pais ouviram e foram correndo ver o que tinha acontecido comigo.

— O que você tem filha? — Eles perguntaram juntos.
Se a situação não fosse tão ruim para mim, eu até teria rido por eles terem falados juntos.
— Eu acho que estou com alguma virose — falei sentindo de novo que iria vomitar.
Virei-me em direção a privada e coloquei tudo pra fora novamente.
— É melhor você ir ao hospital para ver o que você tem meu anjo — disse minha “mãe” vindo em minha direção e amarrando meus cabelos.
— Vou pegar as chaves do carro — disse meu pai saindo correndo do banheiro.
— Vem, levante-se — minha “mãe” me ajudou a levantar.
Fomos caminhando até o carro.
Chegamos ao hospital rapidamente, pois meu pai estava com pressa. Na verdade, ele estava preocupado, caso eu piorasse ou vomitasse em seu carro.
Entramos no hospital e fomos atendidos rapidamente, já que meu pai tinha feito um escândalo.
Fui levada para o quarto de hospital. O médico me deu um sedativo e eu adormeci, enquanto ele fazia vários exames em meu corpo.

Acordei com minha cabeça doendo. Até parecia que eu estava de ressaca, mas ressaca do que? Se eu fiquei o tempo todo no hospital e nem bebi nada.
Meus pais estavam ao meu lado, com uma expressão facial de muita preocupação.
— Rachel! — Minha “mãe” disse enquanto vinha me abraçar.

— Que bom que você acordou — disse meu pai me abraçando também.
Eu sorri. Era tão bom receber o apoio deles nesse momento tão ruim, que era eu estar doente e internada em um hospital.
— O médico descobriu o que eu tenho? — Perguntei quando eles pararam de me abraçar.
Os dois se entreolharam e quem me respondeu foi meu pai:
— Filha, você não está com nenhuma virose — ele dizia e percebi que estava nervoso. — Você está grávida Rachel.
GRÁVIDA?
Meu Deus. Eu ouvi direito? Eu estou grávida mesmo?
Ok, eu estou em choque, não tenho nem o que dizer sobre isso.
— I-s-ss-o-o e-é vê-r-d-a-de? — Perguntei gaguejando de medo.
Os dois assentiram.
— Ainda bem que Finn e você já vão se casar — minha “mãe” disse sorrindo.
— Mas, vocês aceitam isso? — Eu perguntei ainda em estado de choque.
— Sim filha, nós sempre vamos estar ao seu lado — meu pai disse me olhando e sorrindo.
Eu estava realmente grávida. Isso não era nenhuma brincadeira e nenhum tipo de joguinho sem graça.
Grávida.
Eu carregava uma criança dentro de meu ventre. Uma criança que foi fruto do meu amor com Finn Hudson.

— Preciso falar com Finn agora mesmo — eu disse quando a minha ficha caiu.
— Ele está lá fora esperando para entrar — disse meu pai. — Vou dizer para ele entrar.
Meus pais saíram do quarto de hospital e Finn entrou logo após que a porta foi fechada.
Ele entrou no quarto sorrindo, talvez ele já soubesse da novidade.
— Oi meu amor — ele disse me dando um beijo na testa.
— Oi Finn — eu disse sorrindo também.
— E aí, os médicos descobriram o que você tem?
Então ele não sabia o que eu tinha. Eu teria que contar a grande novidade para ele.
— Sim... — eu disse fazendo uma pausa.
— E o que é? — Ele perguntou curioso, mas ao mesmo tempo preocupado.
— Eu, eu... — as palavras não saiam da minha boca. — Eu estou grávida. — Olhei Finn. — Parabéns, você agora é papai.
Finn ficou de boca aberta.
— Isso é verdade Rachel? Ou é uma brincadeira da sua parte? — Ele estava sério demais.
— É verdade sim, amor — eu disse sorrindo.
— Mas isso é maravilho minha pequena — Finn sorria de orelha a orelha.
Finn veio até mim e me deu um abraço forte e um selinho rápido.
— E como vai ficar a NYADA? — Ele perguntou com receios.
— Eu desisti da NYADA, desisti por você e por nosso filho — falei colocando a mão na minha barriga e sorrindo.

— Eu te amo Rach, e vou estar ao seu lado pra sempre — Finn disse colocando a mão na minha barriga também.
— Seremos felizes juntos pra sempre — eu murmurei enquanto sorria.
Esse era o momento mais feliz da minha vida. E agora eu vejo o quanto valeu apena lutar por Finn Hudson, o grande amor da minha vida. Recebi duas coisas maravilhosas por esperar por ele.
Recebi um pedido de casamento e ainda estou grávida do amor da minha vida. Nós vamos ficar juntos para sempre e nada e nem ninguém vai nos separar. Nenhuma Quinn Fabray vai acabar com a minha vida novamente, pois eu me tornei forte e foi essa força que me deixou onde eu estou hoje. E eu estou ao lado de Finn, o meu noivo e com ele vou formar uma família linda.
E então, você aí, que leu a minha história de amor mal contada, nunca desista de seus sonhos ou do seu grande objetivo, porque pode ter certeza que o mundo dá muitas voltas e que a vida vai te recompensar se não desistires do que te faz feliz. E um bom exemplo disso, foi essa minha história com Finn Hudson.

F I M

Notas finais
Espero que tenham gostado da fic e tal *-*
Agradecimentos finais: Bom, primeiramente queria agradecer a Deus por ter me dado inspiração para escrever a fic. Queria agradecer pela minha melhor amiga que me mostrou a série Glee e por ter me ajudado na escrita da história. Queria agradecer muuuuuuuuito aos meus leitores lindos e maravilhosos que nunca me abandonaram e os que abandonaram também, porque querendo ou não, eles leram um pouco da fic.
Em fim, obrigada por ficarem me aturando, pois eu sei que sou uma chata. Obrigada por lerem a história até o final, mesmo que essa história não tenha ficado tão boa. Obrigada de coração por lerem a história, vocês são lindos demais cara, e eu amo a vida de cada um de vocês, seus liiiiiiiiiiiiiiiindos.
Obrigada, obrigada e obrigada gente ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!