Notas iniciais
GENTE BOA NOITE CHEGUEI COM UM CAPÍTULO QUE VAI ESTOURAR A BOCA DO BALÃO PORQUE ESTOROU O MEU CÉREBRO KKKKK Enfim, como esse capítulo ta quente demais e estou doidinha para que leiam eu só vou agradecer aos comentários de todas porque vocês sabem que eu agradeço sempre e agradecer ao Sans por ser tão FODA e ter feito o livro dele. E... CHEGAMOS A 15 FAVORITOS! o/ Sem mais delongas, vamos ao chapter! Beijocas da Tia Cherry ~

— Frisk minha criança… Podemos conversar? — Perguntou Toriel batendo na porta do quarto, ouvindo “sim” baixo a mulher logo abriu a porta e se virou a fechando, quando olhou para Frisk ela estava segurando um livro vermelho e grosso deitada na cama revirando as páginas, era um álbum de fotos.

— O que está olhando filha?

— O passado… Éramos felizes e não sabíamos, nós três. — Frisk falou apontando uma foto em que Toriel segurava em um ombro do Asriel e a outra mão segurava o ombro de Flowey, Asgore segurava somente nos ombros de Frisk e as três crianças seguravam flores amarelas, quem sorria especialmente era Asriel, Frisk tinha um risinho no rosto e Flowey estava dando um risinho olhando Asriel.

— Filha, mesmo que a família passe por diversas fronteiras eu acredito que vamos melhorar, seu irmão Flowey vai conseguir tirar o Asriel de lá.

— … Não sei mãe. Droga, a culpa é toda minha. — Frisk falava sentindo as lágrimas descerem pelo seu rosto e Toriel puxou ela para o abraço tampando o rosto no peitoral dela.

— Não se preocupe filha… A culpa não é sua, mas quero que faça algo que seu irmão Flowey pediu para você fazer no julgamento. — Toriel falou se soltando do abraço e olhando nos olhos de Frisk enquanto acariciava os cabelos castanhos dela.

— Negue.

— Negar?

— Sim, é só negar o que Sans acusou, ele saiu denunciando o seu irmão e Flowey me contou que você e Asriel tinham um relacionamento.

— … É…

— É por isso que você ia a Snowdin toda noite dizendo que não sabia? era para se encontrar com ele? — Toriel perguntou e Frisk bufou triste.

— Sim. É que… Eu sinto como se tivesse que proteger ele. Eu amo o Asriel, eu amo os sorrisos e quando ele… Ele me toca.

— Filha… Por que não nos falou disso? Tudo pareceu um… Um… estupro.

— Mas mãe, não é porque a gente tem um relacionamento que eu tenho sempre que me entregar a ele, posso negar não posso? Eu não sou submissa.

— O que?

— Isso mesmo, submissa. Que aceita de bandeja o que ele pede, diferente de você. Ah não, eu não sou assim.

— FRISK! — Toriel ficou em pé e Frisk também se levantou revoltada.

— Você reclama de eu esconder as coisas mas por que ainda nega? Você ama o Sans, ama ele e ainda assim continua casada com o papai, e quer saber por que? Quer que eu te diga na cara o por que? PORQUE VOCÊ É SUBMISSA, É MEDROSA E ESTÚPIDA. — Frisk sentiu receber um tapa na face direita vindo da Toriel que chorava enquanto via o rosto dela ficar virado para a esquerda e não se mover.

— … Por favor. Vamos esquecer essa conversa e… — Toriel se surpreendeu ouvindo uma risada fina vinda da Frisk que segurou onde ela recebeu o tapa.

— Filha? — Toriel chamou quando viu que Frisk se virou olhando a Toriel com um olhar frio.

— O Sans é meu.

— O que?

— O Sans é meu, O Asriel e o Flowey também. — Frisk falou começando a rir e Toriel com uma expressão negativa e se negando chorou mais ainda.

— Mas filha eu não amo…

— Mentira. — Frisk falou sorrindo friamente e ela então saiu andando passando pela Toriel e segurou na tranca da porta a abrindo, mas antes de sair se virou e sorriu de leve.

— Eu já ia negar que Asriel me estuprou Toriel. — Falou Chara sorrindo e saindo andando dali fechando a porta e deixando Toriel sozinha no quarto.

— Sans como está o Mett?

— Por mim ele já ia embora daqui, Alphys tem um medo de deixar ele ir embora e ter crise mas temos que as vezes deixar o passarinho voar não acha?

— Com certeza irmão. — Papyrus falava empolgado enquanto terminava de comer o Espaguete e Sans ria dele o vendo animado, desde que eles gravaram um vídeo juntos para o casamento da Alphys o humor do Papyrus havia se aumentando o triplo do que já era e por conta disso esse humor se passava para a comida, cada vez mais deliciosa e o empenho por terminar a faculdade e abrir o restaurante aumentou o triplo também.

— O Mettaton vai cantar todo dia no meu restaurante!

— Hey Bro, não acha que está sendo apressado? Nem se formou ainda!

— Me deixe sonhar Sans, eu o Grande Papyrus tenho certeza de que conseguirei fazer isso! Agora, eu estou indo dormir e espero você para me contar a continuação daquela história! — Papyrus falou saindo da mesa e caminhando até o quarto animado, Sans vendo que ele já tinha saído da sala de jantar tirou do casaco um pequeno envelope simples que estava direcionada a ele e que vinha de Hotland.

Aos meus adoráveis filhos Sans e Papyrus,

Como vocês tem estado? Espero que bem. Também estou ótimo passando um tempo em Hotland, apesar de que demorei bastante tempo para me acostumar com esse clima quente daqui mas, apesar disso eu achei o local lindo e bem calmo para relaxar. (Mas Snowdin ficará sempre em meu coração)

Sei que você pediu uma explicação para mim sobre um desenho que você achou em meus arquivos médicos Sans, ainda mais quando eu estava cuidando do caso de Frisk. Aquele desenho não tem muito haver todavia, lembra quando eu tive que viajar para um local perto de Hotland? Eu visitei um orfanato e curiosamente um adolescente me deu esse desenho falando que era um agradecimento.

— Um orfanato…? — Sans pensou guardando a carta e ele subiu andando em direção ao quarto de Papyrus, ele estava relaxado na cama preparado para ouvir uma história maravilhosa. Então, Sans apenas puxou sua cadeira e se ajeitou se sentando com um sorriso bobo no rosto.

— Bem, Era uma vez Vitória. Vitória não era uma vaca comum quer dizer, ela andava de quatro, tinha manchas pretas espalhadas por todo seu corpo e dava leite com muito prazer, como toda boa vaca. O leite de Vitória era delicioso, arrastava multidões para seu estado, uns diziam até que era milagroso, curava doenças e tudo mais. Vitória era uma vaca famosa.

— SANS… — Papyrus resmungou sabendo já onde aquilo iria parar.

— Entre as vacas, era uma socialite, até meio soberba, diziam as outras vacas menos privilegiadas — ou invejosas, como Vitória gostava de chamá-las.

— SANS…

— Os fazendeiros da região davam altos lances para tentar comprar Vitória e ela se sentia cada vez mais adorada e cobiçada — era quase uma santa — , tanto entre os homens, quanto entre os animais do pasto.

— SANS PARA!

— Ela era disputada entre os bois, que se jogavam aos seus pés. O dono de Vitória afastava a todos que chegassem perto de sua preciosa vaca, um namorico desses poderia estragar o leite milagroso. Vitória não ligava, gostava de ver os bois se matando por ela, em vão. Só ligava para si mesma e para sua história de sucesso.

— SAAAAANS!

— Até que no dia de sua canonização (como eu disse, ela era quase uma santa), Vitória cometeu uma gafe, na frente de todos, diante de todas as câmeras, que transmitiam ao vivo a festa da primeira vaca a ser canonizada no mundo.

— SANS PARE IMEDIATAMENTE!

— Mas quer saber o que arruinou a vida da vaca Vitória? Bem, ela soltou um pum. Mas não foi um pum qualquer, foi AQUELE pum! O Pum.

— SANS EU NÃO QUERO MAIS SABER DESSA VACA VITÓRIA!

— Todos ficaram horrorizados com aquele ato que não condizia com uma santidade. O mundo praticamente parou. Vitória não sabia onde enfiar a cara e até tentou argumentar que foi sem querer, pediu desculpas à multidão, mas de nada adiantou. A canonização foi cancelada. Por causa do estresse causado pela humilhação pública, o leite de Vitória secou, seus amigos viraram a cara para a pobre vaca, seu fazendeiro a abandonou e as vacas que antes morriam de inveja dela, agora zombavam do seu nome. — Sans de repente foi acertado por um travesseiro o fazendo cair no chão começando a gargalhar, Papyrus estava irritado se segurando para não rir.

— Mas você está rindo bro.

— SIM, E EU ODEIO ISSO! — Papyrus resmungou vendo Sans devolver o travesseiro, então ele se sentou na cama do Papyrus.

— Bem… Aquela garotinha que caiu no subsolo se encontrou com dois caveirões, bem o mais baixinho era camarada e bacana e ajudou ela. Afinal, ele tinha feito uma promessa e ele era de cumprir promessas. O mais alto tinha muitas ambições e uma delas para ser alcançada precisava do humano para alcança-la mas mesmo que ele tenha feito de tudo para não ser conquistado, aquela pequena humana tinha conseguido conquistar o coração dos dois caveirões e… — Sans tinha visto já Papyrus dormindo e Sans se levantou dali saindo andando, apagando a luz do quarto. Quando chegou a seu quarto Sans apenas entrou em seu quarto fechando a porta e se jogando no colchão.

— Hoje foi um dia cansativo. — Sans pensou fechando os olhos quando ele escutou a campainha e se surpreendeu, imaginou quem poderia ser, mas era... Toriel? Sans viu a mulher se aproximar dele e o abraçar escondendo o rosto no ombro dele chorando mais ainda.

— T-Toriel? O que foi? — Sans perguntou a sentindo apertar o abraço fazendo Sans resmungar de dor, odiava ser apertado. Assustou-se vendo ela se aproximar dos lábios de seus lábios selando assim um beijo. Ele ficou olhando assustado e rapidamente a empurrou segurando no ombro dela.

— Você está bêbada?! Devia estar na sua casa e…

— Você está corado...? Sempre achei lindo você corado...

— TORIEL! – Sans gritou a vendo mudar de uma expressão risonha para uma chateada e ficou olhando para baixo.

— Desculpa Sans… — Toriel falava caindo ajoelhada no chão e tampando o rosto enquanto chorava mais ainda, Sans sem ter muito alternativa abaixou-se tocando no ombro dela ficando sem graça.

— Se quiser podemos conversar Toriel… — Sans disse a ajudando ficar de pé e ela foi para o sofá se sentando. Também se sentou do lado dela e ficou a olhando.

— Toriel… O que houve?

— Eu não sou submissa Sans… Mas a Frisk me acha submissa. A quem posso enganar? Meu casamento sempre foi frio, terrível… Eu cometi o maior erro da minha vida casando com Asgore.

— Não é o maior erro da sua vida, por causa de Asgore você ganhou muitas coisas, como o Asriel.

— Sim… Sim, mas acho que seria mais feliz do seu lado Sans. — Toriel falava começando a fazer carinho no rosto dele, Já ele olhava friamente e respondia com negatividade o que Toriel fazia. Ele tocou na mão dela tirando do rosto dele em seguida se levantando e andando até a cozinha.

— Eu vou ir buscar água para você, ai eu ligo para Frisk ou Asgore e...

— Sans! Me Ouve! Podemos voltar ao que éramos antes? Nós éramos felizes lembra? — Tudo o que Toriel escutou foi o silêncio de Sans, ele parou de andar.

— Sans! Você não se lembra? As nossas noites mal dormidas? As conversas? Os Sorrisos? Presentes? – Tudo o que Toriel escutou foi o silêncio, foi então que ela se levantou e quando ia tocar no ombro dele, por instinto Sans bateu na mão dela.

— Você que me deixou, queria se casar com alguém que fosse do seu “nível” e tudo o que eu fui foi apenas um divertimento seu só porque eu sabia fazer umas piadas que você ria e eu era bom de cama. Agora que você está cheia de problemas familiares por causa do Asriel, a Frisk e o Flowey você quer jogar seus problemas em um relacionamento que você mesma desprezou? Quem você está pensando que eu sou Toriel? Um brinquedo?

— Não Sans eu…

— Toriel… Quer dizer, Senhora Dreemurr. — Sans falou se virando para a mulher e olhando friamente para ela.

— Você sabe como foi difícil ficar ao seu lado vendo que estava casada com outro? Sabe como foi difícil esquecer os nossos momentos felizes para que eu sofresse menos? E agora… E agora... Droga, vai logo embora Senhora Dreemurr. – Sans falou andando apressado até a porta, todavia Toriel segurou o ombro dele.

— Você gosta da minha filha não é? Mas quer saber de uma coisa Sans? Ela me falou que ama o Asriel e se você ver que ela está te provocando ou seduzindo, se lembre que vai acontecer a mesma coisa do que aconteceu com a gente. Mais um coração partido. — Toriel falou andando até a porta de entrada, saiu sozinha sem se despedir de Sans. Depois de um tempo ele suspirou chateado e foi andando até a cozinha pegar café, dessa vez misturou com Catchup no café e saiu bebendo em direção ao quarto, leria os arquivos.

— Pensar no trabalho agora é o melhor... Quer dizer, será que vou conseguir? — Sans pensou colocando os óculos de leitura e lendo mais um pouco os arquivos, Sans gostava de ler sobre casos antigos de seu pai. Afinal ele as vezes estudava. Foi então que de repente ele leu sobre o caso de um garoto chamado “Flowey”

— Flowey?! — Sans pensou acordando totalmente para o momento e lendo mais, era apenas um laudo sobre o loiro dizendo que estava saudável. Mas então ele leu sobre o local onde tinha sido o exame: “Orfanato Winter”.

— Orfanato Winter… E aquele desenho… Acho que terei que fazer pesquisas pessoalmente. — Sans pensou bebendo mais um pouco do café, ficar longe do Sanatório seria bom até para ele agora que Toriel tinha feito a merda de beijar ele, a sorte é que ele nunca foi facilmente influenciado por seus sentimentos e por conta disso nunca foi impulsivo e inconsequente.

— Mas antes tenho que ver se exploro mais da mente de Frisk. Ainda mais que… Não, não acho que seja isso. — Sans falou bebendo mais café deixando a caneca vazia no chão, pegou o computador e começou a procurar sobre o “Orfanato Winter”. Achou nenhum informe de funcionamento, endereço e fotos.

— Que porcaria… Vou ter que falar com ele. — Sans pegou o celular do bolso pensativo, discou o número.

No outro dia, Sans estava sentado na cadeira do lado da cadeira de descanso ao qual Frisk estava, ela já estava relaxada e hipnotizada novamente.

A visão estava direcionada dessa vez para um dia nublado, o que dava ao local da sala de jantar um ar de tristeza. As crianças ao seu redor estavam agitadas almoçando e conversando, foi então que de longe ela viu uma garotinha com o rosto machucado e ela estava com as pernas muito dobradas, como se quisesse esconder algo.

Uma fúria subiu a seu corpo, uma súbita raiva. Foi então que se surpreendeu vendo que ela te olhou e sorriu docemente.

O que está vendo?

Nada… Nada demais.

Você está mentindo para mim?

Não…

Vamos focar em outra coisa, quero que procure para mim um nome, veja a placa de inauguração de sua casa.

Se levantou de onde estava sentada e saiu andando pelo corredor onde havia a escada, sentia exatamente para onde ir mesmo que o local lhe parecesse desconhecido. Mas, se assustou quando sentiu um braço lhe segurar.

Era um garoto loiro com olhos verdes que olhava para você.

Eu estou indo, mas prometo que darei um jeito de você conseguir…

Está me ouvindo?

Estou… É que… Estou procurando a placa.


Saiu andando em direção ao Salão de entrada do Orfanato, haviam muitas janelas que faziam a pouca iluminação daquele dia nublado aparecer, as cortinas estavam nos cantos e a porta entre aberta, andou então em direção a parede esquerda vendo uma placa de Ferro preto com escrituras prateadas.

“Orfanato Winter”...

Muito bem, e o que mais tem na placa?

Sua visão começou a ficar turva, conseguia ler as coisas, mas aquilo ela não podia passar para o Sans. Não, ele não poderia descobrir aquilo e somente ela, Asriel e Flowey poderiam saber desse segredo.

VOCÊ NÃO VAI DESCOBRIR NADA SANS!

Frisk gritou ficando sentada ainda com os olhos fechados, Sans viu que ela ia acertar onde ele estava e o mesmo desviou caindo no chão.

— FRISK! NA TERCEIRA PALMA... – Sans se assustou ouvindo um grito da Frisk que foi para cima do grisalho pisando na coluna dele já que ele tinha caído para frente. Tudo o que ela ouviu foi um resmungo de dor vindo de Sans e Frisk começou a rir.

— Eu sabia... EU SABIA CHARA! VOCÊ... – Sans sentiu a sua cabeça ser enterrada pelo pé da Chara que esmagava bastante com a batata do pé, até que ela sentiu uma dor aguda que a fez gritar, Ele tinha enfiado uma pequena faca de operação na cocha dela. Levantou-se apressado quase tropeçando e tirou um pequeno pote de vidro da gaveta e tirou um pequeno pano, Chara gritou indo para cima dele tocando no pescoço dele e Sans que molhou o pano e colocou perto do nariz dela e imediatamente desmaiou caindo no chão e quem estava na sala olhando a cena era Flowey, ele de repente fez uma expressão de fúria e foi para cima de Sans o puxando pela gola.

— Como você guarda Clorofórmio? Sabe que isso é um produto banido!

— Você não sabe de nada Flowey, ela estava tentando me matar e...

— CALA A BOCA! VAI PARA LONGE ANTES QUE EU TE PROCESSE! Você acha que eu não sei que ontem beijou minha mãe Sans?!

— O que? – Sans se surpreendeu vendo Flowey mostrar no celular uma foto era da Toriel na porta do Sans beijando ele, o olhar dele ia se assustando cada vez mais.

— Sabe que eu posso mostrar muito bem isso ao papai, e ainda posso relatar sobre o uso indevido de materiais químicos banidos. Ainda mais clorofórmio em uma paciente. E a Frisk pode relatar que foi VOCÊ quem estuprou ela, não o Asriel porque não sei perceberam, mas ambos têm cabelos grisalhos e na filmagem só mostra os cabelos grisalhos.

— Você... Vocês dois fizeram isso tudo contra mim?

— Você que beijou a minha mãe e usou clorofórmio, eu só estava observando tudo muito de perto. Puxa vida Sans, estou decepcionado com você. – Flowey falou rindo e soltando Sans, ele não sabia nem como reagir, mas como era Sans ele apenas começou a rir sarcasticamente e provocou apenas falando.

— Agora sim posso confirmar uma coisa Flowey, a Chara não é doente. Ela só finge o tempo todo que é Frisk, Essa Frisk que ela tanto inventa nunca existiu e posso supor que você e Asriel sabiam disso o tempo todo. Mas para que... Agora eu não sei.

— ... Vai embora daqui, antes que eu diga tudo o que eu sei sobre seus podres para Asgore.

— Eu saio com todo o prazer Flowey, mas vou falar com Toriel que vocês dois são mentirosos e Frisk não tem problema nenhum. Assim como o meu pai avaliou e Asgore o achou um incompetente por não achar um problema nela. Mas o que eu posso fazer? Apenas ir embora afinal sou um médico horrível. – Sans respondeu pegando as coisas, Flowey o olhava ir embora em direção a porta mas antes de abrir ela ele sorriu.

— Manda lembranças para a Chara.

— Não vou mandar porra nenhuma.

Sans riu e saiu da sala, saiu apressado do Sanatório deixando apenas uma mensagem para Asgore pedindo demissão, uma mensagem para Toriel pedindo desculpas, uma para Alphys que ele tinha se demitido, entretanto antes ele deixou uma carta de alta para Mettaton e uma mensagem no celular para o seu pai dizendo que estava a caminho de Hotland e que ficaria um tempo com o seu pai.

— Droga, não devia estar me envolvendo nessa história... mas é tão curioso.

Notas finais
GENTENEY CHEGAMOS NA METADE DA FANFIC! O////// Não sei isso é bom ou ruim, mas sei lá tô feliz -q Só avisando que tipo, se a fanfic aqui acabar já estou com outro projeto fodástico de estilo da Tia Cherry que estou trabalhando então não se desesperem -q Cara, esse Sans... gente... A maior revelação da fanfic que eu tentei esconder de todos os modos ele descobriu sozinho. SANS É FODA, não tem como negar -q "Sans: E ainda haviam boatos dizendo que eu era bobo, se isso é ser bobo... porra..." Vocês pensam que acabou? Agora é que VAI COMEÇAR A PUTARIAAAAAAA ~ -Q Bem, podem ver que fiquei muito empolgada, MUITO MESMO pois cheguei na parte que eu queria chegar -q Beijocas da Tia Cherry e durmam com essa -q