Notas iniciais
Oi genteney ~ Tudo bom vocês? Espero que sim, porque eu estou ultimamente com muito bom humor! -q Antes de mais nada, gostaria de avisar que teremos uma surpresa mega bacana :O E segundamente, antes de falar vou agradecer sempre ao comentários de vocês minhas lindas leitoras bebês :3 — Ravi Skeleton; (Ressuscitou ~ Ressuscitou ~) — Harumi99; — Luna Lewis Prower; (Essa criatura acompanha a fanfic desde o inicio e por isso tenho um carinho muito grande por ela ♥) — KyoTsukiyomi; (YAY! LEITORA NOVA! SEJA BEM VINDO PRINCESA O/) — MoneyMadam; — Yumi Gumi (Que ela falou comigo por MP e ela me ajudou muito com uma coisa muito importante ♥) {Pensou que eu não senti saudades suas não é Ariel Neko, e você também Ystar Riiuji! e.e} Então gente, não querendo ser chata e tal mas sério, eu li uma fanfic muito FO-DA que é de Undertale com Mafia, e eu me AMARRO DEMAIS EM COISAS DIFERENTES DEMAIS (Ai não me diga né Cherry, tu que escreve uma fanfic de Sanatório, Sanatório tem tudo haver com Undertale né, super semelhança -q {voszinha chata}) O nome da fanfic é "Between Cigarettes and Guns" e é escrito por uma fofa, não sei se ela está lendo aqui mas se estiver saiba que estou dando apoio demais ♥ Se derem para vocês, dêem uma paradinha lá. Sem mais delongas, vamos ao chapter! ~ #partiu

O encarcere parecia ruim aos seus olhos, desde aquele dia Toriel não pensava em outra coisa que não fosse o seu filho naquele local escuro e frio. E ela nunca pensou que sua vida entraria naquela rotina de toda semana visitar seu filho em um local onde só haviam vândalos.

— Mãe por que você ainda vem aqui? — Asriel perguntou sentado de frente para a mulher de cabelos grisalhos e presos, seu rosto sempre bonito e limpo estava sujo da poeira do local, os cabelos sempre impecáveis e arrumados estavam empoeiradas dando uma coloração suja e as roupas caras e sempre caprichadas por ele ser vaidoso estavam sujas e rasgadas. Quem o visse de longe não conseguiria o reconhecer e muito menos saberia que ele era um Dreemurr e o pobre coração de Toriel se apertava cada vez mais a cada visita.

— Como está a Frisk…? — Asriel perguntou e ele se surpreendeu com a expressão de raiva da Toriel.

— Está bem, mas ainda inventa que está traumatizada por sua causa, mas aposto que foi culpa dela e…

— …

— É, isso foi porque ela sempre se cuidou demais e usava roupas curtas e…

— Mãe para. — Asriel pediu e Toriel olhou para ele com raiva mas a expressão ficou mais doce e ela soltou um suspiro insatisfeito.

— … Eu… Desculpe meu filho, eu estou tentando achar qualquer culpado para essa situação que não seja você. Mas vejo que já é responsável suficiente para assumir a culpa.

— … Sim, a culpa é toda minha. Ela foi forçada por mim a corresponder ao meu amor, e ela já estava fazendo isso a bastante tempo, mas dessa vez ela saiu machucada e Sans…

— Sim, o Sans denunciou apesar de Frisk não concordar ou discordar. Mas filho… crie uma esperança, tenho certeza de que saíra daqui e...

— Mãe isso vai ser difícil, nem que você e papai paguem pelo melhor advogado, todos estão contra mim. E quando digo todos realmente são todos mãe, talvez até os que acompanham essa minha vida de longe ou até de perto. Como se fosse um livro...

— Isso não é verdade... — Asriel viu a mãe se erguer um pouco da cadeira e abraçar ele tampando o rosto e pela primeira vez com aquela situação as lágrimas de bebê chorão do Asriel saíram, ele apertou o abraço com a Toriel e começou a gritar mas abafando com as roupas da Toriel.

— Já está na hora Senhora Dreemurr. — Um Guarda qualquer falou e Toriel se soltou do filho limpando as lágrimas dele e se levantando da cadeira e pegando a bolsa.

— Trouxe roupas e coisas para você como cobertor e lençóis, e… Frisk me mandou te entregar isso. — Toriel falava deixando uma carta, Asriel pegou lentamente vendo o envelope pequeno e simples, apenas escrito:

Para Asriel.

(Leia isso longe da mamãe)

— Mesmo que vocês estejam em lugares diferentes ainda ficam de segredinhos, sabe no que deu isso não é Asriel?

— Senhora!

— Já vou. Fique bem minha criança. — Toriel falou beijando o filho e o abraçando mais apertado, dando uma leve cheirada na pele dele. O cheiro de seu filho em seus braços… Assim como ela sentia quando embalava ele em seus braços quando era um mero bebê frágil e fraco. Mas Toriel sabia de uma coisa, sabia que Asriel era forte e destemido.

Os passos apressados podiam ser escutados pelo corredor do Sanatório, um loiro de cabelos médios lisos e olhos verdes com uma expressão irritada abria a porta da diretoria bruscamente, os olhos se miravam no Asgore que estava encostado na mesa segurando uma xícara assoprando para ver se esfriava todavia nem sempre funcionava e ele queimava a língua fazendo uma expressão irritada.

— Asriel está encarcerado, quer dizer que podemos ainda reverter a situação. — O loiro falava jogando sua maleta em direção ao sofá e se sentando na mesma, Asgore apenas deixou a xícara na mesa calmamente e se sentou de frente para o loiro que olhou para ele irritado.

— Eu não acredito que você deu essa mancada com Asriel Asgore, porra ele estava me devendo dinheiro! Como ele vai me pagar?

— Não é como se eu pudesse ir lá e simplesmente falar que ele é inocente, além de que eu não sabia que Asriel estava fazendo isso, alguém estava vindo aos controles e excluindo sempre a gravação… Não me diga que você...

— Eu? Isso é ridículo, eu também não sabia Asgore. Asriel é um burro chorão do cacete, odeio ele. Agora por causa dele minha vida vai ser arruinada. Adeus presidência da Associação dos Advogados.

— Alguém que estava desconfiando foi e conseguiu hackear as câmeras e pegar o vídeo excluído mas, quem estava por cima de tudo dessa vez foi o Sans.

— … Sans? Aquele branquelo? Só podia ser, ele adora bancar o justiceiro que é diferentão. — O loiro falou rindo e então se levantou tirando o casaco verde escuro que usava e jogando no sofá, usava uma blusa branca larga com uma calça jeans azul sujo e cheio de bolsos grandes, de um dos bolsos ele tirou um cartão.

— Eu sei que você vai conseguir dar um jeito nessa Flowey.

— Parece que o bom e velho eu terei que fazer mais trabalho ainda de novo — Flowey falou sorrindo de leve mas sua expressão rapidamente mudou para uma irritada.

— Mas não pense que só porque eu sou o advogado da família que eu tenho que ir livrando vocês de tudo seus merdas.

— Você também é um dos meus filhos, você vai livrar seu irmão dessa. — Flowey se virou saindo dali batendo os pés, o loiro viu de repente aparecer em seu caminho da Toriel que abriu um largo sorriso quando o viu.

— Filho?! Quando foi que você voltou?

— Quando você deixou o Asriel fazer aquela merda grande e eu DE NOVO tenho que fazer de tudo para livrar vocês dessa! — Flowey resmungou sendo abraçado pela Toriel e ele empurrou ela.

— Vocês sabem como essa notícia bombou pela mídia como fofoca? Vai acabar com a minha boa imagem de amigável e maravilhoso.

— M-mas nós não s-sabiamos…

— NÃO ESPALHAVA! Putz, chamar a policia para pega-lo no meio do casamento sendo que tinham fotógrafos e câmeras man profissionais? Por favor né Toriel.

— Mas eu não sei quem chamou filho! Eu… Eu não sabia de nada. — Toriel falou começando a chorar e Flowey passou por ela tocando no ombro dela. Ele nunca soube muito bem como tratar seus pais adotivos, assim como seu irmão adotivo Asriel, sentia como se estivesse sempre em uma zona inimiga e por isso sempre falava agressivo e irritado, além de trata-los apenas como meros peões, afinal aquela era a famosa família Dreemurr, com eles era obvio que ele teria uma vida brilhante e cheia de oportunidades, mas por causa da maldita da Frisk ele não deixou de lado a família por motivos de causa maior.

— Frisk! — Asriel gritou entrando no quarto da garota que estava acordando, ela estava apenas com uma camisola ressaltando os seios inchados e a pele toda marcada por ter deitado de mau jeito.

— O que faz aqui…? — Frisk perguntou vendo ele fechar a porta e andar até ela se sentando na cama com um sorriso doce e fazendo carinho nos cabelos bagunçados, logo segurou com força e levantou o rosto dela mirando os olhos dela nos dele, do lado de fora Sans estava sonolento, ainda estava cansado da festa do casamento e por causa da Lua de Mel de Alphys e Undyne, ele estava tomando conta também do Mettaton, apesar dele não precisar muito mas ele está tendo que ficar o dobro do tempo no Sanatório. Entrando em sua sala, Sans viu a Temmie do lado de um enfermeiro de cabelos negros como ela.

— BHON XIA DOTOR SANS. — Os dois falaram juntos e Sans ficou olhando rindo.

— Quem é você?

— MIM XER O INFERMIROXINHO BOB! UE HONHAVA COMTHA DO MIXXAXOM SHOM A DOTORXINHA ALLWHIS.

— O XÊ?

— “MIM XER O INFERMIROXINHO BOB! UE HONHAVA COMTHA DO MIXXAXOM SHOM A DOTORXINHA ALLWHIS.” XENDÊSTE? — Sans olhou para Temmie se segurando para gargalhar e com uma cara de: “Mas o que raios ele falou?” e a Temmie como uma ótima trabalhadora querendo ajudar seu chefe se virou para Bob e perguntou novamente.

— O XÊ?

— “MIM XER O INFERMIROXINHO BOB! UE HONHAVA COMTHA DO MIXXAXOM SHOM A DOTORXINHA ALLWHIS.” XENDÊU AGORA?

— RREXETHE POURA.

— POURA TEMM, MIM XER O INFERMIROXINHO BOB! UE HONHAVA COMTHA DO MIXXAXOM SHOM A DOTORXINHA ALLWHIS.

— … POURA BOB! — Sans saiu andando dali deixando as coisas, usando apenas suas roupas simples como a blusa branca de manga curta larga e calças de moletom preta. Literalmente ele nunca trocava de roupa, suas roupas de sair eram os pijamas e os pijamas eram as roupas de sair.

Sans foi andando pelo corredor em direção a cafeteria, vendo que tinha um homem de cabelos azuis servindo tudo com um sorriso no rosto.

— Ora se não é o Sans, quer um Gelatto?

— Qual é cara estamos no inverno, vou querer só um café forte.

— Qualquer dia desses você vai ter um ataque cardíaco Sans.

— Pior que eu sei. — Sans falou rindo pegando a caneca e se sentando para beber ali, foi então que de longe ele viu o loiro de olhos verdes andar até ao lado de Sans e se sentar na cadeira.

— Gostaria de um Gellato senhor Flowey?

— Não obrigada, só um café forte.

— Vai ter um ataque cardíaco hein. — Sans falou bebendo o café e Flowey olhou em direção a ele e sorriu.

— Doutor Sans não é? Eu sou Flowey, ouvi sobre você da Frisk.

— Parentes?

— Irmãos adotivos. Bem, na família somos três. Eu, Asriel e Frisk a mais nova. Quando soube do meu irmão tive que vir imediatamente, aposto que tudo não passa de um mal entendido.

— Espero que sim Flowey. Bem, bons amigos não começam uma amizade dando as mãos?

— Seremos melhores amigos, pode apostar Sans. — O loiro falou sorrindo doce e apertando a mão que Sans tinha estendido, os dois soltaram as mãos e voltaram a beber o café, o albino se virou ao loiro perguntando.

— A Frisk… Está melhor não é?

— Está sim, mas quando acordei ela tinha sujado a cama de menstruação e ela esqueceu da tabela. Fala sério.

— Que bom que ela menstruou cedo, quer dizer que não engravidou. — Sans viu a expressão de surpresa dele e em seguida começar a rir enquanto pegava a caneca com café.

— Fico feliz de finalmente a Frisk vai ser curada, acredito que o tratamento vai ser ótimo Sans.

— Sim, eu vou conversar bastante com ela hoje Flowey. — Sans respondeu vendo Flowey sair dali acenando, mais tarde com a Frisk sentada em uma cadeira psiquiátrica de vermelho veludo usando um simples vestido amarelo com manga fina e com botões transparentes somente nos seios, indo até o final da coxa e rodado.

— O que vamos fazer Sans?

— Simples, Se chama Hipnoterapia, mas chamo de teste hipnótico que ocorre por conta da minha beleza. — Sans falou dando uma piscadinha e Frisk sorriu de leve rindo.

— Beleza? Que beleza? — Frisk perguntou se virando em direção ao albino ficando de joelhos e se aproximando do rosto de Sans, mas ele riu dela e voltou a dar uma piscadinha para a garota.

— A beleza não está fora kiddo, está dentro de mim e… AH! — Sans gritou quando sentiu Frisk levantar a camisa dele e vendo a gordurinha dele.

— Só vejo gordura.

— … Isso é gostosura e Kiddo da para parar? — Sans perguntou vendo Frisk olhar corada para ele e aproximar lentamente a mão do peitoral dele onde ficava o coração dele, Sans corou vendo ela aproximar a orelha do peitoral dele e ouvindo o coração dele.

Tum… Tum tum… Tum…

— Está desregulado… Você tomou café demais de novo? Vai morrer qualquer dia desses.

— Que coisa estranha de se falar Kiddo.

— Mas é a realidade Sans, qualquer dia desses você vai morrer. Quer dizer, todos podemos morrer a qualquer hora não é? — Frisk falou se ajeitando na cadeira e se sentando de frente mas virou apenas o rosto para o Sans sorrindo de leve.

— Estou falando coisas estranhas de novo, desculpa…

— Não é estranho, é bom te conhecer melhor Kiddo. — Sans falou enquanto pegava o caderno e logo ele olhou para ela, Frisk percebeu rapidamente que o olhar de Sans havia mudado. Não era aquele olhar sarcástico que ela conhecia mas era um olhar sério, provavelmente eles iam conversar bastante.

— Frisk, eu quero que relaxe.

— Como…?

— Eu quero que respire devagar e lentamente, inspire e expire lentamente com os olhos fechados. — Sans viu ela começar a fazer isso de olhos fechados lentamente enquanto ela tocava em seu próprio peito. Sans via que a cada inspiração e expiração ela se acalmava como se estivesse prestes a dormir profundamente naquela cadeira confortável e na sala confortável.

— Frisk você está com muito sono, seus olhos estão muito cansados e mesmo que tente abri-los não conseguirá, porque o cansaço é muito grande.

— ...

— Frisk, vamos conversar?

— … Sim…

— Bem... imaginemos que você está sentindo como se estivesse voltando as suas memórias, e cada fase de sua vida são muitas portas que estão em um corredor enorme como o do Sanatório, e a porta de madeira dos fundos… Está vendo ela? Sim, é a que eu quero entrar pois é da sua infância...

A visão estava embaçada, apenas conseguia ver a luz do sol batendo em seus rosto levemente por conta da árvore que estava tampando os pouco raios solares, ficou sentada e começou a esfregar os olhos tentando melhorar a visão. Sua visão foi em direção as roupas que usava, uma blusa branca de mangas longas simples e por cima um vestido com manga fina verde militar. A saia era rodada e cheia de pregas, as meias ¾ e as sapatilhas pretas escuras faziam parte também da roupa.

O local que está é maravilhoso para você, você sempre amou esse lugar. Consegue se lembrar? Esse foi o primeiro lugar que você morou e considerou um lar, me diga como ele é.

Em sua visão, ela se levantou rapidamente e se virou para atrás vendo uma Mansão, as cores escuras das paredes, as janelas sujas e oxidando lhe traziam por dentro um ar de nostalgia, começou a se lembrar do cheiro das camas também oxidadas e as paredes úmidas. Mas, sua visão foi em direção a um grupo de crianças que brincavam longe. Dançavam ciranda, jogavam amarelinha e pulavam corda. Sim, eram crianças.

É um Orfanato… Minha primeira casa foi um orfanato.

Sim, a visão lhe agrada não é? O que você vê?

Crianças que brincam como se não houvesse um amanhã…

Por que?

Porque… bom… vivíamos em um orfanato… e sabíamos que qualquer uma de nós poderia ser tirada a força de nós.

Bom… E o que mais se lembra do local?

Havia a cozinha… Odiava aquele lugar.

Caminhou em direção a dentro do local, via que tinha uma velha senhora que cozinhava com irritação, mexendo bruscamente a panela para preparar uma comida para todos. Via que caminhavam ratos pelo local e o cachorro de pelo branco ficava lá esperando alguma coisa cair para comer.

A cozinha é podre, sempre teve um cheiro insuportável de amônia e os animais ficavam esperando aquela velha deixar cair algum resto de comida, mas uma coisa que sempre me chamou a atenção foi aquele facão.

Um facão para cortar os peixes?

Isso mesmo… Ele era todo oxidado e tinha o cabo quebrado, mas tinha um certo charme nele que me atraia. Quando as outras crianças irritavam a velha ela ameaçava a gente com aquele facão.

Interessante, mas vamos voltar o foco para a casa, o que tem mais?

Sua visão se virou para a porta que ia para o corredor, não era tão longo e ao lado direito tinha uma porta aberta que dava para a sala de jantar, e ao lado esquerdo um pequeno cômodo que era da escada que dava para o segundo andar. Foi andando até a sala de jantar vendo uma mesa larga de madeira com um pano branco por cima limpo, haviam 10 cadeiras distribuido pela mesa mas em cada extremidade tinha apenas uma cadeira. No teto um enorme candelabro dourado apagado, as janelas estavam abertas fazendo ventar dentro da sala e entrar poucos raios de sol.

Saiu dali e foi andando até o inicio da escada e segurando no corrimão começando a subir lentamente, a cada passo a escada fazia mais barulho o que incomodava profundamente, parecia que a qualquer momento ia quebrar e consequentemente cair em algum lugar que não queria. Mas, rapidamente sua visão foi indo em direção a uma porta que estava entre aberta, um desespero subiu em si e ela começou a escutar barulhos que pareciam ser o choro de uma criança.

Por que está chorando? O que está vendo?

Eu… Eu odeio ele. Eu odeio. Odeio. Odeio. Odeio.

Sans viu que Frisk falava cada vez mais alto o “Odeio”, concluiu que provavelmente era dali que vinha o trauma e era ali que ele trabalharia. Foi então que ele decidiu que já estava o bastante afinal, ela estava começando a se debater na cadeira e gritando cada vez mais o “Odeio”, Sans apenas olhava friamente aquela cena afinal de contas, estava acostumado com isso e nada lhe surpreendia mais diferente de Temmie que estava assustada com as mãos nos lábios vendo a cena.

— D-Dotor…

— Calma Temm, já vai acabar. FRISK PRESTA ATENÇÃO, na terceira palma que eu der você vai acordar e vai abrir os olhos. — Sans falou deixando o material que ele escrevia com a Temmie e ele se ajeitou na cadeira. Bateu a primeira palma, a segunda e quando bateu forte a terceira a garota parou se levantando rapidamente da cadeira e olhando ao redor, viu Temmie olhando assustada e o olhar frio de Sans, como se estivesse vendo um lixo.

— … Nunca mais faça isso Sans.

— Vamos sim. Não importa quantas vezes Frisk, porque eu quero explorar ai, Bem na ferida.

Notas finais
GENTE XOXORRO NEM EU ENTENDI A DISCUSSÃO DO BOB E DA TEMMIE KKKK E esse Flowey vey? Ai Flowey Flowey venimim advogado gatão -q Apesar de ser um falsiane, mas bem, todo Flowey tem que ser falsiane porque está no LOVE dele -q Ah e apenas uma pequena observação mas, eu não sei se perceberam mas o Asriel também está com raiva de vocês, vamos ver se vocês percebem o por que -q Enfim, Beijocas da Tia Cherry para vocês e TXAUUU ~ :*