Geração Potter e a Caça a Relíquias

12 (Capítulo 12) - “Obrigado”


Notas iniciais
Hey bruxões! - caras, vocês não sabem o esforço que fiz por vocês. Praticamente perdi toda a minha manhã tentando instalar o Word aqui, pois alguns dias atrás eu formatei o PC e não veio com o Office incluso... Enfim consegui e está aqui. Suponho que os shippers adorarão esse capitulo, e os Grifinos também. Ah sim,outra coisa: eu editei a capa da 4ª fic e na minha humilde e modestia opinião (-q) ficou muito linda ♥3 UAHDUAHSDUA. No fim irei postar o link quando já estiver com as coisas organizadas. Sem mais enrolação, boa leitura!

Quando as férias chegaram ao fim Albus retornara a Hogwarts ao lado de Rose e todos os seus outros parentes, muito em breve encontraram Scorpius ao lado de sua mãe, Astoria, que fora cumprimentada gentilmente por Hermione, que segundo ela, fora a única sonserina que conseguia ter uma boa relação em Hogwarts. Quando eles estavam prestes a chegar a Hogwarts o Potter contara sobre o Mapa do Maroto aos amigos e distribuíra as cópias que eles haviam reservado ao trio. De fato eles ficaram profundamente impressionados com a tamanha capacidade de James e sua trupe por terem desvendado o segredo por trás do artefato magico, ainda ter a ousadia de criar uma versão mil vezes complementada e cheia de atualizações.

O clima fora esquentando na medida em que o verão aproximava-se. Era deliciosa a sensação de cada fim de tarde chegar e eles terem a liberdade de se estirar em uma das colinas que cercavam o Lago Negro e olhar as nuvens fofinhas no céu largo e azul, ainda experimentar do suave balançar do gramado e a fresca brisa que corria livremente. Isso parecia ser uma tortura para acabarem de sair de uma semana de descanso para desfrutar de outra.

Infelizmente sempre há algo para estragar o dia. Bem como Scorpius dissera o Besourando publicava alguns dias depois com a manchete “Albus Potter, o sacana”. Nada que não soubesse, nessa edição a first page estava descrevendo a relação que ele tivera com Ling Yao desde o começo ao trágico final no Três Vassouras, ainda havia uma foto de Scorpius, nela o Malfoy iniciava uma risada desastrosa cuspindo Cerveja Amanteigada pra todo lado, inclusive saindo do nariz, e sua épica frase que aparecia deslizando como se fosse um slide “As coisas realmente não acontecem entre um Potter e uma Chang”.

“Tive uma conversa particular com a pobre, desolada e profundamente magoada Ling Yao. Obviamente ela não quis responder muito, mas claramente percebe-se que ela não está em seu melhor estado de faculdades mentais, murmurava constantemente o quão estupido os Potter são e me alertava ficar longe dele... o que é impossível quando os melhores furos estão com nosso All. Ainda fica o aviso: estou Besourando a sua espreita na procura de fatos bombásticos! Beijinhozzzzz”.

E se fosse apenas isso, talvez estivesse tudo bem, mas Albus sentia-se tão injustiçado que leu o jornal inteiro e obviamente não encontrou nada além de fofocas de outros alunos, conversas particulares entre professores e funcionários, e o que mais despertara a curiosidade de Albus fora que a Ladybug suspeitava de um suposto evento que ocorreria em Hogwarts no próximo ano letivo, podia ser desde uma simples festa a algo realmente grandioso e extremamente raro, ou talvez algo proibido. Rose insistia ao primo deixar de ser esperançoso, pois aquilo era apenas mais uma forma do jornalista chamar atenção.

Na chegada do fim de maio o jogo entre a Corvinal e a Grifinória fora marcado. Quando o dia do jogo chegara Albus estava lado a lado de seu costumeiro grupo (faltando apenas Louis, que obviamente estava torcendo nas arquibancadas de sua casa). Quando era iniciado pelo locutor Steve Crush o campo de Quadribol inteiro entrou em euforia. Os jogadores pareciam ansiosos e excitados pela partida, pois lutavam bravamente pelo titulo de campeã mesmo não estando em uma final. Estava sendo uma partida e tanto, ela levava um grande tempo até seu termino, quando Paul Raymond conseguira driblar o apanhador da casa adversaria e fazer uma espetacular captura ao pomo de ouro. Harpia Hooch somara os pontos e a Grifinória ganhava por dez pontos a mais que a Corvinal, que ficara com trezentos atrás dos vitoriosos trezentos e dez da casa vermelho e dourado. Claro que a partir disso fora apenas comemoração.

Mesmo semanas após a vitória da Grifinória as casas em geral faziam apostas (obviamente coordenadas pelos mercenários James, Fred e Dominique) para então saber qual seria a grande campeã; Grifinória ou Sonserina, que sempre disputavam os últimos jogos de uma maneira épica. Como o fim do terceiro ano estava próximo o Trio de Ouro estavam se esforçando cada vez mais, pois o nível de dificuldade aumentava de uma maneira hostil quando as férias de verão estavam cada vez mais próximas. Albus como um verdadeiro Potter aproveitava quaisquer meios para conseguir algum ponto extra, e quando as chances surgiram em História da Magia (a matéria que ele menos se interessava) ele rumara para a biblioteca junto de Scorpius e Rose (que realizava todo tipo de trabalho requerido pelos professores, mesmo não interferindo nas notas) sobre um tedioso Conflito entre as Classes que ocorrera no fim do século XIX.

_ Já terminou? – sibilou Albus para Rose.

_ Na verdade eu já entreguei – respondeu ela distraída.

_ E o que você está fazendo aqui? – indagou confuso e ao mesmo tempo desapontado, ele nem se quer saíra da introdução acreditando que Rose o daria o resto para copiar.

_ Eu sempre estou aqui – retrucou Rose revirando os olhos.

Albus ergueu uma sobrancelha e olhou em volta, parecia ter esquecido em qual ambiente ele estava.

_ Ah, mas é claro... Nerd-Rose.

_ Estupido.

_ Certo, certo, mas o que está lendo? – ele debruçou-se sobre a mesa para ver. Ela estava envolvida com um livro enorme de couro negro e bordado por desenhos prateados.

_ “Guia do Patrono” – sussurrou ela – minha mãe disse que esse livro ajudou muito a entender o feitiço e que talvez fosse útil pra mim da mesma forma.

Albus debochou de Rose, afinal ele tinha de fazer aquilo, era a primeira vez que ele sabia dominar um feitiço que a prima tinha dificuldades. O que foi demais para Rose, ela estendeu o livro e o abaixou certeiramente em um golpe na cabeça do primo.

_ Ouch! – ele resmungou pelo impacto. De sua mesa a bibliotecária Wendy Scarlet sibilou um shhh tímido – desculpe – ele corou e virou para a Weasley – Rose!

_ Você mereceu. Odeio não me sair bem em algo, você sabe.

Albus ignorou e continuou a escrever seu pergaminho fazendo a copia de um livro que encontrara por lá, nem ele sabia se era o certo, só que pareceu mais correto copiar o que ele encontrasse pela frente do que entregar um pergaminho em branco. Rose ainda estava concentrada.

_ Você descobriu o significado por trás da águia? – perguntou gentilmente Scorpius. Mal se podia notar a presença dele, o único barulho que ele fizera até agora fora rir quando Albus levara a livrada.

_ Nada que eu não saiba – respondeu a ruiva – a professora Winry fez uma observação interessante dizendo que geralmente os patronos de corvinos assumem a forma de aves de rapina, semelhantes a águia, por corresponder a personalidade e intelectual de seus alunos. Comentou também que ela é uma das únicas aves que consegue alcançar lugares que outras não conseguem, e isso cabe tanto aos alunos da Corvinal quanto a mim. – ela corou e engoliu em seco, baixou o tom de voz e prosseguiu – e disse que a casa de Ravenclaw abrigava apenas os mais belos, e isso... Isso significa que eu... Ahm, ah, vocês sabem o que ela quis dizer. Acho que ela estava apenas querendo ser gentil...

_ Ah, então é realmente nada que não saibamos.

Rose levantou o olhar e fitou Scorpius. Ela pareceu inquieta, então começou a puxar suas coisas pra dentro da bolsa como sempre fizera: joga o braço sobre elas e arrasta tudo pra mochila.

_ E-Ela também disse q-que a.. A água, não, digo, a águia simbolizava o sol, assim como, como o goles, digo, o galo...

Albus pousou a pena num ponto e ficou pensando consigo mesmo.

_O sol é?... Scorpius, Hyperion não é o titã grego que na antiguidade comandava a luz e tinha poder sobre o sol?

O amigo parou de escrever e pareceu pensativo. Rose olhou para Albus e pareceu que iria enlouquecer.

_ E os patronos – continuou como se não fosse o suficiente – veem em forma de animais que simbolizam pessoas muito próxima a você?

_ A-Aonde você quer chegar, All? – quis saber o amigo, dando risos sem graça enquanto contorcia a sua pena arrancando seus fios sem querer.

_ E que eu me lembre, não sei, apenas acho que seu Patrono é um Beija Flor...

_ Grande observação, Albus Potter – Rose fingiu admirar a descoberta.

_ Obrigado, Rosa!

Ele exclamou tão alto que todos na biblioteca olharam pra mesa onde estavam sentados. Rose estava com as orelhas vermelhas e as bochechas rosadas de vergonha, junto de seus cabelos ruivos parecia que a garota havia entrando em combustão. Scorpius estava tão pálido que provavelmente o balcão de mármore sentiu inveja.

Rose ainda estava sem ação que a única coisa que ela conseguia fazer, ainda sim muito desastrosamente, foi reunir suas coisas o mais rápido possível e segurar uma pilha de livro por trás da face que se recusava a levantar o queixo.

_ Hum... Ahm, obrigada – sua voz saiu abafada pela quantidade de livros que impediam ela sair livremente.

_ Pelo o que? – indagou Albus sorrindo de uma forma sarcástica.

_ Você sabe, por... – ela fez um esforço e mostrou o Guia do Patrono em cima da pilha – acho que não vou mais precisar disso.

E lá se foi a Weasley em passos largos e nervoso em direção ao balcão de atendimento. Albus sorriu e voltou a sua atenção a tarefa de História da Magia (que agora tinha um desenho de um pomo de ouro e nada de lição).

_ Hey, All... – Scorpius sussurrou seu nome.

_ Hm?

_ Também gostaria de te dizer algo...

_ O que?

Scorpius levantou a cabeça e já não estava tão pálido quanto agora pouco. Para ser mais preciso ele ganhara um tom mais vivo e seu sorriso transbordava confiança. Ele não olhava diretamente para Albus, na verdade seus olhos cinzentos de pestanas pesadas e cílios loiros estavam observando de uma forma sonhadora a figura de Rose inclinada sobre a mesa de Wendy fazendo sua retirada.

_ Obrigado...

Notas finais
_ Não há de que - murmurou Albus de volta.
"Bom, espero que isso consiga dar um empurrãozinho nesses dois", pensou ele "E claro, se quiserem saber onde Scorose vai acabar esta é a única fic onde saberão... Ou no minimo a mais interessante que a concorrencia" ele sorriu de uma forma abobada e orgulhosa "Se chegaram até aqui não saiam sem comentar! O final vem ai e eu quero ver os verdadeiros e leais a fic e até o próximo capitulo!" um outro sorriso de canto formou-se no rosto de Albus até ele se desfazer ao mirar o pergaminho incompleto "Droga, ainda não terminei esse trabalho!"