Notas iniciais
Então, fantasminhas... aqui está mais um capítulo! Espero que curtam ^^

Por Herval:

Tínhamos começado numa sintonia boa, mas eu sabia que podia melhorar e leva-la a loucura. Eu queria na verdade, ver Pamela esquecer o próprio nome e apenas me desejar, querer estar comigo, me querer presente...

...Em si.

Suas mãos passeavam pelas minhas costas e o arrepio que isso me provocava era muito intenso... como que o encontro do frio com o quente... forte, inesperado. Eu segurei suas mãos, agarrando seus pulsos, ainda nela, enquanto a olhava ofegar. Seu peito saltitava com aquela falta de ar maravilhosa que o prazer lhe provocava...

Pamela pedia que eu não parasse, só com os olhos, eles imploravam por mais de mim, todo o seu corpo implorava! O conjunto dos seus sentidos queriam ser explorados a 200%. Ela precisava e mim, eu precisava dela... minha boca só queria a sua e minhas mãos queriam reconhecer todas aquelas curvas delicadas de seu corpo. Fiquei de joelhos, lhe observei por um instante. Pamela era sem dúvida a encarnação da deusa da beleza, do prazer, do amor e sabe-se lá Deus mais o que! Era a minha deusa, o meu amor, a minha vida, a minha mulher...

Minhas mãos correm de seu pescoço por todo o seu corpo. Como se precisassem sentir o toque daquela pele macia e sensual. É uma pele delicada e profundamente sensitiva. Passei delicadamente por seus seios e a respiração acelerou. Desceu pela barriga e pernas e Pamela só me necessitava mais e mais. Me debrucei sobre ela, me embriagado com seu perfume suave. Enterrando o nariz em seu pescoço, esqueci completamente de tudo e de todos! No mundo inteiro só existia nós dois... havíamos encontrado a fórmula de paralisar o tempo. Nossos corpos unidos em chamas era essa fórmula. Minha boca correu de seu pescoço, até ficar bem pertinho da sua boca. Eu sentia sua respiração quente no meu rosto e beijá-la era a melhor coisa que eu poderia querer.

– Eu quero você quietinha, ok? – Sussurrei, voltando a segurar seus pulsos. Ela tentou se soltar, mas eu a segurei mais firme. – Eu disse quietinha, não ouviu?

– O que você está aprontando, Herval Domingues...?

– E calada também. – Não lhe respondi.

– Mas... – Impedindo-a de falar, eu lhe ataquei os lábios. Sua mão apertou o lençol da cama em excitação e eu não a deixei grunhir nada, minha língua rompeu a barreira de seus lábios, brincando com a sua, que por sinal parecia sedenta!

Minha mão correu para suas pernas, fazendo-a subir em cima de mim, e eu me levantava da cama.

– Pra onde...

– Xiiiu! Já falei que é pra ficar calada. – Coloquei o dedo indicador sobre sua boca, impedindo-a de continuar. Por alguns segundos meus olhos oscilaram entre os seus e sua boca, ela me hipnotizava... aquele tom rosado parecia suplicar uma mordida! – Eu só quero te amar em cada metro quadrado desse quarto... – Falei finalmente, com nossos lábios relativamente unidos. Voltei a lhe beijar com a mesma intensidade que outrora e saí pelo quarto sem direção.

Até que senti meus joelhos tocarem a poltrona que tínhamos lá e eu fiz Pamela sentar nela. Minha boca já estava em seu pescoço. Meus lábios foram fazendo um caminho... ela cogitou gemer meu nome, mas se calou ao sentir uma mordida de leve no queixo, que eu lhe dei. Ouvi o barulhinho de suas unhas agarrarem o braço da poltrona e segui com o caminho... arfou baixinho ao sentir eu tomar conta de seus seios e franziu o cenho em prazer, quando sentiu a umidade da minha língua se apossar de seus mamilos completamente eriçados.

– Her... – Calei sua boca com a minha. Eu queria lhe torturar um pouquinho... ou quem sabe muito...!

Meus lábios correram para sua barriga, arrepiando-a completamente. Sua respiração ficava cada vez mais ofegante e suas mãos queriam brincar com meus cabelos, mas quem estava brincando ali era eu! Ameacei descer mais e ela prendeu a respiração. Esperava que eu continuasse, que a levasse a loucura ali mesmo. Não... a brincadeira só estava começando!

– Herval... – Me suplicou.

– Não... depois do que você me fez passar na praia, eu mereço vingança, não mereço? – Perguntei ao pé de seu ouvido e ela sorriu lembrando da cena.

– Eu não tive culpa de nada... não estávamos sozinhos lá, Herval. Um de nós tinha que ter juízo.

– Não importa mais... e o que foi que eu disse em relação a falar?

– Mas foi você que...

– Calada! – Eu estava me divertindo muito com aquela brincadeira... estava deixando-a louca e ao mesmo tempo confusa. Mas não era nem a metade de como ela me deixava! Aquilo podia melhorar...

Lhe dei um beijo na boca, no rosto, no pescoço... uma de minhas mãos correu até o interior de sua coxa. Ela arfou quando eu a apertei e então toquei-lhe a intimidade. Ela estava tão... molhada. Posicionei o dedo médio ali, minha boca já tinha retornado a sua, a qual tentava soltar alguma palavra, mas não conseguia. O dedo a penetrou lentamente e Pamela ergueu a cabeça, interrompendo nosso beijo.

– More, sweet...! – Pamela estava tão profundamente excitada... queria tanto mais... complementei com o indicador e ela não aguentou segurar o gemido na boca. Era tão bom deixa-la daquele jeito... era como se eu tivesse poderes sobre ela e essa sensação é maravilhosa! Eu movimentava meus dedos com rapidez dentro dela, eram movimentos ágeis, fortes, Pamela parecia que explodiria de prazer! – Oh Lord! Herval, eu... – Calma aê, ainda não!

Peguei-a nos braços, vendo-a ficar desapontada por eu ter parado. Caminhei para algum outro lugar. Esbarramos numa parede e eu a comprimi contra ela. Pamela suspirou ao me sentir ereto entre suas pernas e suas unhas afundaram em meus ombros, exigiam que eu a tomasse em meus braços urgentemente! Que eu estivesse dentro dela, que eu a levasse a loucura! Suas pernas envolviam minha cintura e ela já se movimentava em provocação. Nossos sexos se esbarravam freneticamente com seus movimentos. Ela estava tão... perfeitamente deliciosa.

– Oh!! – Não contive minha urgência, invadi-a de uma vez, lhe arrancando um grito. Ela apoiava a cabeça na parede, me deixando beijar-lhe o colo.

– Eu adoro tanto o teu cheiro... o teu gosto... – Lhe sussurrava entre beijos. – Você é minha, Pamela... minha...! – Seus gemidos continuavam. – E por ser minha, eu posso fazer com você o que eu quiser...

Honey... Ah!! – Fui mais fundo quando a apertei mais na parede. Levei-a até a cama, jogando-a em cima dela.

– Tive uma ideia... – Murmurei me levantando e indo até um de seus hobbes que estava ali.

– O que vai fazer? – Ela me perguntou sem entender.

– Não pergunte. Apenas sinta! – Puxei daquela peça a fita grossa a qual ela usava para amarrar o hobbe ao corpo e voltei para a cama. – Você não vai ver mais nada, falar mais nada e nem se mexer, ok? – Com aquela fita, vendei seus olhos e exigi que ficasse calada, caso contrário, meu cinto estava bem na mesinha de cabeceira...

– O que você vai... hum!! – Antes que terminasse de falar, bati com o cinto em sua perna, devagar.

– Eu falei que eu quero você calada... – Ela acenou positivamente com a cabeça. Ataquei-lhe os seios e enquanto um eu apertava com todo desejo, o outro cabia perfeitamente na minha boca. Coloquei o cinto ao meu lado e com minha mão livre lhe massageava a intimidade mais que molhada e ela mordia os lábios para conter o gemido e me obedecer. Fui descendo a boca até e sem mais nem menos, afundei minha língua dentro dela.

– Oh!! – Pamela tinha gosto de... luxúria. Deixando-a decepcionada, parei por um instante, apenas para deslizar o cinto naquela pele maravilhosa mais uma vez. – Herval, se ficar a marca, você vai ver... Ah...– Ela gostava de apanhar, é isso? Mas tava de leve... devia gostar msm.

– O que foi que eu falei?! – Suas mãos foram para as minhas costas. – Não. Eu disse: Imóvel... – Ordenei. Ela cerrou os lábios e eu, segurando firme em suas coxas, voltei a fazer o que fazia, só que agora mais intenso.

Ela arqueava o corpo, ia levar as mãos até os meus cabelos, mas eu as segurei antes. A senti se contrair, se apertar ao redor de mim. Parei com a língua e engatinhei para cima dela, lhe beijando cada poro.

– Herval!! – Gemeu reprovadora. Ela estava enlouquecendo! Era minha intenção... Ah eu já nem posso dizer o quão... duro eu estava! Estava lhe torturando, mas estava a mim também, porque só eu sei o quanto eu a queria! Comecei a fazer movimentos em cima dela, passando por sua umidade aquilo que parecia adquirir vida própria! – Herval, please... – Era tão bom fazê-la precisar tanto assim de mim...

– Não fala nada... – Sussurrei no seu ouvido.

– Eu... preciso... te ver... tira esse negócio de mim...! Me deixa te tocar! Eu preciso... de você! – Cerrou os punhos louca e eu sorri.

– Ok, é você que está pedindo... e eu também acho que já deu... – Me posicionei entre suas pernas e em segundos, a invadi bruscamente, Pamela franziu as sobrancelhas e eu não esperei para começar a me movimentar com toda urgência. Eu havia provocado, lhe torturado, mas eu também estava sedento dela! Eu precisava estar dentro dela e quando o fiz, senti tudo enrijecer! A partir dali ela mesma tirou a fita dos olhos e cravou as unhas nas minhas costas. Eu era rápido, bem rápido! Sem piedade, fazendo-a gritar. Minha mão agarrou sua coxa, apertando-a e eu tentava lhe beijar entre os gemidos.

Sua respiração acelerada era a minha satisfação. Seus gemidos, a minha excitação. Seus arranhões, meus arrepios. Seus beijos, a minha vida. Suas provocações, a minha droga. E o seu e o meu clímax, êxtase, – chame do que quiser – meu troféu!

Pamela estava quase sem voz e eu quase sem audição, mas isso era o que eu queria alcançar... fomos reduzidos ou elevados ao prazer total.

Notas finais
Continua...