Notas iniciais
Weeeeeeee, enfim postei, não é? // disse que iria ser em meados de Agosto, e daí que foi quase no fim? é meado -q // Pois bem, espero que curtam a volta da Geração Potter, quero dizer que assim como a JK Rowling, me diverti muito escrevendo o terceiro 'livro', espero que todos gostem do resultado dele e tenham paciência com tudo; postagem, rumo da história, personagens, falas e etc, pois como autor estou sempre evoluindo. // E é isso, sejam bem-vindos, novos e antigos leitores, desejo uma boa leitura e se preparem para mais uma fantástica aventura de Albus Potter e seus amigos!

As férias de verão estavam chegando ao fim. Albus Severus não sabia se isso era algo bom ou ruim, pois como morava a poucos minutos d’A Toca ele poderia estar vendo e curtindo o tempo com seus primos e amigos, por outro lado, Hogwarts fazia a felicidade do rapaz ao longo do ano, mesmo sendo sangue puro e tendo constante contato com a magia, ele tinha ânsia por mais. Que, aliás, um dos motivos por ele estar tão animado para sua volta é por agora está cursando o terceiro ano na escola de magia e bruxaria, no ano anterior ele recebera um “ótimo” como nota em quase todas as matérias, com exceção de Poções, na qual levara um E.E (Excede Expectativas) e agora sua curiosidade era saber como se sairia em Trato das Criaturas Mágicas e Adivinhação.

De seu primeiro ano até agora, Albus crescera bastante, estava mais alto a ponto de mudar o numero de suas vetes. Seus cabelos castanho-escuros estavam no comprimento de sempre, mediano e penteados para baixo (ou quase, como todos os filhos de Harry, custava mantê-los para não ficarem com aspecto bagunçado). Seus olhos verdes-esmeraldas como sempre encantadores e penetrantes, era o que Albus mais gostava em si. No geral estava muito bonito, pois herdara um pouco de cada família, grandes qualidades dos Weasley e ótimos benefícios dos Potter. No sentido físico, pois sua personalidade continuara única e marcante.

Tal dia o Potter estava desfrutando de seus últimos dias na casa de sua família, em seu quarto deitado enquanto praticava sua mania mais alheia; girar a varinha entre os dedos distraidamente. Como estava entrando na pré-adolescência, sua vontade de brincar estava limitando, porém como qualquer bruxo na sua idade ele sabia aproveitar muito bem.

_ Albus? – chamou Lily Luna a porta.

A caçula dos Potter havia mudado bastante também; diferente de Albus ela herdara mais dos Weasley dentre todos os filhos de Harry e Gina. Seus cabelos ruivo-flamejantes estavam mais longos e ondulados nas pontas, pele pálida e ponteada de sardas, seus olhos eram castanho-esverdeados grandes e sonhadores como os de Luna, junto de uma personalidade hiperativa de sua mãe.

_ Rose está lá na porta, quer falar com você.

_ Beleza, já estou descendo.

Ele pulou da cama e desceu ao térreo da propriedade e foi até a entrada, chegando, lá estava Rose encostada ao batente, outra que também mudara bastante; seus cabelos estavam maiores, ruivos escuros como os de seu pai e volumosos como os de sua mãe, seus olhos azuis e sardas ainda da mesma forma, como sempre Rose trajava camisas trouxas, todas estampadas, shorts curtos com suas meias 7/8 que desde o primeiro ano faziam seu estilo, sua personalidade permanecia forte com aquele jeitinho delicado de ser, e sua inteligência cada vai mais ampla; superior a de qualquer garota de 13 anos.

_ Hey! – disse ela.

_ Hey – Albus cumprimentou – to saindo – disse aos residentes.

_ Boa volta, senhor Albus – despediu-se o elfo Monstro, no qual trabalhara aos Potter desde o fim da Guerra.

Eles começaram a andar pelas ruas do Povoado de Castelhano sem destino, estavam em uma conversa qualquer até então entrarem no assunto sobre a missão que a Morte os dera em seus primeiro ano, no qual traria pessoas já mortas à vida caso cumprissem o trato que haviam feito; reunir todas as relíquias da morte para que o soberano dos Mortos não fosse incomodado novamente por mortais.

_ E então, iremos atrás das relíquias mesmo? – confirmou Rose, já que fora o que Albus dissera no fim do ano letivo.

_ Tipo, já temos a lista, o próximo passo seria este mesmo... Mas com o pouco que sabemos em magia não é o suficiente pra sairmos procurando por elas – falou Albus, era duro para ele admitir a verdade – por ora, seremos alunos normais...

Rose não pareceu gostar nada, praguejou em voz baixa e continuou andando chutando pedras.

_ Ontem eu recebi cartas de muita gente de Hogwarts – disse ela.

_ Eaí?

_ Nada demais, só que eu estava trocando corujas com a Ling e ela está animadinha para te ver este ano – e sorriu mordendo o lábio inferior.

_ E com animadinha você quer dizer?...

Rose o encarou e revirou os olhos.

_ Nada, Albus, nada – respondeu amargamente – e Scorpius, têm falado com ele?

_ Faz um tempo que não recebo com uma coruja, na ultima ele disse que estava passando as férias na casa de sua outra família, os Greengrass... Acho que no mínimo ele se diverte por lá, ninguém merece ter os Malfoy como parentes...

_ Concordo... Eaí quer juntar um pessoal e tirar uma partida de Quadribol?

_ Opa, eu sou um dos batedores!

E após isto eles foram atrás de jogadores para curtir um ultimo jogo antes de Hogwarts voltar. Os dias foram tomando uma velocidade tão rápida de tal forma que o dia um de setembro logo chegou.

Arrumando suas coisas de seu modo “organizado-preguiçoso”, Albus partiu a Kings Cross junto de toda a sua família e amigos. Quando ele atravessou a barreira rumo a 9 ¾ deparou-se com a casual plataforma repleta de bruxos e uma grande locomotiva vermelha emanando grossas fumaças de sua chaminé.

Lá eles encontraram todos os Weasley, acompanhando o embarque de seus filhos. Não demorou muito até Albus puxar Rose para saírem em busca de uma pessoa, que não foi nada difícil de achar; Scorpius estava à companhia de seus pais, Draco e Astoria, o garoto havia crescido mais ainda, seus cabelos loiro-prateados estavam mais longos, suas pestanas pesadas escondiam a metade de seus olhos fortemente acinzentados, sua pele exageradamente pálida estava coberta com seu habitual terno negro que dava um forte contraste no rapaz, tudo isso por padrões Malfoy, inevitáveis de se abandonar.

_ SCORPIUS! – chamou Albus alterando seu tom de voz, especialmente naquele dia a plataforma estava um estardalhaço.

Scorpius olhou por cima do ombro e identificou os amigos, ele pediu licença aos pais e foi correndo ao encontro de Albus e Rose, claro que a primeira coisa que fizera fora agarrá-los para um apertado abraço.

_ All, Rosie! – exclamou o Malfoy fitando os amigos.

_ Por mais que sejam algumas semanas você faz falta, Malfoy – admitiu Albus dando um leve soco no ombro do amigo.

_ Albus tem razão – concordou Rose – sempre nos falta um batedor pra completar o time.

Scorpius sorriu corado e balançou a cabeça positivamente.

_ Nos próximos marcarei presença!

_ Scorpius... Você está mais pálido ou é impressão minha? – observou Rose, analisando o rosto e mãos do rapaz.

Scorpius arregalou os olhos e tirou as mãos de Rose que o tocava como se fosse declarar um diagnostico.

_ N-Não, é imp-p-pressão sua mes-mesmo! – hesitou o rapaz – sempre fui assim, você sabe cer-certo All?

_ Claro, nosso Malfoy sempre foi essa bolinha de neve — bajulou Albus tentando esbanjar confiança.

Ele mais que sabia o porquê de Scorpius estar tão branco, provavelmente Conde Morgado, o vampiro que Scorpius fizera contrato para achar o sangue de unicórnio, havia sugado uma boa dose de seu sangue há pouco tempo, já que a cada ano ele fazia isso como pagamento de seu servimento.

_ Sei... – murmurou Rose ainda desconfiada.

_ Ahm... Ah, olhe só, All – falou Scorpius mudando rapidamente de assunto e correndo ao seu malão, de lá ergueu uma grande gaiola de grades negras na qual guardava ninguém menos que Canus, a coruja de Albus, que fugira do dono ainda em Hogwarts.

_ CANUS! – exclamou ele tão alto que as pessoas ao seu redor o encarou. Ele correu para acariciar o velho amigo, que inesperadamente o bicou tão forte que a ponta de seu dedo sangrou.

_ Mas o que... – começou Rose, mas não conseguiu completar, a ave sempre fora tão dócil. Ela se arriscou a acariciá-lo, porém nada aconteceu, ela deslizou sua mão pelas plumas da coruja facilmente.

_ O que? Só comigo? – perguntou Albus a Canus, e a coruja virou a cabeça até as costas, evitando olhar seu antigo dono.

_ Assim que cheguei em casa, no começo das férias, lá estava Canus empoleirado na minha janela – falou Scorpius dando os ombros.

_ Acho que ele ainda está com ciúmes de Fawkes e agora prefere ficar com Scorpius... – disse Rose, analisando a situação que não era difícil de deduzir.

_ Há-há, sério isso? – cogitou Albus, Canus persistiu a ignorá-lo – tudo bem então, Scorpius, pode ficar com o Cannie, você não tinha uma coruja mesmo, agora eu tenho Fawkesssss – agora quem estava irritando era Albus, mas este era seu modo de dizer que sentia muito por tudo aquilo.

_ Pare de ser infantil, Albus! – censurou Rose recolhendo seu malão e acenando aos seus parentes.

_ Tudo bem mesmo, All? – perguntou Scorpius olhando para Canus enquanto empurrava seu carrinho de malas rumo ao Expresso Hogwarts.

_ Tudo sim, afinal, eu estou com Faw-Faw.

_ ALBUS! – alertou Rose dando um tapa na cabeça do primo.

• • •

Após terem adentrado no trem eles procuraram uma cabine vazia para poderem conversar livremente, lá eles atualizaram assuntos e comentaram sobre as férias. Mais tarde quando a nova doceira passou com seu carrinho repleto de diferentes doces, eles compraram e se deliciaram até a chegada da locomotiva na estação de Hogsmeade.

_ Ahh, Hogsmeade! – exclamou Albus de braços abertos – finalmente poderemos passar alguns finais de semana aqui!

_ É, é, vamos andando, sonhador – falou Rose.

Eles foram até onde os alunos eram aglomerados para aguardarem as carruagens puxadas a testrálios, lá pegaram uma junto de Lily, Hugo e Louis e rumaram para a grande Hogwarts pelo caminho sinuoso que ligava a escola ao povoado. Já dentro do castelo eles cumprimentaram vários amigos e se sentaram a mesa da Grifinória bem quando Neville estava para dar boas vindas.

Neville estava como o ano passado; alto e muito bonito (várias alunas suspiravam com o professor de Herbologia), trajava um terno preto que cobria seu corpo um tanto definido, seus cabelos escuros estavam curtos e arrepiados, seus olhos castanho-esverdeados tão profundos quanto os do antigo diretor Albus Dumbledore.

_ Bem vindos e muito boa noite a todos! – desejou o diretor – espero que o retorno de vocês tenha sido ótimo, pois a partir de amanhã já começamos o nosso ano letivo. Como sempre gostaria de alertar aos alunos que a Floresta Proibida... É proibida, obviamente... Espero que desta vez James, Fred e Dominique compreendam.

Vários riram e aplaudiram, alguns procurando dentre a mesa da Grifinória o trio de Marotos.

_ Gostaria também de apresentar nosso mais novo membro do corpo docente, por favor, recebam seu novo professor de Adivinhação, pois nossa querida professora Trelawney enfim pediu as contas...

Vivas e palmas estrondosas foram dadas pelos alunos. McGonagall crispou os lábios e fez um aceno para calarem-se. Neville riu sem graça até então ser também calado por Minerva.

_ E ela previu isso – ele pigarreou e continuou a apresentação – seja bem vindo, Pietro Umbridge.

Albus arregalou os olhos, só agora havia reparado que no professor; ele era jovem assim como todo o resto, pele bronzeada, olhos e cabelos cor de âmbar, seu maxilar era saliente e ele tinha um queixo pontudo com uma barba cavanhaque. Albus ouvira sobre Dolores Umbridge, a cara de sapa que seus pais e tios odiavam, mas ele não soube deles que ela tinha um filho (que não se parecia nada com ela, pois chegava a ser bonito e não esbanjava a arrogância e sarcasmo da malévola, provavelmente teria herdado isso de seu pai), mas o que realmente lhe deixara impressionado, foi o fato de seu novo professor de Adivinhação ser um sátiro.

Ele se pôs de pé por trás da mesa dos funcionários e muito deles puderam ver as pernas do homem-bode; iguais aos seus cabelos, castanho-âmbar que davam em cascos escuros que faziam som de clap, clap, clap quando ele dava passos.

_ Boa noite e muito obrigado, professor Longbottom – sua voz era tranquila e distante.

Neville fez um aceno com a cabeça e continuou:

_ Gostaria de dizer que Draco Malfoy continuará auxiliando em alguns momentos do ano o professor Graypow em duelos. E provavelmente teremos algum substituto para Hagrid também, que se ausentará em algumas aulas para cuidar de sua família, que acaba de ganhar mais dois pequeninos.

Todos riram junto de Hagrid e aplaudiram o tão querido professor de Trato. Albus ficou sabendo disso, Madame Maxime, a Olímpia, havia dado a luz a dois gêmeos no verão passado, fora um alvoroço inteiro da parte de Hagrid, mas Harry, seu pai, o acalmara.

_ Bom, Minerva, gostaria de fazer as honras?

_ Certamente, Neville – assentiu a professora, que já estava bem de idade, rugas tomavam seu rosto enquanto seus cabelos prateados estavam penteados em um elegante coque por baixo de um chapéu bruxo pontudo, esta noite ela trajava seu vestido esmeralda-escuro de seda.

_ Perfeito, que a cerimônia de seleção comece! – declarou o diretor Longbottom.

Mais palmas tomou o salão, vários novatos se amontoavam olhando com vasta curiosidade tudo em volta, Minerva recolheu um banquinho, um longo pergaminho e um chapéu velho bem desfiado, que se abriu e começou a cantar uma musica composta por ele mesmo, todos ouviram com atenção a letra que chegava a um bom resultado, no fim dela, ao comando de Minerva, um a um os novatos foram sentando e sendo selecionados pelo Chapéu Seletor.

Albus virou-se para Scorpius e Rose e começou a conversar, ainda sim aplaudia distraidamente cada seleção. Ele falou sobre o que conversara com Rose nas férias à Scorpius que não pareceu demonstrar gostar nada.

_ QUE? Não fazermos nada? – repetiu o Malfoy incrédulo.

_ Falei que ele não iria gostar – sussurrou Rose aplaudindo a seleção de uma garotinha à Lufa-Lufa.

_ É, por ora nada... Eu estava pensando em juntar mais informações sobre as relíquias, que será uma tarefa nada fácil, não é simplesmente dizer “Vou caçar as relíquias da morte” e pronto... Vários tentaram quase ninguém teve sucesso, imagine nós: três crianças lidando com isso – esclareceu Albus ao amigo. Scorpius ainda não demonstrava aceitar.

_ Certo – murmurou enfim – e quando começamos?

_ Ei, ei, sem pressa, são apenas duas relíquias! – comentou Albus.

_ “São apenas duas relíquias” – repetiu Rose em uma perfeita imitação do primo – Albus Dumbledore não conseguiu reunir todas, Albus Severus conseguirá?

Ele formou um sorriso enigmático nos lábios e a encarou.

_ Veremos – disse em seu tom mais confiante e desafiador.

Notas finais
_ E é isso - disse Albus freneticamente - estamos de volta, espero que tenham gostado do capitulo e aguardem ansiosos pelo seguinte... Ah sim, mais uma coisa - o rapaz piscou e fez um gesto como se quisesse falar em segredo - não esqueça de comentar... Sabe, ele curte isso - um sorriso esboçou-se em seus lábios e ele acenou um adeus - até a próxima!