Notas iniciais
Tô de volta, pessoal!! Gente, por favor, não desistam de mi, não, tá? XD eu sei que tô demorando pra caramba, mas a culpa não é minha... Quando lerem, voltem a aparecer nos comentários e me digam o que acharam do capítulo. Até mais! '3'

Por Pamela:

Chegando em casa, Katy tentou falar alguma coisa comigo, mas eu simplesmente não consegui ouvi-la. Subi as escadas e me tranquei no quarto de Megan por algum tempo. Não me parecia convidativo enfrentar um trauma daquele tamanho... no fim das contas, eu tentei esquecer aquilo por um tempo. Teria um jantar com o Richard logo mais e não poderia estar triste. Tinha que estar presente e contente a 98%, já que a 100% era impossível. Ele estava me fazendo um bem imenso naqueles dias in Califórnia e eu teria que retribuir com o melhor de mim.

(...)

— Vai sair? – Katy me questionou assim que desci as escadas.

— Vou jantar com um old friend... mas volto antes das 23h, fique tranquila. – Ela ergue as sobrancelhas e confirma, então ouvimos a campainha. – Deve ser ele! Até mais tarde, Katy!

— Divirta-se! – Abri a porta e lá estava Richard Trainor! Mais elegante, impossível! E mais sorridente... também duvido muito que fosse capaz de estar.

— Uau! V-você está... deslumbrante! — Sorri agradecida pelo elogio e ele veio me dar um beijo no rosto. – Vamos? Prometo que teremos uma noite memorável! – Eu apenas confirmei com a cabeça e lhe segui.

De repente fiquei muda?! Juro que não me entendi, mas apenas o segui para onde queria me levar. Entramos em seu carro e ele passou todo o trajeto me fazendo perguntas, relembrando alguma coisa de nossa juventude... era bom estar na presença do Rick, eu me sentia confortável com ele, seu olhar me transmitia segurança. Chegamos ao restaurante, ele já havia feito uma reserva. Sentamos, nos acomodamos, pedimos um bom vinho e o papo recomeçou:

— Então quer dizer que você adotou uma criança?

Yeah! Joaquim é um menino de ouro, você precisa conhecer! – Ele sorriu largo e confirmou. – Mas e você? Não casou...? Não teve filhos...?

— Não. Parece que as mulheres fogem de mim! Não sei, eu acho que, e-e-eu devo ter um problema muito grave, não é não? – Sorri negando. – Sei lá, devo ser chato... ou quem sabe cheiro mal! – Dessa vez eu dei uma risada, que ele acompanhou.

No... talvez você só tem um defeito, Richard Trainor.

— E qual é?

— Não ter defeito algum. – Ele abaixou a cabeça com um sorriso so cute e depois, seus verdes olhos me fitaram. – Talvez... só não tenha encontrado a pessoa certa! Não há nada de errado com você, Rick, garanto!

— Isso foi um elogio ou uma forma de me consolar?

Um elogio. — Respondi sorridente. – Com certeza um elogio.

— Você tem um sorriso lindo, sabia? – Surpreendeu-me tocando minha mão em cima da mesa, mas involuntariamente recolhi-a ajeitando o cabelo, enquanto dizia que já poderíamos fazer o pedido. Ele não demonstrou constrangimento, só confirmou e voltou a contar histórias engraçadas.

(...)

— Então... por onde andou todos esses anos? – Questionei-o durante o jantar. Ele acabava de dar um gole no vinho quando arqueou as sobrancelhas e me respondeu:

— Viajando. – Confirmei. – A trabalho, claro. Quando a gente parou de se ver, eu não tinha mais pretexto pra não fazer nada da vida. – Franzi o cenho e com um belo sorriso de canto ele continuou: – Bom, eu nunca te disse, mas meu pai sempre me encheu o saco para me formar em qualquer coisa que me possibilitasse cuidar dos bens dele futuramente. Como eu te namorava, dava sempre a desculpa de que não queria te deixar, de que era cedo e blá-blá-blá. – Revirei os olhos sorrindo. – Mas quando a gente terminou, ele me obrigou a fazer faculdade na Inglaterra. Depois que comecei a trabalhar, nunca mais parei num só lugar, estou sempre resolvendo alguma coisa para ele por aqui, pela Alemanha, Austrália, até no Brasil!

— Sua vida virou trabalhar então...?

— De certa forma sim. Tudo pelo dad! – Passou a mão pelos cachos dourados e voltou a comer. Por que me parecer tão perfeito num momento em que estou carência pura!?

De fato, o jantar foi muito agradável! Richard tornara-se um homem responsável e ao mesmo tempo crianção. Uma grata novidade para mim. Fazia tempo que eu não ria como ri àquela noite... às 22:30 ele já havia me levado para casa. Ambos dentro de seu carro, ficamos em silêncio por um tempo, apenas olhando para frente. Então Rick cortou o silêncio:

— Enfim... chegamos.

Yeah...

— Gostei muito do nosso jantar. Foi bom saber um pouco mais sobre você... vou querer repetir!

— Eu também gostei! Você... tem me surpreendido, Rick! – Ele me olha de lado e coça a cabeça. – Obrigada pela noite... eu... você não imagina o quanto eu precisava de diversão.

— Sempre que precisar, pode me chamar! Vou estar pronto para atender aos desejos da minha melhor namorada...

Oh, stopped! Nós namoramos há uns... 30 anos! Definitivamente você deve ter tido alguém mais especial. – Ele negou suavemente com a cabeça e sorriu da forma mais doce que eu já vi, respirando bem fundo.

— Nenhuma mulher se compara a você, Pamela. – E sua mão já se encontrava sobre meu rosto. Eu perdi os movimentos, fiquei estática. – Quando se tem Pamela Parker uma vez, qualquer outra pessoa perde a graça. – Eu não estava entendendo aquele papo, mas também não movi uma palha. Ele se aproximava aos poucos e mantinha os olhos fixados nos meus. Ele não estava tentando me beijar, estava?

— Boa noite, Richard. – Falei no mesmo instante em que inclinei o rosto e ele depositou um beijo nele. Rick respirou fundo, talvez frustrado, mas não demonstrou. Apenas abriu um sorriso e colocando uns cabelos meus para trás da minha orelha, respondeu:

— Boa noite.

(...)

Excuse me, vocês têm um desse aqui, branco? – Não perdi tempo, no dia seguinte estava numa loja de instrumentos musicais.

— Temos sim, só um instante, vou pegar. – O violão que eu tocava quando criança era branco. Mommy disse que era para eu lembrar dela quando tocasse. Um violão da cor do seu nome... bem criativa. Branca Mendes estava diante de mim novamente. Senti um arrepio forte ao pegar o violão em mãos e quase desisti da compra. A cena da minha mãe tossindo convulsivamente na minha frente começou a rodear a minha mente.

— E-e-eu vou levar. – Falei depois de muito hesitar e estendia o cartão de crédito, ainda que meio em transe.

Ao chegar em casa, não dei de cara com Katy, ela provavelmente havia saído para fazer compras, e eu, pela primeira vez desde que cheguei in Califórnia, decidi que era a hora de entrar no meu quarto. Tinha o violão já comigo e a mão repousada sobre a maçaneta da porta. Aquele quarto era uma caixa de lembranças, tanto antigas quanto recentes! Eu sabia que uma enchente de melancolia viria me tomar no momento em que eu entrasse nele, mas não dava para fugir dos meus problemas. Só ali eu poderia ter o primeiro contato com a melodia proposta pelo violão. Entrei.

Senti uma tontura súbita. Me encostei na porta e pus a mão no peito, só então reparei que havia prendido a respiração. O medo faz isso com a gente. O quarto estava exatamente igual ao que costumava ficar sempre que íamos para lá; tudo continuava no mesmo lugar, armazenando as mesmas lembranças, que ficava difícil raciocinar. Quando dei conta de mim mesma, estava sentada na cama, com o rosto entre as mãos, tentando evitar o choro.

Herval estava em cada cantinho daquele quarto... Joaquim também brincou muito ali. E eu admito, vivi anos felizes ao lado de Jonas também naquele mesmo lugar. Megan cresceu naquela casa e dormiu muitas vezes naquele quarto comigo. Puro medo de pesadelo...

— Chega, Pamela, chega! Você está aqui para tentar superar o trauma da sua mommy! Nada de Herval, nada de Jonas e nada dos seus filhos! – Ordenei-me. Peguei o violão, posicionei-o sobre o colo, sob o braço e comecei a tocar algumas notas que recordava. Óbvio, estava desafinado e com paciência, fui tentando dar um jeito nisso.

(...)

— Pamela! Pamela! Telefone pra você. – Katy surge na porta, um pouco esbaforida, me oferecendo o celular. – Acabei de chegar e seu celular estava tocando em cima do sofá. – Então ela olha para o violão e olha em volta. Katy fica sem reação, só me observa intrigada. O celular volta a tocar, eu pego de sua mão e já atendo.

Hi, my baby boy! Que saudades de você...!

Hi mommy! Você vai demorar muito ainda aí? Eu não aguento mais esperar...

Yeah, baby! Ainda não resolvi o problema, mas não se preocupe, eu prometi que ficaria in Califórnia por no máximo dois meses, e não vou descumprir a promessa... não aguento ficar tanto tempo longe do meu principezinho!

Okay...

— E como vão as coisas aí, rapaz? Dorothy, onde está?

I don’t know, eu estava com ela ontem, hoje estou com o daddy.— E o peito doeu com a lembrança de Herval novamente.

— E-e-e como está seu dad, Quim? – Por que diabos eu fiz essa pergunta?

—Eu não posso falar dele. Sorry... ele me proibiu.

Joaquim! — Ouvi sua repreensão ao fundo. Herval estava com ódio de mim? Ódio ao ponto de não querer que eu saiba nada sobre ele?!

— Mas ela...

— Quim, baby, tudo bem, esquece seu pai, me fale de você! Como anda as aulas? E o violino? – Tentei amenizar.

— Não tem graça se você não tá aqui... eu gostava de quando você me ajudava com a lição...! E de quando ouvia eu tocar.

— Mas eu não vou ficar aqui para sempre, my love. Mommy ainda vai ficar grudadinha em você, okay? Tenha paciência.

— Eu tenho opção?

— Acho que não, mas você sabe que eu te amo, não é?

Não! Eu já falei que eu não quero! Estou bem assim! — Ouvi a voz de Herval mais uma vez. Dessa vez, falando com outra pessoa. Ele estava estressado, muito estressado!

Yeah! I love you too, but, mamãe, eu preciso dar umas broncas no papai, depois eu ligo de novo, tá bom? – Me arrancou um sorriso. Até parecia que ele era o pai e Herval o filho.

— Ok, vou esperar. Bye!

— Você toca? – Katy me perguntou, olhando o violão.

— Não sei, ainda vou descobrir se toco ou não... – Ela franziu o cenho e sentou-se numa cadeira. Eu voltei a pegar o violão e, fechando os olhos forçando a memória para lembrar as notas, comecei a dedilhas alguma canção.

A primeiro momento, a voz de Herval ainda ecoava na minha cabeça. Eu raramente o vi estressado daquela maneira! Aos poucos, sua imagem se misturava a do dia em que toquei para mommy. Comecei a ouvir sua voz pedindo para que eu tocasse para ela e por muito pouco não larguei o violão! O que me manteve firme foi a presença de Katy, eu não podia fraquejar! Minha garganta estava doendo, eu prendia o choro e tocava. O violão parecia pesar uma tonelada e a melodia parecia faca rasgando meus tímpanos. Estava sendo tortuoso, aquele exercício. Talvez fosse mais fácil na presença da psicóloga, mas “sozinha” eu não me sentia capaz. Não aguentei mais. Estar naquele quarto também não me fazia bem. Deixei o violão em cima da cama e saí porta afora, deixando Katy atordoada.

Ela ainda foi atrás de mim, mas eu não quis companhia por um bom tempo. Demorei um pouco para lidar com o violão, era difícil olhar par ele e estava se tornando difícil também cantar! Mas apesar de tudo, continuei tentando.

(...)

Alguns dias depois...

... Recebi uma ligação de Davi. Ele disse que tinha o produto perfeito para a Marra desenvolver, mas precisava de tempo para planejar. Não o tínhamos! Eu estava com os dias contados in Califórnia e tinha que resolver aquilo depressa. A solução foi: Davi e Megan no Vale do Cilício! Confesso que fiquei aliviada com a ideia de Davi estar ao meu lado para ajudar a reerguer a Marra International. Por mais experiente que eu estivesse no campo dos negócios, esse nunca foi o meu mundo de verdade... se dependesse exclusivamente de mim, a Marra já teria falido ou se transformado drasticamente.

Enfim, estava marcada a ida de Davi e a de Megan para Califórnia. Enquanto isso não acontecia, eu prossegui com as minhas sessões com a Dra. Jennifer. Eu tinha que lhe contar tudo o que sentia quando tocava violão, e aos poucos ia me acostumando com o instrumento. Daí ela começou a partir para os outros traumas, a coisa então começou a complicar...

(...)

— ...Então é isso aí, gente! Um celular inteligente. Eu sei que esse tipo de tecnologia já existe, mas não como vamos produzir! É certo que a gente vai precisar de muito trabalho e... de muita verba também, mas eu tenho certeza de que se a gente conseguir lançar o Androphone, a Marra vai voltar a crescer!

— A ideia é maravilhosa, rapaz, mas... se a gente investir nisso, vamos ter que tirar de outro lugar... – Pronunciou-se Richard. Davi chegara com uma ideia brilhante, e o que é melhor: baseado em Galáxia Andrômeda, mas que exigia muito da gente.

– Bom, eu pedi que cada um pensasse numa maneira de economizarmos, right? — Lembrei. – Eu já comecei mandando o Chang dar uma olhada em alguns setores da Marra. Estou tentando encontrar neles, gastos desnecessários, que eu tenho certeza que há muitos! – Rick confirmou, aprovando.

— E como pensar numa maneira de livrar a Marra do fracasso é uma tarefa difícil de se pensar sozinho, nós resolvemos nos reunir para pensar em algo. – Falou um dos acionistas. – Fizemos então uma lista do que achamos que poderia ser feito, esperamos que sirva de alguma coisa... – Me entregou um papel com alguns tópicos. Apenas passei a vista e disse que leria com calma após a reunião.

— Então estamos decididos? Aplicaremos maneiras de economizar o capital da empresa e investiremos nesse Androphone aí? – Disse Richard.

— Isso mesmo! E por hoje é só, senhores... damos então por encerrada a reunião. – Finalizei.

(...)

Davi havia chegado no dia anterior àquela reunião. Megan o tinha acompanhado, mas ela preferiu ficar num hotel. O coitado não teve escolha, foi obrigado a lhe fazer companhia. Megan ainda estava com raiva de mim... ela se recusava a aceitar minha separação e por isso estava separando a gente também.

— Eu acho que você deveria ir atrás dela... você, como mãe da Megan, deveria saber que ela só deixa de birra se a gente der o braço a torcer! – Disse-me, enquanto voltávamos da empresa.

— E eu sei! Sei melhor do que ninguém, Davi! Mas o fato é que eu estou com problemas demais para lidar com as crises de menina mimada de Megan. – Ele confirmou, sem tirar os olhos da pista, enquanto dirigia o carro.

— Nós vamos dar um jeito na Marra, acredite! Nem que seja na marra! — Eu sorri e abaixei a cabeça. Davi era um menino de ouro.

Okay... você pode me levar ao hotel em que vocês estão hospedados? Quero fazer uma surpresa para aquela bad girl. – Ele abriu um largo sorrido e respondeu que sim, acelerando o carro.

— Pamela... que mal lhe pergunte... quem é aquele homem que você estava conversando depois da reunião?

— Oh é o Richard! Ele é filho de um dos nossos acionistas e é também um velho amigo meu. Por que?

— Não, nada não...

— Desembucha, Davi! Você é praticamente meu filho too! Não tem que se envergonhar de falar nada.

— Não, é só que... ele me pareceu... meio que... interessado em você... – Eu soltei uma risada nervosa e olhei pela janela, sem coragem de encará-lo.

— Impressão sua, Davi, impressão sua... – Em pouco tempo estávamos diante do hotel. Ele me levou até o andar que eles estavam instalados e me deu a chave do quarto para que eu entrasse. Disse que ficaria esperando do lado de fora; não queria correr riscos, Megan com raiva era impossível!

Baby! Você já cheg...ou – Ela tinha um sorriso no rosto, mas ao ver o meu rosto, quando esperava o de Davi, o sorriso murchou. – O que está fazendo aqui? Já disse que não falo com você até que se reconcilie com o Herval! – Não sei o que me deu, minhas pernas fraquejaram e eu tive que me apoiar nela. – Não tente me enganar, Pamela Parker! – E então uma dor no pé da barriga, só aí ela viu que eu não estava encenando e me sentou na cama. A dor não insistiu, só foi eu sentar para ela sumir, mas sem mais nem menos meus olhos encheram-se de lágrimas. Sua expressão logo se tornou complacente e ainda que a contragosto, esqueceu a birra e veio me abraçar.

Oh mom... sorry, eu não sabia que estava tão sensível e tão fraca...

— Já vai passar. – Disse-lhe, enxugando os olhos. – Só não adianta fazer chantagem emocional, Megan Lily... você sabe que isso é um assunto muito, muito sério e eu não posso simplesmente pegar um avião para o Brasil, chegar lá e me atirar nos braços de Herval.

Yeah... eu sei, esqueça isso, okay? Eu fui muito infantil.

— Herval para mim é água virada, e só o que me interessa agora é a mim mesma, meu trabalho e meus filhos... – Abri os braços, voltando a lhe abraçar, dessa vez, bem forte. – Eu senti tanto a sua falta, puppet.

— Eu senti mais.

— Eu senti muito mais... – O abraço se estendeu e quando estávamos uma imersa na outra, meu celular tocou. – Hi Richard!

— Oi Pamela, tô te ligando pra perguntar se você não toparia dar um passeio comigo amanhã. E-eu preciso de falar uma coisa importante...

— Importante?

— Extremamente.

Yeah! Claro, claro, depois eu te ligo para combinar direito, ok?

— Ok, tchau Pamela.

Bye.

— Quem é Richard? – Megan me perguntou.

A old friend.

— Tem certeza?

Of course! O que está insinuando, Megan Lily?! – Ela sorriu, estendendo as mãos em redenção.

(...)

E então, ao fim daquele dia eu já estava na cama. Exausta. Completara 23 dias in Califórnia e eu já me sentia mais leve. Tinha alguém para cuidar dos meus traumas, dos meus problemas psicológicos; tinha Katy, que estava sendo uma mãe para mim; tinha o Rick como um ótimo amigo, e ainda tinha a companhia da minha filha. Ao que me parecia, a vida começava a tentar me dar uma chance de recomeçar.

Notas finais
1. Um sonho de consumo não realizado: 2. Que parte do seu corpo, vc gosta mais? Hj só tem duas XD