General E O Assassino Do Caos
9 Cap.9 A Ida
P.O.V. Percy
Megan me perguntava o que eram os Voids que eu falei. Somente os soldados do exército têm permissão para pilotar eles, mas os assassinos tinham apenas uma moto por isso as varias perguntas vindo dela. Eu dizia e repita que quando chegasse la iria mostrar tudo para ela, principalmente os Voids.
Estávamos chegando perto e então a digo o fato. É os quatro pilares são realmentes grandes, pois de longe davam para velos, eles se parecia com um obelisco de um metal preto o metal era o ferro caótico e em detalhes que eram na verdade uma escrita em grego antigo. No momento estava tudo preto, mas quando ativados as letras brilham de um azul e quando os raios dos quatros pilares se encontram eles foram um imenso buraco negro o mesmo sistema de transporte de dimensões que eu fiz só que em uma escala bem maior que a minha.
Explique isso a Megan quando eu parei a moto e apontei para o mecanismo e a disse tudo sobre ele, mas ela estava mais interessada no Voids, ela sempre perguntava algo e eu explicava e sempre acabava perguntando: “onde estão os Voids?”
Fomos andando, quando chegamos perto do hangar eu parei em frente à porta e a disse:
- Atrás dessa porta esta o que pode ser uma das maiores invenções do Steven. – um amigo meu filho de Hefesto que adora mecânica e filmes americanos então já da para perceber – São os Voids, Steven adora criar coisas de jogos e filmes que vê a moto dos assassinos ele resolve fazer igual a um jogo que ele jogou uma vez acho que era Saints Row alguma coisa, mas isso não vem ao caso. Apresento a você os Voids.
Abro a porta e um barulho ensurdecedor entra no lugar do silencio que havia, mas não era o tempo todo devi ser talvez um motor que dever ter explodindo e agora devem estar consertando.
- São aquilos — disse apontando para uma imensa aero-nave e falando mais alto que o barulho – aqueles maiores são os de carregamento. Os que são um pouco menores são como uma casa é onde o pessoal vai ficar. Aqueles segundo ali no canto no final do hangar são onde os assassinos vão ficar e os comandantes. E aquele ali no centro isolado é o meu, ou melhor, o nos onde vamos ficar. É isso que são os Voids. São essa maquinas voadora que esta vendo. Alguma pergunta?
- Na verdade sim. Quando vamos ficar sozinho para aproveitar o tempo?
- Só preciso verificar e marcar o “discurso” com a presença dos assassinos e também receber o horário que vamos aparecer no Acampamento. Ai vamos primeiro no seu apartamento pegamos suas coisas vamos para o meu pego minhas coisas e lá podemos passar o tempo ate que recebemos A carta de Caos ai acaba a nossa diversão.
- Ok. Vai logo então, quanto mais rápido você arruma isso mais rápido começamos e vai demorar mais.
- Ta bom não precisa xingar, já to indo resolver isso e também não saia daqui mesmo se você pisar em um lugar errado você ira morrer instantaneamente.
- Tá, ta, vai, vai logo. Resolve rápido.
Depois de toda essa delicadeza fui acertar os detalhes de nossa ida para a Terra a saída para o Acampamento, o “discurso” de ida para a guerra e disse quem não estivesse no local desiguinado não iria para a missão. E disse que assim que eu terminasse os Voids que eu estava exigindo deveria já estar pronto para viajem assim como os quatro pilares.
Saio do local e vou à procura de Megan ela continuou no mesmo lugar só que ela não estava sozinha, estava na companhia de Zeck, ele é um amigo nosso e comandante do primeiro esquadrão do exercito que era o principal de batalha. Estava chegando perto e fui denunciado por uma porca então eles me viram.
- General. – disse Zeck. Ele era um homem alto, com cabelos e olhos pretos, mas com um grande contraste ele era muito branco e tinha muitas sardas em seus braços e estava vestido como sempre que o encontrava no quartel general. Com uma armadura de guerra completa, ele era filho de Hermes.
- Sem formalidades Zeck, mas vamos direto ao assunto. E seu esquadrão? Já está todo reunido.
- Não, mas faltam três soldados que estavam no final de suas missões e resolveram acabar com suas missões antes de voltar, mas parece que já estão voltando.
- Ótimo. Então é isso, quem não apresentar até o final da cerimônia de discurso não ira na missão a cerimônia de discurso esta decida para começar 10 minutos antes da ida para a Terra.
- Esta bem. Você já mandou para os outros comandantes?
- Já encarreguei de mandar a todos. Assim que eu receber a carta de Caos vocês já terão recebido a hora do encontro. Ate o momento isso é tudo. Vamos então Megan? – disse esticando a mão para ela e ela a pegando.
- Então é isso Zeck. Agente se vê daqui a pouco.
Megan se limita encaralo, como sempre e vai embora sem se despedir. Vamos embora do quartel para seu AP arrumar suas coisas. Chegamos e fomos recebidos pela Lizz uma águia de rapina, ela é uma águia de penas marrom. Assim como eu Megan tem uma águia para se comunicar com Caos. Megan pega as suas coisas em seu AP e isso conta com sua águia. Depois vamos para minha casa pegar as minhas e Maylson.
Já tínhamos deixado Maylson e Lizz nas motos não daria para carregar duas pessoas duas águias e duas mochilas de pertences, por isso não deixamos a moto da Megan em seu apartamento. Acabamos de arrumar as coisas e voltamos para a minha casa continuar a brincadeira.
Megan quebra algumas coisas no meio do caminho para o quarto, me beija vorazmente como se quisesse me engolir. Era uma batalha intensa em que não haveria nem um perdedor só havia prazer no meio, era língua e piercing contra mim. Ela tirava minha roupa no meio do trajeto não tinha muitas roupas em meu corpo só a parte de baixo do corpo que seria calças e botas o sobretudo e camisa devia estar em um outro lugar que eu não estava nem ligando.
Megan não estava muito melhor do que eu, única diferença era que ela estava com um sutiã, que atrapalhava aquela bela vista de seu corpo. Tínhamos chegado ao meu quarto. Um quase engolindo o outro. Ela é um pouco brutal, pois assim que chegamos ao local tão requerido ela me empurrou para a beirada da cama e começou a abrir o zíper de minha calça, mas um som nos fez parar, um som de bico batendo no vidro. Vou ver o que é e me deparo com uma águia-real negra.
- Flash como vai? Esta é a carta? – a águia da um pio deixa que retire a carta e logo após vai embora. A carta dizia:
Ω
Você com toda a certeza esta com Ɵ então me desculpe por interromper este momento, mas o horário de chegada já foi definido e já falei com os outros assassinos e também estou muito decepcionado por ter desrespeitado uma ordem minha, mas muito contente que você finalmente tenha feito a coisa certa mesmo eu dizendo para você fazer uma coisa errada você sabe escolher bem suas opções.
A reunião no acampamento será 16h00min horas. Isso é só.
Olho para o relógio e vejo que era 15h20min. Estávamos adiantados, mas é melhor nós não desafiarmos o tempo, iria fazer isso mais cedo. Quanto mais cedo fizermos mais cedo voltamos.
Falei com Megan que Caos já tinha acabado com o nosso passa-tempo. E que era a hora de salvar o mundo. Fomos ate o quartel general e ele estava lotado parecia que todos eles chegaram a tempo. Antes de eu começar a falar sobre a missão vou verificar se todos os detalhes estavam finalizados.
Todos os soldados estavam no local, quatro pilares e os Voids estavam prontos.
Começo o meu discurso falando sobre valores e guerras que nunca terminam que um dia o velho inimigo sempre volta, mas hoje será sua ultima vez, pois ele nunca mais ira voltar e dizendo isso e outras coisas de discurso fúteis. Sempre um discurso de guerra.
Assim que termino de falar, do ordem para os soldados irem para os Voids e ativarem de vez os quartos pilares. As inscrições em grego antigo começam a brilhar em varias cores. As cores já estão carregadas, logo após mandam um raio de luz e quando se juntam formam um gigantesco buraco negro como lugar de saída o Acampamento Sangue de Júpiter.
Os comandantes e assassinos já estavam no Void Only Space. Sou tirado de minha observação de cena por Megan que diz:
- Vamos temos uma guerra para lutar.
- Apesar de eu nunca ter concordado com isso.
- Percy eu também nunca concordei com isso e também acho que ninguém que esta la tenha concordado, mas semideuses tem uma queda por guerras. Não importa quando seja. E outra eu também não quero ir, estou com medo.
- Você com medo? De que?
- De meu passado. E medo de te perde.
Megan foi uma semideusa na época do Domingo Sangrento na Irlanda do Norte em 1972. Os semideuses romanos descobriram que ainda havia gregos no mundo. E que os gregos tinham a Megan. Então esse fato histórico foi tudo causado para matar e proteger Megan. Assim que ela foi morta por um semideus romano eles se retiram dando fim a invasão. Ela foi a 15º vitima e ultima naquele domingo. Mas os deuses do Olimpo são “muitos bons” e apagaram a memória dos envolvidos. Assim como eu e todos os outros, Caos deu um aviso e ajuda ate o momento de nossa morte e decisão, com Megan não foi diferente. Ela tinha 15 anos na época mais nova que eu quando fui recrutado.
- Os olimpianos não podem interferir nas lutas de seus filhos e filhas, mas pelo menos uma vez eles fizeram uma escolha certa de manter de todos os grupos sua existência e o motivo daquele fato oculto. E outra você não conseguirá se livrar de mim muito fácil.
- Você deve estar certo.
Chego mais perto dela pego com a ponta dos dedos o seu queixo e levanto seu rosto.
- Se não deu tudo certo é porque ainda não chegou no fim. No final da tudo certo. Acredite em mim.
Ela da uma fungada e diz:
- Eu sei, mas isso não é um conto de fadas, mas sim a vida de um semideus.
- É muito ruim ser um, mas não podemos negar quem somos. E se você estiver com medo e em perigo vou sempre te defender – ela da mais uma fungada e me abraça. Fico surpreso com o gesto, Megan não é de ficar carente e a única coisa que faço é retribuir o gesto.
- Obrigado. Porem eu preciso me virar e lutar sozinha não posso depender do segundo ser mais forte do universo para me defender – ficamos um bom tempo abraçados sem nem uma palavra ou movimento. Até que decido fazer algo.
- Ok. Vamos então. Esta na hora de irmos – digo. Ela não da nem um sinal. Afasto-me dela e percebo que ela tinha dormido. Dou uma risada, pego Megan no colo e a levo para o meu Void.
Deixo-a na cama do Void. Arrumo algumas coisas e vou para frente pilotar e ir para aquele acampamento que eu fiquei e que só tinha acontecido desgraça.
Levanto vôo e saio da zona do Caos. Passo na frente de todos os outros Voids no Buraco Negro. Vou passando pelo Buraco de Minhoca a toda a velocidade que eu conseguia colocar na maquina. Os outros se não tivessem aumentado a velocidade já deviam estar muito longe.
Vejo uma imagem distorcida do acampamento.
- Já chegamos? – pergunta uma voz um pouco embriagada.
- É, chegamos. Bem vinda ao Acampamento Sangue de Júpiter.
Paro o Void e espero os outros chegarem. Depois de alguns segundos eles chegam. É hora de nós descemos e nos apresentar. Vou descendo a nave quando algo explode em nossa frente. Alguns hábitos nunca mudam.
Fale com o autor