General E O Assassino Do Caos
6 Cap.6 Então é Isso...
P.O.V. Percy
Eu já estava perto do final do buraco de minhoca quando voltei de minha recaída e já estava quase saindo dele na Cidade do Caos mais precisamente na ponte de transição. A ponte de transição é o mecanismo feito para assassinos se moveram para a Terra já que eles não têm poderes e há também uma ponte solida de uns dois km. E você deve estar pensando que a Cidade do Caos tem muitos baderneiros, confusões e outras coisas que são sinônimos de caos e desordem, mas não há nada disso aqui. É como outra cidade qualquer só que maior parte dela é feita por guerreiros deuses, assassinos e guerreiros semideuses. Tem um comercio normal –os comerciantes eram na maioria legados — filhos de semideuses — que tiveram uma vida para servir a Caos e seus filhos acabaram virando comerciantes -, restaurantes, lojas – na maioria de armas de todas as épocas e ferreiros -, mas o que mais chamava atenção era o fato de que ser tudo preto e vermelho como um aspecto futurístico, também era estranho o fato de a rua da ponte continuar por mais uns três km, mas o que realmente era o mais estranho era que no final da rua tinha uma grande torre gigantesca que conectava com a estranha Aeronave encima da cidade.
Bom você deve estar se perguntando: vocês só fazem esse tipo de trabalho na Terra? A resposta é não. Apesar de a maioria dos trabalhos serem na Terra há em outros planetas também, outras dimensões. Recentemente havia uma missão para começar uma guerra intergaláctica entre as galáxias de Sombrero e Andrômeda. As missões não são escolhidas por Caos são escolhidas por nós. Mas quando havia certo tipo de missão ele pedia a um semideus para fazer ela. E não podia ser apenas a Terra como centro de todas as missões Caos tinha dado formas de vidas mais inteligentes a outros planetas assim não precisava ter outros deuses.
Tinha que fazer e levar meu relatório para Caos, então eu me limitei para ir para minha casa e fazer ele la. Cheguei a minha casa e fui recebido pela minha águia chamada Maylson uma harpia macho com a coloração avermelhada e dei para ela um petisco que tinha trazido comigo da Terra, acabei indo para o meu quarto com ela em meu ombro para fazer o relatório da missão, fazendo o mesmo vou para o meu passado novamente.
Flashback on
O que sonhei me deixou em choque, eles me queriam morto, quem viria me matar era Dante, mas de acordo com o ser eu seria morto por ele, mas antes eu ira enfrentar um desfio de quase morte, mas não iria morrer antes do tempo por causa da mochila ela seria minha salvação.
Decidi que se iria morrer em um tempo próximo eu iria aproveitar a vida do melhor jeito que conseguisse na terra antes de partir. Decididamente, eu saio do carro levando comigo a mochila.
Vou ate a lanchonete do posto peço uma Coca e cheseeburguer, como, vou para o caixa pago e saio da lanchonete ate que percebo uma estranha movimentação de pessoas e ela olhando para trás parecendo que elas estavam sendo perseguida por algo, quando escuto um grande rugido, mas espera não era só um era muitos rugidos, mas que vinham do mesmo lugar.
Percebo que o rugido era de uma hidra, ela vem ao meu encontro me olha com suas sete cabeças abaixa ela e ruge em minha frente. Meu primeiro intuito é de cortar uma de suas cabeças e é isso que faço. Corto uma das cabeças, a do meio e nesse ínfimo instante as outras vêm ao meu encontro me devorar e desvio de todas as duas das pontas quase que uma engole a outra já que uma morde a outra na cara, outra morde o pescoço com outra. Viro-me para ver o estrago que tinha acabado de fazer e já percebendo que não foi exatamente isso que aconteceu. A cabeça que tinha acabado de dissipar de seu pescoço volto a aparecer, mas outra também apareceu, neste momento que eu lembro que o monstro que eu estou lutando é uma hidra e não um dragão normal. É assim que funciona, corto uma cabeça da hidra e outras duas aparecem no lugar da anterior.
Tinha que me livrar da hidra de qualquer modo se não meu ceifador não seria Dante, mas sim uma hidra idiota, mas o que era mais importante tinha que tirar ela do posto, pois ela tinha hálito de acido e se pegasse em uma bomba de gasolina era uma vez Percy, hydra, e todas as pessoas ao redor por causa da explosão. Espera ai... explosão... ... fogo... Nesse momento lembrei-me do isqueiro na minha mochila e que eu estava em um POSTO DE GASOLINA. Neste momento faço a coisa mais insensata que talvez já tenha feito em minha vida, corto a barriga da hidra e logo em seguida corro para uma bomba de abastecimento e enfio contracorrente na bomba deixando ela encharcada de gasolina e vou pegar o isqueiro na mochila para incendiar uma espada encharcada com o liquido, procuro a caixinha de metal flamejante e a acho depois de alguns segundos e a hidra vem para cima de mim tento umas quatro vezes ate que na ultima a espada esquenta e vou para cima da hydra com literalmente uma espada em chamas. Desvio corto uma, corto outra desvio de uma patada, vou para outra, mas dessa vez corto mais duas cabeças logo depois de desviar de um hálito verde que sai da duas bocas que tinha cortado meu celebro não processar mais nada só que a única coisa que eu percebi foi na ultima cabeça, fui acertado por uma baforada de seu hálito mas mesmo assim eu a mato no ultimo instante.
Estava em estado de puro cansaço e também com uma perna e braço em estado que estava começando a ser corroído volto cambaleando para o carro, mas não o tento abrir, tento abrir a mochila, depois de muitas tentativas consigo abrir, jogo todo para fora procurando ambrosia e néctar jogando pequeno pedaços na boca já ficando desesperado.
Depois de jogar a comida e bebida divina para meu organismo me sinto um pouco melhor, me levanto escorando no carro e vou tentar catar o que joguei para fora da mochila. Acabando de catar tudo que estava no chão, abro a porta do carro ligo o mesmo e saio do posto e vou para o norte corro com o carro na maior velocidade que eu conseguia meu cérebro ainda não conseguia processar as coisas, mas em um determinado tempo eu parei em um lugar que parecia um hotel saio do carro fui para o hotel e pedi um quarto. Pego a chave na recepção e vou para o quarto cuidar melhor do meu ferimento e logo após dormir e é isso que faço. Extremamente cansado e parecendo que meus músculos vão cair vou para a cama. Dessa vez não vou dormir direto como de costume rolo de um lado a outro na cama talvez pelo o ferimento ou pelo medo da morte que já esta com contagem regressiva, mas eu consegui dormir depois de muito esforço.
Sonho
Eu estava no mesmo local onde tinha derrotado a hydra mais cedo porem dessa vez não era eu era meu querido irmão Dante andando imponente e investigando o lugar. Ele segue uma trilha de acido e sangue no chão ate que chega a um local e ela desaparece, mas no lugar aparece uma trilha de pneus de carro ele a segue mais um pouco ela desaparece, mas ele continua na mesma trajetória que seguei a trilha ate que ela aparece indo para o norte. E a partir desse momento é que ele para na estrada olhando o horizonte escuro e faz algo que me surpreende muito e que talvez jamais esqueça.
Ele tira a jaqueta que ele estava vestido e percebo que ele só estava com a jaqueta e mais nada na parte de cima e que tinha uma tatuagem estranha parecendo uma asa de anjo, mas nesse momento ela ganha vida, a tatuagem sai do corpo de Dante e fica em um estado de pura utopia. Ele se abaixa e de repente se levanta como se fosse preciso pegar impulso para voar, mas ele voa realmente.
Acordo e vejo que já era de manha, se Dante podia voar com certeza em apenas algumas horas ele estaria aqui, mas o sonho aquilo foi que horas na madrugada, e alem disso dês de quando uma estrada que fica perto da capital do estado esta vazia mesmo na madrugada.
Não queria pensar nisso. Única coisa que queria saber era quando ele chegaria e o que ele era. Mas eu precisava continuar fugindo dele ate que estivesse disposto para lutar novamente.
Pego minha mochila e de la tiro as mudas de roupas, era as roupas mais estranhas que eu já tinha vis era uma camisa de manga comprida preta, um jeans também preto e um sobretudo com capuz preto novamente e tudo com detalhe em vermelho sangue, as botas e as luvas também.
É neste momento que mi arrependo de ter jogado a mochila do acampamento fora, só havia roupas nela, mas as roupas eram de meu gosto e minha antiga estava um trapo, mas era a única que eu tinha não havia opção.
Visto as roupas e assim que acabei de colocar todas elas em ordem meu corpo deu uma melhorada gratificante. Será que ela tem habilidades curadoras? A resposta estava no capuz do sobretudo. E ela não é.
O que foi que ate o momento em que eu estiver usando ela meu corpo só sentira essa melhora e não ire sofre muito cansaço.
- Não é bem meu estilo, mas fazer o que? Ela é boa- eu digo.
Vou para o restaurante do hotel levando todos os meus pertences tomo um café e todos estavam me olhando. Levanto-me e vou para a porta do hotel acertei tudo. Pego o carro e vou para o norte dessa vez não desesperadamente igual antes.
Pego uma rota um pouco diferente, viro a esquerda entro em um lugar parecendo um campo e nele havia uma cachoeira decido parar para beber um pouco de água, mas então eu me decido de algo, estamos que nem gato e rato e no caso eu sou o rato e faço algo, espero ele chegar para me matar.
.
.
Espero
.
.
Espero
.
.
Ate que escuto algo caindo e barulho de asas que estavam se batendo:
- Então me achou Dante.
- Foi mais fácil do que você deve ter imaginado — diz ele.
- É deve ter sido – pego minha caneta – você manipulo para todo ficarem contra mim, ate Annabeth você manipulo, mas você não conseguiu me manipular nem os outr...
- Eu manipulei todos vocês inclusive você, enquanto sua namorada foi realmente difícil ela realmente te amava é difícil intervir em amor de verdade mas não impossivel já seus amigos eu tinha que fazer ele ficarem com você não podia fazer todos ficarem contra você seria muito estranho – diz Dante.
- Como você me manipulou?
- Como é egocêntrico como sempre. Você foi o mais fácil de todos, foi só chegar e dizer mais alto que você que eu tinha matado o cachorro e você tinha apenas visto a cena e você iria ficar com muita raiva, muito fácil e os campistas também não eram tão difícil assim.
- Você é um monstro.
- NÃO. EU NÃO SOU UM MONSTRO EU SOU UM DEUS SEU SEMIDEUS COVARDE VOCÊ VAI SE ARREMPENDER DE MI FAZER FICAR TI PERSEGUINDO QUE NEM UM LEÃO CORRE ATRA DE GAZELAS SEU INFELIZ. VOCÊ VAI TER QUE SE ARREPENDER DE TER FALADO ASSIM COMIGO- diz um Dante realmente bravo com uma feição que jamais tinha visto em seu rosto de pura fúria, uma fúria inigualável.
Dessa vez ele não tira a jaqueta ele arrebenta e vai para cima de mim com aquelas asas de meu sonho que apareceram novamente. Mas ele passa direto e vais para a cachoeira toca a água e algo que eu não imaginava acontece da água aparece uma grande foice que depois pega forma e vira uma arma de platina. E vem para cima de mim já me atacando com uma lamina de uns dois metros.
- Platina do Céus, chama o metal, jamais você ira ver outra como essa seu semideus insolente.
Ele era realmente rápido mal dava para defender muito bem a dor era suprimida pela roupa eu desviava, atacava em vão ele sempre parava com a lâmina, fiz uma opção de desviar para o lado e já estava atacando foi muito rápido, mas deu tempo de cortar ele não saiu sangue do corte muito longe disso e nem ao menos foi icor dourado era um liquido branco brilhante.
Dante olha para o proprio “sangue” quando levantou o rosto se a raiva que ele já sentia era grande agora era uma fúria inigualável e imensurável. Ele faz um gesto para ir ao seu encontro e continuar a luta. É realmente ele estava me manipulando, mas eu estava brigando contra isso o tempo todo, só que dessa vez eu não estava sendo manipulado, mas eu fui para cima dele eu queria matar aquele idiota da maneira mais brutal possível, mas diacordo com meu estado eu ira morrer de qualquer modo.
Vou para cima de Dante com contracorrente apontada para seu pescoço, o que meu meio-irmão faz para parar minha lamina foi incomensurável. O que ele fez foi ter parado a minha espada com o simples fechar de dedo sobre ela, e no outro momento meu corpo estava encharcado de sangue e caído ao lado de Dante, mas eu não estava em meu corpo eu observava ele indo para perto de mim.
- Nunca lutei contra nem um semideus que durasse nem 2 minutos contra mim, muito menos um que tirasse sangue de mim em cinco mil anos. E também não é nada pessoal. Você era apenas uma peça que precisava sair do taboleiro.
Mas neste momento eu vou realmente embora. Sem nem ter tempo de pensar no que havia acontecido naquele lugar, a única coisa é que realmente eu entendi foi que eu tinha morrido.
Flashback off
Fale com o autor