P.O.V. Bianca

Estavamos esperando até que Percy ou Megan voltasse com noticias, mas quem vem é o Tenente do 1º esquadrão. Dizendo que ele tem que tomar conta de alguns prisioneiros de guerra e que o General estava querendo todos nós la neste momento. O tenente faz seu relatório ao seu superior e se retira, assim que ele se retira Steven diz para nós nos prepararmos que estávamos indo até o outro acampamento.

E nós estávamos indo de novo pelo mesmo local que nós assassinos vemos direto, o buraco negro que servia de ponte de transição. Levanto-me e vou para preto do Steven e o pergunto:

– Ele serve tanto para inda e vinda dos assassinos quanto do exercito, mas se quisermos perseguir algo?

– Ele é como suas motos senhorita. É ativado e desativado, podemos ir ate o outro acampamento indo pelo buraco ou indo normalmente flutuando as cidades, os mortais devem achar que dever ser um grande dirigível indo bem rápido, mas dirigíveis já devem estar extintos há alguns anos.

– E se um estiver indo para um lugar e outro esta saindo de um outro lugar e seu ponto final é onde é o inicio do outro tem como eles baterem ou se encontrarem?

– Você já encontrou uma outra moto indo ou vindo de um lugar em que você estava?

– Não.

– É como eu disse, é como sua moto só que em uma escala maior.

– E aquele negocio dos quatros pilares?

– Deslocamento de Voids ou de X2 Phantom em massa, se é usado quando acontece uma viajem em massa, independe se for de somente Voids ou de X2 Phantons ou os dois juntos.

– E se uma pessoa cai de sua moto ou abandona uma aero nave o que acontece?

– Olha moça você não acha que esta fazendo muitas perguntas? – ele me olha e faço minha melhor cara de pessoa zangada – está bem. Eu não sou filho de Atena, mas tive de treinar para poder aprender sobre tudo isso. Se uma pessoa cai da moto pode acontecer de duas coisa, a separação de partes do corpo, por exemplo: um braço e uma perna no inicio e o resto do corpo no final do processo, ou você vai ficar sem nenhuma partícula de seu corpo atual, em qualquer caso ambos são ruins os resultados, sorte que temos um ótimo pessoal sendo cérebro, mecânicos, curandeiros e coveiros. Se juntar tudo no final terá um corpo novo.

– Foi assim que no final eu tive um corpo novo?

– Exato minha aprendiz.

Começo a reparar na suposta cabine e percebo que havia mais botões do que eu podia imaginar que devia ter em uma espaço nave. Havia um botão com listras vermelhas e pretas destro de um quadrado de vidro que era preto e amarelo e dizia “só em casos de morte”.

– O que...

– Chegamos. Hora de ver o que nosso querido general tem para nos mostrar. – ele se levanta e todos o acompanham, incluindo eu, ando até a porta e percebo que não havia mudado muito desde que eu vim aqui pela primeira e ultima vez, ainda se parecia muito, única coisa de deferente era o gramado um pouco estragado, talvez pela batalha, a Casa Grande não havia mudado em nem uma parte, havia sim era colocado uma nova ala de chalés e havia aquelas aero nave.

– Há quanto tempo eu não venho aqui, quanta nostalgia, foi pouco tempo que fiquei, mas foi bom. Deve ter o que, uns 15 anos que não vejo essa paisagem?

– Você parece uma velha falando desse jeito – diz Steven – ta igual minha vó!

– Desculpa, mas eu sou da época de 30 sabe, da época da 2º Guerra Mundial!

– Desculpa eu não sabia — ele pede perdão – mas que ta igual a uma velha você ta! – diz ele baixinho para eu não ouvi.

– Vamos logo eu quero ver o que ele fez – digo puxando Steven, que agora parecia que era meu melhor amigo de infância. Ele me guia dizendo onde era já que eu não sabia o local onde eles estavam. Depois de passar por vários lugares tínhamos finalmente chegado.

Percy e Megan estavam abraçado e as águias de ambos em cima da cabeça de cada, não queria acabar com aquele momento, mas era necessário.

– Você nos chamou Percy? – digo e ele se solta de Megan e ela continua de costas para nós.

– Chamei. Olha o peixe que pegamos – diz ele apontando para o vidro. No começo era bem difícil ver o que tinha na sala por causa da fumaça branca que havia no local, mas depois de uma boa olhada no local dava para se ver um ser deitado de costas para nós.

– O filho de Poseidon do Caos captura o filho de Poseidon Anjo – diz Steven.

– O que você vai fazer agora? – pergunta Skylar.

– Posso interrogá-lo? – pergunta Anthony com uma mão fechada e outra aberta em cima da fechada.

– Pode, só que antes escutem isso – diz Percy – Sala: 15. Ala: 3. Reproduzir ultimo áudio – assim que ele da a ordem para onde é que seja a voz de Percy começa a sair de todos os lugares em volta ele conta tudo, desde a criação do universo dos ataques dos titãs e gigantes e que no Olimpo tem muita marketing e outras coisas, agora faz muito sentido as coisas.

– E o que vocês acham?

– É tudo verdade – diz Zeck.

– Como você sabe? – pergunta Megan que até aquele momento parecia que não estava ali.

– Eu estudo de vez em quando está bem? Mas o fato aqui é que ele esta falando a verdade, se quiserem saber sobre mais detalhes sobre as guerras é no final da 1º, 2º e 3º fileira do 19º andar da biblioteca do Caos. Mas sobre sua historia eu não sei se é realmente verdade.

– Eu tenho certeza que ele não mentiu nem uma vez, o poder de Aletheia não acusou nada.

– Mas tem varias coisas faltando nesse dialogo – digo.

– O dialogo está todo ai, nem um pedaço faltando – responde Percy.

– Não é questão de ter cortado uma parte da conversa, é em questões de informações, você não perguntou tudo não é? – pergunto, ele não diz nada – Eu vou primeiro – saio da sala e vou para a do lado. Abro a porta e a fumaça vem em meu nariz, um cheiro melhor do que o do tabaco, devia ser maconha com toda a certeza. Coloco a mão no lado da porta e uma pequena sombra se forma e dela sai uma sombra maior ainda que vai se alastrando pelo teto da parede e ela se descola do teto e vai descendo e levando consigo toda aquela fumaça, a sombra continua descendo e a fumaça também, quando não se tinha mais nenhuma percepção que ali havia uma fumaça alguns segundos antes eu entro de vez na sala e começo a fechar a porta, mas sou parada por Steven que me dá algo vou fazer a pergunta do que é aquilo e apenas aponta para o ouvido e ele fecha a porta de vez e coloco o aparelho no ouvido.

Viro-me e agora dava para ver melhor a pessoa em minha frente ele estava de uma calça jeans e tênis e com sua camisa rasgada, em suas costas uma tatuagem de dois pares de asas esqueléticas e em chamas. Vou para a mesa e me sento, ele continua deitado de costa espero um pouco e retiro duas facas de arremesso de minha bota e coloco uma ficada em cima da mesa e a outra lanço em direção ao dorminhoco, passa raspando em sua pele e um liquido que devia ser seu sangue sai do local, e logo depois ele pega fogo e o fogo some, tão rápido como chegou se foi, não havia se quer uma cicatriz do ferimento, o machucado, parecia que nunca esteve ali.

– Ai Ai – ele se levanta, mas continua com as costas viradas para mim – para que tanta violência – ele olha a faca cravada na parede perto de se e a encara – Percy para que tanta vio... Desculpa quem é você? – ele tinha se virado.

– Sabe, eu acho um falta de educação chamar eu uma garota tão linda, pelo nome de um cara tão horrendo – era uma zueira na minha orelha, acho que eu tinha acabado com meu primo – Meu nome é Bianca, filha de Hades. – Retiro o capuz.

– Realmente você é bonita – ele se levanta, caminha para a mesa e se senta – Eu também acho ele bem feio, mas eu acho que não é isso que você quer saber de mim.

– Você é mais esperto do que parece. Está bem, eu sei sobre sua historia e coisa e tal, mas no geral dos devas, temos um monte deles em nosso poder, eu quero a respostas verdadeiras ou se não eles vão sofrer as consequências.

– Boa sorte tentando matar eles. Eles são imortais. – um barulho estranho vem do negocio em meu ouvido e escuto a voz do Percy dizendo que ele sabe como juntar uma alma de semideus com de um devas.

– Sabemos como matá-los.

– Eu disse que eles são imortais, isso é a verdade.

– Eu quis dizer que nos sabemos como juntar as almas. Você irá é perder aliados.

– O que quer que fale?

– Em seu dialogo com Percy você diz que vocês tinham um rei e uma rainha, entendeu, “tinham” verbo no passado, o que aconteceu com eles?

– Perderam o poder, golpe de estado, como eu disse, eles são imortais. Existe uma hierarquia no Éden, devas sem ter uma alma humana são soldados rasos, depois é que começam os que têm almas, um par de asas, dois pares de asas, dois pares de asas um em metamorfose e o outro não e por último dois pares de asas com ambos em metamorfose.

– Não explicou direito. Digo o número de asas e você me diz suas posições no exercito está bem?

– Não tenho outra opção mesmo. Vai lá, manda.

– Sem almas...

– Soldados rasos.

– Um par de asas...

– Tenentes.

– Dois pares de asas...

– Capitães.

– Dois pares de asas, um em metamorfose e o outro não...

– Comandantes.

– Dois pares de asas, ambos em metamorfose...

– Generais.

– Beleza. Você é o General e é quem manda em tudo?

– Não. Como eu estava dizendo havia os rei e rainha dos devas, Samael e Lilith, eles eram devas puros, não possuíam a alma de um semideus, porem eles eram mais fortes que a todos, por isso o golpe de estado. Retiramos ambos do poder para protegê-lo, e os colocamos no Lupus, é nossa, bem digamos que é onde nossas criações que deram certos ficam, e eles estão, sendo protegidos por um monte de monstros.

– Eles mesmo sem almas eram mais fortes que os que têm dois pares em metamorfose?

– Eram.

– E o que tem no Lupus além deles?

– Monstros, experimentos de monstros que deram certos, você viu os ciclopes dourados? Se viu eles eram únicos para essa missão, mas no final foi em vão. Percy mandou eles para qualquer lugar, se não viu eles não verá mais.

– Qual é a diferença dos seus para os de Gaia e Cronos?

– Não viram pó tão rápidos quanto os deles, e não é um pó dourado ou um monte de terra, são cinzas que eles viram.

– Por que se juntaram com Gaia e Cronos?

– Você não sabe onde nós vivemos, é um lugar bom e outras coisas, mas precisamos de mais espaço de outro mundo, do seu mundo.

– Mas eles não constroem nada, só destroem.

– Nossa espécie é ótima em quesitos de construir as coisas, só precisamos que nós ajudamos os titãs e gigantes a destruir todos os deuses e no final deixar que eles se destruam, no momento da destruição total pegamos e destruímos o resto e ficamos com a Terra, faremos a maior guerra de todos os tempos, e reconstruiremos tudo do zero.

– Por que conta tudo isso de boa vontade?

– Vocês no final não conseguiram nos destruir mesmo, Percy não conseguira me destruir. Nem o cabeça – ele faz uma cara de espanto, deixou vazar informação de mais.

– Quem é?

– Quem é o que?

– Não se finja de bobo, quem é o cabeça? — chego mais perto de seu rosto e debruço sobre a mesa e com as mãos para cada um dos lados.

– Por que eu contaria? – pergunta ele alguém dizia varias coisas em meu ouvido,mas estava prestando atenção nele. Eu e ele nos encaramos ate que ele coloca ambas as mãos em cima da mesa, vejo minha chance, pego a faca que estava fincada na mesa e seu objetivo final é o pulso do deva, a lamina passa pela pele, o sangue sai, encontro uma resistência no meio do caminho que devia ser o osso de Dante. Pronto, a faca tinha passado o punho, sua mão se encontrava sobre a mesa, e o garoto estava em pé curvado e segurando com sua mão esquerda o braço que tinha sido desmembrado. Ele não gritava de dor, penas segurava e apertava os lábios, quando um o fogo novamente se projeta e desaparece, dando no lugar uma nova mão. Havia três mão direitas no local, a minha e duas dele, uma em cima da mesa e outra em seu braço.

– É igual uma lagartixa. É nojento.

– FILHA DA PUTA. ELES VOLTAM PORRA, MAS CÊ QUE ESPREMENTAR COMO É A DROGA DA DOR CARALHO. VAI TOMAR NO MEI DO SEU CÚ SUA VADIA.

– Você não vai me dizer quem é o cabeça? – digo calma e rodando a pequena faca.

– NÃO SUA PUTA ARROMBADA. NÃO VOU DIZER. – ele vai para traz e volta tirando a outra faca de arremesso.

– Se vai me atacar é melhor saber que atrás deste espelho tem três Comandantes do exercito, outros três assassinos e o General. Você escolhe se você vem me atacar.

Ele vem em minha direção andando e deixa a faca na mesa e vai para a cama e se deita. Eu me retiro.

– Bianca você não escuta o que nós te dissemos? – é a primeira coisa que escuto depois que saio do local.

– No final eu tinha ignorado o que vocês diziam e agi do modo que achei correto. Ele não é doido de vir a me fazer refém com vocês aqui. Entendem? Mas em fim, o que vocês acham daquilo?

– É tudo organizado, uma doideira – diz Steven – e repugnante.

– E se a cura com o fogo é instantânea. O que acontecerá se ele estiver na água Percy? – Pergunta Tracy.

– Não tenho a mínima idéia do que pode acontecer. Pode ser que aumente mais um pouco a rapidez de cura ou diminuir a velocidade – diz Percy.

– O que é aquilo que você me deu? – pergunto.

– Um novo protótipo de um comunicador. Estava sendo desenvolvido por mim e um meio irmão. Assim que ele for desenvolvido a tatuagem no braço vai ser desnecessária. Ela vai ser somente como forma de identificação. Mas a maquina vai virar uma tatuagem também. Ela terá tudo o que este tem e muito mais. Eu sei que o que eu estou fazendo é um pouco desatualizado com o que o mortais tem, mas isso eu tenho que fazer e de modo mais lento e complicado já que tem os monstros.

– Posso eu? – Anthony.

– Vai – responde Percy.