Garota para Diversão
4 Capítulo 4 – Sexo e uma discussão, discussão?
Notas iniciais
Aquelas mãos grandes começaram a acariciar meu rosto, descendo lentamente pelos meus braços, descendo á minha cintura e logo até minhas coxas, meus braços que estavam envolta de seu pescoço, quedaram e logo começaram a explorar aquele corpo maravilhoso e cheiroso á minha frente. Desci os beijos por seu pescoço e recebi gemidos dele, me fazendo sorrir internamente. Absorvia seu cheiro, beijava todas as partes descobertas do corpo dele, logo desabotoei sua camisa, e desci mais os beijos ouvindo mais gemidos enlouquecidos dele. Logo senti sua mão levantando meu vestido. Foi difícil parar de beijá-lo pra tirarmos as roupas, mas enfim conseguimos, suas mãos foram aos meus seios, acariciando, apertando, beijando, lambendo. A respiração dele na minha pele. Meu corpo se arrepiava contra minha vontade, Ele me pegou no colo e eu o parei.
–Que foi?
–O preservativo...
–AH, esquece isso eu quero sentir você assim...
–Kyu é sério...
–Quantos homens você já teve na vida?
–Porque isso importa? -Responde...
–Comvocêdois....
–Que?Diz devagar.
–Com você dois... Notei um sorrisinho cínico no canto dos lábios dele?Deve ser impressão minha...
–Então pra que usar essa joça?
–Oh, e o Senhorito, quantas já teve?
–Isso é irrelevante....
–Irrelevante uma pinóia... E independente disso, eu não sei com que tipo você já andou então... Sem mais avisos ele continuou e entrou em mim com desejo, me beijando.
–Kyu sai é sério...
–Agora eu já entrei... Riu vitorioso. Mesmo contra minha vontade eu comecei a lutar e evitei que ele conseguisse se concentrar.
–Aish! Tá bom eu coloco essa droga... Menina teimosa... Puxou o preservativo, abriu e colocou e eu instintivamente mordi meu lábio inferior, é o pênis do desgraçado é maravilhoso, porque eu não iria gostar de ver? Ele me puxou pro seu colo e eu comecei a cavalgar sobre ele, gemíamos em uníssono, nossas testas coladas, suas mãos decorando todo meu corpo, eu arranhava suas costas, apertava cada parte que conseguia do corpo dele. Mordia seu ombro em retribuição aos beijos dele no meu corpo. Ter aquele homem dentro de mim realmente era maravilhoso eu era uma mulher de caráter e pudores, porém ele era tão lindo e sexy que eu esqueci tudo que aprendi na vida. Aquela voz rouca sussurrando milhares de coisa indecifráveis no meu ouvido. Os gemidos dele, se você estivesse no meu lugar pelo menos nesse momento saberia o quanto é enlouquecedor estar nos braços dele. Imagina você num apartamento luxuoso, lindo, a lareira acessa e somente as luzes dos abajures, você nua no colo de Cho Kyuhyun, sendo devidamente violentada por ele. Sim porque mesmo que seja consensual é tão maravilhosa a pagada dele que me sinto sendo estuprada, porque ninguém me avisou que ele era tão gostoso. Der repente enquanto eu discutia isso com a minha mente, ele se retirou de mim, me deitou e subiu sobre mim, encarou meus olhos, me beijou feito um louco e continuou me penetrando e o gemidinho que ele deu... Ai eu morri. Foi algo como um gatinho no cio, sabe? Não, você não sabe.... Deus me ajude a não enlouquecer com esse garoto. Daí a alguns minutos eu já podia sentir meu corpo ser tomado por uma sensação maravilhosa, espasmos deliciosos minha boca ficando encharcada, os gemidos dele mais altos e mais freqüentes, então eu não pude me conter e cheguei ao limite. Ele se movimentou mais algumas vezes até que gozou. O gritinho dele, aliás ele urrou e se jogou ao meu lado. Ambos ofegantes, o coração pulando pra fora. Olhei pra ele e puxei-o deitando ele em meu seio. Afaguei os cabelos dele, e ele repousou seu braço em minha barriga, o senti acariciado levemente o local. E eu o ninei com minha musiquinha -Shh, shh,shh, shh,shh, shh. Adormecemos assim. Por volta das três da manhã eu acordei com um barulho incomum, os sons vinham do banheiro, pus a camisa dele ás pressas e quando cheguei lá Kyu estava caído no chão em frente ao vaso sanitário vomitando muito.
–Kyu, o que houve?Porque não me acordou?Deixa eu te ajudar... Aproximei-me e segurei sua cabeça.
–Sai... Ele me empurrou. Eu não preciso de ajuda.... Eu não quero ajuda... Vai embora.... Vai, eu não quero ajuda de ninguém... Ele começou a chorar e eu o abracei. -Calma Kyu... Não fica assim tão bravo. Vem, levantei-o aos poucos, mesmo com resistência da parte dele. Lavei seu rosto, ele bochechou um pouco de água e cuspiu em seguida. Fui escorando ele até o quarto. Ele suava frio, e estava muito pálido. E segurava sua barriga, na região do estômago. Deitei-o e fiquei ao seu lado. Acariciando o rosto dele. E ninei-o novamente. Ele dormiu logo me deitei e dormi também. Ouvi uns gemidos, e rapidamente acordei já eram por volta das seis da manhã. Procurei por ele, ele gemia encolhidinho na cama.
-O que foi? Hum? Tá doendo?
-Tenho fome...
-O que quer comer? Eu faço...
-Qualquer coisa...
Fui até a cozinha, não sabia onde ficava nada, uma cozinha tão grande maior que o apartamento que eu divido com a Krys. Virei-me como pude e preparei um Bibimbap pra ele é simples e rápido e acredito que não tenha nenhum ingrediente que lhe faça mal. Retirei só a folha de muk e a pimenta do reino, porque acredito que pimenta vai fazer ele morrer nessa circunstancia. Fiz um pouco de arroz, mas a despensa dele tinha mais batatas fritas e salgadinhos variados, porém pouquíssima comida de verdade, legumes eram poucos, acredito que foram trazidos por sua irmã, mas com certeza iriam estragar se eu não os cozesse. Fiz um suco rápido de frutas e arrumei tudo em uma bandeja e levei ao quarto. Ajudei-o a sentar-se e ele o fez com certa dificuldade. Ficou surpreso ao ver a comida, afinal nem sabia que se podia cozinhar algo com o que tinha na dispensa.
–Eu não como espinafre... Fez careta como uma criança birrenta.
–Mais vai comer... Oras é por isso que tá passando mal, não tem uma refeição decente nessa casa. E afinal o que foi isso?
–Algo como uma úlcera, ou gastrite sei-lá, eu nem quero ir ao médico descobrir, médicos são chatos e eu não tenho paciência pra isso. É só eu tentar parar de beber, e vez ou outra comer na casa dos meus pais, evitando pizzas, batatas e refrigerante, daí melhora um pouco.
–Moleque você é muito imaturo...
–Yah! Quem é moleque? E que negócio é esse de imaturo, eu sou um homem... O homem que vai suceder seu pai nos negócios. Hunf! Imaturo.....
–É imaturo sim! E pobre do seu pai confiar seus negócios a uma pessoa que não cuida da saúde por que ir ao médico é chato...
–Já vi que você é mais uma das chatas que acha que eu não presto pra nada e que vou arruinar os negócios do velho...
–Chata? Eu sou chata?
–Sim! É chata, e... E ... metida fica se metendo na minha vida...
–Aigo! Eu me metendo na ... Aish! Eu vou embora agora viu...
–Não, eu paguei pela noite toda!Segurou meu braço.
–E já teve são... Inclinei-me sobre ele pra ver no relógio que estava sobre o criado mudo ...06:17 da manhã, apesar de ainda estar escuro... Levantei, caminhei em busca do meu vestido na sala. Retirei sua camisa que eu havia colocado na pressa, coloquei meu vestido de volta e fui ao quarto.
–Tome sua camisa, eu já vou... Ele tentou se levantar, mas sentiu dor e quase se desequilibrou, eu de pateta que sou fui ajudá-lo.
–Fique! Ele olhou bem no fundo dos meus olhos e eu pude sentir um friozinho na barriga que seria capaz de congelar um sorvete. Desculpe pelo que eu disse! Mas... Fica mais um pouco... Seu olhar era tão implorativo que tive que aceitar.
– Pra que?Perguntei fazendo um bico e cruzando os braços olhando pra ele.
–Aish! Que mulher... Você deixaria um doente sozinho?
–Sim esse doente, mesmo estando doente não perde o orgulho e a pose de metido á besta. Ele ficou boquiaberto e eu sentei na cama de costas pra ele. Ele comia com gosto a comida que eu fiz, e der repente parou e gargalhou. -Depois eu sou imaturo? Vai ficar mesmo emburrada desse jeito e de costas pra mim?
–Sim! Não quero te ver... Ele riu mais. Acabou de comer e pareceu contente. Quando menos esperei ele me abraçou por trás
–Gomawo... Sinto-me melhor agora... Meu coração se aqueceu com aquilo, mas com muito pesar no peito tive que afastá-lo
–Ótimo então já posso ir...
–Ahn?Ah Ok, quanto te devo pela comida? Sua voz engrossou parecia um tom irritado.
–Nada, eu fiz isso porque apesar das injustiças da vida comigo eu ainda sou um ser humano... Tchau... Entrei no elevador e desci, me agarrei na parede, afinal eu admito ser uma covarde quando se trata deles. Ao sair do prédio caminhei apressadamente pra casa, comprei umas coisas pro jantar e chegando lá ouvi uma baita bronca da Krys por não ter ligado pra avisar que estava tudo bem.
–E onde ele te levou?Perguntou curiosa.
–Pro apartamento dele... Respondi já jogada na cama de bruços.
–E como é? É luxuoso?
–Demais, só a cozinha é maior que o nosso apartamento imagina a sala, o banheiro, o quarto, parece que tem uma sala de jogos, mas eu não cheguei ir até lá.
–Uau...
–Ah...Krys, porque vocês não se dão bem?
–Ele é insuportável, debochado, gosta de pisar nas pessoas, humilhar por ter dinheiro, ele é odiável. Uma vez ele passou e a Narsha foi chamar ele pra um programa e ele simplesmente riu dela e disse que gastava o dinheiro dele no que valia á pena e se quisesse mulheres saberia onde encontrar e com muito mais requinte e beleza que nós três juntas. Desde então todo dia ele passa só pra rir de nós. Insuportável!
–Uhm, eu vou dormir, daqui há pouco você me chama pra fazer o jantar?
–Ok... Mas eu não vou comer. Unnie vai trabalhar hoje?
–Vou, eu preciso de mais dinheiro isso ainda é pouco. Por quê?
–Hoje eu não posso ir... Tenho que sair com U-know oppa, meu namorado–Oh... Entendo!
–E você vai ver aquele homem de novo?
–Não sei Unni, realmente não sei...
–Unnie cuidado, cuidado pra não se apaixonar pelo seu primeiro cliente, acontece com muitas meninas que depois saem machucadas. E não gostaria de te ver sofrer, tenho estima por você mesmo te conhecendo tão pouco...
–Obrigada Krys, mas eu to tranqüila, não se preocupa e obrigada pelo carinho. Sorri e ela também.
– Bom, já vou até amanhã...
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