Garota para Diversão
10 Capítulo 10 - Não quero que vá embora
Notas iniciais
Bom gente ta ficando boa a parada. O Kyu tá caidinho não, isso é tão bom ver alguém orgulhoso e prepotênte se rendendo ao amor....Aiai....
Bom mas vamos seguir né...
-Onde estamos? Pergunte friamente. Ele apenas me ofereceu a mão e me levantou logo umas mulheres vieram com agasalhos pra nós. Luvas, casacos, calças, meias sapatos, tudo. Vestimos-nos ele me levou pra fora. Fazia frio e nós descemos. Entramos em um carro e nossas malas foram postas no mesmo. Seguimos uma trilha longa e chegamos a um hotel. Entramos e um rapaz veio nos levar ao quarto, Jo Kwon era com ele se chama. Um jeito meio estranho, pensei de ele ser...afeminado sei-lá, as vezes não,né... Enfim chegamos ao quarto e as malas também. Um quarto enorme, uma cama gigante, Tv bem grande, som, livros, vinhos, um bar e um banheiro, uma varanda e uma mini sala de estar. Entramos e tiramos um pouco da roupa que estava em excesso, lá fora é muito frio mesmo.
-Kyu, eu queria ir pra casa, porque me trouxe aqui?
-Porque quero você comigo o mês todo, e não vou levar você de volta antes disso. Vamos ficar numa boa, eu quero te fazer esquecer seus dias ruins... Desculpe-me por minhas palavras eu sou meio burro.
-Meio? Perguntei rindo.
-Pára! Ele riu e me abraçou. Tão apertado... Vamos comer? To com fome e a comida daqui é ótima. Fomos comer e depois voltamos ao quarto. Deitamos e assistimos á um filme muito engraçado. Após o filme jogamos cartas. Rimos muito. Ele ficava louco quando eu vencia. Numa dessas vezes ele se emburrou no canto e eu fui lá puxar ele de volta pro jogo. Mesmo mancando, agora de verdade eu fui puxar ele pra ficar numa boa. Puxei-o e acabei caindo na cama, ele caiu por cima e foi a chance perfeita pra um beijo. Um beijo urgente, há dois dias ele não sentia meus lábios e eu os dele. Estávamos enlouquecendo e tão necessitados que não demorou muito pra ele começar a lamber e beijar meu pescoço, meu corpo e ir tirando minha roupa. Eu deixei e tirei a dele. E apertava àqueles braços, aquele peito, aquela bunda. Que bunda! Logo estávamos nus ele me penetrou antes mesmo de tirar a boxer por completo. Eu gemi longamente, sentir o membro quente, duro e grosso de Cho Kyuhyun faz qualquer uma gemer mesmo que não queira. Ele chupava meu pescoço, mordia feito um cachorro no cio. Cada investida dele o chupão que dava ficava mais forte, eu ia ficar louca com certeza. Eu apertava aquela bunda durinha puxando pra mais parto fazendo ele ir mais fundo em mim e eu soltei um gritinho que Fez ele sorrir em meu pescoço.
-Gosta quando eu vou mais fundo?
-Adoro... Mais Kyu... Mais fundo, mais forte... Me dá mais...
-Só se você prometer gemer muito no meu ouvido... E diz meu nome de novo diz
-Kyu... Kyu... Ahhhh Kyu mais...Oppa mais forte... Ele foi tomado por algum demônio do sexo, porque ele levantou um pouco o corpo e mandou ver, Eu gozei logo afinal, ele fez um ótimo trabalho, ele não, continuou mais e mais. Levantou-me e me fez ficar de quatro na cama. Meu rosto encostado ao lençol e ele pode ir mais fundo, senti uma gota de seu suor cair sobre minhas costas. Ouvi ele gemer cada vez mais alto, Como ele ia mais fundo em mim cheguei ao ápice novamente. Tão logo senti seu corpo vacilar e ele me preencheu com seu sêmem quente e delicioso, tal qual ele próprio. Caí pro lado ele também. Senti suas mãos me buscarem e logo minha boca foi preenchida pela sua que buscava um beijo. E tivemos um longo beijo. Esse beijo continuou e pouco depois ele já tinha sua ereção formada novamente, abri os olhos com o susto e vi seu risinho cínico se formar naquela boca carnuda e vermelha. Ele levou minhas mãos até seu membro e eu o masturbei ele também foi até minha intimidade e acariciou de leve, levando os dedos até a parte interna e começou um vai-e-vem maravilhoso com os dedos. Cada vez mais rápido. Logo ele interrompeu o beijo e desceu até lá beijando, lambendo, chupando, me fazendo gemer, puxei seus cabelos instintivamente, ele não reclamou apenas senti seu riso quente. Ele continuou até eu gozar gemendo muito e dizendo nome dele. Ele sorriu e me encarou, lindo! Sentei-me e lambi seu membro, bem devagar, com muito desejo, lambi, chupei e ele segurou minha cabeça e fodeu minha boca bem devagar, eu adorei, adoro sentir o gosto do pênis dele, tem um gosto diferente, tão típico dele. Ele titubeou e gozou. Engoli tudo, embora nem sempre o faça hoje eu fiz. Seu gosto desceu em minha garganta e ele me beijou e sentimos um o gosto do outro. Deitamos e dormimos. Só acordamos no dia seguinte. Após o meio dia. Fomos almoçar, depois ele me levou até a estação de esqui, eu temi, nunca fiz isso e nem queria aprender, ainda mais quando subimos e eu vi a altura que era. Ele me puxou e me ensinou como fazer, caí algumas vezes mas logo peguei o jeito e desci sozinha. Após umas duas horas subindo e descendo a montanha de gelo sozinha aconteceu o inesperado. Vacilei o pé e boom, caí com tudo. Ele correu pra me pegar, eu havia torcido o pé, castigo por ter fingido naquele dia. Fomos pro quarto ele fez uma massagem e se mostrou preocupado e foi muito gentil e carinhoso. Chamou o médico do Hotel e ele veio, examinou e apenas me disse pra repousar e tomar uns comprimidinhos lá que logo estaria desinchado e cessaria a dor. O doutor se foi e ele deitou ao meu lado me consolando. Acariciava meus cabelos e beijava-os. Vimos mais um filme comendo a pipoca que ele pediu pra trazerem. Rimos bastante apesar da dor que eu sentia. Ele jogou Starcraft e eu fiquei vendo. Ele se transformava aquilo prendia sua atenção mesmo. Ele nem percebeu que eu dormi. Acordei de manhã com ele jogado ao meu lado, o laptop jogado no criado-mudo e o sol invadindo o quarto, um sol fraco, mas com uma luz incomoda de qualquer forma. Não consegui levantar, queria ir ao banheiro, ele acordou com meus movimentos e me ajudou. Levou-me no colo ao banheiro e eu fiz meu xix que me incomodou tanto. Tomamos café no quarto, já eram duas da tarde quando eu o tirei do transe do dorama que víamos.
-Kyu... Eu falei bem mansinho, passando os dedos pela camisa dele.
-Humm... Perguntou num murmúrio.
-Eu preciso de sua ajuda... Continuei passando a mão agora em seu rosto num pequeno carinho
-O que é hum? Perguntou desconfiado.
-Eu preciso de um banho, você me ajuda? Conhecendo ele como conheço, ele maldou tudo e sorriu.
-Claro! Agora mesmo. Pegou-me no colo e levou-me á banheira. Ligou a torneira enquanto retirava minhas roupas aproveitando pra acariciar meu corpo á cada peça que tirava, tremi ao sentir sua língua em meu mamilo lambendo bem devagar. Me colocou na água. Levantou e começou a se despir pra mim balançando as roupas e jogando longe, um strip-tease digno de ser gravado. Surpreendi-me ao vê-lo retirar a cueca e ver que já estava com o membro rígido como uma pedra, ele entrou na banheira e começou a acariciar todo meu corpo apertando. Senti seu membro entre minhas pernas, roçando, sua boca veio até a minha, e juro que quase morri ao sentir a doçura com a qual ele me beijou. Um beijo longo, sem pressa, suas mãos iam me decorando o corpo, enquanto ele beijava meu pescoço. Ele começou a me ensaboar, todo meu corpo, até minhas partes íntimas, senti suas mãos em meus seios, em todo meu corpo, todo! Tão logo foi minha vez de fazer o mesmo, e ouvir um gemido rouco e um pouco preso quando eu agarrei seu membro ensaboando e masturbando. Ele Não agüentou aquele jogo de sedução e me sentou em seu colo e senti seu membro encostar em minha intimidade pedindo permissão pra entrar, abri um pouco as pernas e arqueei o corpo, deixando que ele passasse. Eu adoro quando ele me pega com força, com desejo, como um animal, mas tem aquelas horas que ele faz de um jeitinho tão delicado que eu amo. Ele se movimentou bem devagar. Entrando e saindo. Minhas mãos em suas costas acariciando. As dele me puxando pra perto enquanto me apertavam. Ele continuou penetrando mais e mais. Nossas bocas se separavam apenas pra gemer. Senti um arrepio ao abrir os olhos e vê-lo me encarando, como ele pode ser tão lindo? Ele gemeu no meu ouvido com uma voz rouca e sexy.
-Você me deixa louco, sabe disso não é? Adoro ver a tua expressão quando transamos. Adoro sentir você em mim... Sentir teus lábios, tuas mãos, ahhh e cada pedacinho do teu corpo... Adoro sua boca no meu membro, lambendo, chupando, ahhh que delícia! Eu não consigo me conter... Eu quero ter você todo dia...
Nos beijamos com desejo e ele me encostou na banheira, mas não me tirou do colo, nem retirou seu membro, apenas encostou minhas costas pra poder entrelaçar sua mão na minha enquanto a outra segurava minhas costas. Vez ou outra ele ia mais fundo e forte. Eu gemia em seu ouvido e em retribuição ele ia mais forte. Não demorou muito em chegar ao meu ápice e um pouco depois foi à vez dele. Ficamos abraçadinhos lá, mas logo ele levantou e disse pra nos arrumarmos pra jantar. Ele colocou seu roupão, me pegou no colo e levou-me ao quarto me colocando sobre a cama. Me vesti e jantamos no restaurante do Hotel. Ficamos lá por uma semana mais ou menos, mas eu não curti muito por causa do meu pé e o frio tava de matar também. Depois fomos pra casa de praia do tio dele. Ficava vazia nessa época do ano e era muito bonita. Vou contar pra vocês alguns detalhes da bendita.
Saímos do Hotel pegamos o jatinho e após umas horas descemos num hangar, fomos de carro até a casa. Quando eu a vi quase morri de tanto luxo. Era uma praia reservada. A casa era enorme, dois andares, muitas janelas de vidro e portas também, varanda em todos os quartos que ficam no segundo andar. Entramos e no Hall havia um aquário bem grande com espécies de peixes que nunca vi na vida. No canto direito algumas plantas exóticas. No canto esquerdo duas cadeiras, uma mesinha no centro, e samambaias penduradas.
Entramos era como um corredor cumprido e no canto esquerdo havia uma porta para a biblioteca, no direito a sala de estar com três sofás brancos e fofos, uma estante com livros, quadros e tapetes caros, um piano branco muito bonito. Mais á frente á esquerda uma sala de jogos tão cara quanto a do Kyu, á direita a sala de vídeo, uma tela de cinema, aparelhagem de som, home theater e sofá muito confortáveis. No fim do corredor uma escadaria imensa com tapete vermelho e pra esquerda ia dar na cozinha, lavanderia e banheiros de visitas á direita a ala dos empregados. Subindo a escada eram os quartos, dez. Todos com banheiro, e basicamente iguais, cama box, closet, criado-mudo, prateleiras com livros, tapete, mesa de estudo, tudo básico, porém feito com charme e sutileza, chique, porém sem exageros nas cores e formatos.
Trouxemos nossas coisas pro quarto principal, a maioria dos móveis da casa são brancos e outros em tons pastéis, como bege, marrom, cinza, verde oliva, tons de rosa bem clarinhos, verde musgo, laranja, tudo assim, em toda a casa. Acabamos de guardar as coisas e eu já fui preparar comida. Almoçamos e fomos jogar. Kyu me venceu algumas vezes, eu venci outras e rimos muito, foi uma tarde agradável. Ficamos na sala de TV vendo filmes antigos até á noite, quando o Kyu levantou e disse que queria me dar uma coisa. Saiu e quando voltou me pegou pela mão me levando a sala de estar.
- Fecha os olhos. Eu fechei e tal foi minha surpresa quando ele me mandou abrir e eu vi ali num dos sofá uma caixa grande. Ele me mandou abrir e quando eu o fiz me surpreendi era um lindo Stradivarius. .Um o que? Um Stradivarius é só um dos violinos mais caros e raros do mundo. O Kyu não cansa de ser exibido?
-Tadã! Gostou? É seu...
-Kyu, eu não quero...
-Puxa, eu tive tanto trabalho pra achar, eu fiquei tão empolgado quando comprei você vai rejeitar, mesmo? Cara eu não consigo negar nada pra esse filho da mãe quando ele faz essa carinha. Mas Kyu... Isso deve ter sido uma fortuna...
-Nada perto do que você merece... Aceite e toque uma peça pra mim,ok?Tive que aceitar afinal, eu queria mesmo meu amigo de volta, não era o mesmo mas, eu iria amá-lo também ainda mais que foi o Kyu quem me deu. Toquei a peça pra ele e ele ficou encantado, ao final, bateu palma e me abraçou me dando um beijo delicioso.
-Você tem talento mesmo noona... Tão linda tocando daquele jeito... Toca mais...
-Ah, não, agora eu quero ver você tocar piano, você toca, não é?
-Sim, mas faz tanto tempo... Suspirou caminhando até a janela. Parou olhando o mar lá fora.
-Mas eu acredito no seu talento, Kyu, me mostra um pouco dele... Ele se encorajou e foi tocar, Nossa! O filho da mãe realmente tem talento, a peça que ele tocou é difícil, mas é bonita e ele fez isso muito bem. Sem contar o rosto dele, os lábios, os olhos, tudo fica lindo quando ele se concentra tocando. Quando ele acabou eu agarrei o pescoço dele e beijei todo seu rosto, pescoço, cabelos e bati palmas pro desempenho dele. Ele sorriu meio sem jeito e me sento no colo dele. Demos um longo beijo e ficamos trocando carinhos.
-Noona...
-Humm...
-Fome... Fez carinha de cachorrinho abandonado.
-OK, vou fazer o jantar, seu cachorro de meia tigela. Jantamos, conversamos e fomos dormir.
Amanheceu e fomos á praia, agora ele ficou de boa, porque não tinha ninguém naquela praia. Passamos a tarde tomando sol, fazendo castelos de areia e tirando fotos. Nem ligamos pra comer, comemos uns salgadinhos que trouxemos da viagem e pronto. Quando a noite chegou, ficamos ainda vendo o céu estrelado deitados na areia. Incrível como em lugares assim você vê muito mais estrelas do que nas cidades grandes e movimentadas. Dormi nos braços dele e acordei na cama de manhã com ele do meu lado. Fiquei olhando aquelas feições perfeitas e o corpo bem definido, ele não é músculos ao extremo, apenas tem o corpo bem delineado. Tão branquinho feito leite, eu sou mais moreninha por causa do sol do Brasil. Dei um beijinho leve nele e fui caminhar na praia. Andei bastante, corri e sentei pra pensar. Gosto de pensar de frente pro mar, me acalma bastante. Nadei um pouco e voltei pra casa. Quando cheguei ele preparava o café.
-Bom dia! Foi caminhar?
-É não tem muito o que fazer por aí...
-Entediada? Perguntou vindo me abraçar.
-Um pouco. Fiz bico e recebi um beijo.
-Sei de uma coisa que ainda não fizemos aqui, mas que é muito bom... Sorriu maldosamente.
-Ah, não, não to afim agora, Kyu, que tal se jogarmos um jogo diferente?
-Qual?
-Sei-lá, talvez... Deixa eu ver se o seu tio tem esse jogo. Fui á sala de jogos e vasculhei um pouco. Achei! Kyu... Voltei á cozinha. Vamos jogar damas.
-Ah... Isso eu ganho fácil...
-De mim? Vamos ver. Duas horas depois e eu havia ganho quase todas as partidas. Como ele odeia perder levantou e emburrou, foi fazer um lanche pra gente e coemos vendo TV. Ouvimos música enquanto malhávamos na academia. Logo chegou a noite e jantamos. Tomei um banho enquanto ele jogava Satrcraft. Voltei e fiz ele ir tomar um banho também. Quando ele voltou eu já tinha dormido, presumo que tenha dormido também. De manha eu acordei e ele estava um pouco resmungão e febril. Tossiu um pouco e medi sua temperatura. 38° graus. Preparei uma sopa e dei á ele. Fiquei lhe fazendo companhia e quando adormeceu fui caminhar. No dia seguinte completaria o tal mês e eu deveria voltar pra minha vida de sempre. Voltei pra comer e depois joguei no computador uns joguinhos de menina, de decorar, vestir as bonequinhas e essas coisas, foi bem divertido. Ele acordou e eu fui deitar com ele. Fiquei La um pouco. Mas o Kyu é incorrigível, ficou me beijando e querendo algo mais, mesmo doente.
-Não! Nem pensar, você precisa descansar e dormir. Depois que ficar bom é outra coisa. Aliás, voltamos amanhã? Claro se você melhorar, né...
-Ahn... É se eu estiver melhor... Notei seu desconforto ao falar disso, então não falei mais nada. Conversamos sobre a infância de cada um como foi, a adolescência. O colégio, enfim, conhecemos mais da história, um do outro e levei-o pra tomar banho. Vesti-lhe um moletom e o fiz deitar, preparei outra sopa e ele comeu tudo.
-Shhh, shhh, shhh.... Ninei-o como fazia no começo e ele sorriu. O que foi?
-Saudades de ouvir isso...
-Ah, faz alguns dias né?
-É... Faz sim... Abraçou-me forte e fechou os olhos. Beijei seu cabelo e continuei. Logo senti uma lágrima quente em minha barriga, mesmo sobre o pano da minha roupa. Pouco depois ele dormiu. Ajeitei-o na cama, tomei banho, comi um sanduíche e fiquei admirando á noite pela janela do quarto. Nem percebi, mas uma danada caiu dos meus olhos. Saudades de casa, do meu tempo de inocência. Das minhas amigas e amigos. De tudo que vivi num tempo tão bom, que nem imaginava o quanto sentiria falta depois. Só hoje vejo. Me dei por vencida e fui dormir. Acordei e procurei ver como ele estava. Queimava de febre. Fui medir e marcava 40°graus, me assustei e peguei-o pelo braço pra lhe dar um banho. Coloquei-o na banheira de água fria aos pouquinhos e ele tremia, senti tanta peninha, mas era preciso baixar sua febre. Foi assim por uns quatro dias. Á tarde a febre cessava e á noite voltava. E pela manhã ele nem conseguia levantar. Uma noite, eu despertei pela madrugada e Le não estava na cama, achei que pudesse estar no banheiro, mas não, vi a porta da varanda aberta e minha surpresa foi enorme ao vê-lo sem camisa lá fora tomando vento cheio de febre.
-Kyu o que significa isso?
-Noona! Assustou-se. Ah... E... É... Que eu
-Vem pra dentro e vamos conversar... Meu tom mudou pra um bem sério. O que houve, porque fez aquilo Kyu?
-Eu ...
-Sinceridade Kyu...
-Eu, não queria ir embora... Achei que estando doente poderíamos ficar aqui... Então, eu fiz pra continuar tendo febre e continuar resfriado.
-Kyu isso é imaturidade... Se você não queria ir, era só me dizer...
-Mas você não iria aceitar...
-Ainda assim, isso não é desculpa! Se eu não quisesse ficar você teria que respeitar isso! Você age como uma criança ás vezes, poxa! Isso e muito chato! Levantei aborrecida e desci.
-Noona, espera... Eu
-Kyu,nem pensa, me deixa em paz, quero ficar sozinha. Fiquei na praia até amanhecer, o nascer do sol visto de lá era esplendoroso. Pensei bastante. Até minha raiva passar. Na verdade até achei fofo o que ele fez, ele queria ficar mais ali comigo, mas agir assim era muito inconseqüente. Ele poderia pegar uma pneumonia, ou algo pior. Levantei e voltei á casa, ele estava melhor, havia tomado banho e feito as malas. Adormeceu no sofá e nem me viu entrar. Cheguei perto dele e havia cessado a febre, a tarde ele sempre estava melhor, mesmo, e hoje não foi diferente. Aproximei-me e sentei em seu colo com uma perna de cada lado, ele se assustou e eu apenas beijei sua boca de leve. Ele não disse nada, apenas deixou, Aprofundei o beijo, puxando seu rosto pra perto. Senti suas mãos pegando meu corpo e entrando pelo meu vestido. Beijei seu pescoço e fui arrancado suas roupas, transamos no sofá, com a diferença que dessa vez eu tomei a iniciativa, como no dia em que brigamos por causa do Tae. Eu estou cansada de fingir não querer pular no pescoço dele e devorá-lo, e eu finalmente o fiz. Ficamos trocando carícias, como de costume.
-Vamos voltar amanhã, ok? Ele apenas acenou que sim com a cabeça e nos calamos. Fiquei sentada em seu colo por um bom tempo. Sentindo sua respiração, seu cheiro, ouvindo seu coração bater. Depois fui preparar o jantar, comemos e jogamos na sala de jogos. Fomos dormir depois de eu arrumar minhas coisas. Logo que amanheceu o jatinho veio nos buscar.
Chegamos á cidade ainda cedo. Ele ligou pra Arah e conversou com ela. Ela nos convidou para seu recital de balé. Aceitamos afinal Kyu disse que sempre vai, pra lhe dar força, já que seus pais não vão, por desinteresse e falta de tempo.
-Vamos ao cinema antes? Perguntei fazendo um biquinho.
-Claro, vamos sim. Fomos e vimos uma comédia. Foi bem divertido. Passamos no Shopping e ele comprou um vestido, uma sandália, uma bolsa, uma gargantilha e brincos.
Quando voltamos fomos nos arrumar. Tomei banho e coloquei o belo vestido vermelho tomara-que-caia, cumprido e de um tecido leve e via-se que era muito caro. Coloquei a meia calça, fiz minha make, claro uma normal, não precisava ser exagerada como fazia pra trabalhar, fiz uma trança embutida de lado, como tenho os cabelos meio ondulados e bem cumpridos, ficou legal. Coloquei as jóias,a sandália, arrumei a bolsa, uma carteira prateada. Perfumei-me e fui á sala. Ele me olhou boquiaberto.
-Você esta linda! Sorriu largamente e me beijou. Vamos?Acenei que sim e fomos.
O teatro estava cheio, muitas pessoas ricas, bem arrumadas, o Kyu comprou flores pra Arah. Fomos cumprimentá-la. Ela estava radiante.
-Vem conhecer minha professora de bale, ela que organizou tudo. Sr. Park esta é minha unnie Yeuna ela é namorada do Kyu. Eu quase caí pra trás quando ouvi isso e fiquei meio bobona lá parada.
-Ah, ela é linda realmente, achei que fosse exagero da Arah, mas você escolheu muito bem Kyuhyun. Muito prazer mocinha... Estendeu-me a mão, que eu demorei um pouco pra apertar mas acabei o fazendo.
-Ah... Eu... é...
-Ela é linda mesmo, né? Eu escolhi bem, e minha bebê é talentosa também. Ela toca violino desde os seis anos de idade e toca piano. Peraí, eu ouvi isso? Você também viu que ele me chamou de minha bebê? Cara eu to ficando doida só pode! Quando eu ia desconfirmar esse negócio de namorada ele me abraçou pelo pescoço, beijou meu cabelo e me chamou de minha bebê?O que ta acontecendo com esse garoto?
-É mesmo?Nossa que bom...
-Professora, ela poderia tocar no lugar da Yumi? Uma violinista que ficou doente e precisou faltar
-Bom, precisamos saber se ela vai querer e também não sabemos se ela conhece a peça...
-Eu a ajudo, nós ensaiamos rapidinho ali, ainda tem tempo antes de começar...
-Bom se ela concordar...
-Claro! Se for ajudar eu topo!
-Ótimo, vem comigo então! Arah foi me arrastando eu nem pude falar mais nada. Chegamos onde o pessoal ensaiava pela última vez antes de entrar e ela me deu um violino que estava La. Afinei e treinei um pouco, ela me orientou de quando seria minha deixa, a dela e dos outros. O Kyu ficou lá conversando com a Sr. Park olhando agente ensaiar..
Narrado em 3º pessoa.
Kyuhyun sentia-se orgulhoso de suas duas meninas. Sem perceber ele se sentia extasiado, Arah havia tirado as palavras de sua boca, ele em si nunca tinha conseguido declarar Yeuna como sua namorada, talvez por medo da reação dela, ou por medo da rejeição, ou pra não dar seu braço a torcer, nem ele compreendia muito bem o porque apenas sabia que agora se sentia confiante com isso. A Sr. Park conhecia Arah e Kyuhyun desde muito pequenos dado o fato de que ele sempre acompanhava ela nos ensaios, e todos os recitais ele estava presente. Acompanhou os dois crescerem e sempre teve afeição por eles, embora fosse igualmente jovem, apenas três, quatro anos mais velha.
-Ela é muito bonita. E parece realmente ser talentosa, Ela trata o instrumento com muito carinho.
-Sim, ela é linda e talentosa! Dizia com o peito estufado e um grande sorriso no rosto.
-É vejo que Cho Kyuhyun foi fisgado. Impressionante. Ela dizia batendo em seu ombro de leve, brincando com o jovem.
-Eu... é.. parece que fui mesmo...
-E ela sabe disso? Ou seu orgulho ainda interfere entre os dois?
-Bem... é que ... eu não sei bem como dizer...
-Kyu, não perca a chance de ser feliz por medo ou orgulho. Baixou o rosto. A pior coisa do mundo é perder quem se ama, sem ter a chance de lhe dizer ou mostrar o quanto essa pessoa é importante... Fez uma pausa. Suspirou e voltou a olhar as meninas.
Há seis anos a senhora Geun Park perdeu seu namorado num acidente terrível de moto e nunca mais conseguiu esquecer que por causa de ciúmes, brigas e afastamentos constantes nunca pode dizer a ele que sentia muito por tudo e que o amava. Com o passar do tempo, conheceu outro rapaz que lhe confortou e lhe amou e hoje estão casados e felizes com um bebê á caminho.
Kyuhyun meditou naquelas palavras enquanto via sua amada tocando pra sua irmã dançar, como as duas se davam bem, como interagiam bem, pensando em tudo que viveu com ela, em como queria continuar se sentindo assim. Assistiu todo o ensaio e logo chegou o momento de começar.
Fim da narração.
O local estava cheio, me senti um pouco nervosa, mas ela me ajudou. Começou bem, todos tiveram seu momento. Arah teve seu solo e eu o meu. Ao final agradecemos nos curvando e Kyu desceu e deu flores á nós duas. As cortinas se fecharam e quando saímos Kyu nos levou pra jantar junto com a Sr. Park e seu marido. Jantamos conversando e rindo animadamente. Ao final deixamos Arah em seu apartamento e me levou pro dele. A Sr. Park foi com seu marido pra casa. Cheguei tirando o sobretudo, as sandálias e as jóias. Coloquei-as sobre o criado-mudo e me joguei sobre e cama.
-Cansada? Perguntou só de boxer da porta do quarto.
-UHum... Respondi sem olhar.
-Pena, queria comemorar com você! Aproximou-se subiu em mim e ficou beijando meu pescoço.
-Kyu, eu to realmente cansada, vamos deixar pra de manhã,ok?
-Ok! Mas eu não me responsabilizo se te agarrar de madrugada. Deitou do meu lado. Dormimos até de manhã.
Pela manhã, tomamos café e ele pediu que eu ficasse logo aquela semana com ele, vivendo La. Concordei e ficamos assim. Porém foi mais do que aquela semana. Fomos ao parque caminhar, almoçamos fora, e fomos jogar paintball. Á tarde tomamos um chá numa confeitaria muito chique. Fomos ao cinema ver um filme de ação. Kyu adorou as cenas realísticas com sangue e tudo, eu ria o vendo ele contar das explosões e as cenas de luta. Jantamos num lugar bem romântico, Estava um friozinho gostoso.
Vamos pra casa, ta frio... E eu não esqueci o que você prometeu heim...
-O que?
-Que seria de manhã, já é tarde e não fizemos.
-Kyu, você só pensa em sexo...
-Ah, o que eu posso fazer com você eu fico assim. Roçou o membro na minha perna me fazendo ver o quanto a imaginação dele já tinha flutuado.
-Kyuuuuuu. Gritei atraindo a atenção de alguns curiosos na rua.
-Shhhh, fala baixo, quer que eu seja preso? Riu enquanto me beijou os cabelos. Fomos pra casa. Acendemos a lareira e fizemos amor em frente á ela no nosso amigo o tapete fofinho. Eu busquei um edredon e dormimos lá mesmo.
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