P.O.V. Ezra.

Cada tribo tinha uma marca, uma família real que entretanto obedecia ás ordens da Rainha.

—Incêndio! Incêndio!

Uma legião de guardas e a própria Rainha e as Princesas começaram a se mobilizar.

—Vamos meninas, chamem todas as bruxas que conseguirem.

—Minha Rainha. Minha filha, minha única filha Cassandra, ela não conseguiu sair. Ficou presa no castelo.

—Calma. Bonnie vá buscar Cassandra que nós vamos contendo as chamas.

—Minhas filhas!

O que eu vi acontecer foi algo impossível.

—O que foi isso?

—Levem-na para a sala de cura agora!

—É muito tarde.

—Não. Bonnie!

O homem falou:

—Obrigado. Por salvar as meninas.

—Eu não fiz por você. Fiz por elas e pela Caroline.

—Mas, obrigado mesmo assim.

—Acho que é hora de você me atravessar.

—Por todo mundo que eu amava e que você matou, por todas as vidas que destruiu só porque achava que não haveriam consequências. Mas, você tava errado.

Ele começou a gritar como se estivesse sentindo dor.

—O que ele tem?

—Bonnie tá passando. Ele tá sentindo a morte dela.

—Porque?

—Porque eu sou a porra da âncora para o outro lado. Um purgatório sobrenatural criado por uma bruxa traída, enciumada e enganada á dois mil anos para prender a alma do cara que a traiu e o impedir de encontrar a paz. Mas, todo ser sobrenatural que morre vai parar lá. E tem que me atravessar.

—Você tem dois mil anos?

—Não. Eu só tenho mil. Foi um feitiço de troca de âncora.

Feitiços, magia, bruxas, vampiros. É uma descoberta fenomenal.

https://youtu.be/pbTW4xSx7bM

https://youtu.be/M3cAqCP8tf4