Quem sou eu?

Quem sou eu? Hum, boa pergunta. Mas, qual o sentido dessa pergunta? Qual resposta ela pede? Meu nome? Ele não define quem eu sou, muito menos minha história. Minha idade? A cor do meu cabelo? Quando aprendi a andar de bicicleta?

Não sei, essa pergunta é difícil, francamente, mas vou fazer o possível para respondê-la.

Não importa o meu nome, certo? Acho que podem me chamar de garota de papel, pois somos todas pessoas de papel vivendo em cidades de papel (Obrigado John Green por seus livros mais que perfeitos). Tenho 14 verões muito bem vividos. Meu signo é libra e eu sou apaixonada por signos (Obrigada Isabela Melhor Conselheira Freitas por passar seus vícios para seus fãs). Como típica libriana, eu amo falar, falar muito. Sonho alto, bem alto. Sou alérgica a chocolate. Odeio Jaca, caju e graviola, eca. Sou viciada em livros. Tenho claustrofobia, que é pânico de lugares fechados, mas eu aguento um elevador, com o coração na mão, mas aguento. Tenho medo de palhaços. Adoro desenhos animados (Titio Avô, por exemplo). Não sou de me apegar fácil. Sou bem fresquinha às vezes. Sou muito pavio curto. Normalmente, eu viajo no meu mundo cor de rosa, então se, por acaso, estivermos conversando e eu estiver olhando para um objeto aleatório com cara de paisagem, não estranhe, sou estranha mesmo. Quando faço amizade, é para a vida toda, não inventa de ir embora não. Quando estou em algum lugar junto com outras pessoas, fico estudando o comportamento delas e imaginando qual será o seu signo, seu nome, sua comida preferida. Como eu disse, sou estranha. Rio alto e descontroladamente. Ando derrubando as coisas, um desastre mesmo. Prometo todo domingo que segunda começarei uma dieta que nunca começo. Sou muito chorona. Odeio, de verdade, não receber atenção. Adoro estar no controle das situações, mas tomar decisões, nossa senhora, não é comigo. Adoro usar vestidos e sapatinhos. Amo flores, mas rosas vermelhas já deram o que tinham que dar. Uso litros de perfume pra ir a qualquer lugar, nunca se sabe quando que o Brad Pitt pode parar para comprar um pãozinho naquela padaria da sua rua não é mesmo?

Então, essa sou eu, certo? Errado, esses adjetivos não definem nem metade do que eu sou, mas eu poderia passar o dia inteiro falando e mesmo assim algo estaria faltando.

Com o tempo, vocês vão me conhecendo melhor e eu conhecerei vocês.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.