Garota Slytherin
3 O Expresso de Hogwarts
dia primeiro de setembro amanheceu, com uma leve brisa.
Lary acordou cedo, para tomar café com seus pais. Depois que terminou subiu para terminar de arrumar seu malao.
As 9:30 começou a se arrumar para pegar o trem, colocou uma calça preta e uma blusa azul marinho. E depois desceu com o malao e a varinha, encontrou sua mãe e seu pai esperando na sala, jogando xadrez bruxo.
— Ah, filha, vou sentir tantas saudades.- disse mamãe emocionada.
— Calma mãe!- disse.- Vou voltar para o natal.
— Juízo, Lary não quero saber de você andando com sangue ruins.- disse papai serio, acrescentou depois de mamãe pisar no pé dele.- Divirta-se mas estude!
As 10:30 chegamos na estação King's Cross.
— Lary guarde essa varinha!- disse papai.
— Foi mal.- disse.
A estação estava lotada de pessoas levando pesados maloes e também corujas de todas as cores
— Onde esta a plataforma ?
— Bem no meio da plataforma nove de dez.- respondeu papai.
— Mas não tem nada ali!- disse confusa
— Através da parede, querida.- disse mamãe paciente.- Vá correndo direta para a parede. Lary assim fez mas invés de se chocar com a parede de tijolos, ela passou por dentro dela.
Lary deslumbrou uma locomotiva vermelha a vapor esta parada a plataforma apinhada de gente. Um letreiro no alto informava Expresso de Hogwarts, 11 horas. Lary olhou para trás e viu um arco de ferro forjado no lugar aonde estivera a parede de tijolos, com os dizeres Plataforma nove e meia.
— Vamos querida.- disse mamãe ao aparecer atrás de mim.
A fumaça da locomotiva se dispersava sobre as cabeças das pessoas que conversavam, enquanto gatos de todas as cores miavam. Corujas piavam umas para as outras, descontentes, sobrepondo-se a balburdia e ao barulhas das malas pesadas que eram arrastadas.
— Bom querida, tenha um bom ano, e não importa sua casa você sempre sera uma Slytherin e na...
— Não se meta com sangue ruins, você e uma Slytherin e exige respeito, e não outra qualquer, o sangue puro corre em suas veias e espero que não se meta em confusões!- disse papai, me abraçando.
— Tenho certeza que sera a melhor aluna do ano!- disse mamãe abraçando e dando um beijo na testa de Lary.- Vou mandar cartas todos os dias.
Lary embarcou e foi se sentar com Malfoy que estava por perto.
— Ta ocupada?- perguntou Lary
— Só para sangue ruins.- respondeu Malfoy rindo.- Entra ai.
Lary entrou e encaixou seu malao debaixo da banco, e sentou.
— O aonde estão meus modos, Grabbe Goyle essa e Laryssa Slytherin.- disse Draco
— Oi.- disse aos dois brutamontes sentados ao lado de Draco.
Enquanto conversavam, o trem saiu de Londres. Agora corriam por um campos cheios de vacas e carneiros. Ficaram calados por um tempo, contemplando os campos e as estradinhas passarem num lampejo.
Por volta do meio-dia e meia ouviram um grande barulho no corredor e uma mulher toda sorrisos e covinhas abriu a porta e perguntou:
— Querem alguma coisa do carrinho, queridos?
— Uma tortinha de abobora, por favor.- disse.
Depois de comerem Malfoy propôs:
— Vamos ver se achamos o tal do Potter, por ai.- disse ele.
Encontramos Harry Potter sentado em uma cabine, com um garoto de cabelos ruivos. Então Malfoy perguntou:
— E verdade?- perguntou ele.- Estão dizendo no trem que Harry Potter esta nessa cabine. Então e você?
— Sou.- respondeu um garoto de cabelos bagunçados e que usa óculos.
— Ah, este e Grabbe e este outro Goyle e essa Laryssa Slytherin.- apresentou Malfoy.- E meu nome e Draco Malfoy.
O menino ruivo tossiu de leve, o que poderia estar escondendo uma risadinha Malfoy olhou para ele.
— Acha meu nome engraçado, e?Nem preciso perguntar cabelo ruivo, vestes de segunda mão e você e um Weasley.- Virou-se para Harry.
— Você não vai demorar a descobrir que algumas famílias de bruxos são bem melhores do que outras, Harry. Você não vai querer fazer amizade com as ruins. E eu posso ajudá-lo nisso.
Ele estendeu a mão para apertar a de Harry, mas Harry não a apertou.
— Acho que sei dizer qual e o tipo ruim sozinho, obrigado.- disse Harry com frieza.
Draco não ficou vermelho, mas um ligeiro rosado coloriu seu rosto pálido.
— Eu teria mais cuidado se fosse você, Harry.- disse Draco lentamente.- A não ser que seja mas educado, vai acabar como seus pais. Eles também não tinham juízo. Você se mistura com gentinha como os Weasley e aquele Rúbeo e vai acabar se contaminando.
Harry e o garoto ruivo se levantaram. O rosto do ruivo estava vermelho como os cabelos.
— Repete isso.
— Ah, você vai brigar com a gente, vai?- Draco caçou.
— A não ser que se retire agora.- disse Harry.
— Mas não estamos com vontade de nos retirar, estamos, garotos? Já comemos toda nossa comida e parece que vocês tem alguma coisa.
Goyle fez a menção de apanhar os sapos de chocolate ao lado do ruivo, o ruivo deu um pulo para a frente, mas antes que encostasse em Goyle,este soltou um berro terrível.
O rato, estava pendurado em seu dedo, os dentinhos afiados enterrados em Goyle. Eu Grabbe e Draco recuamos enquanto Goyle rodava e rodava o braço, urrando, e quando o rato soltou e bateu na janela, nos quatro saímos.
— Aquele rato maldito, olhe meu dedo.- dizia Goyle.
— Vamos para nossa cabine, não queremos arrumar problemas.- disse. Ouvi alguém me chamar logo que passei por uma cabine, de alunos do segundo ano.- Vão na frente já encontro vocês!
— Andando com a turma da maldade, Lary.- disse Dark rindo.
— Se não se importa, preciso me trocar.- disse saindo.
Ao chegar na cabine:
— Melhorou seu dedo, Goyle ?- perguntei
— Não deu pra notar.- disse Goyle grosseiro.
— Quem era?- perguntou Draco curioso.
— Só uma pessoa que pretendo tirar da minha vida.- disse.- Esses sangues ruins
— Uh, que mistério.- disse Malfoy
— Cuida da sua vida Malfoy!- disse.
Depois de mas ou menos 1 hora o trem deu um ultimo solavanco e parou.
Ouviu-se um gritaria e depois o apito final, e alguém chamando os alunos do primeiro ano.
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