Garota Mimada
18 Capítulo 18
Notas iniciais
S: Mãe, pai? – Uma palavra agora seria desespero. – O que estão fazendo aqui, vocês não iam ao shopping?
Ch: Sua mãe esqueceu as contas, não muda de assunto mocinha. — Ele estava visivelmente irritado. — Então quer dizer que seu namorado dormiu com você, na mesma cama? E Melanie, onde o David dormiu já que o quarto de hospede estava ocupados?
M: Comigo. — Respondeu normalmente.
Ch: Garoto o que vocês fizeram, e eu quero a verdade.
D: Nada, a gente apenas dormiu mesmo, eu juro.
Ch: Pela cara deve ser verdade mesmo. — David suspirou aliviado. — Samantha o que você aprontou?
S: Nada pai. — Já estava ficando irritada. — E não me chame de Samantha. — Comecei a alterar a voz. — E se não quiser acreditar, eu não ligo, não to com consciência pesada, já que eu na...
Ch: Calma, eu acredito em você. — Ele voltou ao tom normal. — Que isso não se repita.
S e M: Ok.
Ch: Ótimo, vamos Pam?
P: Vamos, porque quando eu chegar eu vou conversar com as duas, quero saber como eu não percebi a presença de ninguém quando fui dormir e quando acordei. – Disse ela, pegando as contas em cima da mesa e saindo sendo acompanhada pelo meu pai.
S: Valeu Cat.
Ct: Mas eu achei correto o pai de vocês saberem, eu não ia contar, pois isso não é da minha conta, mas iria ficar com a consciência pesada.
S: Não sei por que, não fizemos nada.
Ct: Não estou duvidando de vocês, agora se me der licença tenho que fazer almoço. – Fomos para meu quarto.
M: Nos ferramos. – Falou sentando ao lado de Davi, na cama.
S: Ai nem me fala, agora que tudo estava tão bem. — Deitei ao lado deles. — Só faltava agora mamãe e papai começarem a brigar.
M: Nem brinca.
D: Acho que não deveríamos ter contado a verdade.
S: Se a gente não conta-se depois poderia ficar pior.
M: Verdade, a mentira tem perna curta.
D: Não pensei desse jeito, mas ai sim vocês estariam fudidas. – Eu ri.
S: Vou lá levar o celular do Freddie, querem ir comigo?
M: Ah não.
D: Acho melhor a gente ir. — Ele estava com uma expressão assustada. — Melhor a gente não ficar sozinhos aqui.
M: Ok, vamos.
Avisamos Cat que iríamos devolver o celular, ela mandou a gente voltar logo. Atravessamos a rua, assim que chegamos subimos de elevador até o apartamento dele. Chegando lá toquei a campainha e logo Marissa atendeu. Ai que sorte a minha, tinha que ser logo ela.
S: Oi Marissa, cadê o Freddie?
Mr: Ta la no quarto dele, quer que eu o chame ou prefere subir?
S: Prefiro subir se não se incomoda.
Mr: Magina sobe lá. – Depois que ela disse isso, puxei Mel pelo braço e ela nos olhou assustada. – Nossa duas Sam, por essa não esperava.
S: Ah, desculpa. — Fiz as apresentações. — Essa é minha irmã Melanie e meu cunhado David, eles são de Los Angeles.
Mr: A sim, prazer.
M e D: Prazer.
Mr: Sobe lá. — Ela falou e voltou para a cozinha.
bimos, e como fui ali mais cedo sabia onde era o quarto de Freddie, assim que bati na porta, ele mandou entrar. Ele estava deitado na cama mexendo no ipod dele.
S: Oi mor. – Disse um pouco baixo a palavra “mor”.
F: Oi princesa. – Disse baixo a palavra “princesa”. – Oi Mel, oi David.
D e M: Oi.
Ele fechou a porta, e me deu um beijo.
F: O que vieram fazer aqui?
S: Devolver o razão dos nossos problemas.
F: O que? – Entreguei seu celular. – Ai até que enfim, achei que eu tinha perdido.
S: Tava na mesa do meu quarto, ai a Cat viu.
F: E ai? – Perguntou ele olhando para mim.
S: Ai que a gente disse que era do David, mas o idiota tava com o celular no bolso da calça.
D: Ei eu não tenho culpa, a culpa é do seu namorado que esqueceu lá.
M, S e F: Xii.
S: Quer que a mãe do Freddie descubra que ele dormiu lá? – Falei baixo.
D: Foi mal. – Contamos tudo para Freddie, o que havia acontecido, e ele ficou em choque.
M: Amor vamos ali na Carly?
D: Por quê?
M: Pra deixar os pombinhos sozinhos um pouco.
D: Ta, vamos.
M: Beijos, Sam volta pra casa logo.
S: Ta.
Assim que eles fecharam a porta, eu e Freddie começamos a nos beijar que nem loucos, ele apertava minha cintura e eu puxava seus cabelos. Ele foi andando para trás, até que caímos na cama, eu por cima dele, parecia que era o ultimo beijo que daríamos. Estávamos quase nos engolindo, até o ar acabar, paramos o beijo com leves mordidinhas e selinhos. Achei melhor sair de cima dele, antes que Marissa entrasse no quarto. Ele também levantou, mas se sentou do meu lado e me puxou pro seu colo. Ele foi se aproximando e eu também, até nossos narizes se tocarem, sorrimos e voltamos a nos beijar, porem agora um beijo calmo e apaixonado. Uma de suas mãos estava nas minhas costas e a outra na minha perna. E eu estava o agarrando pelo pescoço. O beijo estava muito bom, até ouvirmos a porta abrir.
Mr: Freddie? – Gritou assustada pela cena que via. – Sam?
S: Ah... é... oi Marissa, tu-tu-tudo bem? – Disse saindo do colo dele, arrumando o cabelo e a blusa que estava toda amassada e meio caída.
Mr: Vocês estão namorando?
S: É....
F: Sim. — Revelou calmamente.
Mr: Por que não me contaram?
S: É que a gente começou há namorar essa semana, e meio que...
F: Não era pra ninguém saber, alem dos nossos amigos. — Ele se levantou e foi do meu lado.
Mr: Espera que estou engolindo ainda essas informações, como assim vocês se conhecem em uma semana e namora na outra? Ah, deixa pra lá, o importante é que meu filho esta namorando alguém decente. — Sorri envergonhada e Freddie me deu um beijo na bochecha.
F: Bom, agora sabe vc, Carly, Gibby, Spencer, Melanie, David, a mãe e o pai da Sam.
Mr: Seu pai? — Assenti. — Ele está na cidade?
S: Sim fomos buscar ele agora pouco.
Mr: Ah, Sam eu preciso que seu pai passe na escola para assinar uns papeis que faltam.
S: Achei que minha mãe tivesse assinado tudo.
Mr: Ela assinou a parte dela, mas eu preciso que seu pai assine também já que sua guarda é dele.
S: Entendi, mas ele vai embora amanhã.
Mr: Nesse caso, porque não fazemos um jantar para seus pais.
S: Jantar? Ótima ideia.
Mr: Ai você pode trazer sua irmã e seu cunhado também. — Ela estava animada. — E Freddie eu deixo você chamar o Gibby e a Carly.
F e S: Beleza.
Mr: Pode ser essa noite?
S: Pode, eles vão adorar.
Mr: Ótimo, ah eu vou ligar também para seu pai Freddie. – Disse ela, e Freddie fechou o sorriso que tinha no rosto. – É bom ele conhecer os pais da sua namorada.
F: Que pai? — Se fez de sonso. — Eu não tenho pai.
Mr: Freddie, que isso? – Marissa estava totalmente sem graça. – Você tem um pai sim.
F: Aquele lá? — Perguntou. — Ele foi apenas o doador do espermatozóide.
Mr: Freddie. – Repreendeu Marissa já vermelha. – Pare já com isso.
F: Mas é verdade. — Ele estava nervoso. — E já chega desse assunto. Vamos Sam, vamos à casa da Carly. – Ele pegou minha mão, e foi me puxando pela escada até a porta, quando Marissa gritou.
Mr: Freddie, nem ousa em sair antes que essa conversa termine. – Disse autoritária.
F: Essa conversa já acabou.
E já chega desse assunto. Vamos Sam, vamos à casa da Carly. – Ele pegou minha mão, e foi me puxando pela escada até a porta, quando Marissa gritou.
Mr: Freddie, nem ousa em sair antes que essa conversa termine. – Disse autoritária.
F: Essa conversa já acabou.
E já chega desse assunto. Vamos Sam, vamos à casa da Carly. – Ele pegou minha mão, e foi me puxando pela escada até a porta, quando Marissa gritou.
Mr: Freddie, nem ousa em sair antes que essa conversa termine. – Disse autoritária.
F: Essa conversa já acabou.
E já chega desse assunto. Vamos Sam, vamos à casa da Carly. – Ele pegou minha mão, e foi me puxando pela escada até a porta, quando Marissa gritou.
Mr: Freddie, nem ousa em sair antes que essa conversa termine. – Disse autoritária.
F: Essa conversa já acabou. E quer saber, faz o que quiser se quiser chamar ele chame, mas não ache que vou trotá-lo normal. — Ele saiu e bateu a porta com força.
S: Quer conversar?
F: Desculpe.
S: Pelo o que?
F: Por ter feito você assisti esse showzinho da minha mãe.
S: Sem problemas. — Dei um pequeno sorriso. — O que aconteceu amor, porque tem esse ódio do seu pai?
F: Longa historia.
S: Se não quiser vou entender.
F: Não, tudo bem. — Ainda estávamos no corredor. — Vou resumir. — Assenti. — Meu pai e minha mãe quando eu era mais novo, eles se separaram e ele não só se separou da minha mãe ele se separou de mim. Ele se mudou pro Canadá, e começou uma nova vida ao lado da mulher que destruiu o casamento dele e minha infância. Na verdade ela nem ama ele, ama o dinheiro que ele tem isso sim. Enfim, ele não deu mais as caras desde os meus 5 anos, ai um belo dia ele voltou com ela e sua mais nova filha.
S: Espera, você tem uma irmã?
F: Sim, alem dela ser filha daquela vadia com o meu pai, eu sempre a amei. — Ele sorriu. — Sempre visitava ela, levava ela pra dormir na minha casa, a vadia nunca se importou, nem deveria já que ela nunca se importou com a minha irmã.
S: Como ela chama?
F: Anny.
S: Quantos anos ela tem?
F: 11 anos.
S: Enfim, continue.
F: Aé, depois de um ano ele voltou e veio morar aqui em Seattle, mas ele nunca se importou comigo, ele sempre se importou com a vadia.
S: E qual é o nome da vadia?
F: Tiffany, acho que nunca perguntei o nome da sua madrasta.
S: Outra vadia. – Falei e ele riu. — O nome dela é Emma.
F: As vadias. — Ele riu e eu acompanhei.
S: E interesseira. — Ele concordou. — É tão bom ver esse seu sorriso. – Disse me aproximando dele e colocando a mão em seu rosto. – Melhor que te ver bravo.
F: Você me faz sorrir. — Sorri e ele sorriu também. Então me beijou, foi apenas um selinho demorado já que a velha do ultimo apartamento passou e começou a falar.
V (velha): Ei, aqui não é lugar disso, se quiserem fazer isso vão fazer no quarto. — Eu e Freddie nos olhamos e começamos a rir.
S: Olha aqui senhora, porque você não vai tricotar para seus netinhos e deixa a gente em paz.
V: Eu não tenho nem marido, quem dirá netos.
S: Agora entendi porque você é tão amarga. — Freddie arregalou os olhos pegou na minha mão e disse pra velha.
F: Desculpe por ela, e desculpe pelos nossos amassos aqui no meio do corredor.
S: É... foi mal. — Ironizei.
F: Sua maluca. — Ele riu e eu acompanhei.
S: Não tenho culpa que ela é sozinha. — Me sentei ao seu lado no sofá.
M: Sammy. — Gritou uma cópia minha metida descendo as escadas e pulando no meu colo.
S: Acho que você quebrou minha perna.
M: Ei, não sou tão gorda assim. — Deu um tapa no meu braço e se sentou do meu lado. — Temos que voltar jaja, mamãe chega.
S: Me preparando mentalmente pela bronca.
M: E como foi lá na casa do Freddie? – Nessa hora eu e Freddie nos olhamos e começamos a rir.
S: Você acredita que fomos flagrados aos beijos pela mãe do Freddie.
M: NÃO ACREDITO.
F: O pior era que estávamos sentando na cama e Sam estava no meu colo.
M: Imagino a cara de desespero da Sam.
F: Foi bem engraçada mesmo, ela saiu do meu colo completamente vermelha, até ficou de costas para minha mãe.
S: E você queria que eu agisse como? — Perguntei. — Dando um soco na cara da sua mãe por ela entrar no seu quarto sem bater?
F: Não, mas tua cara foi bem engraçada. — Sorri falsamente.
S: Nossa to morrendo de rir. — Fiz bico e ele me roubou um selinho. — Cadê o David pra gente ir embora logo?
M: Esta lá em cima conversando com o Gibby, vou lá chamar ele. — Ela subiu as escadas.
F: Já que você vai ter que voltar pra sua casa e a gente só vai se ver de noite, que tal mais um beijo?
S: Ah não sei. — Fiz um pouco de charme.
F: Para de fazer doce e me beija logo. – Disse ele, e sem delongas o agarrei pela blusa e o beijei. O beijo foi tão bom que me deu calor, então fiz um coque mal feito.
M: Vamos? — Perguntou descendo as escadas puxando David. — Sam o que aconteceu com seu pescoço? — Ops, esqueci que ontem levei um chupão de Freddie.
S: Cai da escada. – Respondi sem pensar, caramba que besteira que eu falei? Falei a coisa mais clichê que existe.
M: Mentira clássica. — Riu. — Freddie fez um ótimo trabalho em? – Coramos.
S: Chega Mel. – Peguei sua mão. – Vamos embora.
M: Ok vamos, mas antes é melhor você soltar o cabelo.
Carly e Gibby desce as esacadas.
S: Assim esta bom?
M: Aham, acho que ninguém vai perceber e se perceber diz que caiu da escada.
S: Chega! — Todos riram, até Freddie. — Beijos e até a noite.
M: O que vai ter a noite?
S: Em casa eu falo, tchau pessoal. — Dei um selinho no meu namorado me despedi do resto e fomos embora.
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