Garota Mimada
25 Capítulo 25
Notas iniciais
Pov's Geral
M: Até que enfim o casal acordou, a festa foi boa lá em cima? — Disse enquanto Sam e Freddie desciam as escadas.
S: Melanie cala a boca por favor, obrigada.
M: Grossa.
D: Mel deixa eles em paz amor.
M: Já deixei.
D: Vamos tomar nosso café da manhã as duas horas.
S: Vamos. — Falou comemorando e se sentando ao lado de Mel na mesa — Te odeio. — Sussurrou para a irmã.
M: Também te amo Sammy. — Disse no mesmo tom — Hum, vai ter uma festa da escola hoje a tarde, vamos?
S: Sei não Mel, não iriamos no parque?
M: Sim, mas a festa na casa do Allan será muito melhor, por favor?
S: Você quer ir? — Perguntou ao namorado.
F: Não sei, você quer?
S: Perguntei primeiro.
F: Responde primeiro que eu respondo depois.
S: Não, responde primeiro a pergunta que eu fiz e depois eu respondo.
M: Mas que brincadeira chata em, me confundi toda.
S: Verdade. — Ela pensou um pouco — Bom, eu quero ir sim.
F: Então vamos. — Ela sorri e dá um selinho nele.
C: Vamos aonde? — Pergunta descendo as escadas com Gibby atrás.
G: Boate?
S: Cara, você parece um maniaco por boates, credo.
G: O que eu posso fazer, lá é a minha segunda casa.
S: O lar da perdição e bebedeira é a sua segunda casa?
G: Isso mesmo.
S: Então sinto lhe informar, mas não iremos na sua segunda casa hoje.
G: Ah. — Fingiu estar triste e comeu uma panqueca. Sam revirou os olhos.
S: Vamos em uma festa na casa do Allan, o capitão de futebol americano na minha antiga escola.
C: Uh, o cara deve ser o mais conhecido da escola.
S: Sim conhecido como galinha, chato, insuportável, traíra, rico, pegador, mesmo que seja a mesma coisa de galinha, mas enfim... conhecidíssimo.
F: E você já ficou com ele?
C: Ó o ciumento.
S: Claro que não, não fico com galinhas... viu você estragou isso. — Ele ri — Você foi o único galinha que eu fiquei e namorei.
M: A Sam foi uma das poucas meninas que ele não ficou, mas tentou.
S: E não conseguiu.
F: E você já ficou com ele pelo jeito né Mel?
M: Eu estava bêbada. — Ela gritou fazendo os outros rirem, exceto David.
D: Ok, chega dessa conversa.
S: Ó o outro ciumento.
D: Não enche Samantha.
S: Não me chama de Samantha, David. — Ele mostrou a língua para ela, que como forma de gratidão ganhou uma língua de Sam também.
G: Eu sou o único não ciumento nessa casa.
S: Há você?
F: Né, ficava perseguindo a Carly quando saíamos.
S: Fora que se alguém chegava perto dela você ia lá na hora tirar os "gaviões", que por sinal eram todos gatos, de cima dela.
F: O que? — Sam dá um selinho em Freddie.
S: Fora também que você pegava metade da festa e a Carly não podia ficar com nem um.
F: E se ficava você ficava em cima deles enquanto se beijavam.
S: Pois é.
M: Então meu caro novo amigo, concluímos que você é ciumento como todos. — Carly estava vermelha.
D: Opa espera um minutinho ai, todOS, como assim? As meninas estão no meio certo.
S, C e M: Claro que não.
F: Claro que não? A Sam quase matou a Tasha quando ela me beijou na escola.
S: Eu já estava irritada com ela.
G: E não é só eu que tenho ciumes da Carly, sim eu admito, ela tem ciumes quando eu fico com alguém na minha segunda casa sim por que eu percebo de longe.
C: Claro que não, seu convencido.
D: E Mel, eu não preciso nem falar do dia que você quase tirou todos os cabelos da Natasha quando ela ficou comigo na festa, mesmo que não estávamos namorando.
M: Ela me irritava profundamente.
F: Então concluímos que todos, sem exceção, tem ciumes.
S: Já chega dessa conversa de quem tem ciumes, vamos falar da festa.
M: Então está combinado?
– Claro. — Responderam todos juntos.
M: Ok, a festa começa as 18:00, mas vamos lá pelas 20:00 beleza?
CH: Vão aonde as 20:00? — Perguntou chegando de mãos dadas com Emma — Sam?
S: Oi pai. — Ela levantou da cadeira e foi dar um abraço nele — Que saudades.
CH: Também estava filha, mas o que está fazendo aqui?
S: Vim passar o final de semana com o meu pai, mas ele viajou então passei com a minha irmã.
CH: Mas eu avisei que eu iria viajar à trabalho.
S: Acho que não prestei atenção, então paizinho como foi a viagem? E o trabalho? Muito estressante? — Sorte dela que ela mentia muito bem.
E: Ih lá vem a enrolação.
S: Oi? Emma? Desculpa não te vi ai, não sei nem como não te vi já que você está mais enfeitada do que árvore de natal.
E: Olha aqui Samantha...
S: Não te dei intimidade para me chamar de Samantha, então não me chame assim.
CH: Ei por favor não vamos começar, tudo bem pessoal? — Todos cumprimentaram Charles — Vou subir para tomar um banho.
E: Querido, e sobre essa tal saída de 20 horas? — Sam fuzilou com o olhar e ela sorriu com ironia.
CH: Ah já ia esquecendo, obrigado querida...
S: Ah poupe meus ouvidos de tanta melação.
M: ReTweet.
CH: Até você Mel? — Ela levantou os braços em sinal de rendição — Enfim, onde as senhoritas pensam que vão?
S: Festa de aniversário da Lucy.
CH: Lucy? — Emma revirou os olhos — Nossa quanto tempo eu não vejo ela, fala que eu mandei um abraço para ela.
M: Falaremos.
CH: Vou para o quarto. — Disse subindo as escadas.
E: Vocês sempre conseguem enrolar o pai de vocês né?
S: Do que está falando mamãezinha? — Perguntou irônica.
M: Pois é, só vamos na casa de uma antiga amiga nossa que está fazendo 18 anos hoje. — Falou da mesma forma que sua irmã.
E: Sei muito bem que a Lucy está fazendo um intercambio de um ano pela Europa e só irá voltar daqui cinco meses.
S: Ops, mas acho que o papai não sabe disso. — Cantarolou.
E: Mas eu posso contar. — Cantarolou também com as sobrancelhas arqueadas e sorrindo.
M: E quem você acha que o papai irá acreditar?
E: Droga! Suas pirra... lindas eu senti tanta a falta de vocês por incrível que pareça. — Charles desceu as escadas.
CH: O que foi?
M: Nada.
S: Apenas nossa querida má... drasta falando o quanto estava com saudades da gente.
CH: Que meigo da sua parte querida.
E: Pois é amor, eu vou para o nosso quarto. — Ela subiu alguns degraus e Charles saiu da sala — Cadê a Judie? Quero meu café da tarde no meu daqui dez minutos.
S: Judie está de férias.
M: E ela não é a sua empregada.
E: Claro que é, pago ela para que?
CH: Não, ela não é. — Charles voltou do carro onde havia esquecido o celular, e estava vendo algumas correspondências — Ela é governanta das meninas, já falei que se você quer alguma coisa é só sair do lugar e pegar. — Sam, Mel e os outros seguraram o riso. Emma ficou sem direção, totalmente chocada — E quem paga ela aqui sou eu.
E: Mas estamos juntos e tudo o que é seu é meu, e vice e versa.
CH: Não errado, tudo o que é meu é meu, e vice e versa.
E: Por que está me tratando assim agora?
CH: Nada querida, apenas chegou a conta do meu cartão de crédito. — Emma ficou mais branca que já era — Não sabia que pegava meu cartão sem a minha permissão.
E: Mas amor, somos casados.
CH: E CADÊ A PORRA DO PAPEL QUE COMPROVA ISSO? — Gritou. Ele estava muito irritado — Perdão filhas e amigos delas, vou para o meu quarto depois nós conversamos Emma. — Ele disse e subiu as escadas deixando Emma pasma.
E: Isso é tudo culpa de vocês suas pestes, idiotas, metidas, infantis, enjoadas, folgadas, mimadas, ridículas... e... e... — Enquanto ela xingava as meninas contavam nas mãos o tanto de xingamentos. Freddie e David estavam ao lado de suas namoradas.
S: Não esquece de enxeridas.
M: Isso, e chatas também.
E: Estão me ajudando por que em suas pirralhas? Gostam de ser xingadas não é mesmo?
S: Estamos te ajudando, pois nosso pai está assistindo o show e... — Emma vira com tudo e vê Charles no topo da escada — Não queremos que ele perca seu precioso tempo com poucos xingamentos. — Charles olha para Emma faz não com à cabeça e vai para o quarto, batendo a porta com tudo — Ops, acho que ele não gostou.
M: Também acho.
E: Amor espera. — Ela sobe alguns degraus, mas volta e aponta o dedo na cara das meninas. Freddie e David ficaram na frente delas — Lá vem os namoradinhos tetarem defender as chifrudinhas. Isso é tudo culpa de vocês, se você Samantha não estivesse aqui e a Melanie com você lá em Seattle as coisas iriam ser muito melhores.
S: Ou se você fosse roubar outro cara, de outra família, que não seja esperta, seriam melhores com certeza. — Ela entrou na frente de Freddie — E chifrudinha é a... — Freddie puxa Sam que estava indo para cima dela.
F: Calma.
S: Calma? Ela não merece calma, ela merece uns tapas nessa cara deslavada.
E: E quem iria me bater? Você? Me poupe das suas amea... ah sua louca... me larga sua desnaturada... ah socorro. — Sam agarra seus cabelos, mas Freddie consegue tirar.
F: Ela não merece seus tapas, calma.
M: É calma maninha, ela...
E: Ai não lá vem a irmãzinha do bem tentar defender a outra desnaturada, era só o que me faltava, a monga defendendo a louca.
S: Quem você chamou de louca?
M: Quem você chamou de monga?
E: Você e você, além de louca e monga são burras e lerdas, que beleza, onde eu me enfiei? — Ela ria com ironia.
S: Emma por que você não cai fora daqui, papai já descobriu os seus roubos.
M: Só falta descobrir as traições.
CH: Traições? Como assim traições? Se tem uma coisa que eu não admito em minha casa é traição. — Ele estava vermelho de raiva — Quer saber? Chega para mim, já deu, não aguento mais ficar com você, não aguento mais olhar na sua cara de monga, louca, burra e lerda, não aguento mais.
E: Não amor, por favor, amor? — Ela chorava.
CH: Cala a boca Emma, não se humilhe, arrume suas coisas e cai fora daqui.
E: Não... — Ela chorava, todo mundo assistia completamente parados.
CH: Vai roubar outro, saia daqui e deixe todas as jóias que eu lhe dei.
E: Não! São minhas!
CH: O dia em que você pagar todos os diamantes, rubis, os ouros, entre outros que tem naquelas jóias eu lhe dou, enquanto isso são minhas.
E: E o que você vai fazer com todas aquelas jóias, posso saber? Irá usar?
CH: Claro que não, irei presentear minhas filhas. — Mel e Sam sorriram — Se você não se importa, a porta é a serventia da casa.
E: Ham. — Ela rosnava igual a cadela que ela sempre foi — Que odio! Eu odeio vocês, todos vocês. E eu volto para buscar o resto das minhas roupas, bolsas e sapatos.
CH: A porta estará sempre... fechada. — Ele sorriu — Eu que comprei, não lembra? Só não mando você tirar essa roupa que está usando agora, pois quero poupar os olhos dos amigos de minhas filhas e os delas também, fora os meus.
E: O que? Como você... Seu... — Emma bateu o pé e foi para fora da casa.
S: Tchau Emma, beijinhos.
M: Vai pela sombra querida. — Mel fechou a porta com tudo — Tudo bem papai?
CH: Claro filha, nunca estive melhor.
S: Que bom.
CH: Então vocês vão mesmo na "festa da Lucy"?
S: Por que falou fazendo aspas?
CH: Qual é meninas? Sei muito bem que Lucy está em Londres.
S: Ops...
M: Desculpa pai, na verdade é a festa do Allan, um menino popular da minha escola.
CH: Tudo bem podem ir, mando o carro levar e buscar vocês às 3:00 da manhã.
S: Sério?
M: Ah pai muito obrigada, amo você. — Mel e Sam dão um abraço apertado nele.
CH: Claro que é sério meninas, só não quero que mintam para mim novamente. — Ele separa o abraço — Amo vocês duas. — Elas sorriram e abraçou ele novamente. — Agora vão acabar de tomar o seu... café da manhã?
M: Aham. — Ela assenti.
CH: Vou tomar um banho e descansar, amanhã o dia será cheio. Ah filha, você vai ficar até que dia?
S: Até amanhã depois do almoço.
M: Lá pelas 15:00.
CH: Tudo bem, que tal um almoço em alto mar?
S: Sério?
CH: É, conheço um amigo meu que tem um navio e esse navio é um restaurante, muito bom por sinal, lá tem diversos pratos e ele fica navegando enquanto comemos, vai ser divertido e eu tenho créditos com ele.
S: Nossa que demais.
M: Viu gente? Amanhã vamos almoçar fora.
CH: Por isso vocês não podem chegar muito tarde, senão não vão aguentar acordar. Amanhã quero todos no café da manhã, viu? — Eles concordaram.
M: Sim senhor.
CH: Ok, agora vou para o meu quarto. — Charles subiu.
Pov's Sam
Bem feito! Tudo o que eu tenho para dizer para a Emma é essas duas palavras, foi muito bem feito para aquela baranga ver que aqui ela não pode enganar ninguém. Nem eu e nem a Mel imaginávamos que ela era uma traidora, mas como dizem eu joguei verde e ela colheu maduro, e jeito ela traiu meu pai mais de uma vez, pois a Mel tinha dito traições. Bom, o importante é que aquela vadia foi embora de vez dessa casa, nossa nem acredito. É tão bom respirar um ar que não tenha o perfume enjoativo daquelazinha, espera só mamãe saber disso.
CH: SAM? — Grita papai do quarto.
S: OI?
CH: SOBE AQUI UM MINUTINHO FILHA?
S: ESTOU INDO. — Acho melhor eu ir ver o que o Sr.Puckett quer — Gente já volto.
F: Ok. — Dei um selinho nele e subi correndo para o quarto do meu pai.
S: Me chamou? — Perguntei entrando no quarto.
CH: Ah sim, filha eu quero te falar uma coisa.
S: Ok.
CH: Eu acho que seu castigo acabou, você se comportou... digamos, bem.
S: Haha muito engraçado, eu me comportei como um anjo.
CH: Claro que sim. — Revirou os olhos — Bom filha, eu quero que saiba que eu te libero do castigo de morar em Seattle e...
S: Opa, o que?
CH: É isso mesmo, você poderá voltar ainda essa semana se você quiser. — Ele estava todo animado e eu com a boca aberta — Você termina essa semana de aula e vem embora ou você vem embora e volta para a sua escola.
S: Hãm pai eu...
CH: Filha, o que foi? Não está feliz? Te liberei semanas antes do combinado, bom a verdade é que eu não consigo mais ficar longe da minha filhinha, e nem sua irmã pelo visto. Você precisa ver quado você vai embora daqui ou ela de lá, ela fica totalmente acabada.
S: Eu também fico, mas... ah pai não sei, estou gostando de morar com a mamãe e também tem o Freddie, a Carly e o Gibby, eles são realmente muito importantes para mim.
CH: Bom filha a escolha é sua, só espero que depois não se arrependa.
S: Como assim?
CH: Querer volta, apesar da porta sempre irá estar aberta para você.
S: Obrigada pai, olha eu vou decidir se eu fico ou não.
CH: Te dou até amanhã de manhã.
S: Tudo bem, nesse tempo já deu para pensar. — Dei um abraço nele e sai do quarto chorando.
E agora? Eu quero ficar, mas também quero ir embora. Amo minha nova vida, amo morar com a minha mãe a adoro meus novos amigos, fora que tem o Freddie. Ah, como a vida seria mais fácil se eles morassem aqui ou eu lá, definitivamente. Não quero ir embora amanhã e deixar Mel e papai, mas também não quero ficar e deixar mamãe, Freddie, Carly, Gibby e Spencer. Ah que escolha difícil, por que meus pais não ficam juntos logo de uma vez? Que saco! Preciso conversar com alguém, já sei vou chamar a Mel e a Carly, elas com certeza vão me ajudar com esse problema.
S: Hã... Mel e Carly vocês podem subirem aqui rapidinho? — Estava no topo da escada, ninguém conseguia me ver dali — Papo de mulheres.
C: Ok.
M: Já estamos indo.
C: Já voltamos meninos.
F: Sammy está tudo bem? — Ele estava com uma voz preocupada — Está com uma voz diferente.
S: Claro que eu estou bem, minha voz está normal. — Tentei fazer ela voltar ao normal, já que estava chorando — Já vou descer amor, só preciso falar umas coisinhas de meninas com as meninas.
F: Ok. — As meninas subiram notaram que eu estava chorando, apenas fiz para que elas ficassem quietas e me seguissem.
C: Sam, tem certeza que está tudo bem?
S: Não... — Deitei em minha cama e chorei. Mel passou a mão no meu cabelo enquanto Carly estava com a mão em meu braço — Não está nada bem.
C: O que aconteceu?
M: O que o papai te falou?
S: Que eu estou liberada do castigo. — Mel e Carly fizeram caras de confusas.
C: Ué isso não é bom?
S: Só se for bom eu vim morar aqui em Los Angeles.
C e M: O que?
S: Papai disse que eu posso voltar a morar aqui, já que ele sentiu muitas saudades de mim e você também.
M: E você não está feliz por que? — Ela colocou a minha cabeça em seu colo — Não era isso o que você queria?
S: Era, mas também não era.
C: Hã?
S: Não vou mentir, queria muito voltar, mas tem a mamãe e vocês que me prendem lá.
C: Não queremos te prender Sammy, você escolhe o que é melhor para você.
S: Prendem pois são legais, divertido e... — Chorei mais — Ainda tem o Freddie, não quero sair de Seattle, mas também quero vir para Los Angeles, entenderam? Eu não sei o que fazer.
C: Nossa isso é realmente muito complicado. — Concordei com a cabeça.
S: Não vai falar nada Mel?
M: O que eu diria? — Ela perguntou sorrindo e me fazendo sentar, e olhar para ela — Olha Sammy, você que tem que decidir isso. Decida pelo coração, não adianta nada você ficar por causa minha e do papai se você não está feliz, e também não adianta você escolher, pela razão, voltar para a casa e se sentir triste, decida com o coração maninha e pode ter certeza que o que você escolher vamos ficar felizes, pois nos preocupamos com a sua felicidade.
S: Eu acho que já sei onde vou ficar.
M e C: Onde?
S: Calma, só vou revelar amanhã na hora do almoço. — Sorri e me levantei indo até o espelho para me arrumar — Papai me deu até na hora do almoço para decidir e acho que já decidi, mas vai ser surpresa.
C: Ok senhorita mistério.
M: Eu acho que já sei. — Disse e sorriu para mim, acho que ela realmente sabe.
C: Eu tenho minhas duvidas, que são muitas então não faço a mínima ideia.
F: Eu também acho que sei. — Levei um susto que quase cai do banquinho da penteadeira.
S: Freddie? Que susto!
F: Fiquei preocupado com o seu tom de voz e subi, não queria ouvir, mas foi inevitável. — Ele abaixou a cabeça — Desculpa.
S: Não, tudo bem. — Fui até ele — Desculpa eu pela decisão que eu irei tomar amanhã.
F: Sem problemas, me preocupo com a sua felicidade. — Ele me abraçou.
S: E eu com a sua. — Dei um beijo nele, na verdade foi apenas um selinho de cinco segundos.
C: Ok casal, vamos parar não quero chorar.
F: Carly, você já está chorando.
C: Não quero chorar... mais.
S: Ah sim, nem eu.
M: Bom vou para o meu quarto, já são 16:24 e eu preciso ver qual roupa eu vou usar ainda.
C: Quer ajuda?
M: Por favor. — Elas foram para o quarto de Mel.
F: Au, por que me bateu?
S: Isso é tudo culpa sua.
F: O que é culpa minha sua louca?
S: Fazer eu me apaixonar por você, se você não estivesse feito isso eu ficaria em Los Angeles de boa, mas agora você e eu... ah... não sei de mais nada... lá se foi a minha decisão... ou não.
F: Sammy para de fazer mistério e fala logo onde você escolher para ficar.
S: Nãnão, só amanhã. — Dei um selinho nele, já estava saindo do quarto, mas ele me puxa.
F: A culpa não foi só minha, se você não estivesse de baixo do sol, e o porteiro não ter deixado você entrar no prédio, e a Carly fazendo eu falar com loiras misteriosas e extremamente linda, e desconhecida, não haveríamos nos conhecidos e eu não teria me apaixonado por uma louca. — Dei um tapa fraco em seu braço e ele riu.
S: Para de me chamar de louca seu nerd.
F: Para de me chamar de nerd.
S: Não!
F: Então, não.
S: Chato.
F: Louca.
S: Nerd.
F: Louca.
S: Você só sabe me chamar de louca?
F: Não, maluquinha também, chata, insuportável, grossa, linda, perfeita, minha. — Não aguentei e beijei ele. Como sempre o beijo foi maravilhoso, como eu amo esse beijo, não aguentaria ficar sem ele, o dono do beijo e o beijo, uma semana. O beijo foi ficando cada vez mais quente, mas é melhor eu parar antes que isso saia do controle, afinal... o papai está em casa.
S: Me ajuda com uma roupa?
F: Aham. — Ele me beijou novamente e lá se foram uns dez minutos só de pegação.
S: Amor para, meu pai está em casa e eu preciso mesmo escolher uma roupa. — Sai de baixo dele, já que estávamos na cama, e fui para o meu closet.
F: Ok eu te ajudo. — Ele me abraça por trás e beija meu pescoço.
S: Que tal essa?
F: Muito curta.
S: Essa?
F: Não.
S: E essa?
F: Nunca! — Revirei os olhos.
S: Essa?
F: Hãhãm.
S: Mas essa é linda. — Ele fez não com a cabeça — E essa?
F: Não. — Bati o pé, já estou ficando irritada — Você precisa de roupas novas... e grandes.
S: Aaaaah, vem vamos procurar uma roupa no quarto da Mel. — Saí puxando ele.
Depois de uns 15 minutos escolhendo, Freddie ainda não aprovou nem uma.
CH: Nossa! Mas que bagunça é essa Mel? — Papai entrou no quarto e viu a cama da Mel cheia de roupas, e os meninos estavam na cadeira, poltrona e cama, enquanto as meninas em pé.
M: Estamos escolhendo nossas roupas.
S: Essa? — Perguntei para o Freddie.
F e CH: Não! — Abri a boca em forma de indignação.
S: Ah desisto, vou virar freira.
CH: Acho melhor não filha, o convento não aceitaria. — Agora sim que eu abri a boca mesmo, como assim? Ele falou que eu não posso virar uma freira? Claro que posso, só não quero. Não, na verdade, eu acho eu não posso mesmo. Todos estavam rindo.
S: Parem de rir as minhas custas. — Joguei uma roupa na cara de Freddie que não parava de rir, ele revidou e assim virou uma guerra de roupas.
Fale com o autor