Garota Mimada
21 Capítulo 21
Notas iniciais
Agora fudeu tudo mesmo, e agora o que eu vou falar para o policial?
S: Então policial, estávamos na praia ai...
Pl: Não vai me falar que o mar levou por que essa já é velha.
S: Não, é que eu não sou daqui e esse é o carro da minha mãe e...
Pl: Deixa-me adivinhar ela não sabe que você pegou?
S: Não, você quer fazer o favor de me deixar falar? – Já estava irritada.
F: Sam.
Pl: Olha aqui mocinha...
F: Por favor, policial deixa ela acabar de falar. — Ele fez um sinal para ela prosseguir.
S: Ai meu pai quis vir pra praia e nós viemos só que ele e minha mãe voltaram mais cedo e de táxis, e como a gente não queria ir embora ela deixou a chave do carro pra mim dirigir.
Pl: Você pelo menos tem a carteira de habilitação?
S: Tenho.
Pl: De onde você é?
S: Los Angeles.
Pl: E o que esta fazendo aqui?
S: Que pergunta em... – Mas que guarda intrometido. – Minha mãe e meu pai são separados e ela mora aqui, e eu vim visitar ela.
Pl: Entendi. – Falou. — Desculpa pessoal, mas eu tenho que levar vocês para a delegacia.
S, F, M, D, C e G: DELEGACIA?
Pl: Sim. — Disse pegando uma ficha. — Vocês estão dirigindo sem habilitação e isso não é admissível.
S: Cara, nós moramos aqui perto.
M: É, você não quer que a gente liga para minha mãe e ela vem buscar a gente com a habilitação.
Pl: Ela ira buscar você sim, só que na delegacia. — Caramba, será que se eu bater nele ele vai ficar muito bravo? — Por favor descem do carro. — Fizemos o que o mané pediu.
F: Tudo bem, mas a gente não pode ligar para os nossos pais.
Pl²: Tem que ser lá na delegacia mesmo, mas vai ser tranquilo vocês vão ficar dentro de uma cela, vão ligar para seus pais e vão ser liberados.
C: CELA? – Gritou desesperada andando de um lado pro outro. – AI MEU DEUS, O SPENCER VAI ME MATAR, MEU PAI VAI ME MATAR, MEU VÔ VAI ME MATAR, MINHA MÃE VAI RESSUSCITAR E ME MATAR, AI MEU DEUS...
G: Vou acalmar ela.
S: Por favor.
Pl: Vamos logo por que vai começar a chover e eu não estou afim de me molhar.
S: É de açúcar por um acaso?
Pl: Olha aqui garota, você me respeita! — Ele estava muito irritado. — Você não sabe com quem esta lidando.
S: Sei muito bem que é um policial chato, que no mínimo não deve ter amor na vida. – Falei e seus amigos policiais prenderam o riso.
Pl: Já chega, pode algemar ela.
S: O que? — Olhei pro Freddie e ele me puxou pra trás de seu corpo.
F: Você não vai algemar ela não.
Pl: Claro que vou, eu que mando. — Ele pegou a algema — E no minimo ela deve estar bêbada.
S: Eu não estou bêbada. — Ele fez um olhar de desconfiança. — Se você quiser eu faço o quatro com as pernas, ando em linha reta, faço o quadradinho de oito e...
F: Sam!
S: O que? Não quero ficar algemada.
Pl: Como eu disse... eu que mando. — Ele pegou meu braço, mas Freddie puxou. — Ela desrespeitou um policial e quer saber? — Perguntou — Você também vai ser algemado.
M: Opa opa, pera ai. — Mel entrou no meio. — Já chega, não precisa algemar ninguém, todos vamos obedecer, não desrespeitar, — Olhou pra mim — e vamos ir quietinhos.
Pl: Tudo bem, não vou algemar dessa vez.
S: Vai ter a próxima? — Não me aguentei.
Todos: Sam!
Pl: Ok mocinha me dê seu braço, agora.
S: Não! — Ele ficou mais irritado ainda — Já falamos que não vamos desrespeitar, eu apenas pensei alto.
Pl: Agora! — Eu não me mexi. — Ou você me dê seu braço ou vai no porta mala igual bandido.
F: Ela vai parar, por favor.
Pl: Que parte do agora você não entendeu?
Pl²: Eu levo ela e o namorado, se preferir. — Falou um policial muito da hora, o policial chato concordou com a cabeça e me mandou dar meu braço.
S: Que coisa viu? — Dei meu braço pra ele, ele me algemou e eu fui em direção ao outro policial sendo acompanhado pelo Freddie.
M: Ei, posso ir com a minha irmã? — Perguntou correndo até onde eu e Freddie estava.
Pl²: Por mim, não vai ter problema.
Pl: Ok, eu levo esses dois e você esses quatros.
M: Tem problema Carlynha?
C: Claro que não, vai eu e o Gibby fiquem tranquilos. — Ela estava entrando dentro do outro carro, enquanto um policial saia com o carro da minha mãe. — Nos vemos lá. — Então o policial chato e maluco foi embora.
Pl²: Vem me de seu braço.
S: Acho que uma algema esta ótima.
Pl²: Não vou por mais algemas, vou tirar essa. — Dei meu braço pra ele e agradeci — Não queria dizer nada, mas quem manda sou eu e você não deveria ser algemada.
S: Então por que aquele maluco estava se achando e abusando do seu "poder"? — Fiz aspas com o dedo.
Pl²: Por que ele acha que manda, mas na verdade não manda em nada. — Rimos — Vamos? — Assenti e entramos no carro.
M: Meu Deus meu futuro, minha carreira ta tudo arruinado. — Mel estava pirando.
Pl²: Calma, seus nomes nem vão ficar arquivado.
M: Então porque céus que eu tenho que ir nessa droga de delegacia.
Pl²: É a lei.
S: Mel não reclama que podia ser pior.
M: Como?
S: A gente podia esta no mesmo carro que aquele mal humorado.
D: Ela tem razão, acalma-se amor.
M: Estou tentando, mas esta difícil. — Então eles começaram a conversar entre eles.
S: Amor esta quieto. — Fiz carinho em sua bochecha.
F: Só estou pensando que minha mãe vai falar quando descobrir que eu fui preso.
S: Eu não quero nem ver a cara do meu pai.
M e S: Você vai ligar. — Falamos juntas — Eu não!
Pl²: Alem de gêmeas falam juntas. — Ele disse e os meninos riram.
M: Sam você é mais corajosa.
S: Nada disso, da ultima vez que nos metemos em encrenca eu tive que falar agora é você.
M: Ai, você ainda lembra disso?
S: Claro, fiquei de castigo três meses.
M: Eu também fiquei.
S: Então deveria se lembrar.
D: Arteiras desde sempre, até eu fiquei de castigo.
S: Mas você ficou 1 mês, a gente foi 3 sem sair de casa.
F: O que aconteceu?
S: Estávamos em uma festa e na hora de ir embora pegamos caronas com uns amigos do David.
M: Todos já estavam bêbados.
D: Verdade, estávamos o quarteto dentro de um carro com oito pessoas. — Ele riu. — E todos estavam bêbados.
M: O bom que estamos falando isso na frente de um policial.
Pl²: Relaxem, eu nem estou ouvindo. — Ficamos em silêncio. — Continuam, estou curioso. — Rimos.
F: Espera, quarteto?
M: Sim.
F: Quem era o outro?
S: Você não vai querer saber.
F: Fala.
D: Logan.
F: Realmente, não precisava saber.
S: Eu falei, mas é teimoso.
M: E isso que a gente não tinha falado pro meu pai sobre a festa.
S: Na realidade falamos.
M: Mas ele não deixou a gente ir.
D: Daí elas pularam o muro e foram escondidas.
S: E dentro do carro, o cara acabou perdendo o controle e bateu em um poste.
M: Por sorte eles não estavam com uma velocidade alta.
D: Só fizemos alguns arranhões.
M: A Sam que estava no meio acabou batendo o nariz e começou a sair muito sangue.
S: Nem me lembre, parecia que eu tinha quebrado.
D: Não parava de sangrar.
M: Enfim, chegou a policia e a ambulância.
D: Fomos para o hospital com a Sam e depois fomos liberados.
S: Lembro que quando nossos pais chegaram no hospital e me viu com o nariz e o lábio cheio de sangue eles quase nos mataram.
M: Verdade, gritou com a gente dentro do hospital.
D: Mas tudo acabou bem. — Olhamos pra ele. — Digo que ninguém morreu.
S: Por esse lado, realmente.
M: É, por que levamos bronca e ficamos de castigo.
S: Mas isso não impediu a gente de pular o muro algumas vezes.
M: Verdade. — Rimos.
Pl²: Por isso que eu falo, álcool e direção não combinam.
S: Concordo.
M: Agora sempre voltamos de táxi.
D: Ou um fica sem beber.
F: Revezam? — Perguntou — Um dia você dirige e fica na água, outro dia é outra pessoa.
D: Sim. — Riu.
Pl²: Chegamos galera. — Ele estacionou — Podem descer.
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