Game Of Letters
2 Capítulo 2 - Strange letter
Notas iniciais
Mais um dia de sol em Los Angeles.
Maura acordou e logo foi pro banho, se arrumou, arrumou o cabelo e colocou uma maquiagem leve e foi tomar seu café.
Leu o jornal como de costume, leu as noticias e viu que o caso em que estava trabalhando anteriormente havia sido solucionado.
Maura depois que cursou a faculdade de medicina resolveu trabalhar como legista, pois ela nunca se deu bem com pessoas, vivas, então ela optou por trabalhar como médica legista no departamento de homicídios de LA.
Quando estava saindo de casa para ir para o departamento o seu celular tocou. Mais um caso a ser solucionado.
- Dra. Isles. — Maura disse saindo do seu apartamento — Sim, estou a caminho! — Maura saiu do seu prédio e foi até seu carro, entrou e seguiu caminho até a cena do crime.
Chegando na cena do crime, Maura desceu do carro e foi até o corpo. Analisou o que foi preciso e liberou o corpo para a pericia levar até o ser necrotério.
- Dra. Isles, alguma sugestão de qual tenha sido a causa da morte? — Detetive Grey, o detetive mais chato que Maura já havia conhecido, ou melhor, a pessoa mais chata do mundo.
- Detetive Grey, o Sr. sabe que eu não dou sugestões sem antes ter analisado todos os fatos e ter feito a autópsia completa no corpo! Assim que eu souber de algo eu aviso ao Sr. — Maura foi andando até seu carro, entrou e foi para o departamento.
Maura assim que chegou começou a trabalhar, fez a autópsia, fez exames para saber algumas coisas da vítima, inclusive quem ele era. Depois de feitos era só esperar os resultados saírem.
Já eram 13h e Maura não havia comido nada desde o café, levantou de sua mesa pegou sua bolsa e foi almoçar no restaurante que ela sempre costumava ir.
Durante o almoço ela ficou pensando na sua vida e depois disso ela percebeu que sua vida estava muito parada tudo o que ela fazia era trabalhar, trabalhar e trabalhar. Maura precisava se divertir e ela resolveu fazer compras, isso a divertia a fazia bem, então olhou no relógio e viu que tinha mais um tempo até voltar ao trabalho, então ela saiu do restaurante e foi em uma loja de sapatos que havia perto do restaurante.
Olhou alguns sapatos, experimentou alguns e decidiu levar dois pares de sapatos de salto alto. Maura estava pagando quando recebeu um e-mail de sua assistente, Susie, dizendo que os resultados haviam saído.
Maura voltou ao departamento, foi até sua sala, largou sua bolsa em cima da mesa e pegou a pasta com os resultados dos exames que estavam em frente ao monitor, olhou e foi informar ao detetive Grey sobre os resultados.
- Detetive Grey, os resultados saíram e a vitima foi assassinada com um tipo de veneno que eu ainda estou analisando para ter certeza do tipo, e também tem marcas de cordas no seu pescoço o que indica estrangulamento, ele também foi torturado horas antes da sua morte. O exame de DNA também saiu e o nome da vitima é Maria Ford, 35 anos. — Maura explicou tudo ao detetive que logo começou a investigação.
- Muito obrigado, doutora. — Grey agradeceu sorrindo.
Maura voltou a sua sala e esperou mais alguns dos resultados ficarem prontos. Eram 16h e ela resolveu tomar um café, pegou sua bolsa e foi até a cafeteria do outro lado da rua do departamento.
Essa era a vida de Maura desde que ela começou a trabalhar neste departamento. Ela já não aguentava mais, mas ela gostava do que fazia e no departamento era o lugar perfeito pra isso. Ela podia falar pelos mortos!
Depois de mais um dia de trabalho, Maura voltou pra casa, entrou em seu prédio, foi até as caixas de correio e pegou suas correspondências, entrou em casa, foi direto para o banho.
Preparou algo para comer, comeu, foi até a sala e se sentou no sofá. Pegou as suas correspondências olhou, contas, fatura de seus cartões de créditos, mais contas e uma carta escrita a mão.
Maura olhou o nome de quem a mandou a carta.
- Alexia? — Maura falou baixinho.
Abrindo a carta e tirando o papel de dentro, leu a carta, franziu a testa.
- Que carta mais estranha! Jogo? Que jogo ela quer que eu jogue? Quem é ela? — Maura fez essas perguntas, mas nenhuma resposta. A única coisa que ela poderia fazer era entrar na brincadeira. Maura levantou, pegou um caderno e uma caneta e começou a escrever.
"Também acho que e-mail seria mais apropriado para isso, mas você me deixou curiosa. Que é você? E que jogo quer que eu jogue?
Quer saber, eu quero jogar!"
Maura pegou um envelope e colocou o endereço da "Alexia" no envelope e colocou o seu endereço, os nomes e o fechou. Pela manhã ela colocaria no correio.
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