Gaiatsu

2 A força de Junkatsuo hiroshi e os Filhos de Gaia


Notas iniciais
Ola! bem essa é mais uma parte da gaiatsu, tenho várias idéias p ela

Muito obrigado a todos que irão ler

BOA LEITURA ^~^

Na praça de uma cidade, meninos grandes implicavam com uma criança de dez anos , essa criança era Junkatsuo Hiroshi.

– Ei, me devolva essa espada de madeira, o meu pai que fez para mim – Jun grita com o menino maior que pega sua espada de madeira.

– Venha pegar, moleque ! – Jun corre na direção do menino, mas ele segura jun colocando a mão na sua cabeça. Jun tenta acerte-lo, mas seus braços são muito curtos e não o alcançavam.

– Me devolva, foi um presente do meu pai !

– Vamos ver o que essa espada pode fazer! – o menino maior empurra Jun e em seguida bate com a espada na cabeça dele, quebrando a espada e o fazendo sangrar — whoa, que espadinha mais fraca – o menino joga a espada quebrada no chão e vai embora .

– Eu não vou chorar, eu não vou chorar, eu não vou... Meu pai me disse uma vês ‘’ Lute com toda sua bravura. E se perder, não chore, levante a cabeça e treine mais, para quando tênar novamente, conseguir. Um bom cavaleiro nunca chora’’ — E se lembrando destas palavras, Jun volta para casa como se nada tivesse acontecido e com expressão determinada.

– Papai! Cheguei ! – Jun entra em sua casa e seu pai o espera deitado na cama .

– Oh... Jun... cof, cof, venha até aqui.

– Papai o que houve ? – Jun se ajoelha ao lado da cama de seu pai.

– Ah querido, estou morrendo... mas antes, preciso lhe contar um segredo...

– O que? Mas como? – Jun enche os olhos de lágrimas.

– Eu lhe disse para não chorar lembra? Então pare! – O pai de jun fala, como se fosse uma ordem.

– Está bem, eu paro — Jun engole o choro – Mas me diga, qual o segredo.

– Bem... – uma angustia toa conta do pai de jun, ou quem ela pensava que era seu pai –Eu não sou seu verdadeiro pai!

– O que ? mas... Como ? – Jun fica inconformado e não sabe o que pensar – Mas então quem é meu pai ?

– Jun, seus pais morreram quando o grupo de refugiados deles fora atacados por criaturas nunca antes vistas. Eu mesmo matei uma delas. Criaturas horríveis e macabras.

– Como assim? – Jun fica confuso e intrigado querendo saber sobre seus pais.

– Sua mãe teve o ventre cortado por um Orc, forçando seu nascimento. Seu pai era o líder dos refugiados, um grande guerreiro e um grande líder. Ele teve que tirar você do ventre de sua mãe que estava quase morrendo, o carregou até uma clareira, fugindo das flechas dos Orcs que o cercaram e o acertaram com as flechas, ficando para morrer, mas antes ele entregou você para mim

– Então quer dizer, que se o senhor morrer... Ficarei sozinho ? – fala Jun com a voz baixa tentando esconder a tristeza em sua voz

– Não, você terá os Paladinos, eles o treinarão para se tornar uma grande guerreiro e procurar a paz nesse mundo. Treine com os Paladinos e crie o melhor exército que esse mundo já viu, essa será a minha missão para você

– Está bem, eu irei cumprir esta promessa pelo senhor, papai

– Tem mais uma coisa para lhe contar. Seu pai lhe deixou um presente, Jun

– Que ? sério ? Onde esta ? – Jun s e empolga e olha para os lados

– Esta dentro do baú, pode pegar

Ao abrir o baú, Jun se depara com alguma coisa enrolada em um pano surrado, bem velho. Ele pega o embrulho e desenrola o pano, quando ele o faz, vê, que o que seu pai verdadeiro o deixou, era um escudo, mas não um escudo qualquer e sim o melhor escudo que poderia ser criado, forjado pelo melhor ferreiro de todos, que de onde Foi tirado o nome de Junkatsuo Hiroshi .

– Seu pai me entregou este escudo, que foi feito com os mais resistentes materiais do mundo , e que nele, se guarda um poder sobre humano , que só você Junkatsuo Hiroshi, pode usar

Jun Fica surpreso ao abrir o baú e nele haver um presente tão importante assim. O escudo era leve e resistente. Jun com seus dez anos, pequeno e fraco, conseguia segurar o escudo com facilidade, por ser feito com os mais raros e melhores materiais do mundo

–Seu pai o deixou isso, um pouco antes de cair morto, mas não é só isso que você vai ganhar hoje – o pai de Jun fala com um sorriso no rosto

– O que ?

– Abra o armário e pegue o que esta dentro

Jun vai até o armário. Ao abri-lo, ele vê uma armadura branca e dourada que seria de Paladino, junto com uma espada afiada, também de paladino.

– O que é isso ? – Jun pega o capacete

– Esta armadura Era minha, que eu usava quando era um Paladino e que eu usei em grandes batalhas para proteger e conquistar reinos, de forma pacifica e brutalmente. Ela ainda esta inteira, por isso pode ficar. Essa será minha herança a você.

– Mas ela é muito grande e pesada para mim, não posso usar- fala Jun tentando segurar o peitoral da armadura e caindo no chão.

– Sim não é para menos, você tem dez anos, só poderá usar quando estiver grande e forte o suficiente – o ex paladino da uma risada mas logo para pela dor no peito

– Papai... – Jun se ajoelha do lado da cama.

– Jun, acho que esta na hora de eu ir para o paraíso, esperei minha vida inteira para ver este lugar magnífico – o ex Paladino fecha os olhos vagarosamente

– Rezarei por você, papai...

– Jun... – o ex paladino fica ofegante – Junkatsuo Hiroshi, eu o deixo esta armadura celestial, dos Paladinos da legião. Lhe deixo também... o poderoso escudo de seu verdadeiro pai, que você não teve a honra de conhecer ... O mesmo homem que teve o sangue frio para retirar um bebe do ventre de uma mãe... E o mesmo homem que teve o sangue quente para correr e proteger seu filho...

As ultimas palavras do paladino foram estas. O ex paladino, pai adotivo de Jun, se chamava Rato, nunca contara isso para jun e nem para ninguém. Apenas o chamavam de Esperançoso, um homem que sempre correu atrás de seus sonhos, sem nunca desistir e nem chorar. Depois que Jun foi concedido a ele, para criá-lo, foi o homem mais feliz do mundo. Criar um filho, é a melhor sensação de todas.

Um funeral é feito com todos os ex integrantes dos Paladinos da legião, para homenagear um grande guerreiro. Jun fica ao lado do tumulo com o capacete de eu pai adotivo

– Por que esta segurando este capacete, meu jovem? – pergunta um dos ex integrantes, já bem velinho, para Jun

– Foi uma herança dele...

– Entendo... Então cuide bem deste capacete, pois é o melhor que irá encontrar — o ancião vai embora enquanto Jun fica parado na frente do tumulo de seu pai adotivo

Dez anos se passam.

Uma aldeia ao norte do reino de Relits se desfaz em chamas, pelo ataque de bandidos que passavam por lá apenas para roubar, saquear, matar e estuprar as mulheres e fazer seus filhos e filhas de prisioneiros

– Ahh – Um grito ensurdecedor ecoa por toda a cidade, uma mulher é encurralada em um beco por três bandidos.

– Venha cá sua vadia! – fala o primeiro bandido.

– É estamos querendo um pouco de diversão! Hehe – completa o segundo, agarrando o braço da mulher e a puxando.

– Senhores... ? – de repente um homem encapuzado aparece, interrompendo o ato – poderiam, por gentileza, largar esta moça?

– Tsc, quem você pensa que é !? vou matá-lo – o terceiro bandido esbraveja e parte para cima do encapuzado.

Ao chegar perto o homem retira o capuz e joga na direção do bandido que se distrai, dando tempo para o homem bater com o escudo no estômago do bandido.

– Gorgh... quem é você, maldito? – o golpe acaba matando o bandido, que cai no chão com a mão no estomago.

– Eu sou... – o segundo bandido tenta matar também o homem, que saca sua espada e a crava no coração do bandido, que morre na hora. E o homem continua a frase. — Junkatsuo Hiroshi...

– Agora você vai ver , seu maldito – o ultimo bandido parte para cima de Jun com uma grande marreta. Jun levanta o braço, se protegendo da marretada, que mal Le faz efeito e fica imóvel – o que?! — o bandido se apavora.

– E sou... – Jun crava a espada na barriga do bandido, que se ajoelha. Jun chega perto do ouvido do bandido e fala – um paladino... – completa jun. O bandido cai morto, com uma expressão de surpresa em seu rosto.

Jun se levanta e vai em direção da moça.

– Você esta bem?

– Sim estou, mas torci meu pé.

– Quer ajuda?

– Sim, obrigada

Jun guarda a espada e coloca o escudo nas costas. Ele se abaixa e pega a moça no colo, que fica surpresa com a facilidade que a levantou. Jun a leva para uma carroça de feno.

– Fique aqui, é para sua segurança.

– Aonde vai nobre guerreiro? – A moça segura fortemente a mão de Jun.

– Eu estou indo salvar a aldeia – Ele se solta da mão da moça lentamente, indo na direção do centro da aldeia.

A aldeia sucumbia nas chamas, saques e estupros aconteciam por todo o lado. Jun enquanto ia para o centro da aldeia, escuta um grito ensurdecedor, de uma mulher, ao olhar para aonde o grito vinha, avista uma mulher segurando seu bebê no colo, tentando se proteger de bandidos que queriam seu bebê para criá-lo como escravo, ele avistou a cena de longe, mas conseguia sentir a dor da mulher e seu filho. Enquanto ia na direção de tal ato, Jun saca sua espada e escudo com uma expressão de tremenda raiva, que era de dar medo até o mais forte soldado

Passos firmes e pesados como os de um Berserker, o olhar amedrontador de um Orc e a Raiva de uma Quimera. Isso descrevia o espírito de Jun naquela hora.

Ao chegar no centro da aldeia, havia algumas pessoas tentando se proteger dos bandidos. Em um canto estava a mãe que protegia seu filho com toda sua força, sendo empurrada e seu filho sendo tirado de seu colo.

– Ha ha, essa criança dará um belo escravo! Não acham rapazes?! – O bandido tira a criança do colo da mãe.

– Meu filho!

Ao ver que a mulher e seu filho estavam em apuros. Jun corre para salva-los.

Jun sai correndo na direção de um dos bandidos, coloca o escudo na frente do corpo e empurra o bandido para frente, que o faz cair de cara no chão. Os bandidos ficam surpresos com o golpe dado por Jun.

– Quem você acha que esta enfrentando heim!? Nós somos os ‘’chamuscados’’ você não pode com nós.

– Hm... dois com espadas em uma mão, um com uma espada de duas mãos, mas um com espada e um escudo de madeira e o ultimo com um machado de duas mãos. Acham mesmo que irão me derrotar ? – Jun provoca os bandidos com um sorriso debochado no rosto.

– Você vera, seu tolo. Homens! Ataquem! – Os badidos partem para cima de Jun

A luta começa. Os dois de espadas únicas o golpeiam ao mesmo tempo, ele se defende com o escudo, chuta o primeiro e corta o estomago do segundo. O de espada e escudo vai dessa vez. Ele e Jun pressionam os escudos e Jun, por ser mais forte e habilidoso, o empurra e corta sua garganta. Jun mal acaba e o de espada e machado de das mãos aparecem já o atacando. Jun, por ser muito ágil, consegue se defender, mas os dois continuam desferindo golpes no escudo, que não fica nenhum pouco avariado.

– Senhor! O escudo é impenetrável e estamos cansando – diz um dos bandidos.

– Ora seus vermes! Acabem logo com isso – O líder deles fica revoltado.

– Não! Agora é a minha vez – Jun empurra um dos ataques e desvia do outro, fazendo o de espada de duas mãos cair e conseguindo cravar a espada por debaixo no queixo do de machado, até atravessar p crânio e joga o corpo por cima do outro que fica imóvel.

– Ora, ora, não é que ele é forte mesmo. E se eu chamar o meu exército/ conseguirá derrotar todos eles ?

– Hum... – Jun abre um sorriso no rosto

– Do que esta rindo seu titica de galinha?

– Exército? Que exército?

O chefe dos bandidos olha ao redor e vê que os soldados de Jun, estão acabando com os bandidos e os pondo para correr.

– E então o que fará? Irá fugir com o rabo queimado? ‘’Chamuscado’’ — Jun tira saro da cara do bandido.

– Dessa vez você venceu, mas da próxima, você vai ver... Junkatsuo Hiroshi, eu lembrarei seu nome – O chefe dos bandidos vai embora a cavalo junto com o resto de seu bando.

Todos os soldados de Jun vão ao seu encontro.

– Isso ai rapazes! Mostramos a eles quem são ‘’Os filhos de Gaia ’’ – jun deixa seus soldados mais empolgados após suas palavras – Mas ainda temos muito trabalho a frente temos que apagar o fogo das casas e...

Jun nem acaba de falar e sente pingos de chuva batendo no seu capacete, ele o retira olhando para cima e vê que uma tempestade estava se formando e que assim poderia apagar o fogo das casas.

Jun abre o sorriso com o rosto para cima e seus olhos fechados, aproveitando a chuva sobre seu rosto. Os seus soldados fazem o meso. Em dias de luta e de guerra, é um alivio para todos. A chuva limpa as almas dos guerreiros, esfriando o corpo e limpando seus ferimentos. Uma benção dos deuses.



Notas finais
E então? Gostaram? se sim, comente

Isso ai pessoal espero que tenham gostado
até uma próxima história, que irá demorar um pouco :/

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.