Férias na Clínica
1 Capitulo 1
Lucynda Harron uma garota de 17 anos, cuja cabelos grandes são lilás , olhos cor de um verde desbotado, escuro, sua pele muito branca e seu sorriso vermelho escuro quase sempre.
Lucy como gosta de ser chamada, mora em uma pequena cidade do sul da Geórgia com seu pai Greg um homem sério de cabelos escuros e sua irmã mais velha Nancy com cabelo preto curto e sua roupas sempre muito “punk”, ela é arrogante e odeia Lucy no qual nem conversa deis de que sua mãe faleceu a dois anos, na verdade se suicidou, ninguém percebia mas a mulher estava depressiva. Sua mãe chamava-se Katherine, Kath. A única que Lucy confiava e amava da casa, as duas eram como irmãs e sua mãe sempre a escutou, entendeu e foi amiga de Lucy. Mas quando Kath morreu todos da casa a culparam Lucy, Lucynda foi a única que sofreu tanto pela morte da mãe, se transformou em uma pessoa quieta e estranha, durante esses dois anos, e foi difícil suportar sem a mãe ao lado, Lucy durante esses anos sofreu tanto com a morte da mãe, como desprezo do pai e irmã, e na escola sofreu de bullying e não tinha nenhuma amiga.
Enfim esse pouco tempo de sofrimento se resumiu em Lucynda trancada em seu quarto chorando, se lamentando e fazendo marcas em seu corpo com suas lâminas.
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Chegou as férias, finalmente, e Lucy teve um péssimo ano escolar, sofreu de bullying na escola e a principal que cometia coisas horríveis a ela era sua ‘melhor amiga’.. mas Lucy sempre foi idiota e contava as coisas para ela, pois ela se passava como boazinha para ela e Lucy acreditava.
Mas era seu último ano naquela escola, e ano que vem ela vai conhecer pessoas novas se ela sobreviver nessas férias.
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December 1
Lucy acordou 11:30 da manhã seu pai nunca a acorda pois nunca ninguém daquela casa se importou com ela, exceto sua mãe.
Ela destrancou sua porta e atravessou o corredor para ir ao banheiro fazer sua higiene . Saindo de lá ouviu uma conversa em um dos quartos , e foi espiar o que era, seu pai falando ao telefone, e então encostou os ouvidos na porta para ouvir. Uma conversa muito nojenta com sua nova namorada, parecia que estavam se masturbando por telefone. E ela que não escutava mais essas conversas do pai a muito tempo, e achava que ele tinha parado, se decepcionou com a atitude dele.
Lucy abriu a porta com força assustando o pai e o fez desligar o telefone.
__Traindo a mamãe, novamente (Lucy gritou)
__ cale a boca garota, cuide de sua merda de vida (Greg)
__ vou cuidar, bem longe daqui (Lucy)
__ para de drama Lucy, e me deixa em paz (Greg)
__ vai a merda pai desgraçado (Lucy)
__não fale assim comigo idiota, agora some daqui (Greg)
__ falo do jeito que eu quiser caralho (Lucy)
Lucy saiu batendo a porta e foi em direção ao seu quarto novamente.
Aos prantos ela sentou no chão, seus pensamentos a torturavam como de costume e o que acabará de ouvir a destruiu.
Pensamentos ON
Papai só me magoa desse jeito que me trata, ele não se importa comigo só com essas putas de namoradas, estou cansada disso.
Porque ele quer botar alguém no lugar de mamãe ?
Ele não se importa se estou viva ou não , não percebe que estou mal com tudo isso, inclusive quando ele e Nancy falam que sou eu a culpada do suicídio de mamãe, que eu trazia tristeza a ela.
EU ODEIO MEU PAI, ODEIO MINHA VIDA
Eu preciso de minhas ‘amiguinhas’
Pensamentos OFF
E Lucy foi até sua cômoda , abriu a gaveta de baixo e pegou uma lamina.
__eu preciso sentir o sangue novamente (sussurrou ela)
__mas estou limpa a três dias (sussurrou novamente)
__eu preciso, não aguento mais minha vida (sussurrou ela)
Não adiantava mais, com lágrimas em seus olhos ela pegou a lamina e passou por sua pele, com muito ódio , fez fundo os cortes, mas foram poucos no pulso mas ela sentou na cama e tirou a calça , passou a lamina em suas pernas ,rasgando-as em enormes e profundos cortes de dor. Em sua cabeça só se passava imagens de seu pai com outra e de sua mãe atirada na cama, morta por remédios e bebidas.
*******
Ela foi fraca novamente , ainda chorando muito ficou de pé ao espelho, largou a lamina no tapete e ficou olhando sua imagem no espelho.
Pensamentos ON
Vejo alguém sem saída, alguém que ninguém a ama, alguém com a alma destruída.
já não sei o que fazer, ninguém se importa.
Porque ninguém me ama? Porque todos me fazem sofrer? Porque minha mãe teve de morrer? Era ela que achava soluções aos meus problemas, era ela que me entendia, e se preocupava comigo.
A dois anos atrás eu era feliz, e agora, olhe o monstro que me tornei?, me destruo a cada dia, e ninguém percebe que estou sofrendo.
Pensamentos OFF
Ela deitou no chão e ficou ali chorando por um bom tempo, pensando. Sujou de sangue seu tapete e logo ficou quieta e adormeceu ali no chão de seu quarto.
CONTINUA ..
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