Férias Mundiais
1 Convite, a grande ideia do francês?
Notas iniciais
Na bela cidade de Paris, algumas das personificações mundiais estavam reunidas numa sala de conferências.
“O que deu naquele maldito bebedor de vinho para marcar uma reunião de uma hora pra outra? Eu estava ocupado para sair correndo de casa, então é melhor que seja algo importante.” Inglaterra reclamou, com seu mau humor de sempre.
“Ocupado com que Iggy, costurando ou conversando com seus amigos imaginários? Ao contrário do HERO aqui, você não faz nada de útil HAHAHAHAHA!” Disse América.
“A ÚNICA COISA QUE EU VEJO É UM GORDO COMEDOR DE HAMBURGUERES EGOCENTRICO! E ELES NÃO SÃO AMIGOS IMAGINARIOS!”
“Inglaterra-san, América-san, porque não se acalmam um pouco?” Sugeriu Lituânia.
“É tipo, essa gritaria de vocês está totalmente fazendo mal aos meus ouvidos.” Polônia falou.
“O Lituânia-san tem razão, é obvio que o França-san tem bons motivos para nos reunir aqui.” Disse Japão.
“Eu estou pouco ligando para o que esse maldito tem a dizer, só tirem esse retardado de perto de mim, maldição!” Romano gritou, se referindo a Espanha que estava apertando suas bochechas.
“Ah Romano, os anos passam e você só fica mais fofo do que antigamente.”
“Nii-chan, não seja tão mal com o Espanha-nii-chan! Porque não parar essa briga e ir comer um pouco de pasta antes do França-nii-chan chegar?”
“NÃO SE INTROMETA VENEZIANO!”
“MAS NIII-CHAAAAAAN!” O italiano mais novo choramingou, pulando em cima do irmão.
“FIQUEM QUIETOS VOCÊS TODOS!” Alemanha interrompeu a confusão. “Sinceramente, e tão difícil assim ter uma reunião civilizada? Se vocês estão curiosos para começar ficar discutindo não vai ajudar em nada!”
“É como ele falou, meus caros amigos. Mas não fiquem aflitos, eu já estou disposto a lhes contar o motivo dessa agradável reunião na bela cidade de Paris.” França entrou na sala de conferências.
“Dá pra parar de frescuras e ir direto ao ponto seu sapo amante de greves?”
“Pra que esse mau humor todo Inglaterra? Por acaso bebeu e revelou seus segredos mais íntimos ao América de novo?” O francês provocou.
“Ora seu...”
“Eu adoraria brincar agora, mas tenho certeza que todos querem saber o motivo dessa reunião.” As luzes da sala se apagaram e a imagem de uma ilha foi refletida na parede. “Alguns dos meus navios estavam em uma missão de exploração e encontraram essa ilha perdida no meio do oceano, que não faz parte do território de nenhum de nós. Depois de alguns ajustes, eu a transformei no mais perfeito resort de férias existente.”
“Onde você quer chegar com isso França?” Alemanha perguntou.
“Não é obvio? Eu quero que vocês sejam os primeiros a testarem todas as atrações do lugar.”
“Recuso.” Disseram Alemanha, Inglaterra e Romano ao mesmo tempo.
“Eh? Porque Alemanha? Seria tão bom passar alguns dias descansando e sem ter que fazer nada além de comer, dormir e nadar.”
“O Ita-chan tem razão, coisas assim são boas para variar.”
“Tsc, como se eu fosse aceitar uma oferta desse barbudo sem nem pensar. É obvio que tem alguma coisa por trás dessa historinha.” Arthur falou.
“Nossa Iggy, você realmente tem um coração negro, desconfiando das pessoas desse jeito! Bem, é a missão de um HERO aceitar a gentileza de seus admiradores, por isso eu irei.”
“Passar meus dias numa ilha cercado por um bando de idiotas? E com esse rei dos idiotas atrapalhando minha siesta? Arrume outro estúpido para isso, maldição.” Lovino comentou.
“Deixar as tarefas e obrigações diárias como países para algo tão egoísta como tirar férias? Fora de cogitação.” O sempre sério Ludwig disse.
“Bem, eu sabia que vocês três poderiam ser teimosos em aceitar a generosa oferta do Onii-san aqui, então eu preparei um pequeno “incentivo” para ajudá-los a aprender boas maneiras.” Falou o francês com um sorriso irônico, enquanto os celulares de Inglaterra, Alemanha e Romano tocaram simultaneamente. “Eu tomei a liberdade de fazer algumas gravações na última confraternização entre países europeus. Eu sugiro que usem fones de ouvido para escutá-las e depois me respondam de novo sobre o resort.” Os três paises rapidamente conseguiram fones, e logo que deram play ficaram paralisados e olhando para o nada com o rosto vermelho. Com exceção do britânico, que pulou em cima de Francis tentando torcer o pescoço do loiro.
“SEU SAPO INFERNAL EU VOU TE MATAR! DESTRUA TODAS AS CÓPIAS DISSO, ENTENDEU? EU VOU ATACAR SEU MALDITO INFERNO DE GREVES QUE CHAMA DE CASA, NEM QUE TENHA DE USAR TODAS AS ARMAS DO MEU PAÍS!” Arthur disparou.
“Hohoho, Inglaterra você deveria pensar duas vezes antes de machucar meu fantástico corpo. Eu tenho cópias o suficiente desse áudio para cada pessoa no mundo ouvir suas belas palavras.” França pausou por um momento, falando a parte seguinte num tom mais baixo. “E se eu me machucar vou fazer questão de que o América seja o primeiro a receber uma cópia.” E assim, o derrotado, de bochechas coradas, pensando-em-um-feitiço-para-se-livrar-de-sapos-e-gravações Arthur Kirkland voltou para o seu lugar.
“Então, se ninguém mais apresenta objeções, daqui a 2 dias partiremos para o nosso destino!” Francis encerrou a reunião, indo embora da sala e deixando alguns dos envolvidos bastante curiosos: Afinal, o que iria acontecer naquela viagem? Pelo visto só descobririam quando já estivessem lá.
Omake 1: Enquanto isso, alguns dias antes da reunião...
“França-san, estou curioso em saber o motivo do convite. Interessado nos mangás hentai do meu país novamente?” Kiku perguntou. Tinha sido chamado repentinamente para uma reunião com o francês.
“Bem Japão, eu estou formulando uma ótima ideia nessa minha linda cabecinha que pode acabar de uma vez com muitas tensões mundiais.”
“Um plano para a paz mundial? Se é por algo tão honrado assim eu ficarei feliz em ajudar.”
“Perfeito! Mas dizer “paz mundial” pode ser meio exagerado. Só vamos dar um empurrãozinho para algumas “alianças” serem formadas. E gravar tudo, obviamente.”
“Não estou entendendo muito bem aonde você quer chegar França-san.”
“É mais simples do que parece mon ami. O que me diz Japão? O país conhecido por seus vários Yaois gostaria de me ajudar a obter algumas histórias reais?
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