Férias Inusitadas

1 Má sorte que se transforma em amizade


Notas iniciais
Local: Ilha Escuridown Desvendadora: Anne Descrição: O lema de Escuridown é "Nosso prazer é te atender, mas o azar é seu". Sinto muito em avisar, mas sua sorte diminui quando você chega na ilha. Oh! Eu esqueci de falar isso antes de subirem a bordo e viajarmos por três horas até essa maravilhosa ilha? Certifique-se de que trouxe tudo o que precisa para sobreviver aqui, inclusive barracas, pois não temos hotel, pensão ou cabanas. Caso eu tenha esquecido de avisar, temos barracas à venda em nosso barco por R$ 1.999,00. Corra, pois nosso barco partirá em vinte minutos e retornaremos para buscá-los daqui a 31 dias. Fique atento, pois todos os dias nascem diversos tipos de bizarrices da escuridão. Ninguém está seguro, seja do que se esconde ali ou dos próprios pensamentos. Aviso Importante: Não nos responsabilizamos por ferimentos graves ou membros perdidos (ou arrancados dolorosamente). Hotel: Não. Como chegar na ilha: De barco, partindo de Misaki. Personagens escolhidos: Brook e Franky Requisição: os personagens vão para a ilha passar 31 dias. Não é preciso descrever com acurácia esses dias.

Brook não podia estar mais feliz. Com a maré da sorte a favor dos Mugiwara depois de uma deliciosa e diferenciada aventura nas Ilhas Marduk, finalmente o sopro da dignidade parecia estar colocando tudo nos eixos. Havia sido divertido, ele tinha que admitir, vendo Zoro, Nami, Sanji e Robin naquela situação. Mais ainda havia sido quando teve que ajudar Usopp, Franky e Chopper a saírem de situação semelhante. Mas agora, o bando estava tendo suas merecidas férias, mesmo que não pudessem estar todos juntos na mesma ilha.

O Arquipélago Nyah era realmente fantástico, com o seu compilado de três ilhas que prometiam trinta e um dias que seriam inesquecíveis a qualquer um de seus visitantes. Quando tiraram nos palitinhos (com exceção de Nami e Robin que puderam escolher para onde ir), ele, Franky e Zoro tinham caído na Ilha Escuridown.

No entanto, Zoro havia se perdido no caminho (nenhuma novidade até aí), e ele e Franky acabaram sozinhos, o que seria bastante divertido também. Brook e o ciborgue nunca interagiam demais sozinhos, mas não significava que não tinha por ele o mesmo apreço que pelos outros companheiros, mesmo com seu gosto musical duvidoso.

− Yohohoho! – gargalhou o músico. – O que acha dessa ilha, Franky-san?

O ciborgue pareceu ponderar a respeito disso enquanto viajavam na barca. Por alguma razão, dentre todas as ilhas, aquela parecia ser a menos escolhida. Como se uma aura estranha pairasse sobre ela. Mas nada disso assombrava Franky, que tinha Colas de sobra para passar os 31 dias na pior das hipóteses. Bem, não queria pensar nisso, é claro! Na companhia de um músico maravilhoso como Brook, que talvez apenas precisasse expandir um pouquinho o seu repertório, o que poderia dar errado? Poderiam se conhecer melhor! Se divertir juntos! Eram nakamas, afinal!

− Hum... acho que será SUPERR! – Ótima conclusão, por sinal, quando uniu os dois braços, estendendo-os para cima e chacoalhando um pouco a embarcação. Isso lhes rendeu uma bronca por parte do capitão e o cantinho do castigo pelas duas horas que ainda lhes restavam de viagem.

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Finalmente ao chegarem na ilha se viram cercados por absolutamente...

− Nada? – As sobrancelhas de Brook se ergueram por baixo do blackpower. Outras pessoas que haviam chegado na embarcação junto com eles questionavam a respeito da peculiaridade daquela ilha.

− Não vejo nada em quilômetros, Brook-san. Nadinha, aw! – Franky levou ambas as mãos à cintura, enquanto seus olhos de ciborgue avaliavam a situação. – O que o guia turístico que compramos na ilha Misaki diz?

− Ahn... aqui diz que a Ilha Escuridown é banhada por mistérios que desafiam toda a lógica do universo. – repetiu em voz alta. – Diz também que a ilha conta com uma série de acontecimentos que deixariam qualquer um de cabelo em pé e...

− E? – Franky não era muito dado a mistérios, uma vez que odiava coisas que o deixavam na expectativa.

− Não tem hotel aqui. Ou pensão. Ou qualquer outra coisa que possa se assemelhar a um teto para dormir, yohohoho! – revelou o esqueleto. – Se fizer frio, nossas peles irão congelar! Mas eu não tenho pele, sou um esqueleto, yohohoho!

Franky riu, mas de nervoso. Claramente não se importava em sentir frio, mas não queria molhar nenhum de seus circuitos!

− Oe! Nii-chan capitão! Espere! – Franky acenou para o barco que recolhia a âncora partindo do porto. – Não podemos ficar em uma ilha que não conta com nada! Isso não é superrr!

A embarcação que já partia, parou por um momento. O capitão coçou o ouvido com o mindinho, jogando a cera para fora do barco, com uma expressão despreocupada e despretensiosa.

− 1.999,00. – disse ele, com a voz relaxada.

− O quê?

Ele tirou um bloquinho de dentro do bolso e consultou a moeda usada por aqueles piratas estranhos.

− Reais. Em berries isso daria por volta de 12 mil berries. – disse, após fazer um cálculo que soou muito estranho aos olhos de Franky, visto que ele só parecia ter anotado o valor em um cantinho do bloco.

− Pelo quê?! A estadia em um hotel! Absurrrrdo! – Trincou os dentes de metal.

O homem, por sua vez, riu. Brook queria saber qual era a piada que ele não havia captado.

− Você é engraçado, robozão. – O homem o encarou apoiando-se na popa da embarcação. – Pela barraca. Com sorte, caberão vocês dois.

Franky olhou para o céu cinzento, plúmbeo como chumbo. E amaldiçoou-se pelo dia em que tirou o menor palitinho e não se perdeu como Zoro em qualquer uma das outras ilhas.

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Nami certamente deveria ter algum parentesco com aquele capitão mão de vaca que levara consigo todas as suas economias.

− 12 mil berries! Onde já se viu isso, esqueleto-nii-chan?! – choramingou Franky. Aquela eram todas as suas economias! Anos juntando contando com as taxas absurdas que Nami tirava dos tesouros que cada membro da tripulação encontrava! – O que faremos agora?

− Bem, poderia ser pior, vê? – Brook tentou analisar o lado positivo da situação. – Meu estômago poderia estar se contorcendo de fome e o seu também. Mas sou um esqueleto e não tenho estômago, yohohoho!

A bem da verdade, Franky acabou rindo daquela piada que era bastante verdadeira. Seu estoque de Colas era o suficiente para passar aqueles 31 dias sem ter que dividir com ninguém. Não podia dizer o mesmo do casal do cara de coque e da menina loira que reclamava de como o clima daquela ilha acabaria com sua pele.

− PARE DE COMER TUDO O QUE NÓS TEMOS, SACO DE BANHA! – Ela se dirigia ao outro rapaz que parecia estar acompanhando os dois e devorava um pacote de batatinhas fritas. – Talvez não tenha comida aqui! – choramingou a loira.

− Que problemático, vocês dois! Percebem que usamos todas as nossas economias por uma barraca porque não temos hotel?!

− Definitivamente, estamos na melhor, esqueleto-nii-chan. – Franky teve que concordar. E ficou muito feliz que Nami não estivesse naquela ilha com eles.

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No fim das contas, a chuva não foi o pior dos problemas, mas o uivo das criaturas estranhas com olhos brilhantes que pareciam permear todo o local. Brook e Franky tiveram dificuldade para dividir uma barraca, mas o esqueleto desmontou o próprio corpo, tornando a convivência para os dois um pouco melhor.

Péssima ideia, eles constataram, quando os uivos se tornaram mais próximos, e os braços e pernas de Brook foram levados pelos estranhos coiotes sombrios como sua própria refeição. Franky precisou gastar muito do seu estoque de Cola para destruir as estranhas criaturas e trazer todos os pedaços de seu companheiro de volta. Por sorte foram ajudados pelo garoto de coque que ofereceu assistência com uma estratégia que envolvia sombras e a troca de mentes por parte da garota loira barulhenta.

− Cara! – O garoto exclamou, escorando-se ao lado do esqueleto que se remontava. – Parece que estamos em uma maré de azar problemática. Qual é a dessa ilha?!

− Aparentemente estamos cercados por criaturas estranhas comedoras de carne e degustadoras de ossos, yohohoho!

− Mas isso não é um problema pra você, não é? Porque você não tem carne! – O garoto gordo, até então em silêncio, se manifestou. Ele e Brook explodiram na gargalhada enquanto a loira revirava os olhos.

− O que faremos então? – perguntou ela. – São 31 dias! Não podemos ficar assim sem comida!

− Bom, temos alguns snacks... – O garoto do coque sugeriu, recebendo um olhar cortante do gordo.

− E Franky pode ceder uma Cola? – Brook perguntou. Franky teria choramingado, mas estava emotivo demais por aquelas crianças.

− Podemos fazer um lual, aw! E quem sabe a gente não atraia uma criatura deliciosa para alimentar essas crianças? Seria SUPEEEERRRR!

As órbitas vazias de Brook brilharam à luz daquela armadilha e ele olhou para a loira de maneira sugestiva.

− Acho que tenho uma ideia.

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Ela queria discordar, espernear, gritar e berrar que NÃO, definitivamente não queria ser usada como isca para lagostrosidades que saíam de dentro do mar, mas nos dias conseguintes, o garoto de coque detectou que aquelas poderiam ser as únicas criaturas comestíveis e saborosas da ilha. Fato que foi confirmado por Franky, que computou-as como filhotes de Rei dos Mares, e completamente isentos de venenos, desde que fossem preparados de maneira correta.

Certamente Sanji daria conta disso, mas não tinham o cozinheiro ali na ilha. O garoto gordo afirmou que daria conta do recado.

Cabia a eles usarem a loira de isca, pois ela parecia ser o tipo favorito de alimento para as lagostrosidades, e o garoto de coque precisava estar a postos para captura-las, bem como Franky que precisava ser o foco de luz para tal acontecimento.

− Todos em posição, nii-chans e nee-san?

Eles acenaram com a cabeça.

Brook, que até o momento mantivera seu violino guardado, o posicionou sobre o ombro ossudo. Sua parte no plano seria aprisioná-los em sua música até que o garoto das sombras fizesse seu trabalho.

− Eu não sabia que a fruta de Gekko Moriah já havia renascido. Então ele morreu mesmo? – indagou Brook para si mesmo.

− Eh? Do que você está falando, tio? – O garoto do coque inclinou a cabeça para o lado.

− Da Kage Kage no Mi. Você não a comeu, yohohoho?

− Shh! Eles estão vindo! Comece a tocar, Brook!

Pronto para o seu papel, Brook começou a canção que havia aprendido há pouco tempo em um programa mexicano, enquanto a garota loira gritava por socorro:

− Quero ver, outra vez, seus olhinhos de noite serena!— cantarolou Brook.

− Oh, meu Deus, lagostrosidades! O que farei?! – A garota loira dramatizava excessivamente, enquanto as garras das criaturas saíam de dentro do oceano.

− Quero ouvir, outra vez, tuas palavras acalmando minha dor!— As notas ressoaram altas, chamando as criaturas que, ao decorrer dos dias de observação do garoto de coque, pareciam atrair-se apenas por duas coisas: garotas bonitas (algumas tinham perdido membros em comprovação, e ele achou uma clausula, estudando o contrato de viagem junto com Franky, que atestava que a companhia de viagens não se responsabilizava por isso!) e sons agudos, o que especificava o motivo de a loira estar gritando junto da canção de Brook. – Quero ser, outra vez, o que inquieta a paz dos teus sonhos!

− Estão no alcance do jutsu. – O garoto murmurou. – Kage Mane no Jutsu! – Sua sombra esticou-se na direção das criaturas e logo elas estavam paralisadas, na mesma posição que ele. Franky aproveitou a deixa para jogar sua rede sobre os mesmos, aprisionando-os enquanto o garoto gordo ocupava-se com a fogueira acesa com um grande caldeirão de água improvisado.

− Com a voz amorosa de um carinho embriagado de sonhos! — A última nota ressoou trazendo consigo o final da canção. Brook finalizou a música dramaticamente, ao que a loira bateu palmas para sua performance.

− Incrível, esqueleto ambulante! – Abraçou-o, mas ao sentir suas mãos ossudas palpando as nádegas, deu-lhe um forte cascudo. – Ero-esqueleto!

− Yohohoho! Quer mesmo rachar meu crânio em dois?! – Brook deu algumas piruetas em volta da loira, feliz porque, embora ele não comesse por ser um esqueleto, finalmente poderiam compartilhar uma refeição com os novos amigos.

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− Então vocês são piratas. – O garoto do coque pontuou, desenhando uma embarcação com um graveto na areia. – Altamente procurados pelo governo.

− SUUUUUUPERRRR procurados! – Franky o corrigiu. – Ele é Hainauta no Brook, mais conhecido como Arauto dos Mares ou Soul King, o músico do nosso navio, com uma recompensa de 83 milhões de berries! E eu sou Franky, o ciborgue, o carpinteiro e mecânico, com uma recompensa de 94 milhões de berries! SUPEEEERRR!

A pose emitida por ele foi imitada por Brook. O garoto gordo achou graça, rindo e se unindo a ambos.

− E quanto a vocês, yohohoho? O que crianças fazem perdidas por essa ilha macabra? – Brook coçou o queixo ossudo encarando-os.

− Estamos em missão por nossa vila. – A loira justificou enquanto colocava uma das garras das lagostrosidades para assar no fogo espetada em um palito. – Para descobrir mais sobre essas ilhas estranhas. Alguns de nossos amigos foram encaminhados para o restante do arquipélago, mas aparentemente demos azar em cair no pior de todos. – Fez um muxoxo.

− Somos ninjas. – O garoto do coque esclareceu ao ver a cara de dúvida de Brook. Somente naquele momento, ele e Franky se entreolharam, um brilho que não poderia ser descrito pela intensidade de mil sóis sendo compartilhado por ambos.

− WOOOOOOOOOOOOOOH, NINJAS?! – Franky disse em alta voz. – COMO AQUELES QUE LANÇAM SHURIKENS E DESAPARECEM EM NUVENS DE FUMAÇA?! MESMO?! AW! QUERIA QUE LUFFY-NII-SAN VISSE ISSO!

Brook gargalhou diante da possibilidade.

− Nuvens de fumaça para alguns ninjas. Costumamos aprender o Kawarime no jutsu na academia, que nos permite substituir os corpos por toras de madeira em combate. É bastante útil. Posso ensinar a vocês se tiverem chakra em seus corpos.

− Temos haki! – Brook falou, animado com a possibilidade de aprender uma técnica nova. – E você pode sair do seu corpo, garotinha? Mesmo sem ter comido uma fruta? O que me permite isso, a minha habilidade, é ter comido uma fruta! Uma Akuma no Mi!

− Não sei o que é esse tal de haki, mas a minha habilidade foi herdada do meu clã. Alguns de nós, como ele, − Apontou o garoto de coque com a cabeça. – temos habilidades. Nós três, na verdade. Ele pode manipular as sombras, eu a mente, e ele converte gordura em força. Literalmente.

O garoto gordo soltou um risinho batendo contra a própria pança. Franky e Brook ficaram admirados.

− Tenho certeza de que o capitão o chamaria para a tripulação! – Brook exclamou.

− No mínimo para uma competição de comida, aw!

Os três ninjas não compreenderam muito o que eles queriam dizer, mas pareciam genuinamente felizes de não terem que encarar os perigos daquela ilha sozinhos.

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Acabou que foram 31 dias muito animados, regados de festas e muita comilança. A ilha revelou-se um verdadeiro pesadelo para alguns dos viajantes, mas para aqueles cinco, foi pura diversão. Depois, mais pessoas se uniram a eles, o que tornou mais fácil angariar comida e criar um perímetro de proteção; os monstros, no entanto, não pareceram ficar felizes. Até que no trigésimo primeiro dia, praticamente os expulsaram dali para dentro da embarcação.

Nem mesmo o clima ruim, os monstros, os terrores noturnos e as lagostrosidades conseguiram espantar o clima bom de amizade que havia se formado entre eles. Quando por fim, desembarcaram nas ilhas Misaki, despediram-se com um abraço afetuoso e lágrimas copiosas de Franky que não queria se separar dos novos amigos.

− Saibam que vocês serão muito bem-vindos ao Sunny quando quiserem viajar pelo Novo Mundo! WAAAAHHH! – O ciborgue abraçou-se ao garoto gordo, que também havia se afeiçoado a ele.

− NÓS IREMOS, CIBORGUE-SAN, NÃO SE PREOCUPE!

A loira apenas deu um risinho, revirando os olhos para a situação.

− Vocês também serão muito bem-vindos à nossa vila, e não os consideraremos nukenins. – Acenou com a cabeça.

− Meu coração irá acelerar sempre que te ver, bela ninja! – Brook exclamou. – Exceto que não tenho um coração, yohohoho!

Ao fim daquilo, pegou-se rindo da piada estúpida do esqueleto e o abraçou, advertindo-os que se tentasse alguma gracinha, o jogaria no oceano (depois que Franky havia entregado seu ponto fraco, ela o ameaçava com isso todas as vezes em que Brook tentava algo safado).

Despediram-se, cada um indo para perto de seus respectivos conterrâneos.

− Essa foi uma ótima aventura, Franky-san. – disse o esqueleto. – Devíamos sair juntos assim mais vezes.

O ciborgue passou um dos braços ao redor dos ombros do músico.

− Certamente, esqueleto-nii-san. Você é SUUUUPEEEER!

Fizeram a pose de Franky, sendo acompanhados por Usopp, Chopper e Luffy, que nada sabiam da situação, mas haviam visto os dois.

Aquelas férias inusitadas tinham tido suas vantagens para todos afinal.

Notas finais
Essa foi a primeira fanfic das três, embora tenha sido a última a ser feita! A capa foi a primeira, haha. Essa aqui foi uma maravilhosa ideia da Kaline, que me deu a ideia de usar os Mugiwaras restantes, pois os demais já tinham sido utilizados nas outras ilhas. A fanfic das Ilhas Marduk que é citada logo no início não é de minha autoria, mas da Kori Hime. O link está oculto na fic, mas vou deixar aqui no final dos comentários também. Leiam, vale a pena demais! Quando pensei nessa história, já estava rindo antes de começar, porque, bom, Franky e Brook presos numa ilha tenebrosa, cara! Foi quase como retornar pra Thriller Bark de uma maneira mais cômica. Em todas as minhas fics, eu fiz citação de ninjas de Naruto! Porque na primeira que eu fiz, da Sunshine Island, Kiba e Shino apareciam sutilmente, sem nunca terem os nomes citados. Então acabou que eu quis colocar. Mas aqui nessa é onde eles mais aparecem! Que problemático, ein Shikamaru? Bem, é isso! Espero que curtam essa comédia divertidinha! Música de autoria do maravilhoso Seu Madruga, que Deus o tenha junto com todos os do elenco do Chaves que já se foram e que minha avozinha esteja assistindo lá do Céu! Até a próxima fic dessas ilhas, pessoal! Link da Ilha Marduk: https://fanfiction.com.br/historia/211580/A_Ilha_Marduk/
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