Férias De Verão
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Este capítulo é a reescrita do antigo, o qual foi apagado; A parte principal, que é a comédia, está igual. Então, se você não quiser ler tudo bem, não vai afetar os próximos capítulos! Me perdoem, please!
Nos vemos nas Notas Finais!
(N/A: A nota inicial é importante! )
Entramos no labirinto juntos. Nem era tão ''apavorante'' e ''assustador'' assim. Me soltei de Justin e nos separamos. Como o labirinto é grande escolhemos ''O Túnel''.
Assim que entramos no túnel, nos deparamos com duas portas. Uma amarela e outra azul.
– Vamos na amarela! — falei ao mesmo tempo que Justin disse:
– Vamos na azul!
– Amarela! — teimei.
– Azul!
– Amarela!
– Azul!
– Azul! — disse. Pscicologia reversa! ú.ú
– Amarela! — ele disse e depois fez careta.
– Como o senhor quiser! — sorri marota e puxei sua mão entrando na porta amarela. Ele bufou.
Nele, tinha mais dois corredores; um totalmente escuro e outro com a luz acesa. Lógico que vamos no com a luz acesa.
– Luz acesa! — disse.
– Ah! Nem vem! — dito isso ele me puxou para o corredor escuro.
Entramos no corredor e um vampiro começou a correr atrás de nós.
– AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! — eu gritava enquanto corria. Justin estava do meu lado. Entramos em uma porta vermelha e trancamos.
A nossa frente havia duas portas. Uma de saída, que era preta e outra dava continuação ao labirinto, a que era branca. Uma placa dizia: ''Entre na porta branca se quiser prosseguir.''
– Ok, Ok — fomos até a tal porta e abrimos, dando de cara com um fantasma. Ele era aterrorizante e estava cheio de sangue.
– Muahaha! Irei te matar! — ele disse.
– AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! — gritei de medo dando um soco no pobre, que caiu de costas no chão. Justin me olhava indignado. Sorri como uma piscopata e ele estremeceu, dando dois passos para trás. — AH! EU MATEI UM FANTASMA! NANANANANANAAAN! BEIJE OS MEUS PÉÉS! — cantarolei pulando igual perereca.
– Ok, Ok! — ele revirou os olhos.
– Cale a boca acéfalo desmamado! — disse; ele levantou as mãos no peito em sinal de rendição.
[...]
Andamos mais um pouco pelos corredores do tal trem. Ás vezes topa vamos com alguns bichos mas eu dava conta de mandar eles irem pra lua procurar É.T's.
– Temos que chegar rápido se quer o dinheiro! — reclamei.
– Se você caminhasse mais rápido! — resmungou.
– Caminho mais rápido que você songa-monga! — ele revirou os olhos.
– Até parece!
– Aff! Tchau pra você idiota!
– Onde pensa que vai? — disse assim que mudei meu caminho.
– Eu . ando . mais . rápido! — isso saiu mais como uma ameaça do que como uma frase pausada.
Justin
Que garota mais insuportável. Quem ela pensa que é?
Estava andando pelo corredor do Túnel e ouço alguns gritos. Primeiro pensamento: Sofhie!
Corri em direção aos tais gritos e me deparo com uma cena um tanto engraçada. Sofhie estava na garupa de um lobisomem o enforcando. Gritava descontroladamente. O tal lobisomem' implorava ''misericórdia'' e pedia socorro, tentando de alguma forma de soltar da Srt. piscótica aí e respirar. Pobre homem! Acho que ele vai se demitir e ainda por cima ficar com um grande trauma de lobisomens de labirintos fantasmas.
– Isso, é pela nossa senhora das paçocas! — gritou e estrangulou mais o cara. Como assim? Será que ele roubou uma paçoca dela?
Duas mulheres fantasiadas de bruxas chegaram e tentavam em vão tirar Sofhia de cima do homem; o que não adiantou muito por que elas apanharam feio também. Eu só ria da situação!
[...]
Tá, a Sofhie podia até ser gostosa, mas não deixa de ser irritante. Desde pequenos nós temos um ódio um pelo outro. Consideramos de nascença!
Assim que encontramos a saída fomos direto para o lugar onde combinamos de nos encontrar. Ela ficava a todo momento reclamando de mim, que poderia ter chegado mais cedo se não fosse por eu andar como uma lesma. Bufava. No fim, fomos os primeiros a sair e ganhamos o dinheiro.
Fomos para a piscina; Todos nossos primos começamos uma guerra de água. O dia no fim foi legal, mas não muda o que nada sobre o que eu penso sobre a Sofhie.
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