Futuro Imperfeito
13 Sexxx Dreams
Notas iniciais
POV Rachel
– O que? Por que nunca me contaram que eu tinha uma irmã? PAPAI! – Eu gritava para Leroy que estranhou a minha reação, eu sempre quis uma irmã, mas não assim.
– Nós a adotamos quando ela nasceu, e quando você veio, sua mãe real, Shelby, decidiu ficar com Cass, ai vocês cresceram sem se conhecer por que Shelby levou Cass para a Califórnia. – Leroy tentava explicar a história.
– Vocês tinham que ter me dito... isso é... – Fiz uma cara de brava e Quinn me olhou rindo – Ótimo, agora eu tenho uma irmã – Levantei a cabeça como se estivesse me achando, na verdade, eu estava, Cass sorriu para mim e não falou nada – Posso ficar essa noite aqui? – Perguntei a Hiram, ele era o cuidadoso, e Leroy era o pai que deixava tudo – Por favor, Quinn vai cuidar de mim – Fiz cara de cachorrinho chutado.
– Você não vai parar até eu deixar, certo? – Hiram perguntou e eu concordei – Tudo bem, algum problema para você Quinn? – Quinn negou.
– Cass pode ficar um pouco aqui? Quero conhecê-la melhor – Hiram concordou e nos deu tchau indo até a porta de saída.
Nós fomos até o sofá aonde Charlie e Mark faziam guerrinha e Kitty e Marley discutiam sobre qual era o melhor super-herói, Superman ou Batman, indiscutível, nós nos sentamos no outro sofá e eu sentei no colo de Quinn e comecei a fazer as perguntas.
Rachel – Qual a sua idade?
Cassandra – Vinte, quase vinte um, quinze certo?
Rachel – Sim, Tem mais algum irmão?
Cassandra – Ryan e Bryan, dez e quatro, são seus irmãos também, filhos de Shelby.
Rachel – Legal, viu o que o natal me deu Quinn, três novos irmãos, mais um e eu ganho de você.
Quinn riu e concordou.
Cassandra – Quem são seus irmãos Quinn?
Quinn – Mark, o magrelo que esta tentando lutar sem machucar a loira do cabelo grande, que também é minha irmã, Charlie, e Katherine, ou Kitty, a Loira que diz que o Batman é melhor do que o Superman com a sua namorada.
Cassandra riu e completou:
Cassandra – Legal, e vocês duas são...?
Quinn – Namoradas.
Cassandra sorriu e olhou a Mark.
Quinn – Ele está solteiro, agora se está olhando para ela, ela tem um filho e gosta de meninos.
Cassandra – Era para ele mesmo... será que...
Quinn – Quer que eu te apresente meu irmão? Claro.
Gus apareceu correndo e começou a pedir colo para todo mundo, Quinn se levantou e foi pegá-lo.
Cassandra – Ele é o filho de Charlie?
Rachel – Esse é o dela, os Fabray amam fazer filhos, só Quinn e Mark não tem.
Cassandra – Ela se dá com o pai do filho dela?
Rachel – É complicado, não acho que devo lhe contar isso.
Cassandra – Qual é, eu sou sua irmã, e eu prometo que vou entender, eu morei em NYC, não a nada que eu não tenha visto.
Rachel – Quinn é o pai, e a amiga dela é a mãe, Quinn é hermafrodita, ela tem um ... – Tentei gesticular com a mão e Cass logo entendeu
Cassandra – Ah, claro, e vocês duas já...
Rachel – Ainda não... eu estou esperando o melhor momento...
Cassandra – Não quero te pressionar, mas... esse não é o melhor momento? Que presente de natal melhor você poderia dar a ela? – Cass sussurrava para Quinn não ouvir.
Eu concordei e encarei Quinn que brincava com Gus e desviava de Mark que tentava pegar Gus.
Rachel – MAAAARK! – Gritei e Mark veio até mim deixando Quinn em paz – Essa é Cassandra, minha irmã mais velha, conversem por que eu tenho que fazer uma coisa e não quero deixar Cass sozinha, vocês tem quase a mesma idade, conversem, ou qualquer coisa, só tente não engravidar minha irmã.
Mark riu e se sentou ao lado de Cass para conversar com ela e eu sussurrei coisas para Quinn.
“Vou subir para tomar um banho, se você subir em meia hora terá seu presente de natal.“
Quinn me olhou com um sorriso que ia de orelha a orelha, e me assistiu subindo as escadas até o quarto, Mark olhou para Quinn que estava eufórica.
– Eu vou transar hoje! – Quinn sussurrou animadamente no ouvido de Mark, deixou Gus com Kitty e subiu as escadas correndo.
Na hora que Quinn entrou no quarto ela me viu apenas de calcinha e sutiã em sua cama e abriu um enorme sorriso.
– Eu estou morrendo de Frio Quinn, será que você poderia me esquentar?
Quinn se aproximou da cama, eu estava sentada na ponta e Quinn me beija e me empurra para trás, quando o beijo começa a ficar mais quente eu tiro sua blusa e seu top e ela sobe totalmente na cama me empurrando de leve ela vai beijando meu pescoço e vai descendo até meus peitos fazendo uma trilha de beijo, ela tira meu sutiã e começa a lamber o bico de meus peitos me fazendo gemer baixinho em seu ouvido, ela começou a chupar meus peitos e eu arranhei suas costas, ela gemeu de dor por que minhas unhas estavam grandes. Eu senti que ela estava dura e me virei ficando por cima dela, lambi seus peitos a fazendo suspirar e fui descendo com uma trilha de beijos até o final de sua barriga, abri sua calça e retirei sua cueca junto, dezenove centímetros se revelaram, eu puxei sua cueca e calça até seu joelho e ela tirou seus tênis com os pés mesmo, ela me pediu para tirar suas calças e cueca, eu tirei e logo comecei a masturba-la com minha mão, e ela gemia alto, bem que Marley me avisou que as Fabray’s são barulhentas na cama, um pouco antes dela gozar eu a chupei e ela gozou em minha boca, bebi tudo e a beijei depois, ela ficou por cima de mim e foi beijando minha barriga até chegar em meu centro, tirou minha calcinha com a boca e não demorou muito para colocar as minhas pernas em seus ombros e me chupar, eu me contorcia e gemia alto, nunca tinha sentido tanto prazer assim, e o melhor ainda estava por vir, ela me fez gozar em sua boca e foi me beijar, assim como eu fiz, para que eu sentisse meu próprio gosto.
– Está pronta? – Ela me perguntou e eu concordei ansiosa, eu estava com medo, da dor, é claro.
Ela pegou seu pau na mão e o ajeitou em meu centro, ela não coloca nada ainda, fica em cima de mim e sussurra coisas como “Isso só vai doer um pouquinho amor, você terá que me avisar se quiser que eu pare, eu te amo”, ela coloca a cabeça e eu gemo alto, logo peço para ela tirar e ela olha em meus olhos, ela viu que não era um olhar desesperado, e sim como “eu estou com dor, mas, por favor, continue”, ela coloca mais um pouco e eu arranho suas costas, ela gemeu novamente de dor e coloca mais um pouco, eu lhe arranho e nós duas gritamos de dor, ela colocou o resto que faltava e parou, vi que ela tinha colocado tudo e não conseguia mais olhar para ela, alguma coisa não me deixava, ela me avisou que iria começar a melhor parte, então ela começou com o vai e vem e nós duas gemíamos alto, eu lhe olhei e penetrava me olhando, era uma sensação estranhamente boa, como se estivéssemos literalmente conectadas, e nós estávamos, ela ia na mesma velocidade sempre sem tirar os olhos de mim, eu sentia muito mais prazer com ela me olhando, aqueles doces olhos verdes que brilhavam de felicidade, logo eu sussurrei em seu ouvido:
– Mais rápido, mais forte!
Ela logo obedeceu e foi forte, realmente forte, tanto que eu bati minha cabeça na cabeceira da cama e não notei, ela acelerou mais e eu gritei seu nome “QUINN!”, pude sentir ela gozando dentro de mim e nem me importei na hora, pedi para ela continuar e logo cheguei em meu primeiro orgasmo, eu estava morrendo de cansada, literalmente eu estava destruída, culpa de Quinn, mas eu não me importava muito, por que meu prazer era maior, ela tirou seu pau de mim e se deitou do meu lado, estavam fazendo menos cinco graus, mas nós duas estávamos suadas e morrendo de calor, eu me abracei nela e ela passou o braço por baixo de mim e beijou minha testa.
– Eu te amo baixinha, eu te amo muito sabia? – Ela me dizia com uma voz carinhosa, me abraçando, eu sentia que ela me amava, a cada segundo eu sentia isso.
– Eu te amo Quinnie, eu te amo mais do que posso imaginar, te amo mais do que esperei amar alguém em minha vida – Eu me inclinei para beija-la e ela me beijou e eu puxei o lençol por que estava começando a ficar frio, me aconcheguei nela e dormi, dormi feliz, literalmente feliz, mais do que imaginei que estaria em minha vida, não tanto pelo ato, mas por fazer isso com ela, com alguém que eu realmente amasse.
Fale com o autor