Notas iniciais
Meus Queridos Leitores e Leitoras ! Eu quero agradecer as minhas primeiras 3 recomendaçoes :333 , que foram enviadas pelos leitores : CharlieSarfati, NumberNine e Someone, obrigado Guys, eu fico muito feliz mesmo, dá uma vontade especial de escrever para vocês, para todos

Acordei cedo, cedo para um domingo de novembro, acordei com os berros de Rory vindo do berço ao lado de minha cama, revirei os olhos e esperei alguns segundos para ver se ele se acalmava... sem sucesso, me levantei e peguei ele no colo, olhei no relógio, dez e meia da manha, vendo isso me lembro que Kurt viria pouco depois do almoço, tratei de dar banho em Rory e lhe arrumar para o almoço e para apresenta-lo a Kurt.

Logo após o banho, que demorou mais do que o normal por que Rory decidiu parar de colaborar e ir brincar.

– Tudo bem, que tal colaborar comigo e ir comer a sua papinha? – Imploro e Rory ri batendo as mãos na cadeirinha de comer – Por Favor Rory! – Ele ri e balança a cabeça negativamente – QUAL É! – Reviro os olhos e o distraio colocando a papinha em sua boca.

Ouço o barulho da campainha e vou saltitando atender, a essa hora só poderia ser Kurt.

– Hey Babe! – Kurt me dá um selinho ao abrir a porta.

– Hey Kurt – Retribuo e o puxo para dentro de casa, logo ele observa uma criança sentada na cadeira alta, era Rory, é claro, ele ainda não conhecia Rory.

– Então, quem é essa coisa fofa? – Kurt se relacionava a Rory.

– Então Kurt... ele é a minha “ surpresa “, sabe, você pegou o pacote completo de Blaine, e ele vem junto... – Fiz uma pausa dramática e demorou algum tempinho até ele entender o que eu quis dizer.

– Blaine... ele... ele é seu filho? Está mesmo fazendo cover de Santana? – Kurt ironizou como se fosse uma brincadeira, mas minha cara entregou tudo – Oh droga, é verdade? Blaine, por que não me contou antes? Por deus Blaine, namoramos a seis meses! – Kurt exclamou zangado.

– Eu só... – Respirei fundo – Eu pensei que isso ia estragar tudo entre nós, e eu realmente amo você Kurt, por favor, me perdoe por isso – Implorei.

– Não iria, eu... não... Eu amo você Blaine, e... adorei saber dessa noticia, eu amo crianças, e mesmo nós quiséssemos, nunca iríamos poder ter filhos, e você tem sabe, isso é uma boa noticia, veio antes do que eu esperava, mas eu não vou me deixar levar por isso. – Kurt falou e meus olhos brilharam, nunca pensei que alguém me amaria com isso, tudo bem que ele só tem um ano, mas eu não tive ninguém antes de Kurt e depois de Rory, ninguém iria querer uma pessoa que tem um filho, são problemas de mais, gay e com filho – Blaine... só me explica... me explica melhor essa história – Kurt se senta no sofá e coloca a mão como aquelas pessoas que chamam o cachorro para subir no sofá, peguei Rory no colo me ajeitei no sofá para contar a “ grande história do meu primeiro filho “.

History Mode On:

Então, tudo começou a mais ou menos dois anos atrás, eu era o melhor amigo de Quinn, eu sempre ajudava a cuidar de Gus e ela prometeu que iria me apresentar sua irmã gêmea Charlie, elas são gêmeas univitelinas, ou seja, idênticas, eu amava ajudar Quinn com o Gus, e ainda poderia sair com sua irmã, tudo bem que agora eu não goste mais de mulheres, mas naquela época eu ainda era bi. Quinn convenceu facilmente Charlie a sair comigo, nós saímos naquele mesmo dia, fomos a um fast-food adolescente que tem aqui perto, ela estava, pela segunda vez, fazendo seu terceiro ano, ela tinha rodado ano passado por causa de Quinn e por isso ainda estava presa em Lima, enfim, começamos a sair mais vezes e começamos a ficar também, as coisas estavam indo muito rápido com a gente, um mês ficando e já tínhamos a seção de amassos na minha casa, é claro, muito possível que Russel e Judy Fabray, os pais mais narcisistas e “ boas maneiras “ da cidade iriam deixar um Anderson pisar em sua casa para dar amassos com sua filha perfeita, a única que não era uma aberração, segundo Judy, Kitty era a queridinha, era. As coisas avançaram mais ainda e em uma noite de sábado a noite Charlie disse que ia dormir na minha casa, é claro que eu sabia o que iria acontecer certo? E como eu poderia dizer não? Certamente, eu não poderia dizer não, uma Fabray estava me dando mole e eu iria recusar, é claro que não. Ok, ela foi para a minha casa, papai e mamãe tinham saído em viagem para Bahamas se não me engano e Cooper para a praia com a Namorada, literalmente, eu e Charlie estávamos sozinhos, não só na casa, como em quase toda a rua, era verão, e as pessoas não desperdiçavam seu tempo em Lima, tudo bem, pedimos pizza, alugamos um filme, meu estoque de camisinhas estava bom, eu tinha achado algumas no quarto de Cooper e peguei aquelas mesmo, vimos a metade do filme, por a outra metade era Charlie deitada em cima de mim com a mão em minhas calças, eu não tinha do que reclamar, literalmente, tudo bem, algum tempo depois eu estava sentado no sofá apenas de cueca e ela sentada em meu colo apenas de calcinha, estava tocando alguma música da Katy Perry, se eu estivesse interessado na música eu descobriria na hora, assim são os Katycats, naquela hora eu estava bem ciente do que iria acontecer, mas mesmo assim evitava ao maximo que meu pênis não ficasse ereto, esse esforço foi inútil, por que durou muito pouco tempo, mesmo, ver os peitos de Charlie Fabray e não ficar no mínimo duro é uma tarefa impossível. Belos e encantadores minutos depois quase não podia ouvir mais nada por causa dos altos gemidos de Charlie Fabray, quando Santana me contou que os Fabray’s não poupam esforços para gemidos que podem te levar a surdez eu não quis acreditar, na verdade era apenas Charlie e Quinn, poderia ser uma coisa de gêmeas, certo? Charlie Fabray o sonho de todo menino (Tinha uma versão só para as meninas, Quinn Fabray o sonho de toda menina) estava cavalgando em meus dezesseis centímetros de pau, não podia acreditar, mesmo que quase surdo, eu não podia deixar de apreciar aquele momento, nós fizemos em várias posições e lugares: mesa da cozinha, balcão da pia, em cima da maquina de lavar roupa, no chuveiro, na minha cama, na cama do Cooper, na piscina, na escada, até mesmo dentro do meu closet, foi uma noite e tanto, dormimos o domingo inteiro juntos e ao final da tarde ela foi para casa, ficamos alguns dias sem nos vermos por que eles foram tirar férias em família, e sim, aquilo incluía Gus e Santana, por que o lema de Russel era “ Comeu, engravidou, vai ter que levar junto “. Já estávamos na metade do ano letivo quando eu recebi a notícia que mudaria a minha vida inteira, uma mensagem de minha namorada Charlie Fabray: “ Querido Blaine, não, não vou começar assim... Blaine, me desculpe por estar te contando desse jeito, mas... eu estou grávida, de três meses, e não sei se consigo continuar escondendo de todos, minha barriga está crescendo rápido e os sintomas aumentando também, eu passei em uma faculdade em NYC, e não posso levar um bebe para lá, eu sei que abortar parece errado, e é, eu nunca faria isso, nunca, você é o pai dele, ou dela, e não sei o que vou fazer, me de uma luz, diga que vai poder ficar com o bebe, pelo menos até eu voltar, eu vou dar um jeito, eu prometo, com amor Char “ eu acho que chorei após ler aquilo, eu não queria ser pai, não nessa idade, eu tinha acabado de fazer quinze anos, por deus. Tudo bem, os meses se passaram e eu ajudei Charlie a passar por tudo aquilo, Judy e Russel não ficaram sabendo, por algum tipo de milagre, mas Quinn sim, que me deu a maior surra que eu poderia ter levado na minha vida, logo depois dessa veio a surra de Cooper, que ficou em segundo lugar por não ter cabos de vassouras envolvidos, o bebe nasceu, lindo e perfeito, era Rory, meu filho... Rory, meu filho com Charlie Fabray, tudo bem que eu adoraria um troféu por ter conseguido pegar Charlie, mas não podia ser algo menos... humano? Rory não chegou a completar três meses de vida e Charlie teve que ir para NYC, foi ai que eu realmente entrei em pânico, como eu iria conseguir ser pai sozinho? Como poderia? Homens não tem esse dote. Rory tem um ano e menos de um mês, no aniversário de um ano dele Charlie se lembrou e voltou, ela não aguentou muito e logo me disse que vai largar a faculdade e vir para Lima para poder ficar perto de seu filho, ela não aguentava mais de saudade dele, Charlie Fabray estará de volta a cidade em pouco tempo.

History Mode Off.

Kurt apenas me abraçou forte como se estivesse pegando todas as minhas magoas e dores e jogando-as fora, ele me entendia sobre aquilo, é claro não literalmente, mas entendia, ele me amava tanto que era capaz de aceitar aquilo, aceitar que eu tinha um filho e um passado negro.

Notas finais
Próximo capítulo é o da festa, aeeeh ! O que acharam da mini história de vida de Blaine? Reviews Guys !