Futuro Imperfeito
4 Oh No!
Notas iniciais
" – Quinn... o que é isso? — Falei em um tom nem tão apavorada mas olhando em seus olhos, pude ver ela se afastando de mim e corando. — Eu gostaria de uma explicação. "
POV Quinn
Droga, Droga, Droga! Se eu contar ela nunca mais vai querer me ver, e provavelmente irá contar para todos, mas se eu não contar ela nunca mais vai querer me ver de novo, droga! Por que a porra do meu pau não pode se controlar?
– Rach... — Falei enquanto ela me olhava com aqueles doces olhinhos castanho escuro, que pareciam tristes e confusos. — Isso é... é... complicado.
– Eu não sou um bebê, eu posso entender muito bem. — Rachel falava séria com um tom autoritário.
– Eu... eu... eu tenho um pênis. — Simplesmente soltei as palavras enquanto tentava não olhar nos olhos dela, era difícil, mas eu podia ver que ela ficou chocada com o que ouviu, mas ao mesmo tempo não tirava os olhos de mim, seu olhar não era como " Que nojo, você é uma aberração! " e mais para " Estou confusa, mas entendo ", pelo menos ela não saiu correndo como a maioria das pessoas faria.
– Eu... eu não... como? — Rachel tentava do melhor jeito possível entender como eu tinha aquilo, ela queria me entender.
– Eu nasci assim, nasci... desse jeito, e tento esconder isso de todos, por que é anormal, por que eu sou uma aberração. — Falei olhando para ela e terminei a frase encarando meus pés tristemente.
– Quinn... você não é uma aberração, você é linda... — Rachel puxou minha mão ainda sentada na pia. — Eu preciso de um tempo... isso é muita coisa para lidar, mas por favor, não fique brava comigo. — Olhei em seus olhos e ela estava me pedindo desculpa, não apenas com palavras, ela estava confusa, mas não queria desistir de tudo.
Abri minha boca mas nada saiu, olhei para baixo e ela coloca as duas mãos em meu rosto e o acaricia, logo eu olho para ela e ela me beija, eu a abraço e ficamos ali, por algum tempo, muito tempo...
(...)
POV Rachel
Acordei em um escuro quase por completo, olhei ao redor e vi várias pessoas espalhadas dormindo pelo chão, os raios de luz do sol faziam esforço para passar pelas frestas da janela, tentei me levantar mas vi que alguém estava abraçado em mim, olhei, era Quinn, ela estava com o braço em baixo de minha cabeça e uma mão em volta de minha cintura, sorri com a cena e me aconcheguei mais perto dela, sinto o " amiguinho " dela olhei para baixo, é, ele estava acordado, acho que não dei muita bola pra isso pelo fato de eu ainda estar meio bêbada e com ressaca, deixei isso de lado e senti sua mão acariciando minha cabeça e ela me apertando mais, ou melhor, ela me deixando mais perto dela, olhei para cima e ela estava me olhando e sorrindo com seu sorriso de canto sedutor eu me impulsionei para cima e dei um selinho nela, sorri e me ajeitei em seu peito, era tão estranho, eu conhecia ela a menos de uma semana e já estava ali dormindo com ela, sorrindo boba, quase como se estivesse apaixonada, eu acho que estava, ou eu estava bêbada mesmo.
POV Marley
Eu estava deitada no quarto de Jake, com uma blusa velha dele e Kitty dormindo encolhida ao meu lado apenas de calcinha, eu estava a abraçando e sorrindo muito, estava só nós duas no quarto, nós ainda não eramos namoradas pelo simples motivos, eu ainda não pedi a Kitty, mas nós nos consideramos namoradas, por todas as vezes que saímos juntas, por todos os " eu realmente gosto de você " por todas as músicas da Marina and the Diamonds que dançamos juntas só de calcinha, por todas as vezes que ela dormia lá na minha casa, por todos os " Amor, querida, bebê, fofa ", por todos os " Eu te amo " que saiam meio que no calor do momento, por tudo, e por mais incrível, nós ainda não tínhamos feito sexo, então ninguém podia dizer que era só por isso.
– Kitten? — Falei baixinho ao sentir ela se mexer.
Kitty olhou para mim e sorriu com o novo apelido dela. — Amei esse babe. — Kitty corou com o apelido carinhoso que saiu sem querer.
Cheguei mais perto e a beijei, ela logo coloca a mão em meu rosto, e seus peitos a mostra que antes ela se sentia totalmente envergonhada em mostrar, agora já agia normalmente, coloquei uma mão em sua cintura a puxando mais para perto de mim e outra em um de seus peitos a excitando, ela me olha e morde o lábio inferior, sobe em cima de mim e volta a me beijar enquanto eu fico brincando com seus peitos.
Ela tira a blusa que eu estou e começa a chupar meus peitos, isso era o máximo que nós fazíamos, e era muito bom, realmente, isso era o máximo que fazíamos sim, afinal, eu ainda tenho 13 anos.
Ficamos ali, por algumas horas, dormindo, brincando e tudo mais, a melhor parte de ficar com ela, era a parte que ficávamos sozinhas, sem ninguém para incomodar e dizer o que é certo e o que não é, eu amava passar o tempo com ela.
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