Notas iniciais
lá vou eu aqui de novo, com mais um cap, que não foi programado, mas que acho melhor do que tentar inventar por dias e não sair nada, o negocio é o momento e agora é o meu.

Alison sentiu que agora finalmente estava em paz, foi muito perturbador quando ela acordou e seguiu para a viajem, mas mesmo assim refrescante saber que pode mudar coisas e salvar vidas de muitas pessoas, algumas que se quer ela conhecia, o mais importante de tudo mesmo foi o que mais a abalou foi saber que o motivo da viajem do seu "fantasma" foi a morte da sua mãe em seus braços, mas sua mãe estava viva, lá no castelo de Hogwarts ao lado do seu pai que também permanecia vivo e com um sorriso no rosto, assim era muito bom, a vida era muito boa só porque foi egoísta, mas seu egoismo salvou vidas, então ela pensou no professor Snape e sorriu, Severo quem diria, ela fez tudo o que seu fantasma tinha feito e era certo, ele a amava mesmo e devia mesmo ter sido um horror espera-la tanto tempo, era confuso ainda, mas ela sabia agora que era uma só e sendo uma só daria muito mais dor de cabeça a sua mãe do que era imaginável, agora esta de volta para casa que nunca deixou diga-se de passagem, respirando fundo, ela decidiu que primeiro de tudo, iria ver sua mãe, era como se não visse ela a um bom tempo, ela caminhou pelos corredores, que não mudaram com o passar do tempo, então entrou finalmente na sala da mãe, ela olhou para cima imediatamente e seus olhos se encontraram, sua mãe sorriu, ela decidiu que precisava muito de abraço e que só sua mãe poderia ajudar nisso, correndo até ela. Minerva segurou Alison que a abraçou forte tinha sido uma semana e tanto sem ela no castelo, mas era uma semana necessária ela sabia que não abraçava apenas sua filhinha, como também abraçava a filha que nunca abraçou, era confuso demais, o único provavelmente que não ficaria confuso seria Alvo, mas sendo seu marido não era nada surpreendente, então ela afastou a filha e olhou em seus olhos, sorriu:

- Sim, você conseguiu.- disse ela com um grande sorriso. — mas agora vá ver seu pai, ele deve estar com saudades também.

- Eu vou. — ela correu até a porta e se virou.

- O que foi? — Minerva sorriu mais os olhos da filha brilhavam.

- Depois vou ver Severo também então se demorar, garanto que estarei bem... Eu te amo mãe. — ela correu pra fora.

- Eu também minha filha. — Minerva limpou a lagrima que rolou e voltou a correção de ensaios dos alunos.

Alvo segurou Alison antes que ela entrasse na diretoria, lhe deu um beijo no rosto e olhou bem para a filha sorriu calmamente para ela:

- Sei que queria ter entrado, mas não sou como sua mãe. — ele piscou. — agora vá ver Severo, pois se eu escutar novamente ele falando que esta ficando louco e que quer ir embora, eu mesmo vou usar uma azaração nele, esta bem? — perguntou ele calmamente.

- Ele quer ir? — Alison sentiu como se abrissem um buraco em seu peito.

- Ele te ama minha filha, mas a espera também machuca.

- Estou indo pai, eu te amo.

- Vá logo. — Alvo viu a filha sair com muito mais pressa do que veio. — esses jovens. — comentou ele decidindo ir a cozinha tomar um caneco de chocolate quente.

Severo jogou o livro na parede e deu um berro, colocando as mãos na cabeça, era impossível se concentrar, Alison tinha ido a uma semana já e não houve retorno ou noticias, ele não conseguia nem mesmo dar aulas direito, corrigir as tarefas já entregues pelos alunos era uma tortura da qual ele não conseguia fugir e muito menos passar, Alvo maldito tinha dado a pior noticia de todas a ele naquele almoço a sete dias, sua Alison a que foi primeiro virou uma especie de fantasma que se juntou com a de agora, ou seja, ela se fora para sempre, ele devia ter fugido com ela e pronto, tudo seria resolvido, era só fazer uma não encontrar a outra, ou viver uma vida curta juntos antes que acontecesse uma catástrofe de tempo e espaço, mas não podia ser assim tinha sempre que ser do pior jeito pra ele era claro, ele as vezes se perguntava se tudo o que fez no passado ainda deixou mais algum débito, pois esse débito estava saindo muito caro, principalmente para ele que se redimiu, tarde mas o fez, ele escutou baterem na porta, provavelmente Alvo novamente com o sorriso de um louco, perguntando quando ele ficaria mais calmo, ou se parou com a loucura de ir embora do castelo, ele foi até a porta e a escancarou louco para gritar com alguém assim que abriu a boca ele a fechou, era Alison, ela havia retornado e estava muito seria:

- Posso entrar professor Snape? — perguntou ela.

- Ah... Sim. — ele abriu espaço.

Ela entrou e notou logo o livro do outro lado da sala e sorriu um pouco, mas rápido pra ele não ver, então se virou para encarra-lo, ela devia estar mais corajosa depois de toda a viajem e estava mesmo, era e não era uma visão nova dele ali, com os cabelos cortados e roupas mudadas:

- Eu não podia imaginar o que houve na viajem. — disse ela. — mas logo descobri.

- Foi como Alvo disse então a outra Alison... Sumiu. — a voz dele é que quase sumiu e ele queria se atirar pela janela.

- Sim, ela e eu nos juntamos. — disse ela ainda seria. — como pode?

Severo involuntariamente deu um passo para tras, mas depois pensou melhor e ficou com raiva, muita raiva, não era ele que devia recuar, a culpa não foi dele, ela se voltou a ele, ela e apenas ela, ela o procurou, não? Então porque a culpa tinha que ser dele? As duas se uniram não foi? Então ela era a culpada, ele avançou e quase colou seu corpo ao dela, se não fosse a distancia de dois dedos e abaixou um pouco a cabeça:

- Não me culpe pelo que você fez, foi você que me procurou, você que me encantou com seu jeito de ser, com os seus problemas, eu não tenho culpa por amá-la tanto que chega a me deixar incapaz de pensar em algo que não seja você, quando você não esta por perto e mesmo perto é quase insuportável não pensar. — disse ele baixo, muito irritado o que fazia sua voz ficar incrivelmente linda.

Ele se surpreendeu ao ver o sorriso dela logo em seguida:

- Eu estava falando da sua ideia de ir embora e me deixar Severo, mas é incrivelmente bom saber que me ama.

Imediatamente após essas palavras ela o puxou e o beijou, como estava morrendo de vontade de fazer antes de voltar para o futuro.

Notas finais
Bom e aqui foi-se mais um capitulo, espero que tenham gostado.