Futatsu no Sekai - Saki
8 Capítulo 8 - Uma lição de vida.
Após todo aquele tempo emocionalmente afetado pela morte de Tristão, Tom estava se reabilitando para continuar sua vida, em uma mesa de bar localizado ainda na Espanha.
— Certo, pensando de maneira simples, os seus poderes são: He Xiangu tem um instrumento de assopro que se chama Sheng, e uma flor de lótus que melhora a saúde física e mental de um indivíduo. O Lan Caihe pode cantar e assim prever o futuro. O Lu Dongbin tem uma espada que afasta os maus espíritos. Sendo assim, comece prevendo o futuro e aonde está o xerife, Lan – Tom parecia estar inquieto e ansioso para encontrar-se com o xerife então.
— Eu não preciso prever o futuro para saber onde ele estará – Lan Caihe pega um cartaz e amostra para Tom, nesse cartaz dizia que o xerife estaria em New York, para uma entrevista ao vivo sobre a destruição da ilha do leste, os motivos, e o beneficio.
— Sendo assim, só precisamos ir até New York nessa data e acabar com ele, não é? – Pergunta Tom apontando para a data no cartaz.
— Não. Devemos levar em conta, algumas outras coisas, como surpresas que podem ocorrer lá. Será que é só nós que queremos matar o xerife? – He Xiangu faz a pergunta.
— Ouvi falar que Tristão tinha envolvimento com um mafioso poderoso chamado Ziggy, eu acho que ele vai declarar guerra, bom, o homem tem quase a maior força militar do mundo – Explica Lu.
— Entendo – Tom pôs a mão no queixo pensativo.
— Não sei se você já sabe, mas Torch já estava em outro conflito em Atlanta, cidade da Geórgia – Lan mostrou o jornal para Tom.
— O quê? – Tom olhou e viu a foto de Torch prendendo agentes do FBI.
Um dia atrás.
Agentes do FBI, com o rosto escondido, armamento pesado, e roupas pretas cercam uma casa localizada em Atlanta, cidade da Geórgia, os homens arrombaram a porta e invadiram a casa a procura do procurado mundialmente, Torch, chegando ao chefão – Torch – um dos policiais aponta um fuzil para a barriga do bandido.
— Deixe-me te ensinar como matar uma pessoa – Torch pegou o fuzil e colocou em direção a sua testa.
Os homens a serviço de Torch começaram a atacar cruelmente os agentes do FBI que foram então tratados como invasores, após um conflito intenso, Torch e companhia levou os agentes presos para o lado de fora da casa em que estava, a população estava presenciando o ato de policiamento liderado pelo homem de dread, em um cartaz branco tinha escrito “Nós mesmos nos policiamos”, todos os assassinos da cidade estava a comando de Torch, a noite se aproximava e então carros da policia começaram a chegar e de dentro, policiais saíam com armas apontadas para o inimigo.
— Torch! Renda-se imediatamente, mas carros da policia estão chegando em breve, vocês estão cercados! – Grita o delegado da cidade.
Aqueles que estavam com Torch começaram a puxar armas escondidas de sua roupa e atirar contra os policiais, muitos morreram, os agentes do FBI capturados então foram colocados na mala do carro e um dos policiais fugiu como ordem de Torch para que eles fugissem e avisasse ao governo que o pior estaria a chegar a Atlanta. A cidade estava tomada pelos homens de Torch, todas as entradas, todos os pontos de entrada estavam bloqueados por assassinos considerados fortes pelo seu líder. Atualmente Atlanta possuía ruas de incerteza, a população era muito bem tratada por Torch e seus homens com certeza, o que realmente era um problema seria se o FBI fosse até lá começar um conflito haveria muitos mortos.
Atualmente.
— O quêêêêê??! – Foi Tom surpreso com seu amigo.
— É, hahaha, atualmente ele tem um grupo chamado [Ball Forever], que é disfarçado de uma distribuidora, quando dentro das caixas tem drogas, e todos os trabalhadores são pessoas que trabalha para Torch. O grupo costuma saquear bancos, vender drogas, um dos focos também é a agiotagem – Lan dizia isso olhando para a foto de Torch no jornal.
— Sério? Aqui diz que talvez ele esteja envolvido com os “smokings pretos”. Quem são esses? – Pergunta Tom.
— Membros poderosos do governo desse mundo – Responde He.
— Quem são essas pessoas? – Tom fica cada vez mais interessado.
Os 4 se levantam e caminham pela cidade até que param no centro da praça.
— São a potencia militar desse mundo. Esses homens são capazes de mover céus e terras para que o que querem dê certo, traduzindo, tudo está a favor deles, a mídia, as armas, os países, e seus presidentes, são tão difíceis de encontrar que as pessoas brincam dizendo que talvez eles morem em algum porão ou bueiro qualquer. No total, são 5 membros – He diz sorrindo.
Eles começaram a andar pela cidade para passar o tempo, logos eles se encontrariam com Alice Rukasu.
— Hum... Acho que eles não vão ser algo fácil de se lidar... Por enquanto o que a gente terá de fazer é ir para o principal local onde esses confrontos vão acontecer... Nova York.
A praça onde estavam era cercada por um baixo e longo cercado, o local possuía grandes plataformas e era rodeada por bancos de concreto, haviam diversas flores em meio a praça e uma ponte para o outro lado da praça, ela se mantinha acima de um rio de azul cristalino. Eles seguiram pela ponte e continuaram a conversar.
— Levará um dia e meio para chegar até lá caso preparemos tudo rápido, talvez poderemos pedir ajuda para a família de Kitetsu...? – Supôs He.
— Acho difícil que eles nos acomodem por mais tempo ainda, você pode ter passado grande parte de sua vida com eles, mas entende realmente a mente de um humano? – Tom deu uma tragada no cigarro e continuou. – Enfim, espero que possamos construir uma amizade nesse meio tempo, eu não gostaria da ideia de não estar conectados com vocês até lá.
Tom desviou o olhar e He mostrou um sorriso amarelo.
— Então, Tom, caso consigamos ir até lá o que planeja fazer? – Indagou Lan.
— Primeiro teremos que interferir nos negócios deles..., caso façamos tudo certo não haverá problemas em nossa chegada lá, tudo começara quando nos envolvermos com aquele homem... Ziggy.
Tom franziu a testa enquanto dizia o nome do homem, ele parecia temer tal pessoa.
— Eu não conheço muito dele, mas pelo que eu ouvi de Torch há um tempo atrás... ele certamente não é alguém que eu deveria me meter, mas dessa vez, eu tenho vocês – Tom abriu um sorriso no rosto e continuou. – Quando chegar lá a primeira coisa de deveremos fazer é procurar por Torch, provavelmente ele saberá o que fazer.
Lu, Lan e He se olharam e perguntaram em uníssono.
— Ele?!
— Se não o fazermos, ele não irá fazer, e eu preciso de contato com ele, se ele fugiu dos oficiais ele deve ter precisado de alguma ajuda.
Depois de dar uma volta inteira pela praça eles se encontravam no centro, as ruas eram divididas em quatro e na ponta de cada uma havia um grande prédio. As cidades da Espanha eram grandes e bonitas, mas não tinham o que Tom mais gostava, uma grande movimentação. Diferente das ruas de Nova York que eram cheias de gente a todo o tempo as ruas de onde estava eram vazias.
— Acho que é hora de irmos nos encontrar com Alice, ela vai acabar brava se não chegarmos logo, mesmo tendo vivenciado pouco tempo com ela... ela me assusta.
Eles passaram pelas ruas da cidade e foram até um hotel próximo, ele era grande e tinha dois andares, haviam seis cômodos em cada um de forma possuísse um grande espaço. Esse provavelmente era o último dia deles lá e era hora de ir até Nova York. Dentro do estabelecimento eles foram até o quarto e se depararam com Alice e Rukasu, eles haviam ficado por suas tais roupas tradicionais para a ilha, eles haviam deixado quaisquer outras roupas onde estavam e acabaram por perde-las, Tom havia também saído para comprar novas vestes para os dois.
— Estão atrasados!
— Bem, esqueça isso, aqui estão.
Tom despejou as sacolas em cima da cama.
Alice foi até as sacolas e jogou as roupas na cama.
As roupas de Rukasu era uma camisa de manga longa florida de cor vermelha, ele olhou mal para as roupas, mas não se deixou levar. Havia para ele também uma calça preta com pequenos rasgos e um sapato comum.
— Bem, não me impressionaram muito, mas que vocês tem mal gosto eu entendi...
De forma peculiar Lu que havia escolhido as roupas, mas apenas mostrou um sorriso amarelo.
— Ãh?
A camisa para Alice era comum, era também de manga longa e um tecido fino, a roupa era quase que transparente e negra. A gola era aberta e grande, ela descia até o ombro e esticada para baixo. A parte de baixo era uma saia branca e curta, ela era como as escolares que usava quando estava no Japão. Havia também uma meia preta e uma sandália.
— Eu vou ter que vestir isso mesmo...? No Japão é uma coisa, mas aqui?
Ela começou a tirar a roupa e encontrou um sutiã e calcinha no meio e corou.
— Tom...?
Ele corou junto da mulher e olhou para o lado, ele levantou os braços e os chacoalhava para o lado em desaprovação.
— Não fui eu! Foi a He!
Alice olhou para a mulher e deu um longo suspiro.
— O que te levou a comprar algo tão depravado como isso...?
— Eu peguei o mais... como posso dizer... selvagem! – Ela disse como um rugido. – Espero que tenha gostado, Sra. Alice.
Ela abriu um sorriso honesto no rosto e inclinou o rosto para a direita, sua voz soava melódica e aguda.
— Uff... Bem, que seja, agora... que tal saírem logo daqui? Não sei se perceberam, mas uma pessoa aqui precisa se trocar... E falando nisso, vocês deviam se dar uma tratada também.
— Podemos fazer isso mais tarde, “Alice-san” – Disse com um sorriso amarelo.
A garota franziu a testa e suspirou.
Os quatro homens saíram do quarto e esperaram em frente a porta.
Quando os homens saíram Alice se abriu e começou a observar He.
— Oho! – Ela começou a observar o corpo de sua amiga. – Você tem um belo corpinho ai, não? He-chan...
Ela havia passado a usar honoríficos japoneses por costume.
A mulher corou e ficou a olhar para Alice, ela se surpreendeu com a mulher.
— Eu poderia dizer o mesmo umas dez vezes, Alice.
Alice começou a tirar suas roupas e a olhar desconfiada para a mulher, ela provavelmente não havia visto qualquer outra pessoa nu. Enquanto se despia ela observava o corpo de sua amiga e continuou. Ela começou tirando a alça do vestido e abaixou-o para a parte baixa, não havia nada que o segurasse em cima e tudo o que fez para tira-lo foi empurra-lo para baixo. Enquanto este passava por sua cintura ela fez um tanto mais de força para tira-lo e também desprender alguns laços que o seguravam em sua beirada. O vestido possuía variados adereços e bordas negros enquanto este era vermelho. Haviam pequenas pérolas azuis em locais ordenados e circulavam pequenas partes do vestido. Havia na esquerda também um grande adereço, era uma flor negra que estava acoplada a cintura do vestido. Passando pelas suas coxas ela o tirou e ele caiu ao chão. Alice tirou uma pétala da flor negra como a que estava a sua cintura de sua cabeça, era uma pérola azul que a acoplava ao cabelo.
— Por que estava a usar tanta coisa, Sra. Alice? – Perguntou He.
— Bem, eu sempre quis me vestir assim, hihihi...
A frase de Alice surpreendeu He que continuou sem reação.
Alice tirou o salto e uma meia que ia até sua cintura, e nua ela se sentou na cama e tampou as partes íntimas.
— Se me mostrar as suas eu mostro as minhas também – Alice abriu um sorriso irônico.
He corou e tampou seus seios, Alice partiu para cima da mulher com um pulo e a empurrou para o chão, ela começou a investigar o corpo de He enquanto acariciava as saliências.
— Pa... Para...
Escutando He, Alice parou e voltou para onde estava, se sentou na cama e ficou a observar a mulher. He era tão bonita quanto qualquer mulher que já conhecera. Seu cabelo era loiro e seus olhos carmesim. A roupa que vestia mostrava um enorme decote e suas roupas eram rústicas, clássicas do outro mundo.
— Não tem por que você ficar assim, bem, você tem que se acostumar a viver como uma... “mulher”, eu sei o quê você é, e sei que você é tão humana quanto eu ou os outros, sabe... o que importa é o que você sente.
Alice repousou sua mão em seus seios e suspirou.
— Bem, esqueça isso por ora.
Ela descontraiu o olhar e voltou a olhar de forma sádica para He.
— Depois vamos arrumar umas roupas para você, eu já me envergonho o suficiente de sair pelas ruas com essa roupa, mas você anda assim por ai tranquilamente...
— Eu sempre usei essas roupas, então não há o porquê de me importar com isso.
Alice olhou para o vestido depois para as roupas da mulher, então olhou de novo e olhou para o rosto da mulher com um sorriso sádico.
— Hihihi...
Ela pegou as roupas do chão e andou até He, ela começou a tentar tirar as roupas da mulher enquanto ela dava pequenos gemidos, ela não parecia estar gostando muito da situação. Alice apenas ignorou a mulher tirou a parte de cima de sua roupa, ela era como uma armadura, porém aconchegante.
— Relaxa o corpo He, iremos apenas trocar suas roupas – Alice fechou os olhos e deu um sorriso escancarado.
Ela foi com suas mãos para baixo da cintura da mulher e começou a desacoplar a pequena armadura que se encontrava ante a armadura. Ela tirou cada parte de pouco a pouco até deixar a mulher seminua. A última coisa que restava em seu corpo era um espartilho branco, ele era raso e cobria poucas partes do corpo.
— Tá bom, tá, só... me deixa fazer isso sozinha? – Indagou He.
Alice olhou para o rosto da mulher e apertou os seios da mulher, ela soltou um leve gemido que os homens fora do quarto foram capazes de ouvir.
Ela passou o vestido para He e acariciou o cabelo da mulher.
— Boa garota... hihihi...
Ela pegou o vestido e pediu para He levantar a perna esquerda, ela o fez e Alice passou o vestido por entre suas pernas. Ela o levantou até a cintura da mulher e começou a aperta-lo pelo corpo da mulher, ela o acoplou com o espartilho e ele passou facilmente pela cintura. Ela foi para cima e o vestido cobriu parte dos seios da mulher, porém ainda deixava um longo decote.
— E ai, o que acha?
He hesitou por um tempo e continuou logo que Alice se afastou.
— Isso é... aconchegante...?
Alice havia conseguido o vestido há um longo tempo atrás, era um usado pela rainha vermelha de Toyland.
— Vendo por esse lado, não é assim tão ruim, não?
— Realmente... – He estava inquieta.
— Apenas a parte ruim nesse momento, se você ficar se deixando afetar pela parte comum de um ser humano você sempre vai entrar nessas suas profundas queixas... Anteriormente você era uma humana, certo?
He a deixou continuar.
— Um poderoso encanto a transformou em algo deveras diferente, tornou-se algo não completamente humano, uma arma, um oito imortal... Seu problema é que você se prende a isso desde que se transformou, um objeto por assim dizer. Olhe para Lan, ele rebela todos os maus sentimentos em relação a isso e nega de forma explicita ser um objeto, ele é um humano... assim como você.
Encantada pelas palavras de Alice, He abriu um enorme sorriso no rosto e colocou o cabelo por trás da orelha, ela suspirou e deu uma grande pausa antes de responder.
— Hum... Obrigada, Alice.
Seu sorriso era honesto e encantou Alice.
Alice virou para trás e percebeu que havia esquecido de se trocar, ela estivera nu o tempo todo, mas esquecendo a situação deu um sorriso e olhou para suas roupas. Ela ainda não entendia o motivo de He ter escolhido aquelas roupas, eram ousadas demais até para ela, assim como a camisa que era transparente ao ponto de mostrar claramente o sutiã.
Ela vestiu primeiro a calcinha, ela era preta e roxa com um tom forte, suas alças eram curtas e cobriam pouco de sua parte íntima. Esquecendo os problemas ela apenas a vestiu e seguiu colocando eu sutiã, ele possuía a mesma cor de seu sutiã e possuía alguns adereços na borda.
Tendo coberto as partes íntimas ela pegou a camisa e a vestiu, sua gola era aberta e passava facilmente pelo ombro de Alice. Ela pegou a saia e a vestiu, ela era curta e passava cerca de um centímetro abaixo da popa da bunda.
Pegou a sandália do chão e a calçou novamente. Ela tirou a trança na franja de seu cabelo e o arrumou com a mão.
— Então, como estou? Hihihi.
— Como devo responder...? – Um segundo depois ela se tocou. – Oh! Está bonita!
Alice franziu a testa e olhou de forma desconfiada para a mulher.
— É sério! – Ela tampou o rosto com a mão.
— Bem, se você diz, vou acreditar.
Ela pegou a roupa que He vestia anteriormente e deixou em uma das sacolas, ela era de um material diferente, parecia como couro, mas não era a mesma coisa. Alice esqueceu e olhou para o vestido, havia esquecido de dar a He o salto.
— Espera...
Alice se abaixou e pegou o salto, ele estava um pouco em baixo da cama. Ela andou até os pés da mulher e tirou as sandálias que ela vestia. Segurou o salto e o encaixou no pé de He, por sorte era o tamanho certo. Ela colocou na mulher os dois e se levantou suspirando.
— Estamos prontas!
Ela abriu a porta e os homens se levantaram em conjunto, eles estavam sentados o tempo todo esperando pela parede. Tom tomou coragem e esfregou o cabelo olhando para as duas, ela era o único que estava baixo e pode olhar por baixo da saia de Alice. Ele corou no mesmo instante e usou como desculpa o cigarro, ele puxou enquanto olhava por baixo e o acendeu, deixou-o na boca e por fim levantou.
— E então, vamos já, enquanto vocês estavam a brincar lá eu consegui fazer contato com um homem que conheci a pouco tempo, eles nos levará de graça dessa vez, mas disse que na próxima era melhor levarmos dinheiro.
— Humpf, que seja.
Alice tomou o passo inicial e foi andando a frente deles.
— Espero que você saiba o caminho com toda essa iniciativa sua.
A mulher corou por uns instantes e voltou a olhar para Tom, ela o deixou passar na frente e ele continuou andando.
Ele passou a frente deles e desceu a escada, ela era íngreme e não parecia condizer com o local.
Enquanto pagava o dono do estabelecimento os outros esperavam a frente e quando Tom apareceu eles apenas continuaram o trajeto, este que foi por todo o tempo silencioso, até um comentário de Lu.
— Oh... E essas suas roupas ai, Aaalice-chaan...? – Havia um sorriso escancarado em sua rude face.
— Bem, não fui eu que as comprei, e que tal parar de me provocar?
— Não se incomode, hahaha, ninguém menos do que eu se sente feliz em ver você com isso...
— Espera, não me diga que...
Lu soltou uma gargalhada, ele ria e ria até que Alice tentou lhe acertar no rosto, este que porém parou com sua mão.
— Bem, não é nada demais, depois de ter visto que He havia escolhido essas roupas íntimas não seria nada demais complementar com isso, não?
Ela apenas se encheu e começou a andar mais rápido, logo o pequeno grupo começou a conversar deixando o resto do caminho entretido.
...
A viagem para Nova York foi feita facilmente e tiveram um bom proveito em faze-la. Não demorou mais que um dia inteiro a viagem e puderam se acomodar bem com queriam.
Logo, estavam em um grande aeroporto, a vista era bonita a visão de todos, além de Tom que era acostumado com a clássica Nova York.
— Então amigos, vamos começar o segundo passo dessa pequena aventura.
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