Fusion Fall - Warriors of War - Arco 01

18 Episodio 3 - Rumo ao fim do Pesadelo - Ato 3


Depois de horas, outro dia surgia. Primeiro de Agosto do ano 201Y. Otto acordava do chão e percebia que o local estava quase congelado e via os refugiados até com roubas de inverno. Logo Otto sentia com muito frio. Logo era visto Número 2 levando um casaco.

Acordou cedo cara. Pelo visto cheguei a tempo. — Comentou Número 2.

Mas para que tanto frio? Não é melhor guardamos energia para alguma emergência? — Perguntou Otto.

É melhor você ver com seus próprios olhos. — Número 2 levava Otto até uma das sacadas da base e quando ele abria, um calor insuportável vinha e Otto olhava que no lado de fora, a vegetação estava parecendo uma área desértica. — Não sei se falaram, mas o Fusion Matter tem criado várias alterações pelo mundo como a teoria da energia imaginaria faz com outros lugares, uma delas é a alteração de clima sem controle. Atualmente o arquipélago é dividido em 4 áreas com as alterações climáticas. No centro é a área com o clima bem mais quente. Ao norte em Pokey Oaks, o clima é pior, já que até os rios viraram lava. Ao leste a antiga Genius Grove virou uma ilha de gelo e ao oeste, o que era a Peach Creek, virou uma floresta perigosa e infestadas de monstros venenosos. Essa fase das anomalias climáticas foi o início do fim. — Explicou Número 2.

Assustador. Será que pode fica mais estranho? — Quando Otto dizia isso, uma bola de neve o atingiu tão forte que o derrubou.

Otto, essa tal de Zelda é realmente fria e calma como vocês falaram? — Perguntou Número 2.

Bem, só conhecemos pouco ela, até onde sabemos ela é... Mas o que?! — Quando Otto se levantava, ele via Zelda, porém ela estava com uma aparência de criança, jogando bolas de neve nos outros. — O que aconteceu com ela?

Otto e Número 2 viam o local cheio de crianças brincando de guerra de bola de neve, se divertindo. No mesmo momento no laboratório, enquanto Peridot ajustava a criação de Nanos, ela via algo de estranho no nível de energia imaginaria.

Número 2 via como as crianças estavam tendo um pouco de tempo para ser divertirem. Em seguida ele via Zelda reunindo as crianças em seguida.

Muito bem meus soldados, o tempo de brincadeira acabou, agora vamos começa a verdadeira missão. Quero que se preparem para vemos qual grupo é o melhor, aquele que atingi mais gente, vencer. – Com o que Zelda falou, as crianças estavam se divertindo com a brincadeira.

Mas que confusão é essa aqui? Sem conta que frio do caramba é esse? — Dizia Earthan saindo do quarto e via muitas das crianças brincando, onde as mesmas viam o garoto e tiveram com uma cara de pestinhas olhando para ele e preparando para pega-lo. — Opa, nem vem. Em nenhum momento eu mexi com vocês.

E quem disse que precisamos de razão para ataca a nossa vítima? — Dizia uma das crianças.

Logo Earthan fugia das crianças e das bolas de neve. Número 2 continuava observando e começava a rir.

Pensando bem, faz tempo que não via essas crianças se divertirem. Talvez essa situação possa acalma-las. — Comentou Número 2 que recebia uma bola de neve em sua cara por uma criança.

Acertei no tio chupeta de hipopótamo. – Dizia a criança debochando do Número 2.

Tio? Ora essa, eu ainda tenho fogo para jogar um pouco. Número 2 logo pegou a neve do chão e começavam a quere da o troco na criança entrando no jogo.

Nesse momento, no quarto da Número 5, os gritos de alegria das crianças chegavam lá e acordava ela do seu sono. Sem entender a origem, ela colocava um casaco e saia do quarto para sabe o que estava acontecendo. Logo a Peridot aparecia querendo informar a jovem sobre algo.

Abigail, Número 5, ou Agente 5... sei lá o que acha melhor, mas preciso falar algo sobre... – Dizia Peridot até que Número 5 pegou para ela para um pouco. Quando chego ao local, via a guerra de bolas de neve acontecendo. Peridot via aquilo e se questionava. – O que os filhotes dos terráqueos estão fazendo? É algum tipo de treinamento militar?

Número 2, o que aconteceu aqui? – Questionava Número 5.

Só um pouco de paz, sabe é bom temos um tempo de tranquilidade antes de voltamos ao combate. Vai que esse pode ser a última vez que pode nos fazer isso. – Dizia Número 2.

Mas ainda temos um problema, é que não sabemos como a Zelda virou uma criança. Quem sabe pode ser permanente? — Questionava Otto.

Não vejo problema. Nem está fazendo uma ameaça. Quando Número 2 falava isso, ele via a Zelda flutuando no alto com dois canhões enormes e criados por mana prontos para atira bolas de neve e ficava rindo. — Ok. Isso é um problema.

Agora todos vão ver meu golpe supremo. Há, há, há. — Após Zelda fala isso, ela atirava o canhão e enchia toda base com neve.

Minutos depois, no centro da base, a neve já havia derretido e Zelda tinha voltado ao normal conversado com os outros, Número 5 que estava esperando sua boina secar.

Sinto muito mesmo. É que depois que via as crianças tristes... eu só queria que elas se divertirem. Porém fiquei animada demais que até usei a magia de rejuvenescimento, mas talvez devo ter ficado empolgada um pouquinho. — Comentou Zelda, porém ela agia de um modo desastrada, fazendo as pessoas estranharem.

O...ok. Outra coisa, ontem você parecia uma pessoa diferente, tipo calma e fria. Mas hoje você está um pouco animada. — Perguntava Earthan que notava um pouco de neve em seu ouvido e batia um pouco a cabeça para tirar.

Ah sim. Foi minha magia de bloqueia sentimentos. Quando vejo que um confronto aparece, eu as bloqueio para me concentra. Antes de ser acordada, eu já tinha acordado com o feitiço ainda sendo usado. — Respondeu Zelda.

Eu li no relatório que você tinha feito algo parecido com o Dexter para ajudá-lo em termina o protótipo do projeto Nano. Você tinha alternado mentalmente ele por alguns instantes. — Comentou Número 2.

Ah sim, é que eu via a cara dele. Era uma cara de perda. Ele estava com muita depressão e não conseguia ter foco. Tive que coloca a mente dele no lugar. — Respondeu Zelda.

Sabe, seu poder lembra de um conhecimento meu. Steven Universo. Ele tinha um poder que entrava na mente das pessoas e conversar diretamente. Além de ter o poder de cura, criação de armas e todos outros. — Dizia Peridot mexendo em um mecanismo.

Esse nome não é estranho. De onde eu ouvir fala dele. — Comentou Earthan tentando se lembra.

No monumento da praça dos heróis. — Logo era ouvido uma voz. E quando viram era a Connie.

Eu... Eu sinto muito, eu não queria toca nesse assunto. — Dizia Earthan.

Não. Fui eu quem não pude ajuda-lo. Toda vez que ele entrava em campo de batalha, eu não estava lá. E quando estava... Enfim, nós tínhamos prometido que cada um iria ajuda o outro. Eu não estava lá quando o ruim aconteceu. — Comentou Connie.

Connie, já falamos que você não tem culpa pelo que aconteceu com o Steven. Ele sabia do risco quando tentou para a guerra do mesmo jeito que conseguiu mudar as diamantes.- Comentou Peridot.

Pessoal, estou meio perdido aqui. Tipo diamantes? É daquela raça que o Ben usava? — Perguntava Earthan.

Vou dá uma pequena resumida. O Steven era híbrido humano com uma raça do espaço. As Gems, a minha raça. Quando cresceu e soube do passado que aconteceu na Terra e da ideia das comandantes Diamantes de quererem destruí esse planeta. Steven foi para o Planeta Natal e conseguiu convencer as Diamantes, acabando com o perigo. Anos se passaram e bem, a invação no mundo. — Contava Peridot.

Ele achou que conversando com Lord Fuse, ele iria fazer a mesma coisa. Mas muitos avisaram para ele que Fuse era um perigo. Ele sabia, mas queria tenta. Ele foi para o Planeta Fusion, junto com as Crystal Gems para pesquisa sobre o passado de Fuse e muda-lo. Messes depois, Ametista tinha voltado de lá. Porém, ela foi a única e quando perguntamos sobre o Steven, ela falou que Lord Fuse tinha... Enfim, vocês já devem ter percebido. — Contou Connie que se entristecia um pouco e colocava sua mão no rosto e saía da sala.

Isso que dá jogando tanto Undertale. — Nesse instante Earthan ouvia a barriga do Número 2 roncando.

Que tal tomamos um café da manhã? — Dizia Número 2.

Sobre isso, tenho que te atualiza, nosso suprimento de comidas está quase vazio. — Comentou Peridot.

Como assim? A gente reabasteceu para meses. Aliás até entrei em dieta para termos mais comida para os outros. — Dizia Número 2, mas todos olhavam para ele e sua barriga. — É sério que vocês estão pensando que fui eu? Oras. Posso ser guloso, mas não egoísta.

Logo, Peridot ativa a tela holográfica e aparecia uma gravação do Número 2, sonâmbulo comendo tudo da geladeira.

Ah, quando isso foi gravado? — Perguntava Número 2.

Ontem, quando percebemos que a comida estava acabando rápido demais. — Reclamou Peridot.

Parabéns seu balofo, parece que temos que busca mais alimentos. E só conhecemos um lugar que pode fornecer. A fortaleza dos Dus. — Respondeu Número 5 com raiva batendo sua boina no Número 2.

Desculpem, sem querer ser um chato, alguém sabe quando o Larry irá volta? Ele não já deveria ter voltado? — Comentou Otto.

Realmente estranho, ele tinha ido para o lixão do Goat para acha peças. E não é tão longe daqui. — Comentou Peridot, onde em seguida tentou se comunicar com Larry, mas o sinal não respondia. — Ok. Isso não é bom. Ele estava com um dos melhores guardas que pude encontra para protege-lo.

Você não é a única com esse problema, ontem a Lindinha foi fala com a Dee Dee para falar sobre o Dexter, mas quando eu ligo.... — Quando Docinho ligava para a Nanocom da Lindinha, a mesma não atendia.

Só pode ser piada. Ela também? Chamem todos os soldados para nossa sala de reuniões. Número 5 está com um mal pressentimento. — Dizia Número 5 acreditando que algo de ruim estava acontecendo.