Fusões Do Amor

5 Especial 1 - GaLe [+18] ♥.♥


Notas iniciais
Então gente linda, não aguentei e postei hoje mesmo. Esse é o primeiro especial que estou fazendo, até o final da estória eu faço mais. ^~^

Após Levy se despedir de Lucy, foi até onde tivera deixado Gajeel a esperando, ele ainda estava no mesmo lugar, encostado na parede onde estavam se beijando, ela corou imaginando o que aconteceria quando eles chegassem a casa dele. Ela se aproximou devagar e puxou um pouco a manga de sua blusa fazendo-o virar o seu rosto e encará-la.

– Deu tudo certo?

– Sim... Já podemos ir. –disse ela com o rosto rosado.

– Está nervosa? –ele sorriu pervertidamente.

– N-Não... Se eu não quisesse ir à sua casa eu não iria! –ela olhou para os lados, ainda corada.

– Haha, está ok, então vamos. –ele estendeu a mão para ela.

Levy segurou sua mão e foram em direção à saída, Levy estava um pouco nervosa por imaginar que ela finalmente iria à casa de Gajeel, ele olhava de fez em quando o seu decote do vestido, ele era roxo e um pouco colado ao corpo, Gajeel já estava ficando louco olhando aquela roupa nela, os dois nunca haviam feito amor, sempre quando pintava um clima ela sempre pedia para parar, mas dessa fez ela disse a si mesma que não iria empurrá-lo ou reclamar se ele a tocasse, mas a vergonha de ficar nua na sua frente seria inevitável. Ao saírem do Buffet, ele levou-a até o carro que havia deixado Juvia.

– Você comprou um carro?

– Sim, eu o uso para trabalhar de taxista particular.

– Então está trabalhando? Desde quanto tempo?

– Desde que eu saí da Fairy Tail. –disse abrindo a porta do carro para Levy.

– Obrigada... –corou.

Gajeel entrou no carro logo depois dela e deu partida no carro, ela não conseguia parar de remexer as pernas com expectativas de como tudo aquilo iria terminar.

– Você está estranha. –ele riu.

– E-Eu estou normal... –ela olhou para a janela do carro.

– Toma –ele tirou seu casaco e pôs envolta dela fazendo-a corar – Está muito frio... por enquanto.

Levy corou mais ainda com o que ele disse, achava melhor ficar calada ao invés de dizer algo. Gajeel apenas dirigia e sorria, talvez estivesse se divertindo com seu nervosismo. Ele dirigiu mais alguns longos minutos e finalmente chegaram a sua casa.

– É aqui, podemos sair agora.

– Parece uma casa bonita. –sorriu.

– Fico feliz que ache isso... –ele estendeu a mão mais uma vez – Venha.

Levy o encarou e segurou sua mão, foram em direção à porta de entrada, Gajeel usou a chave para abri-la, afastou-se para que ela pudesse entrar primeiro, ao entrar, viu que sua casa era bem bonita, não era um luxo, mas para alguém que foi abandonado pelos pais estava linda.

– Minha casa não é a das melhores... mas espero que goste.

– O quê? Eu adorei, é muito bem arrumada para uma casa de homem. –brincou.

– Bem... Quer tomar alguma coisa? –ele corou.

– A-Ah... Pode ser um chá...

– Vou buscar pra você, volto logo. –saiu apressado.

Levy aproveitou que Gajeel estava preparando o chá para olhar sua casa, foi até o seu quarto e sentou-se na cama, ela estava impregnada com o cheiro dele, ela levantou e foi até o guarda roupa, abri-o e viu todas suas camisas, calças... cuecas. (NOTA: OMG!)

Ela trouxe uma das camisas dele até seu nariz e cheirou-a, aquele cheiro que ele amava tanto, e que por um ano inteiro pôde delirar sentindo aquela fragrância que só ele exercia. Sem perceber, passou muito tempo cheirando sua roupa, e ao olhar para a porta Gajeel estava lá presenciando tudo aquilo.

– G-G-Gajeel, me desculpe, e-eu só estava olhando. –corou imediatamente.

– Tudo bem –ele riu – Gosta do meu cheiro?

– A-Ah... Eu passei um ano sem sentir esse cheiro... Estava com saudades... –disse ela ficando mais vermelha que um tomate.

– Então você quer sentir meu cheiro? –disse ele olhando para seu corpo e sorrindo maliciosamente.

– Eu... quero sim...

Gajeel colocou a bandeja de chá na cabeceira e puxou o braço de Levy, e como ela era leve, praticamente voou até ele.

– Faz tanto tempo que eu queria fazê-la minha... Sempre acontecia algo e nós tínhamos que parar... –ele segurava os cabelos dela e cheirava-os.

– N-Não era só você que queria... –disse ela encostando a cabeça em seu peito largo e másculo – Eu também sempre sonhei em fazer... a-amor com você... Mas eu tinha muito medo da dor ou algo assim...

– Se você disser que aceita fazer isso comigo eu te juro que não vou te machucar... –ele corou um pouco.

– Me faça sua... –ela disse de uma só fez.

Gajeel não se segurava mais, colocou Levy contra a parede e a beijou apaixonadamente arrancando todas as suas forças vitais, ela por sua parte, pôs seus braços envoltos ao pescoço dele dando leves arranhões fazendo-o se arrepiar, levemente ele segurou as suas coxas e a levantou, e logo, ela envolveu suas pernas no quadril dele, e que em seu sexo apareciam alguns sinais de espasmos.

Ele levou-a para a cama sem parar de beijá-la, os dois estavam ofegantes pela falta de ar, Gajeel desceu sua mão para o começo de seu vestido e o levantou lentamente fazendo-a corar mais do que já estava.

– Ga... jeel...

– Posso despi-la? –perguntou ele com muito desejo no olhar.

– C-Continue o que começou...

Gajeel subiu seu vestido até que sua barriga ficasse à mostra, ele dava leves beijos e lambidas ao redor de sua cintura, ela gemia baixinho que ele mal conseguia ouvir. Após algum tempo apenas nisso, ele tirou seu vestido por completo, viu aqueles seios que sempre quisera tocar apenas escondidos por um sutiã, tirou-o lentamente a deixando apenas de calcinha, ela colocou a mão no rosto para não ver o que estava acontecendo, ele subiu até seu pescoço e começou a dar lambidas sensuais nele, os gemidos eram inevitáveis de segurar.

– Pode gemer... –disse Gajeel tirando a blusa.

– É-É constrangedor...

– Mas sua voz assim é como música para os meus ouvidos.

– O-O quê? –corou.

Gajeel levou seu dedo indicador aos seus mamilos dando leves massagens e deixando-os eretos, ela deu um gemido alto com aquela sensação tão boa, e de repente deu um grito sexy ao sentir sua intimidade começar a pulsar, era uma sensação nova para ela, mas ela sabia que estava excitada.

– Você é tão linda, Levy... –disse Gajeel abocanhando seus seios freneticamente.

– AH! GAJEEL...

Ele desceu suas mãos até sua calcinha, e as abaixou devagar, ela tentou impedi-lo com as mãos, mas foi inútil, ele olhou para ela e sorriu malicioso ao vê-la tão líquida, levou sua boca à sua intimidade dando lambidas fortes. Levy não conseguia parar de gemer, a maioria das vezes ele ria vitorioso por conseguir fazê-la dar gritos de prazer, ela abriu os olhos e percebeu que ele estava muito excitado a ponto de rasgar sua calça, no momento que ela abrir a boca para dizer algo deu um gemido alto ao sentir orgasmo pela primeira vez.

– Oh... Oh... Oh… Gajeel... Ah...

– Você está pronta para o que vou fazer agora?

– P-Pode começar... –disse ela ofegante retomando sua respiração.

Gajeel segurou suas coxas e aproximou-as à ele, ele encaixou suas pernas nas de Levy e esfregou seu sexo ao dela, ela gemia alto, e com esses movimento ele também gemeu o nome dela várias vezes, ela ficava mais excitada com os gemidos dele, segurou suas costas com força, ele entendeu o recado e penetrou devagar.

– A-AH... I-Isso dó...i...

Gajeel não queria que ela sentisse dor, mas não era possível fazer nada a não ser fazê-la se acostumar com a penetração. Ele beijava sua boca, pescoço, seios, tudo para ela esquecer que estava doendo. Levy já estava se acostumando com a sensação, só de lembrar que estava com ele, tudo começou a ser prazeroso.

– Ainda... dói? –perguntava ele ofegante.

– N-Nãããoo... –respondeu ela gemendo alto.

Ele aumentou o ritmo das estocadas, pois já estava quase no clímax, ela gemia de acordo com que ele ia penetrando-a, ele já não aguentava mais, depois de uns segundos gozaram juntos.

– Eu te amo... minha anãzinha... –disse Gajeel apoiando a cabeça dela em seu ombro.

– Eu também te amo, meu brutamonte... –sorriu já sem forças caindo em um sono profundo.

Notas finais
E então? Fui aprovada? Comentem! :)